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O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) decidiu, nesta terça-feira (26), reduzir a pena dos quatro condenados pelo incêndio na Boate Kiss, ocorrido em 2013, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que deixou 242 mortos e mais de 600 feridos.
A decisão diminui a pena de Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, ex-sócios da boate, que foram reduzidos para 12 anos de prisão.
As penas do vocalista Marcelo de Jesus dos Santos, da banda Gurizada Fandangueira, e do produtor musical Luciano Bonilha foram reajustadas para 11 anos.
Em 2021, quando ocorreu o julgamento, Elissandro havia sido condenado a 22 anos e meio de prisão e Mauro a 19 anos e meio. Marcelo e Luciano foram condenados a 18 anos cada um.
Apesar de a pena ter diminuído, todos deverão permanecer presos.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.