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Artigos

Emanuel Soares
Importância da Saúde para os Empresários Baianos
Foto: Divulgação

Importância da Saúde para os Empresários Baianos

A saúde é um pilar fundamental para o bem-estar e a produtividade de qualquer indivíduo, mas assume uma relevância ainda maior quando se trata de empresários. Na Bahia, onde o empreendedorismo é uma força motriz da economia, manter a saúde em dia não é apenas uma questão pessoal, mas um fator crítico para o sucesso dos negócios. Dados da pesquisa Vigitel 2023 revelam um cenário preocupante sobre a saúde dos adultos em Salvador, destacando a urgência de mudanças nos hábitos de vida para melhorar a qualidade de vida e a performance empresarial.

Multimídia

“É uma estratégia do PT”, afirma Luciano Simões sobre a ‘pulverização’ de candidaturas em Salvador

“É uma estratégia do PT”, afirma Luciano Simões sobre a ‘pulverização’ de candidaturas em Salvador
Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (15), o presidente do União Brasil em Salvador e deputado estadual, Luciano Simões Filho, afirma que a redução no número de candidaturas na capital é “uma estratégia do PT”, que há 20 anos busca estratégias para se eleger no município. Este ano, o PT buscou uma articulação da base em torno do vice-governador e candidato emedebista, Geraldo. 

Entrevistas

"É um povo que tem a independência no DNA", diz Pedro Tourinho sobre tema do 2 de Julho em Salvador

"É um povo que tem a independência no DNA", diz Pedro Tourinho sobre tema do 2 de Julho em Salvador
Foto: Reprodução / Instagram / Pedro Tourinho
Salvador se prepara para receber mais uma vez as celebrações do 2 de Julho, data que marca a luta pela independência do Brasil na Bahia, que em 2024 tem como tema "Povo Independente". Na semana passada o Bahia Notícias conversou com o secretário de Cultura e Turismo da capital baiana, Pedro Tourinho, para esquentar o clima dos festejos desta terça-feira. Para o titular da Secult, o povo de Salvador tem a independência forjada em seu DNA.

time brasil

Saiba quem é Raquel Kochhann, a porta-bandeira do Brasil em Paris
Foto: Alexandre Loureiro/COB

Rachel Kochhann, atleta do Rugby Sevens, foi escolhida junto a Isaquias Queiroz para serem os porta-bandeiras do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Pelo rugby ser um esporte pouco praticado no Brasil, fica a dúvida: Quem é Rachel Kochhann?


Dona talvez da histótria mais linda do atual ciclo olímpico, Rachel nasceu em Saudades, cidade no interior de Santa Catarina e sonhava em se tornar jogadora de futebol, entretanto, se apaixonou pelo rugby. Kochhann é a capitã das Yaras, como são conhecidas as jogadoras da seleção feminina, desde que o rugby sevens entrou para o programa olímpico, nos jogos do Rio 2016.


O fato de Rachel Kochhann ter sido escolhida é talvez a mais bonita das homenagens. Durante os jogos de Tóquio, ela descobriu um caroço na mama, passou por quimio e radioterapia, realizou mastectomia. Agora, vai pra sua 3ª olimpíada no Rugby, a primeira logo após se curar de um raríssimo câncer de mama no osso esterno, tornando-se assim a primeira brasileira a ir a uma Olimpíada após curar-se de uma doença assim. 

 

Foto: Gaspar Nobrega/COB


Em dezembro do ano passado, foi novamente convocada para a seleção, e agora celebra a volta ao palco olímpico levando a bandeira do Time Brasil, majoritariamente feminino, com 153 mulheres entre os 276 classificados.


"Ser atleta olímpico é difícil. Essa sensação de estar na frente, levando a bandeira para o mundo inteiro ver numa Cerimônia de Abertura é algo que não consigo explicar em palavras. A minha ficha ainda não caiu, acho que só quando eu estiver lá para saber o que vou sentir", disse Raquel.


"No Brasil, a gente trabalha muito para que o rugby cresça e ganhe seu espaço. A gente sabe que a realidade do nosso esporte não é ter uma medalha de ouro numa Olimpíada por enquanto, apesar de termos esse sonho. Mas sempre vi que quem carrega essa bandeira tem uma história incrível, com medalhas de ouro, e representa uma grande conquista. Muito obrigada de verdade por essa honra. Vou dormir com essa bandeira do meu lado" disse Raquel, bronze nos Jogos Pan-americanos de Toronto 2015.


"Tanto Isaquias quanto Raquel representam os valores olímpicos e são expoentes de excelência e respeito. São inspiração para os atletas brasileiros, e estamos todos muito satisfeitos em vê-los carregar a bandeira nacional ao longo do Rio Sena", disse Paulo Wanderley, presidente do COB.

Temperos Baianos em Paris: com experiência olímpica, Jacky Goodman dobra foco para brigar pelo pódio
Foto: Jonne Roriz/COB

Natural de Itacaré, Jacky Goodman é mais um atleta que irá representar a Bahia nos Jogos Olímpicos de 2024. O canoísta se classificou ao vencer o Campeonato Pan-Americano de Canoagem de velocidade em abril de 2024 e será mais um tempero baiano a ser acrescentado nas Olimpíadas.

 

Foto: Jonne Roriz/COB

 

A canoagem velocidade é a modalidade mais tradicional e antiga da Federação de Canoagem (ICF). Sua primeira competição Olímpica ocorreu nos Jogos de Berlim, em 1936. A modalidade já rendeu ao Brasil quatro medalhas, todas conquistadas pelo baiano Isaquias Queiroz. Em entrevista ao Bahia Notícias, Jacky falou sobre a felicidade ao representar a Bahia em mais uma Olimpíada.

 

"Tenho uma boa parte da minha família na Bahia, né? Eu fico feliz em representar o Brasil e saber que a canoagem tem praticamente a maioria dos atletas baianos, a gente sente orgulho em representar o nosso povo e sinto que todos estão torcendo pela gente", disse.

 

O canoísta irá formar novamente dupla no C2 500 com Isaquias Queiroz, que em Tóquio ficou em quarto lugar no C2 1000, completando a prova em 3min27s603.

 

Foto: Wander Roberto/COB

 

O atleta também comentou sobre a preparação para Paris e a experiência que obteve em relação aos Jogos de Tóquio, quando disputou as Olimpíadas pela primeira vez.

 

"Acho que agora é colocar na água o que a gente tem feito nos treinamentos, a pressão sempre é maior nos Jogos Olímpicos, em Tóquio quando eu fui pela primeira vez em uma Olimpíada eu achei tudo novo, agora já vou mais experiente e preparado, o maior desafio é superar os nossos próprios obstáculos, estar com a cabeça fria e focar na prova sempre”, comentou.

 

Em processo final de preparação em Portugal, o atleta comentou como tem sido a organização junto à comissão e sua dupla, Isaquias Queiroz, para Paris.

 

"Estamos agora em Portugal, já estamos na reta final, viemos pra cá para testar o barco, também se acostumar com o fuso e fazer nossas últimas correções na remada na água, vamos ficar aqui mais uns dias e depois embarcamos para Paris, a preparação está boa, o nosso treinador Lauro Pinda fez uma excelente preparação e agora é foco para subir no lugar mais alto do pódio”, declarou Goodman.

 

O itacareense comentou que se sente mais pronto e mais focado para ir além do quarto lugar que conquistou em Tóquio e buscar uma medalha Olímpica em Paris.

 

"Eu hoje estou muito mais forte e muito mais focado, principalmente no C2, espero trazer de Paris uma medalha Olímpica”, diz Jacky.

 

As competições de canoagem velocidade em Paris 2024 terão início no dia 06 de agosto e seguirão até o dia 10 de agosto, em Vaires Sur Marne, França.

Caminho Olímpico: Confira todas as medalhas do Brasil nas Olimpíadas
Foto: Arquivo / COB

Paris 2024 marcará a 30ª edição dos Jogos Olímpicos de Verão. A competição foi iniciada em Atenas, na Grécia, o berço do esporte olímpico, em 1896. Mas quando é que veio a primeira medalha da história do Brasil nas Olimpíadas?


A primeira subida ao pódio do esporte olímpico brasileiro só aconteceu em 1920, nos jogos de Antuérpia, na Bélgica. Guilherme Paraense, Afrânio da Costa, Sebastião Wolf, Dario Barbosa e Fernando Soledade faturaram o Bronze na prova de Pistola livre masculina de 50 metros por equipes, no dia 2 de agosto de 1920.

 

Guilherme Paraense (de bigode) ao lado do primeiro medalhista brasileiro, Afrânio da Costa. - Foto: Arquivo Pessoal


Coincidentemente, um dia depois (3 de agosto), Guilherme Paraense, que já havia feito parte da equipe que garantiu a medalha de Bronze, conquistou o primeiro Ouro da história olímpica brasileira quando derrotou o norte-americano Raymond Bracken, na disputa da pistola de tiro rápido 25m 60 tiros ao somar 274 pontos contra os 272 de Bracken.

 

Após a edição de Antuérpia, o Brasil passou por quatro edições em branco, sem conquistar nenhuma medalha. A seca terminou em Londres, com o Bronze conquistado no Basquetebol masculino, em 13 de agosto de 1948. A medalha foi a única conquistada pela delegação brasileira nos Jogos.


Qual modalidade possui o maior número de medalhas do esporte brasileiro em Jogos Olímpicos?


A modalidade do Judô é a maior potência olímpica da história do Brasil, com 24 medalhas conquistadas no total. A vela vem em seguida, com 19 e é também a modalidade com o maior número de ouro para o Brasil (8 no total). Robert Scheidt e Torben Grael são os maiores destaques da modalidade, com 5 medalhas cada um. Em Paris, a vela será representada pela dupla Martine Grael (sobrinha de Torben) e Kahena Kunze, que juntas venceram no Rio, em 2016, e em 2020, em Tóquio. 

 

Em toda a história dos Jogos Olímpicos, o Brasil soma 150 medalhas, 37 de ouro, 42 de prata e 71 de bronze. Confira abaixo a lista com todas as medalhas brasileiras na história das Olimpíadas (por edições):

 

Antuperpia 1920:

  • Equipe masculina de tiro - Pistola livre masculina de 50 metros por equipe: Bronze
  • Afrânio da Costa - Tiro esportivo: Prata
  • Guilherme Paraense - Tiro esportivo: Ouro

 

Londres 1948:

  • Equipe masculina - Basquetebol: Bronze


Helsinque 1952:

  • José Telles da Conceição - Salto em altura: Bronze
  • Adhemar Ferreira da Silva - Salto triplo: Ouro
  • Tetsuo Okamoto    - Natação, 1500m livres: Bronze
     

Melbourne 1956:

  • Adhemar Ferreira da Silva - Salto triplo: Ouro.


Roma 1960:

  • Manuel dos Santos - Natação, 100m livres: Bronze
  • Equipe masculina - Basquetebol: Bronze

 

Tóquio 1964:

  • Equipe masculina - Basquetebol: Bronze


Cidade do México 1968:

  • Nelson Prudêncio - Salto triplo: Prata
  • Reinaldo Conrad e Burkhard Cordes - Vela: Bronze.
  • Servílio de Oliveira - Boxe, peso mosca: Bronze.

 

Munique 1972:

 

  • Chiaki Ishii - Judô, 93kg: Bronze
  • Nelson Prudêncio - Salto triplo: Bronze


Montreal 1976: 

  • Reinaldo Conrad e Peter Ficker -  Vela: Bronze
  • João Carlos de Oliveira    - Salto triplo: Bronze.


Moscou 1980:

  • Alexandre Welter e Lars Sigurd Björkström - Vela: Ouro
  • Marcos Soares e Eduardo Penido - Vela: Ouro
  • Jorge Fernandes, Marcus Mattioli, Cyro Delgado e Djan Madruga - Natação, 4x200m: Bronze
  • João Carlos de Oliveira    - Salto triplo: Bronze.

 

Los Angeles 1984:

  • Joaquim Cruz - Atletismo, 800m: Ouro
  • Ricardo Prado - Natação, 400m medley: Prata
  • Torben Grael, Daniel Adler e Ronaldo Senfft - Vela: Prata
  • Douglas Vieira: Judô, 95kg: Prata
  • Equipe Masculina - Futebol: Prata
  • Equipe Masculina - Vôlei: Prata
  • Luís Onmura - Judô, 71kg: Bronze
  • Walter Carmona    - Judô, 86kg


Seul 1988:

  • Aurélio Miguel    - Judô, 95kg: Ouro
  • Joaquim Cruz - Atletismo, 800m: Prata
  • Equipe Masculina - Futebol: Prata
  • Torben Grael e Nelson Falcão - Vela: Bronze
  • Lars Grael e Clínio Freitas - Vela: Bronze
  • Robson Caetano    - Atletismo, 200m: Bronze


Barcelona 1992:

  • Rogério Sampaio    - Judô, 65kg: Ouro
  • Equipe Masculina - Vôlei: Ouro
  • Gustavo Borges - Natação, 100m: Prata

 

Atlanta 1996:

  • Jaqueline Silva e Sandra Pires - Vôlei de praia: Ouro
  • Torben Grael e Marcelo Ferreira - Vela: Ouro
  • Robert Scheidt - Vela: Ouro
  • Gustavo Borges - Natação, 200m: Prata
  • Adriana Samuel e Mônica Rodrigues - Vôlei de praia: Prata
  • Equipe feminina - Basquete: Prata
  • Aurélio Miguel - Judô, 95kg: Bronze
  • Gustavo Borges - Natação, 100m: Bronze
  • Henrique Guimarães - Judô, 65kg: Bronze
  • Fernando Scherer - Natação, 50m: Bronze
  • Lars Grael e Henrique Pellicano - Vela: Bronze
  • Rodrigo Pessoa, Luiz Felipe de Azevedo, Álvaro de Miranda Neto e André Johannpeter - Hipismo, equipe: Bronze
  • Equipe masculina - Futebol: Bronze
  • Equipe feminina - Vôlei: Bronze
  • André da Silva, Arnaldo da Silva, Édson Ribeiro e Robson Caetano - Atletismo, 4x100m: Bronze
     

Sydney 2000:

  • Tiago Camilo - Judô, 73kg: Prata
  • Carlos Honorato - Judô, 90kg: Prata
  • Adriana Behar e Shelda Bede - Vôlei de Praia: Prata
  • Ricardo Santos e Zé Marco de Melo - Vôlei de Praia: Prata
  • Robert Scheidt - Vela: Prata
  • André da Silva, Claudinei da Silva, Édson Ribeiro, Vicente de Lima e Cláudio Roberto Souza - Atletismo, 4x100m: Prata
  • Gustavo Borges, Fernando Scherer, Carlos Jayme e Edvaldo Valério - Natação, 4x100m: Bronze
  • Adriana Samuel e Sandra Pires - Vôlei de Praia: Bronze
  • Rodrigo Pessoa, Luiz Felipe de Azevedo, Álvaro de Miranda Neto e André Johannpeter - Hipismo, equipe: Bronze
  • Torben Grael e Marcelo Ferreira - Vela: Bronze
  • Equipe Feminina - Vôlei: Bronze
  • Equipe Feminina - Basquete: Bronze


Atenas 2004:

  • Robert Scheidt - Vela: Ouro
  • Ricardo Santos e Emanuel Rego - Vôlei de praia: Ouro
  • Rodrigo Pessoa - Hipismo: Ouro
  • Torben Grael e Marcelo Ferreira - Vela: Ouro
  • Equipe masculina - Vôlei: Ouro
  • Adriana Behar e Shelda Bede - Vôlei de praia: Prata
  • Equipe feminina - Futebol: Prata
  • Leandro Guilheiro - Judô, 73kg: Bronze
  • Flávio Canto - Judô, 81kg: Bronze
  • Vanderlei Cordeiro de Lima - Atletismo: Bronze

 

Pequim 2008:

  • César Cielo - Natação, 50m: Ouro
  • Maurren Maggi - Atletismo, Salto: Ouro
  • Equipe Feminina - Vôlei: Ouro
  • Robert Scheidt e Bruno Prada - Vela: Prata
  • Equipe Feminina - Futebol: Prata
  • Márcio Araújo e Fábio Luiz Magalhães - Vôlei de praia: Prata
  • Equipe masculina - Vôlei: Ouro
  • Leandro Guilheiro - Judô: Bronze
  • Ketleyn Quadros    - Judô: Bronze
  • Tiago Camilo - Judô: Bronze
  • César Cielo - Natação, 100m: Bronze
  • Fernanda Oliveira, Isabel Swan - Vela: Bronze
  • Ricardo Santos e Emanuel Rego - Vôlei de praia: Bronze
  • Equipe masculina - Futebol: Bronze
  • Lucimar de Moura, Rosângela Santos, Rosemar Coelho Neto e Thaissa Presti - Atletismo, 4x100: Bronze
  • Vicente Lenílson, Sandro Viana, Bruno Lins e José Carlos “Codó” Moreira - Atletismo, 4x100: Bronze
  • Natália Falavigna - Taekwondo, 67kg: Bronze

 

Londres 2012: 

  • Sarah Menezes - Judô: Ouro
  • Arthur Zanetti    - Ginástica, Argolas: Ouro
  • Equipe feminina - Vôlei: Ouro
  • Thiago Pereira    - Natação: Prata
  • Alison Cerutti e Emanuel Rego: Vôlei de praia: Prata
  • Equipe masculina - Futebol: Prata
  • Esquiva Falcão - Boxe: Prata
  • Equipe masculina - Vôlei: Prata
  • Felipe Kitadai - Judô: Bronze
  • Mayra Aguiar - Judô: Bronze
  • Rafael Silva - Judô: Bronze
  • César Cielo - Natação: Bronze
  • Robert Scheidt e Bruno Prada - Vôlei de praia: Bronze
  • Adriana Araújo - Boxe: Bronze
  • Juliana Silva e Larissa França - Vôlei de praia: Bronze
  • Yamaguchi Falcão - Boxe: Bronze
  • Yane Marques - Pentatlo: Bronze

 

Rio 2016:

  • Rafaela Silva - Judô: Ouro
  • Thiago Braz - Atletismo: Ouro
  • Robson Conceição - Boxe: Ouro
  • Martine Grael e Kahena Kunze - Vela: Ouro
  • Alison Cerutti e Bruno Oscar Schmidt: Vôlei de praia: Ouro
  • Equipe masculina - Futebol: Ouro
  • Equipe masculina - Futebol: Ouro
  • Felipe Wu - Tiro: Prata
  • Diego Hipólito - Ginástica: Prata
  • Arthur Zanetti - Ginástica: Prata
  • Isaquias Queiroz - Canoagem: Prata
  • Ágatha Bednarczuk e Bárbara Seixas: Vôlei de praia: Prata
  • Isaquias Queiroz e Erlon Silva - Canoagem: Prata
  • Mayra Aguiar - Judô: Bronze
  • Rafael Silva - Judô: Bronze
  • Arthur Nory - Ginástica: Bronze
  • Poliana Okimoto - Maratona, 10km: Bronze
  • Isaquias Queiroz - Canoagem: Bronze
  • Maicon Andrade - Taekwondo: Bronze


Tóquio 2020:

  • Ítalo Ferreira - Surfe: Ouro
  • Rebeca Andrade - Ginástica: Ouro
  • Martine Grael e Kahena Kunze - Vela: Ouro
  • Ana Marcela Cunha - Maratona aquática: Ouro
  • Isaquias Queiroz - Canoagem: Ouro
  • Hebert Conceição - Boxe: Ouro
  • Equipe masculina - Futebol: Ouro
  • Kelvin Hoefler - Skate: Prata
  • Rayssa Leal - Skate: Prata
  • Rebeca Andrade - Ginástica: Prata
  • Pedro Barros - Skate: Prata
  • Beatriz Ferreira - Boxe: Prata
  • Equipe feminina - Vôlei: Prata
  • Daniel Cargnin - Judô: Bronze
  • Fernando Scheffer - Natação 200m: Bronze
  • Mayra Aguiar - Judô: Bronze
  • Laura Pigossi e Luisa Stefani - Tênis: Bronze
  • Bruno Fratus - Natação: Bronze
  • Alison dos Santos - Atletismo: Bronze
  • Abner Teixeira - Boxe: Bronze
  • Thiago Braz - Atletismo: Bronze
Equipe de Rayssa Leal pressiona o Comitê Olímpico do Brasil para atleta levar a mãe à Vila Olímpica
Foto; Divulgação / OIC

O estafe da skatista Rayssa Leal trouxe a público nesta quarta-feira (17) uma cobrança direcionada ao COB (Comitê Olímpico Brasileiro),  para que Lilian Mendes, mãe da adolescente, seja credenciada e tenha acesso à Vila Olímpica de Paris para dormir com a atleta. 

 

A campeã sul-americana de 2023 teve o direito do credenciamento de um responsável nas Olimpíadas de Tóquio porque, na época, a brasileira tinha 13 anos e o COI possui uma política que permite atletas com menos de 14 anos levarem um acompanhante possuindo credencial especial. 

 

Rayssa, por ter 16 anos, não se encaixa mais na política do COI. Contudo, apesar da vontade da atleta ser possivelmente negada, a equipe da ‘Fadinha’ já conseguiu duas credenciais especiais para seu técnico, Felipe Gustavo, irmão da adolescente, e um fisioterapeuta particular também já do time. 

 

As provas de skate começarão logo nos inícios dos jogos, 27 de julho. Esta será a segunda participação da brasileira nas Olimpíadas e já é uma das grandes promessas de medalha para o Time Brasil. 

Criado por Jade Barbosa, uniforme de treino das atletas de ginástica olímpica gera novo debate na web
Foto: Divulgação

A saga dos uniformes para os atletas brasileiros nas Olimpíadas parece ainda não ter fim. Na tarde desta quarta-feira (17), o Time Brasil divulgou em suas redes sociais o novo modelo de treino da equipe de Ginástica Brasileira que será utilizado em Paris.

 

 

"O collant mais bonito do mundo é do #timebrasil", escreveu nas redes.

 

O design do collant, que contém cristais Swarovski e um desenho do mascote oficial do Brasil nos Jogos Olímpicos, chamado Ginga, foi idealizado e desenhado por Jade Barbosa, atleta já conhecida na modalidade e atualmente do Time Flamengo. 

 

Mesmo sendo um modelo de treino, o uniforme mais uma vez não agradou os fãs e torcedores brasileiros, que em sua maioria não receberam de forma positiva o estilo do material. 

 

"Em homenagem ao jogo do tigrinho", brincou um internauta.

 

"Para uma criança de 12 anos tá linda!", ironizou outra torcedora.

 

Modelo do uniforme  de treino que será utilizado pela Ginástica Brasileira nas Olimpíadas | Foto: Divulgação

 

Apesar das críticas, outros torcedores levaram em consideração o fato do modelo ser utilizado apenas para o treinamento. A prática de exbanjar ainda mais o lado artístico já é costumeiramente realizada em kits de treino de outras modalidades. 

 

"Gente, leiam. É para os treinos e não para a competição", defendeu um fã.

 

Vale lembrar que o collant não foi produzido pela Riachuelo, empresa que també é responsável por confeccionar os uniformes de jogo do Time Brasil. No dia 11 de julho, a empresa havia mandado os kits da Seleção Feminina de Vôlei em um saco de pano para a disputa dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. 

 

Faltando menos de duas semanas para a abertura do evento na França, a produção dos materiais para o Brasil tem gerado uma série de discussões quando comparada a outros países. 

 

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Pela primeira vez na história, delegação olímpica brasileira terá maioria feminina
Foto: Reprodução / Instagram

Turbilhão feminino em Paris! Os Jogos Olímpicos de Paris 2024 contará com um marco histórico no esporte brasileiro: pela primeira vez na história, a delegação olímpica brasileira será formada por uma maioria feminina. Dos 277 atletas classificados, 153 são mulheres e 124 homens.

 

O maior número de vagas em esportes coletivos foi determinante para que as mulheres fossem maioria do Time Brasil em Paris. Elas obtiveram vaga no futebol, vôlei, handebol e rúgbi sevens, enquanto os homens se classificaram apenas no vôlei no basquete. Muitas dessas mulheres são grandes candidatas a saírem de Paris com medalhas: é o caso de Rebeca Andrade, Rayssa Leal, Bia Ferreira, Mayra Aguiar, Ana Marcela Cunha, a equipe do Vôlei, além da equipe de Handebol e de ginástica. 

 

Além do recorde percentual de 55%, também há um absoluto. O total de 153 atletas mulheres é o maior já registrado pelo Brasil em uma edição de Jogos Olímpicos no exterior. Ainda existe a possibilidade da quantidade de mulheres aumentar, pois novas vagas poderão surgir por desistências. No Tênis, a expectativa de surgirem novas vagas para brasileiras é alta.

Saiba quais são as principais esperanças de ouro do Brasil nas Olimpíadas
Foto: Reprodução / Instagram

Os Jogos Olímpicos são sempre maravilhosos espetáculos devido à imprevisibilidade que as histórias olímpicas nos proporcionam. Muitos não favoritos chegam ao pódio, "azarões" são campeões, favoritos tropeçam... E é isso que torna as Olimpíadas a maior competição esportiva do mundo.

 

Entretanto, é inegável que existem nomes que trazem um pouco mais de esperança a nação que sonha com o sucesso brasileiro nos Jogos de Paris. Confira abaixo, as principais esperanças de ouro do Brasil.

 

Bia Ferreira:

 


Beatriz Ferreira foi prata em Tóquio 2020. Foto: Reprodução /  Instagram.

 

Há quase dois anos sem perder e com um título mundial de boxe olímpico no período, a baiana Beatriz Ferreira chega em Paris com uma excelente bagagem. Pouco tempo atrás, Bia venceu a Copa do Mundo da Holanda e o Grand Prix de Brasília. No atual ciclo olímpico, a pugilista ousou ao mesclar entre o boxe olímpico e o boxe profissional, algo pouco comum na modalidade. Beatriz terá como principal rival em Paris a irlandesa Kellie Harrington, atual campeã olímpica, derrotando a baiana na decisão. Desde então, elas ainda não se enfrentaram.

 

Rayssa Leal:

 


Rayssa Leal foi prata em Tóquio 2020. Foto: Reprodução / Instagram.


Em ótimo momento desde o último ciclo, Rayssa venceu as duas últimas grandes competições de skate: ouro na etapa de San Diego (EUA) da Street League e na etapa da China do Circuito Mundial. A maranhense de Imperatriz derrotou suas principais adversárias: a esquadra japonesa e a australiana Chloe Covell. A fadinha encerrou a temporada de 2023 como a atleta mais regular do skate street. Em 2024, já conseguiu um ouro e uma prata. Foi também campeãdo Super Crown, final da Street League, em São Paulo.

 

Rebeca Andrade:

 


Rebeca é uma das favoritas na ginástica. Foto: Reprodução / Instagram.


Com cinco medalhas no Campeonato Mundial de Atletismo de 2023, Rebeca chega em Paris com grandes expectativas. A brasileira promete um duelo gigantesco com a americana Simone Biles, considerada por muitos a maior ginasta da história. No salto, Andrade é a atual campeã olímpica e tem treinado um movimento nunca executado na história da ginástica feminina (Yurchenko com tripla pirueta). A Brasileira travará grande batalha com a americana também no solo. Além disso, irá integrar a equipe brasileira, que também é favorita a subir ao pódio.


 

Alisson dos Santos:

 


Foto: Reprodução / Instagram

 

Com quatro medalhas de ouro nas etapas de 2024 da Diamond League, Alisson dos Santos segue muito bem no atual ciclo olímpico. Piu chegou a derrotar o atual campeão olímpico e recordista mundial, Karsten Warholm. Em 2023 passou por uma lesão no joelho que o submeteu a uma cirurgia. Alison passou a temporada de 2022 invicto, vencendo o Campeonato Mundial e todas as etapas da Liga Diamante. Em 2023, além da lesão, Alison viu um quarto nome entrar forte na briga pelas medalhas: McMaster, das Ilhas Virgens Britânicas, quarto colocado nas Olimpíadas de Tóquio, que teve, em 2023, a melhor temporada da vida, vencendo inclusive etapas da Liga. Apesar disso, Alisson dos Santos segue sendo uma forte esperança de ouro para o Brasil.

 

Gabriel Medina:

 


Foto: Reprodução / Instagram

 

Medina chega nas Olimpíadas com um grande fato ao seu favor: no local que será disputado as provas de Surfe, no Taiti, o brasileiro faturou dois títulos de etapas do circuito mundial e conhece muito bem "a maré" do local. Medina conquistou a vaga para os Jogos Olímpicos em março, quando venceu o título do ISA Games, em Porto Rico. Em sexto lugar no ranking mundial, o surfista melhorou recentemente seus resultados e chegou na semifinal nas  duas últimas etapas do circuito mundial.

 

Mayra Aguiar:

 


Foto: Reprodução / Instagram

 

Há 16 anos na seleção brasileira, a judoca Mayra Aguiar ousou bastante neste último ano de ciclo olímpico. A atleta não lutou em 2024 e não tem falado com a imprensa. Ela não será cabeça de chave nos Jogos, mas chegou ao pódio nas últimas dez competições que lutou, desde abril de 2022. Em dezembro, último torneio que disputou, venceu uma japonesa na semi e outra na final do Grand Slam do Japão e foi campeã. Chega à Paris com um gigantesco currículo: são quatro olimpíadas disputadas e três medalhas de bronze na conta. 

 

Algumas dessas medalhas podem não se concretizar, outros brasileiros podem surpreender e chegar no topo. E é isso que torna as Olimpíadas uma competição tão gigantesca.

Tóquio 2020: Relembre desempenho e medalhistas do Brasil
Foto: Wander Roberto/COB

Tóquio foi o grande marco do Brasil na história dos Jogos Olímpicos. O país teve recorde de pódios na edição, ficando em 12º lugar no quadro de medalhas e subindo uma colocação no ranking em relação à Rio 2016. Além disso, o Brasil ficou com sete ouros na competição, empatando assim com os Jogos realizados em 2016, no Rio de Janeiro.


Foram 21 pódios, recorde absoluto que superou 19 conquistados no Rio. O Brasil quase conseguiu ficar no 11º lugar no ranking de medalhas, mas não conseguiu conquistar uma medalha de ouro no último dia da competição [foram duas pratas, no vôlei feminino e no boxe] e se viu superado pelo Canadá, que conquistou o ouro no ciclismo.

 

As novas modalidades que foram inseridas (surfe e skate), foram as grandes responsáveis pela melhora do desempenho do Time Brasil, além da melhora notável do desempenho das atletas mulheres, que subiram ao pódio nove vezes em Tóquio, quatro a mais que no Rio.

 


RELEMBRE OS MEDALHISTAS DO BRASIL EM TÓQUIO:

 

Ana Marcela Cunha foi Campeã Olímpica em Tóquio. Foto: Reprodução / Instagram.


OURO:

  • Italo Ferreira - Surfe
  • Rebeca Andrade - Ginástica Artística: Salto
  • Martine Grael / Kahena Kunze - Vela
  • Ana Marcela Cunha - Maratona Aquática
  • Isaquias Queiroz - Canoagem de velocidade
  • Hebert Conceição - Boxe
  • Futebol Masculino - Futebol

 

A baiana Bia Ferreira comemora a medalha de Prata conqusitada no Boxe. Foto: Reprodução / Instagram.


PRATA:

  • Kevin Hoefler - Skate
  • Rayssa Leal - Skate
  • Rebeca Andrade - Ginástica Artística: Individual Geral
  • Pedro Barros - Skate
  • Beatriz Ferreira - Boxe
  • Vôlei Feminino - Vôlei

 

Alisson dos Santos comemora medalha de Bronze. Foto: Reprodução / Instagram.


BRONZE:

  • Daniel Cargnin - Judô
  • Fernando Scheffer - Natação: 200m Livre
  • Mayra Aguiar - Judô
  • Laura Pigossi / Luisa Stefani - Tênis
  • Bruno Fratus - Natação:50m Livre
  • Alison dos Santos - Atletismo: 400m com Barreiras
  • Abner Teixeira - Boxe 
  • Thiago Braz - Atletismo: Salto com vara
Sete brasileiros possuem chances de sair de Paris com três ouros Olímpicos
Foto: Reprodução / Time Brasil

Os Jogos Olímpicos de Paris é aguardado com muita expectativa para todos os atletas brasileiros. Porém, para uma lista seleta de sete atletas, a ansiedade é maior. Em Paris, sete brasileiros possuem chance de sair das Olimpíadas com três ouros na carreira.

 

THAÍSA

Thaísa Daher, do vôlei, foi ouro em Pequim 2008 e em Londres, em 2012. Em París, a brasileira de 37 anos irá buscar a sua terceira medalha dourada. A seleção feminina de vôlei terminou a Liga das Nações em quarto lugar. Após uma primeira fase perfeita - 12 jogos e 12 vitórias - o time venceu a Tailândia nas quartas de final, e acabou perdendo a semifinal para o Japão e a disputa do bronze para a Polônia. Apesar disso, a chance da conquista do ouro em Paris é considerada alta.

 

HIPISMO

Com três medalhas olímpicas, o cavaleiro Rodrigo Pessoa irá competir em duas categorias em Paris: individual e por equipes. A equipe de hipismo do Brasil está entre as melhores do planeta neste ciclo. Na Copa das Nações de 2023, foi quarto colocado, e no Mundial de 2022 terminou em nono. Nas últimas duas Olimpíadas, ficou em sexto lugar. Há um consenso que o time atual é um dos melhores da história, com diversos cavaleiros e amazonas entre os melhores do mundo. Entretanto, a chance de medalha de ouro na prova individual é mais baixa.

 

VELA

Martine Grael e Kahena Kunze contam com o ouro olímpico na vela nas duas últimas Olipíadas: Rio e Tóquio. Elas não foram ao pódio nos três últimos Campeonatos Mundiais. A dupla foi sétima em 2022, 12ª em 2023 e quarta colocada neste ano. O favoritismo ao pódio, apesar desses resultados, ainda existe, pois o time é atual bicampeão olímpico e foi prata no evento-teste de 2023. Na competição de Paris, a dupla vai em busca do terceiro ouro.

 

RAFAELA SILVA - JUDÔ

Com ouro no Rio, em 2016, Rafaela Silva irá disputar as categorias individual e por equipes em Paris. Rafae vive um ótimo momento no Circuito Mundial, conquistou o Campeonato Pan-Americano há dois meses - vencendo a líder do ranking na final - e foi prata em um Grand Slam. Caso vença as duas categorias, a carioca chegaria a sua terceira medalha de ouro em Jogos Olímpicos.

 

ISAQUIAS - CANOAGEM 

Ouro em Tóquio, Isaquias conquistou duas medalhas de ouro na etapa da Hungria da Copa do Mundo de canoagem, competição que contou com alguns (não todos) os principais adversários das Olimpíadas. O resultado foi muito importante na reta final de preparação para Paris, já que as vitórias vieram com extrema facilidade, mais de um barco de vantagem. Em Paris, Isaquias Queiroz vai competir em duas provas da canoagem de velocidade. No C2 repete a dupla de Tóquio: Isaquias e Jacky. Caso tenha sucesso em ambas, o baiano pode chegar ao terceiro ouro em Paris.

 

REBECA ANDRADE 

Ouro e Prata em Tóquio, Rebeca Andrade conquistou cinco medalhas no Campeonato Mundial de 2023: ouro no salto, prata no solo, individual geral e por equipes, além do bronze na trave. Nas barras assimétricas, um pequeno erro na eliminatória a tirou a possibilidade de disputar a final. Neste ano, disputou dois torneios internacionais: em uma etapa da Copa do Mundo, foi prata nas barras assimétricas. No Jesolo, tradicional competição na Itália, fez um salto quase perfeito, conseguiu boas notas na trave e nas barras, e se poupou no solo. Na última competição antes das Olimpíadas, no Troféu Brasil, foi ouro na trave (com queda) e nas barras assimétricas(com ótima nota). Em Paris, Rebeca Andrade irá brigar pelo pódio no salto, solo, barras assimétricas, trave, individual geral e por equipes. Dentre os citados, é a única que pode ultrapassar a marca de três ouros.

COB projeta chances de medalha em 20 esportes do Brasil em Paris
Foto: Wander Roberto/COB

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB), revelou na última segunda-feira (1º), que realizou um levantamento para mapear as possibilidades de medalhas em mais de 20 modalidades esportivas nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. A quantidade é superior aos 13 de Tóquio, em 2020, e aos 12 do Rio, em 2016. Em Paris, o Brasil contará com uma delegação de 241 atletas.


“Para Paris 2024, um levantamento feito pelo Comitê Olímpico do Brasil estima que há boas chances de novas modalidades alcançarem o olimpo. Isso porque estão mapeadas possibilidades de medalhas em mais de 20 esportes”, informou a entidade.


Sebastian Pereira, gerente-executivo de Alto Rendimento do COB falou sobre as chances, mas também alertou sobre as possibilidades de não serem concretizadas.

 


“Realizamos um trabalho de pesquisa junto com as Confederações Olímpicas, considerando o histórico durante o ciclo, mas, principalmente, essa reta final para os Jogos. Contudo, sabemos que nem todas as possibilidades irão se concretizar por fatores diversos. Os dados históricos recentes mostram que cerca de metade das modalidades consideradas com chances efetivamente chegam ao pódio. Por isso é tão importante sabermos que temos tantas modalidades com potencial. Esse é um dos fatores que precisamos ter para seguir evoluindo”, disse.

 


O Brasil, que até Atenas 2004 só tinha chegado ao pódio em 11 modalidades, incrementou o número de medalhas olímpicas a cada nova edição de Olimpíadas. Nas últimas quatro edições, oito novas modalidades angariaram medalhas para o Brasil. Ao todo, o país já conseguiu alcançar medalhas olímpicas em 19 modalidades.

Brasil garante vaga Olímpica no revezamento 4x100m masculino
Foto: Wagner Carmo / CBAt

O atletismo brasileiro conseguiu mais uma classificação para às Olimpíadas de Paris 2024. Desta vez, a vaga ficou por conta do revezamento masculino 4x 100m. O Brasil ficou com uma das duas vagas que foram distribuídas via ranking, as últimas que tinham ficado disponíveis, fechando assim a lista dos 16 países participantes dos Jogos Olímpicos.

 

 

Os atletas que estarão na disputa da prova ainda terão seus nomes divulgados. A equipe brasileira foi a melhor ranqueada entre as equipes que ainda não tinham confirmado a vaga à Paris, com o tempo de 38s19, conquistado no mundial de atletismo de 2023, em Budapeste. A outra vaga ficou com a Holanda, que teve 38s30, marca conquistada em abril de 2024.

 

 

Desta forma, o Brasil terá dois revezamentos em Paris: o 4x100m masculino e o 4x400m masculino, que se classificou no Mundial de Revezamentos Bahamas 2024. Os revezamentos 4x100m feminino, 4x400m feminino e 4x400m misto não conseguiram obter vaga olímpica.

Campeão Olímpico em 2016, Thiago Braz fica fora dos Jogos de Paris 2024
Foto: Reprodução / Time Brasil

O brasileiro Thiago Braz, Campeão Olímpico no salto com vara no Rio, em 2016, não conseguiu alcançar o índice olímpico em prova realizada neste sábado (29) e não irá representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.


O atleta foi autorizado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) a tentar a marca mínima de 5,82m no Troféu Brasil enquanto está suspenso por doping. Thiago acertou três saltos, mas quando subiu o sarrafo para a marca necessária, ele errou as três oportunidades. 

 

Devido a suspensão por doping, Thiago estava proibido há um ano de treinar em qualquer instalação esportiva. Essa foi a única oportunidade de Braz para se classificar às Olimpíadas, pois este domingo (30), é o último dia para a obtenção de índices olímpicos. 

Estrelas da natação criticam ex-nadador como mentor dos atletas em Paris-2024: "Vende o que não é"
Foto: Divulgação

Estrelas da natação brasileira, como a ex-nadadora Jonna Maranhão e o medalhista olímpico Bruno Fratus, criticaram a contratação de Joel Jota como mentor da delegação do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Eles argumentam que o ex-nadador "vende o que não é".

 

A ideia da contratação de Joel Jota é que ele acompanhe o Time Brasil para prestar o apoio necessário para ajudar os atletas a terem boas performances na busca por medalhas na capital francesa.

 

Joel Jota foi atleta profissional durante 15 anos e disputou competições mundiais de natação pela seleção brasileira. Em 2002, ele foi sétimo colocado na final dos 50 m livres em Durban, na África do Sul. Depois, se tornou treinador, mas ganhou fama nos últimos anos como palestrante se auto intitulando "o maior especialista em performance do Brasil", enquanto no seu site, diz ser "considerado um dos nadadores mais rápidos do mundo". Ele conta com mais de 5 milhões de seguidores no Instagram.

 

"Nem eu quando fui finalista olímpica tinha essa autoestima", comentou Jonna Maranhão, dona de oito medalhas em jogos Pan-Americanos. "Entrei na seleção brasileira absoluta em 2002 e parei de nadar em 2017. Joel nunca esteve na equipe principal. A esposa dele (a também ex-nadadora Larissa Cieslak) esteve no Pan Americano de 2007, 2011 e salvo engano algum Pan Pacífico. Nenhum dos dois chegou perto de índice para Jogos Olímpicos. Repito: isso NÃO é um problema. O problema está na mentira. Não existe problema algum em não ter chegado a seleção ou não ser atleta de ponta. A questão aqui, é que esse cidadão vende o que não foi. E vou além, ele não é psicólogo", completou.

 

Joel Jota divulgou nas suas redes sociais um vídeo em que celebra a contratação para ser mentor dos atletas em Paris-2024. Além das críticas, ele foi parabenizado por outros atletas como Gabi Guimarães, da seleção de vôlei feminino, de Pepe Gonçalves, do remo, e da ex-jogadora de vôlei e da seleção, Virna.

 

Os Jogos Olímpicos de Paris-2024 acontecem entre os dias 26 de julho e 11 de agosto. Neste momento, a delegação do Brasil conta com 187 vagas conquistadas, em 32 modalidades, sendo 110 femininas e 61 masculinas, além de outras 15 sem gênero definido (hipismo e revezamentos da natação).

Zico será embaixador do Time Brasil Jogos Olímpicos de Paris: "Muito feliz e sensibilizado"
Foto: Divulgação / COI

Ídolo do Flamengo e da Seleção Brasileira, o ex-jogador Zico será embaixador do Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Ele participará pela primeira vez do evento, onde vai acompanhar a delegação brasileira na capital francesa. O anúncio foi feito pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) na manhã desta terça-feira (6).

 

"Fiquei muito sensibilizado e feliz, por ser do esporte, por adorar participar e ver competições de outras modalidades. Recebi o convite do COB, aceitei de imediato. É uma honra para nós, como brasileiros. Não tive a chance de disputar os Jogos Olímpicos. Isso me frustrou muito na época, por ter jogado todo o Pré-Olímpico. Receber esse convite me fez ver que era a oportunidade de conhecer de perto uma competição que eu admiro bastante. É bacana para quem ama e adora o esporte", afirmou.

 

O COB escolheu Zico por unanimidade para a função de embaixador. A ideia da confederação era ter um ídolo do esporte brasileiro que nunca havia disputado os Jogos Olímpicos.

 

"Ter o Zico à frente desse programa, perto dos atletas, que vão olhar para ele ver que o Zico está lá torcendo, é um prazer enorme. É uma honra e uma satisfação muito grandes receber esse aceite dele. Queremos muito ter o Zico ao nosso lado em Paris. Queremos que ele faça parte desse programa de forma perene junto ao Time Brasil", comentou Gustavo Herbetta, diretor de marketing do COB.

 

Zico disputou o Pré-Olímpico de futebol masculino para os Jogos de Munique-1972, mas ficou fora da lista final da seleção brasileira. Naquela ocasião, o Brasil foi eliminado na fase de grupos com apenas um ponto conquistado. Também ídolo do futebol japonês, o ex-jogador foi chamado para carregar a tocha olímpica antes do início de Tóquio-2020. Naquela ocasião, ele revelou em entrevista ao site ge.globo ter ficado frustrado por não sido convidado para a Rio-2016.

 

Os Jogos Olímpicos de Paris-2024 acontecerão entre os dias 26 de julho e 11 de agosto.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Amigo de verdade, nos últimos tempos, é aquele que aguenta você por mais de uma eleição. E enquanto uns estão mais que amigos, outros levaram bola nas costas bem no Dia do Amigo. Mas, por via das dúvidas, fica o conselho: nem sempre parecer com alguém é o ideal. E sobrou até pro futebol, porque a Fonte Nova recebeu um pé frio direto de Brasília... Saiba mais!
Marca Metropoles

Pérolas do Dia

Papa Francisco

Papa Francisco
Foto: Vatican Media Divisione Foto

"Que os atletas sejam mensageiros de paz". 

 

Disse o Papa Francisco a invocar a paz nos conflitos mundiais, coma  chegada dos Jogos Olímpicos de Paris, que iniciam na próxima semana (26).
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista vereador Claudio Tinoco nesta segunda-feira

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O vereador Claudio Tinoco (União) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (22). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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