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torneio pre olimpico masculino
A seleção brasileira masculina está fora dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Neste domingo (11), o time dirigido pelo técnico Ramon Menezes perdeu para a Argentina por 1 a 0, no estádio Brígido Iriarte, na última rodada do quadrangular final do Torneio Pré-Olímpico, realizado em Caracas, na Venezuela.
O único gol que definiu a partida foi marcado pelo centroavante Gondou aos 32 minutos do segundo tempo. O camisa 9 aproveitou o cruzamento vindo pela esquerda e subiu mais do que Arthur Chaves e Lucas Fasson para cabecear para o fundo das redes.
O Brasil já havia ficado fora dos Jogos Olímpicos de 2004. Na época, a seleção contava com nomes como Diego e Robinho e não conseguiu a classificação. Nas últimas quatro edições das Olimpíadas, a seleção masculina se acostumou a conquistar medalhas, sendo bronze em Pequim-2008, prata em Londres-2012, e dois ouros na Rio-2016 e em Tóquio-2020. O time Canarinho brigaria pelo tricampeonato consecutivo, caso conseguisse carimbar o passaporte para a capital francesa.
Com a segunda derrota no quadrangular final, a seleção brasileira estaciona nos três pontos ocupando o terceiro lugar. Enquanto a Argentina somou cinco e assumiu a liderança da tabela. Venezuela e Paraguai se enfrentam ainda neste domingo. Os paraguaios estão em segundo com quatro pontos, enquanto os venezuelanos tem um em quarto lugar.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.