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A Formula 1 realiza nesta segunda-feira (20) uma reunião decisiva entre chefes de equipe, executivos das escuderias, representantes das fornecedoras de motores e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para discutir possíveis mudanças no regulamento técnico da temporada 2026.
O principal ponto em debate é o gerenciamento de energia dos novos motores híbridos, que passarão a ter divisão equilibrada entre combustão e parte elétrica. As alterações recentes no sistema de recuperação e uso de energia não tiveram o efeito esperado e aumentaram a influência da bateria no desempenho dos carros, gerando críticas entre pilotos.
Entre os que se manifestaram sobre o tema está Max Verstappen, que chegou a classificar o atual modelo como “artificial” e demonstrou insatisfação com o rumo técnico da categoria.
As discussões sobre possíveis ajustes já estavam previstas para abril, mas ganharam força após o acidente envolvendo Oliver Bearman no Grande Prêmio do Japão. O episódio ocorreu em meio a uma diferença significativa de velocidade em relação ao argentino Franco Colapinto e reacendeu o debate sobre segurança na categoria.
Chefe da Mercedes-AMG Petronas Formula One Team, Toto Wolff defendeu cautela nas possíveis alterações no regulamento.
"As discussões entre os pilotos, a FIA, a Fórmula 1 e as equipes têm sido construtivas. Trata-se de melhorar o produto e analisar o que podemos aprimorar em termos de segurança, mas agindo com um bisturi e não com um taco de beisebol", argumentou.
Segundo o dirigente, há expectativa de avanços ainda nesta etapa inicial da temporada.
"Precisamos aprender com o passado, quando decisões foram tomadas de forma errática. Estou cautelosamente otimista de que vamos melhorar as corridas mantendo a qualidade do espetáculo."
Presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem afirmou que os pilotos tiveram papel importante nas discussões sobre ajustes no regulamento.
"Os pilotos nos deram uma contribuição inestimável em ajustes que sentem que devem ser feitos, em particular nas áreas de gerenciamento de energia para garantir corridas seguras, justas e competitivas."
As propostas discutidas devem seguir agora para votação eletrônica do Conselho Mundial de Automobilismo da entidade.
A temporada da Fórmula 1 continua na próxima semana com o Grande Prêmio de Miami, com atividades de pista a partir de sexta-feira (1º) e corrida prevista para domingo este (3).
O clima nos testes de pré-temporada da Fórmula 1, no Bahrein, subiu de temperatura nesta quinta-feira (19). O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, reagiu às recentes suspeitas de irregularidades técnicas que pairam sobre os novos motores da escuderia para 2026. Em coletiva, o dirigente austríaco chegou a comparar o nível das acusações ao escândalo de Jeffrey Epstein.
As especulações indicam que rivais estariam questionando a legalidade da relação de compressão das unidades de potência alemãs, além de supostas pendências na homologação do combustível fornecido pela Petronas.
Visivelmente incomodado com o que chamou de "histórias inventadas", Wolff utilizou uma comparação para desqualificar os rumores. Sob risos da imprensa presente no circuito de Sakhir, ele sugeriu que a próxima acusação poderia ser de cunho pessoal e igualmente absurda.
"Amanhã talvez inventem outra coisa, não sei: apareci nos papéis de Epstein!, vai saber o quê! Outra coisa absurda!", disparou o mandatário, referindo-se ao financista americano envolvido em uma rede de tráfico sexual que atingiu figuras da elite global.
O centro da disputa técnica envolve o novo regulamento de motores, que agora equilibra a potência em 50% térmica e 50% elétrica. Concorrentes suspeitam que a Mercedes teria encontrado uma brecha na medição da taxa de compressão para obter vantagem de potência.
Wolff, no entanto, foi enfático ao negar qualquer desvio nas normas da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
"Disseram que a relação de compressão (do motor) era algo ilegal, isso são bobagens, uma absoluta barbaridade", declarou o dirigente da Mercedes-AMG Petronas.
Outro ponto de desgaste é o combustível. Informações de bastidores sugerem que o produto da petroleira malaia Petronas ainda não teria recebido o selo de homologação necessário para o Grande Prêmio da Austrália, em 8 de março. Wolff também rechaçou a tese.
"Depois inventam uma história segundo a qual nosso combustível seria ilegal, não sei de onde isso saiu, mas começa a circular", prosseguiu.
A situação é acompanhada de perto por McLaren, Alpine e Williams, equipes que também utilizam os motores Mercedes nesta temporada. Qualquer sanção ou necessidade de readequação técnica teria um efeito cascata em quase um terço do grid.
Apesar das declarações ácidas de Wolff, o paddock aguarda os relatórios oficiais da FIA. A expectativa é que, até a abertura oficial da temporada em Melbourne, todos os componentes técnicos e químicos passem pelo rigoroso processo de certificação da entidade máxima do esporte.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.