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tito eugenio
O prefeito de Riacho de Santana, no Sertão Produtivo, Sudoeste baiano, João Vitor (PSD), afirmou que quer disputar um novo mandato à frente da administração municipal nas eleições de 2028.
A declaração foi feita durante entrevista à Rádio Cidade FM, na qual o gestor informou que buscou orientação jurídica em Brasília para avaliar a viabilidade de uma eventual candidatura, informou o Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias.
Segundo João Vitor, a análise envolve interpretações da jurisprudência relacionada a casos de gestores que assumiram o cargo de forma definitiva antes da realização de eleições municipais.
João Vitor era vice-prefeito quando assumiu a chefia do Executivo em abril de 2024, após a renúncia do então gestor Tito Eugênio (Podemos). Depois, Vitor concorreu nas eleições municipais de outubro daquele ano [com Tito Eugênio como vice] e foi eleito para o mandato que segue em exercício.
A possibilidade de uma nova candidatura levanta discussão jurídica sobre a vedação constitucional ao exercício de um terceiro mandato consecutivo para o mesmo cargo.
O prefeito também esteve afastado do cargo por 109 dias no âmbito da oitava fase da Operação Overclean, que apura suspeitas de desvios de recursos provenientes de emendas parlamentares. João Vitor é apontado nas investigações como sócio do deputado federal Dal Barreto (União Brasil), outro alvo da operação na Bahia.
Após o afastamento, João Vitor foi recebido com festa na cidade em que apoiadores fizeram uma carreata.
?? De volta após ficar afastado por operação, prefeito é recebido com festa em cidade baiana
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 4, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/8DuHADNYdA
Durante o período de afastamento, a administração municipal foi conduzida pelo vice-prefeito Tito Eugênio. As investigações relacionadas à Operação Overclean seguem em andamento.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"O sistema vai tentar de tudo para me parar, mas não vai conseguir não, porque Deus está no comando e a gente vai resgatar o Brasil".
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao se pronunciar sobre a descoberta de que ele tinha sido filiado ao partido Missão, e por isso não conseguiu registrar sua candidatura a presidente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo Flávio, a filiação teria sido uma tentativa de o “sistema” derrubar a sua candidatura.