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tom e dito
Morreu nesta quarta-feira (17), o cantor e compositor baiano Expedito Machado De Carvalho, conhecido como Dito, da dupla 'Tom e Dito', com Antonio Carlos dos Santos Pereira.
A morte do artista foi confirmada ao Bahia Notícias por amigos próximos ao músico. De acordo com fontes do site, o artista faleceu em casa após uma queda no banheiro. Dito morava sozinho em um apartamento na região da Pituba. O músico não era casado e não deixa filhos. Ainda não há informações sobre o velório do artista.

Dito foi responsável por grandes sucessos da música baiana e brasileira. O artista foi um dos compositores de um dos maiores hits da carreira de Dudu Nobre, 'A Grande Família', que foi tema do seriado de mesmo nome na Globo.
Na lista de sucessos registrados no Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, com mais de 440 obras musicais no escritório, estão hits do É O Tchan como 'Dança da Cordinha', 'Bambolê', 'A Nova Loira do Tchan', e o sucesso de Xuxa 'Ilariê'.
Com Tom, Dito se tornou um dos nomes mais requisitados na composição de sambas e sambalanços na Bahia na década de 1970. O primeiro disco dos artistas foi produzido pela dupla de compositores baianos Antonio Carlos e Jocafi.
Em 1974, Tom e Dito lançaram o primeiro LP, “Se mandar mimbora eu fico”, pela gravadora Som Livre. Ao todo, lançaram seis trabalhos até que nos anos 1980, se separaram para seguir carreira solo.
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Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.