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tiago di natale guimaraes ribeiro
Preso durante ação realizada pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado sediadas em Salvador (FICCO/BA) e em Ilhéus (FICCO/ILS), realizada na quinta-feira (9) no bairro de Praia do Flamengo, o empresário Tiago Di Natale Guimarães Ribeiro é investigado por ser um dos responsáveis pelo esquema de lavagem de dinheiro da facção Comando Vermelho, na capital baiana.
A informação foi publicada pelo Informe Baiano e confirmada pelo Bahia Notícias. De acordo com a Polícia Federal, Tiago levava uma vida acima de qualquer suspeita e era proprietário de empreendimentos do ramo alimentício nos bairros de Itapuã, Stella Maris e Dois de Julho.
Ele possuía um mandado de prisão definitiva em aberto pela prática do crime de tráfico de drogas, expedido pela 2ª Vara de Execuções Penais – Salvador, Tribunal de Justiça do Estado da Bahia. O suspeito foi encaminhado à Polinter da Polícia Civil da Bahia para os procedimentos de polícia judiciária, o preso será posteriormente transferido para o sistema prisional do estado, onde ficará à disposição da justiça.
A ação foi realizada pelas as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado sediadas em Salvador (FICCO/BA) e em Ilhéus (FICCO/ILS). A operação, deflagrada, contou também com a participação do Batalhão de Patrulhamento Tático Móvel da Polícia Militar da Bahia (BPATAMO). As FICCO/BA e FICCO/ILS são compostas pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Polícia Militar e têm por objetivo precípuo enfrentar o crime organizado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"São declarações completamente falsas e oportunistas, criadas para interferir nas eleições. Na eleição de 2018, também inventaram mentiras. Eu me elegi e minha inocência ficou provada. Agora, vai acontecer o mesmo. Dessa vez inventaram sociedades e contratos falsos. São mentiras deslavadas. Eu nunca tive relação com o senhor Daniel Vorcaro".
Disse o senador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT) ao responder as acusações de que teria recebido pagamentos mensais do Banco Master por supostas vantagens indevidas relacionadas à operação do cartão de crédito consignado Credcesta, na Bahia.