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Artigos

Adriano Sampaio
Cartografia da Erosão Eleitoral
Foto: Acervo pessoal

Cartografia da Erosão Eleitoral

Em uma janela eleitoral curta, a erosão não depende apenas do conteúdo de uma narrativa. Ela emerge da interação entre alcance, repetição, credibilidade percebida, congruência identitária, carga moral, capacidade de correção e propensão à abstenção ou mudança de escolha.

Multimídia

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Em entrevista concedida ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (5), o cientista político Eduardo Grizenti avaliou o índice de abstenções e de votos brancos e nulos no primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Durante o programa, Grizenti argumentou que o debate sobre a obrigatoriedade do voto não é a questão central para explicar a ausência dos eleitores nas urnas.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

torcedor iraniano

Torcedor processa Fifa e pede indenização bilionária após eliminação do Irã na Copa do Mundo
Foto: Reprodução/Instagram (@teammellifootball)

A Fifa e o presidente da entidade, Gianni Infantino, são alvos de uma ação judicial movida na Corte Federal de Boston, nos Estados Unidos, por Lotfollah Kaveh Afrasiabi, analista iraniano-americano. O autor do processo afirma representar 91 milhões de iranianos e pede uma indenização de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,2 bilhões) pela eliminação da seleção do Irã na Copa do Mundo de 2026.

 

Segundo informações do jornal britânico The Independent, Afrasiabi sustenta que a equipe foi prejudicada por uma decisão do árbitro de vídeo na derrota para o Egito. O lance contestado é a anulação do gol de Shojae Khalilzadeh, invalidado por impedimento após revisão do VAR, resultado que impediu a classificação iraniana para a fase seguinte do torneio.

 

Na ação, o autor alega que houve tratamento discriminatório contra a seleção iraniana. “Cidadãos iranianos ou iraniano-americanos que torciam para a seleção iraniana de futebol sofreram danos emocionais devido à discriminação flagrante contra seu time do coração”, afirmou o processo.

 

Afrasiabi, de 68 anos, é ex-professor da Universidade de Harvard e já atuou como conselheiro da equipe de negociação nuclear do Irã durante o governo de Barack Obama. No processo, ele argumenta que existem evidências de que a eliminação da seleção foi consequência de uma decisão arbitral injusta.

 

A ação também cita as condições enfrentadas pela delegação iraniana durante a competição. Entre os pontos mencionados estão restrições para permanecer em território norte-americano no início da Copa, a transferência da base de treinamentos para o México e a negativa de vistos a 11 integrantes da delegação. Para Afrasiabi, a Fifa deveria ter assegurado igualdade de condições de preparação às seleções participantes.

 

Caso obtenha decisão favorável, o autor informou que pretende destinar parte da indenização a programas esportivos voltados para jovens no Irã. Até o momento, a Fifa não se manifestou sobre o processo.

 

Esta é a segunda ação envolvendo cidadãos americanos de origem iraniana contra a entidade máxima do futebol em 2026. Em junho, a Justiça da Califórnia decidiu a favor da Fifa em um processo que questionava a proibição do uso da bandeira do Irã anterior à Revolução Islâmica nas arquibancadas da Copa do Mundo. A entidade mantém a vedação a manifestações políticas nos estádios durante a competição.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Procura-se urgentemente uma marca de pijama que dê patrocínio, ou pelo menos faça um preço mais camarada, depois das eleições desse ano. A sensação que ficou é ninguém ganhou e ninguém perdeu, mas todo mundo perdeu. Pro lado do Cacique, o grupo saiu "triste-alegre". Triste com a iminente derrota do Molusco, e alegre com o novo banho que deu no Soberano - sobretudo aqui em Salvador. Já o lado do Soberano o clima é de enterro. Um monte de gente sem mandato pra acomodar, uma conta enorme pra pagar, e a PF no cangote. Teremos que esperar...

Pérolas do Dia

Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República

"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta". 

 

Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.

Podcast

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda

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O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

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