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tio e sobrinho
Um homem foi preso suspeito de atropelar e matar o próprio tio, de 65 anos, durante uma disputa por herança em Cruz das Almas, no Recôncavo baiano. O crime ocorreu no dia 30 de julho passado, mas o suspeito se apresentou à polícia na última terça-feira (5), acompanhado de advogados.
Segundo a Polícia Civil, o caso inicialmente foi tratado como um acidente de trânsito, mas investigações apontaram que se tratava de um homicídio doloso. No dia do crime, a vítima, identificada como Carlos Alberto Marques dos Santos, estava de motocicleta quando foi atingida por um carro no Centro da cidade. Conforme o G1, tio e sobrinho trabalhavam juntos em uma oficina, deixada como herança familiar.
Um arranhão no carro do suspeito teria sido o estopim para o crime. Câmeras que registraram o atropelamento e os laudos periciais foram determinantes para mudar a linha de investigação. Na análise do material, ficou demonstrado que o suspeito passou com o carro por cima do corpo do tio mais de uma vez, o que foi confirmado por testemunhas.
A Justiça baiana já havia expedido a prisão preventiva do investigado, que estava foragido até se apresentar na delegacia de Cruz das Almas nesta terça.
O homem, que não teve o nome divulgado, vai responder por homicídio duplamente qualificado, apontado por motivo torpe (disputa por bens) e impossibilidade de defesa da vítima. Ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.