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A Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) concedeu autorização ambiental para a demolição de dois imóveis na rua do Barro Vermelho, onde fica localizada a praia do Buracão, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. Os locais em questão são os imóveis de numeração 274 e 292.
As áreas em questão são temas centrais de um debate antigo na capital baiana. O local foi alvo de algumas manifestações por conta da possível implantação de um multiresidencial com três torres, próximo a areia da praia. Na época, segundo projeção feita pelo grupo “S.O.S Praia do Buracão”, a obra poderia fazer sombra o que colocaria em risco a balneabilidade da praia, devido à proliferação de bactérias que são controladas pela luz do sol.
À ocasião, um projeto de lei do presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), pedia a desapropriação de três imóveis que seriam endereçados para a implantação de um estacionamento público, permitindo o acesso da vizinhança à Praia do Buracão. Além disso, o terceiro imóvel vizinho seria para a implantação de uma praça pública em frente ao mar.
O espaço a ser demolido em si possui uma área de 1.290,41 m² e vai gerar um volume de demolição de 2.732,25 m³. Com a medida, a empresa BET BA 01 - Empreendimento Imobiliário LTDA, recebeu a autorização ambiental por dois anos para realizar o processo de demolir os imóveis encontrados no local. Além de conceder a autorização ambiental, a pasta publicou uma outra medida para que a entidade possa realizar uma construção no local.
O relatório acessado pelo Bahia Notícias indica que a Empreendimento Imobiliário LTDA recebeu, no mês de dezembro de 2025, alvarás de construção na localidade. A publicação, assinada pelo ex-secretário do órgão, João Xavier, determinou ainda que “caso haja necessidade de supressão e/ou poda de vegetação, solicitar a Autorização para Supressão de Vegetação - ASV/AP, e observar suas recomendações”.
A medida estabeleceu ainda que a empresa deve “manter um canal de diálogo com a comunidade para dirimir eventuais dúvidas causadas pela implantação do empreendimento, relacionadas à etapa de demolição das edificações”. Foi apontado ainda que a empresa não pode “impor, sob nenhuma hipótese, restrições de uso do mar (bens públicos de uso comum do povo - Lei nº 7.661/1988) nas imediações do empreendimento”.
Além disso, a empresa passa por vistoria cautelar e documentada nos imóveis lindeiros ao terreno. A Empreendimento Imobiliário LTDA deve presentar, no prazo de 60 dias antes do início das atividades de demolição, um relatório da vistoria cautelar dos imóveis vizinhos, dos sistemas viários situados na região, além de possíveis impactos que poderão ocorrer em decorrência da obra.
Foi verificado arsênio no corpo de Paulo Luiz dos Anjos, sogro da mulher presa por suspeita de envenenar o bolo que matou três pessoas em Torres, segundo informações do Jornal Zero Hora.
O Instituto-Geral de Perícias (IGP), através de exames, confirmou a presença da substância, a mesma presente no bolo de Natal que resultou na morte de três pessoas em Torres, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul.
Paulo Luiz morreu em setembro de 2024, após consumir leite em pó e bananas que teriam sido levados à sua casa, em Arroio do Sal (RS), pela nora. Sua esposa, Zeli dos Anjos, também passou mal na ocasião, mas sobreviveu.
Dias antes, Deise havia visitado o casal com o marido e o filho, levando itens como produtos de limpeza, flores, leite em pó, farinha e bananas.
A suspeita de envenenamento surgiu após a investigação do bolo de Natal, preparado por Zeli e levado para uma confraternização familiar. Análises do IGP revelaram que a farinha usada no doce estava contaminada com arsênio, provocando a morte de três pessoas e a hospitalização de outras.
A exumação reforçou as suspeitas contra Deise. Durante a perícia em seu celular, foram identificadas cerca de 100 buscas relacionadas a "arsênio" e termos como "veneno para o coração" e "veneno para humanos".
Deise Moura dos Anjos está detida no Presídio Estadual Feminino de Torres, sendo investigada por triplo homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio.
CASO
Seis pessoas passaram mal após comer um bolo durante um café da tarde em 23 de dezembro de 2024, cidade de Torres, no Rio Grande Sul.
Devido a ingestão do bolo envenenado, três mulheres morreram. Tatiana Denize Silva dos Anjos e Maida Berenice Flores da Silva tiveram parada cardiorrespiratória. Já Neuza Denize Silva dos Anjos teve a morte divulgada como "choque pós-intoxicação alimentar".
A Justiça Federal determinou, na noite desta quarta-feira (13), que o ex-ministro da Justiça Anderson Torres poderá continuar com os R$ 87,6 mil que recebeu de salário quando ficou preso no ano passado. Segundo o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a decisão, que foi assinada na noite desta quarta, estabelece uma derrota à Polícia Federal.
Isso porque a PF, órgão em que Torres é servidor de carreira, iniciou um processo interno para reaver o salário recebido por Torres durante os quatro meses em que ficou preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Em uma nota técnica divulgada pelo Ministério da Economia em 2020, no governo Bolsonaro, foi dito que a defesa do ex-ministro citou à Justiça em pelo menos nove casos do Supremo que contrariam a tese. O juiz federal Gabriel Zago concordou com os advogados de Torres.
“A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é pacífica no sentido de que a suspensão da remuneração de servidor público em decorrência de sua prisão preventiva representa violação da presunção de inocência e da irredutibilidade de vencimentos”.
O especialista apontou também que houve ilegalidade na decisão que havia cobrado a remuneração de Anderson Torres. O ex-ministro foi preso preventivamente no ano passado por quatro meses, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, por envolvimento em crimes no 8 de janeiro.
O Ministério Público ainda não apresentou denúncia contra o ex-ministro. Em maio, quando foi solto, Torres segue usando tornozeleira eletrônica e cumprindo medidas cautelares.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Governar o mundo pelo Twitter”.
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comentar os conflitos e controvérsias gerados pelo norte-americano Donald Trump.