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torcedor de seis anos
Um torcedor do Le Havre, da França, de seis anos foi banido de partidas no Stade Océane, estádio da equipe do município de Le Havre. A punição foi aplicada porque o menino jogoui copos e bolas de papel no campo em um confronto contra o Reims, pela 11ª rodada da Ligue 1, em novembro. Além do garoto, os pais da criança foram proibidos de comparecer no local em dia de jogos em casa por três rodadas.
O menino, que não teve identidade divulgada, é acusado de ter jogado diversos objetos no campo. Segundo o "L'Equipe", jornal francês, a criança tentou acertar em tom de brincadeira um colega que estava logo à frente, mas arremessando no gramado durante a derrota do Le Havre por 3 a 0.
Os copos de papelão e bolas de papel não atingiram nenhuma pessoa, mas caíram em alguns painéis publicitários. O acontecimento foi relatado na súmula do jogo.
Com o auxílio das câmeras de segurança, o clube identificou o torcedor. O banimento se estendeu aos pais, pois segundo a equipe, estes foram responsáveis pela compra do ingresso do menor de idade. A suspensão aplicada pelo Le Havre incluiu a partida contra o Angers, no último domingo (1), e vai ser finalizada após os jogos contra o Strasbourg, no dia 15 de dezembro, e o duelo com o Lens, em janeiro de 2025.
O pequeno adepto só poderá voltar a acompanhar a equipe no Stade Océane na 19ª rodada do Campeonato Francês, em Le Havre x Brest, que tem data marcada para o dia 26 de janeiro de 2025.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.