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tinder
A atriz Fernanda Torres e a empresa Par Perfeito, representante do Tinder no Brasil, entraram em acordo e decidiram encerrar o processo que tramitava na Justiça do Rio. As informações são do O Globo.
Fernanda Torres havia processado a companhia por uso não autorizado de sua imagem em uma campanha publicitária lançada às vésperas do Oscar de 2025.
A ação promovia uma festa exclusiva para pessoas chamadas Fernanda e Oscar, com o slogan: “De um jeito ou de outro a Fernanda vai sair com o Oscar”.
Segundo a atriz, o anúncio fazia referência à sua indicação ao prêmio de Melhor Atriz por “Ainda Estou Aqui”. O processo informa que a publicidade alcançou mais de um milhão de visualizações em poucos dias. O acordo ainda aguarda homologação da juíza da 38ª Vara Cível da Comarca da Capital.
O Tinder iniciou a implementação gradual de um novo sistema de verificação facial para usuários nos Estados Unidos. A ferramenta, chamada Face Check, tem o objetivo de confirmar a identidade dos cadastrantes e reduzir a criação de perfis falsos e automatizados, segundo informou o Match Group, empresa responsável pelo aplicativo.
De acordo com a plataforma, o processo de autenticação exige que novos usuários enviem um vídeo selfie, que será comparado às fotos do perfil. Aqueles que forem aprovados na análise receberão um selo de “Foto Verificada”, exibido para outros membros como sinal de autenticidade.
Além de identificar rostos e validar perfis, o sistema impede que uma mesma pessoa crie múltiplas contas com o mesmo rosto, oferecendo uma camada adicional de segurança contra fraudes digitais e uso indevido da imagem.
O Face Check está disponível desde junho na Califórnia, além de países como Colômbia, Canadá, Austrália, Índia e algumas nações do Sudeste Asiático. A expectativa da empresa é ampliar o recurso para outros estados norte-americanos nos próximos meses e, até 2026, estendê-lo para outros aplicativos de namoro do grupo.
O deputado federal Gervásio Maia (PSB-PB) realizou uma reunião com o Head Global de Relações Governamentais do Match Group, Mark Buse, que gerencia aplicativos de relacionamento, como, por exemplo, o Tinder. O representante veio ao Brasil para tratar sobre o PL 2112/2023, que prevê a regulamentação dos apps da categoria, e está sob relatoria de Gervásio. O encontro foi realizado na última quarta-feira (23).
De acordo com o texto, o PL 2112/2023, altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014, obrigando as empresas responsáveis pelo provimento de serviços de aplicativos de relacionamento a condicionarem o acesso ao cadastramento prévio do CPF do usuário.
A ideia é que as plataformas sejam responsáveis por verificar a identidade de todos os seus usuários e garantir o bloqueio de contas falsas.
“Estamos trabalhando no sentido de aprimorar a legislação brasileira em relação à proteção dos usuários dos aplicativos de relacionamento. É de fundamental importância estabelecer medidas de segurança na prestação desses serviços”, destacou Gervásio.
A deputada Luizianne Lins (PT-CE) apresentou um projeto que visa regulamentar os aplicativos de encontro, como é o caso do Tinder e do Bumble. Protocolado na quinta-feira (25), o texto prevê que os aplicativos teriam de adotar medidas como a identificação de todos os usuários e o bloqueio de perfis falsos.
Caso não adotem tais medidas, as empresas teriam primeiro uma advertência. Caso continuem não atendendo a lei, elas poderiam ter de pagar uma multa de 5% de seu faturamento, com teto de R$ 50 milhões. As informações são do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
Em última instância, o projeto da parlamentar petista prevê que os aplicativos poderiam ser proibidos de funcionar em território brasileiro. Na justificativa, a Luizianne diz que o projeto visa atribuir “responsabilidade” aos aplicativos; objetivo semelhante ao do PL das Fake News, que mirava a responsabilização das redes sociais.
“O presente projeto de lei busca preencher uma importante lacuna na legislação brasileira em relação à proteção dos usuários de aplicativos de relacionamento, estabelecendo medidas de segurança na prestação desses serviços e atribuindo responsabilidades às suas prestadoras. A proposta, ao mesmo tempo em que preserva a liberdade de uso e oferta das aplicações de internet, garante que os serviços fornecidos sejam prestados de forma segura e responsável”, afirma a deputada.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.