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tiago sostenes miranda de matos
O policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, foi indiciado por feminicídio pela morte da namorada, a empresária Flávia Barros dos Santos, de 38. A conclusão do inquérito da Polícia Civil foi divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo delegado Mário Leony, responsável pelas investigações. O casal residia em Paulo Afonso.
As informações foram divulgadas pelo portal pa4, parceiro do Bahia Notícias.
O crime ocorreu no dia 22 de março, em um hotel na Zona Sul de Aracaju. De acordo com as investigações, Tiago atirou contra Flávia e, em seguida, tentou tirar a própria vida. Ele foi socorrido e internado no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), onde permaneceu por três dias. Após receber alta médica, foi encaminhado ao Presídio Militar (Presmil), onde segue custodiado.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) informou que, ao longo do inquérito, foram realizadas diversas diligências, incluindo coleta de depoimentos, análise de imagens e perícias técnicas conduzidas pelo Instituto de Criminalística, vinculado à Coordenadoria-Geral de Perícias. Segundo a polícia, os elementos reunidos foram essenciais para esclarecer a dinâmica do crime e embasar o indiciamento.
Flávia era empresária e havia comemorado aniversário uma semana antes do crime. Tiago, por sua vez, atuava como policial penal e ocupava o cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, do qual foi exonerado, conforme informou a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap-BA).
As advogadas de defesa de Tiago informaram que não irão se manifestar sobre o caso neste momento.
O ex-diretor do presídio de Paulo Afonso, no Norte baiano, Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, fará a defesa com um grupo de cinco advogadas.
?? Acusado de feminicídio, ex-diretor de presídio de Paulo Afonso terá defesa feita por escritório de mulheres
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 26, 2026
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Tiago é acusado de feminicídio contra a empresária Flávia Barros, de 38 anos, e nesta quinta-feira (25) recebeu alta médica do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) e foi encaminhado para o presídio militar em Aracaju, onde permanece custodiado à disposição da Justiça.
Segundo a Record, as advogadas que farão a defesa do acusado foram contratadas pela esposa de Tiago. Não há informações se ela sabia da relação entre o marido e a vítima. Flávia Barros foi morta a tiros na madrugada do último domingo (22) em um hotel de Aracaju (SE).

Foto: Reprodução / PA4
Além de empresária, Barros era estudante de direito. Na última terça-feira (24), a unidade de ensino prestou homenagens a ela.
O diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, Tiago Sóstenes Miranda de Matos, será exonerado do cargo após ser considerado suspeito de matar a própria namorada a tiros neste domingo (22). De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), em pronunciamento nesta segunda-feira (23), a exoneração será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) da terça (24).
Matos foi nomeado para o cargo em 29 de maio de 2025, e não exerceu cargos anteriores. As informações foram publicadas primeiramente pelo G1.
O CASO
O crime aconteceu em um quarto do hotel onde o casal estava hospedado, em Aracaju, capital de Sergipe. Após atirar contra a vítima, Tiago tentou tirar a própria vida.
A vítima, Flávia Barros, de 38 anos, era empresária e morava em Paulo Afonso, no norte da Bahia. O casal viajou junto para a capital sergipana, onde curtiu o show de Rey Vaqueiro no sábado (21).
O corpo da empresária foi velado na cidade de Paulo Afonso. O velório começou ainda na noite de domingo e durou até a manhã desta segunda-feira (23).
Após o velório, o corpo da vítima foi levado para Canindé do São Francisco, em Sergipe, onde o enterro está marcado para o fim da tarde desta segunda.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.