Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
tiago di natale guimaraes ribeiro
Preso durante ação realizada pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado sediadas em Salvador (FICCO/BA) e em Ilhéus (FICCO/ILS), realizada na quinta-feira (9) no bairro de Praia do Flamengo, o empresário Tiago Di Natale Guimarães Ribeiro é investigado por ser um dos responsáveis pelo esquema de lavagem de dinheiro da facção Comando Vermelho, na capital baiana.
A informação foi publicada pelo Informe Baiano e confirmada pelo Bahia Notícias. De acordo com a Polícia Federal, Tiago levava uma vida acima de qualquer suspeita e era proprietário de empreendimentos do ramo alimentício nos bairros de Itapuã, Stella Maris e Dois de Julho.
Ele possuía um mandado de prisão definitiva em aberto pela prática do crime de tráfico de drogas, expedido pela 2ª Vara de Execuções Penais – Salvador, Tribunal de Justiça do Estado da Bahia. O suspeito foi encaminhado à Polinter da Polícia Civil da Bahia para os procedimentos de polícia judiciária, o preso será posteriormente transferido para o sistema prisional do estado, onde ficará à disposição da justiça.
A ação foi realizada pelas as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado sediadas em Salvador (FICCO/BA) e em Ilhéus (FICCO/ILS). A operação, deflagrada, contou também com a participação do Batalhão de Patrulhamento Tático Móvel da Polícia Militar da Bahia (BPATAMO). As FICCO/BA e FICCO/ILS são compostas pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Polícia Militar e têm por objetivo precípuo enfrentar o crime organizado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.