Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
tiro com arco indoor
A esperada final entre o brasileiro Marcus D’Almeida e o americano Brady Ellison não se concretizará no Rio Indoor 250. O arqueiro brasileiro foi derrotado na semifinal pelo francês Thomas Chirault por 6 a 4, enquanto Ellison venceu o colombiano Santiago Arcila pelo mesmo placar, garantindo vaga na decisão.
O confronto entre D’Almeida e Chirault foi marcado pelo equilíbrio:
- 1º Set: Empate em 30/30.
- 2º Set: D’Almeida assumiu a frente, fazendo 30/29.
- 3º Set: Novo empate em 30/30.
- 4º Set: Chirault fez 30/29, garantindo a vitória e a vaga na final.
Após a derrota, Marcus D’Almeida reconheceu a superioridade do adversário na modalidade e lamentou a necessidade de maior dedicação ao tiro com arco indoor.
“Ele é um bom arqueiro de indoor. Todo mundo na Europa começa no indoor. Ele é de um clube lá que é muito tradicional nessa modalidade, então eu sabia que ia ser difícil. Para mim, fica claro que preciso me dedicar mais ao indoor. Não é minha prova favorita, mas é algo que precisa melhorar”, disse o brasileiro.
D’Almeida apontou a diferença cultural na Europa, onde a prática indoor é mais comum devido aos climas frios, e citou que ele só começou a competir neste circuito em 2022, após quase dez anos focado no outdoor.
O atleta também expressou sua insatisfação com as regras da World Archery, que desde 2022 contam os pontos do indoor para o ranking mundial geral, misturando-o com o outdoor e o field.
“A gente acaba tendo que ser especialista em quase tudo. É difícil, sim. São modalidades muito diferentes. Na minha opinião, não deveria ser dessa forma, mas essa é a regra. Então você precisa se acostumar e se adaptar”, reclamou D’Almeida.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.