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Menos de 36 horas depois da derrota para o Lanús no Maracanã, resultado que representou o segundo título perdido pelo Flamengo em menos de dois meses em 2026, o elenco rubro-negro se reapresentou na manhã deste sábado no Ninho do Urubu sob clima de pressão.
Cerca de 50 torcedores estiveram no local para protestar contra o momento da equipe. Com faixas e palavras de ordem, o grupo direcionou críticas ao técnico Filipe Luís, ao diretor executivo de futebol José Boto, à diretoria e aos jogadores.
Entre as mensagens exibidas estavam: "Felipe Luiz (sic) e suas metodologias", em tom irônico; "Boto incompetente" e "diretoria amadora". Uma faixa direcionada ao elenco dizia: "Salário em dia, porrada em falta". A Polícia Militar foi acionada para reforçar a segurança na entrada do centro de treinamento.
Nos bastidores, a falta de diálogo é apontada como um dos fatores de insatisfação. Integrantes do clube avaliam que as conversas com a comissão técnica estariam concentradas em um grupo de líderes formado por Arrascaeta, Bruno Henrique, Danilo, Jorginho, Léo Pereira e Alex Sandro. Embora a relação com esses jogadores seja considerada positiva e o treinador mantenha o comando do vestiário, há a percepção de que o ambiente interno está desgastado.
Apesar do cenário, a diretoria mantém o respaldo a Filipe Luís e a José Boto. O presidente Bap segue alinhado ao executivo de futebol, a quem trata como homem de confiança na condução da área. A relação entre o mandatário e o treinador, no entanto, registra ruídos desde a negociação para renovação contratual.
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Pérolas do Dia
Donald Trump
"O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.