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tonelada
A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (4), um suspeito de integrar uma organização criminosa responsável por inserir grandes quantidades de drogas em cargas destinadas ao exterior por meio do Porto de Salvador. Segundo a PF, ao longo das investigações, foram apreendidas aproximadamente 1,7 tonelada de cocaína.
De acordo com as apurações, o suspeito atuava de forma estratégica na cadeia logística, o que permitia a chamada “contaminação” de mercadorias lícitas com cocaína. A droga tinha como destino principal países da Europa.
O esquema criminoso utilizava métodos considerados sofisticados para introduzir o entorpecente em contêineres de exportação sem levantar suspeitas iniciais.
As cargas adulteradas foram identificadas em operações distintas da Polícia Federal, que resultaram, em cada ação, na apreensão de centenas de quilos de cocaína.
As investigações indicaram que a atuação do grupo era contínua e bem estruturada, explorando falhas logísticas e o grande volume de movimentação do porto para tentar burlar a fiscalização.
A prisão contou com o apoio da Polícia Militar da Bahia. A Polícia Federal segue com as investigações para identificar outros envolvidos no esquema e aprofundar o rastreamento das rotas utilizadas para o envio da droga ao exterior.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
social X, antigo Twitter], dizendo que ele vai desobstruir, mas cada navio que ele desobstruir, que ele tirar do estreito, o dono do petróleo tem que pagar 20% para ele. Isso, antigamente, se chamava pirataria".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer duras críticas nesta segunda-feira (13) à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cobrar uma taxa de 20% sobre a carga que passa pelo Estreito de Ormuz, qualificando a medida como "pirataria". O presidente republicano anunciou ainda que pretende restaurar o bloqueio naval contra navios iranianos.