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O técnico da seleção dos Estados Unidos, Mauricio Pochettino, chamou atenção nos bastidores da Copa do Mundo de 2026 ao ser flagrado registrando imagens nos arredores do centro de treinamento da equipe.
O episódio foi registrado pelo jornalista Pablo Maurer, do jornal britânico The Guardian, nesta semana, e levantou comentários nas redes sociais. Segundo a publicação, o argentino parecia observar possíveis movimentações externas ao CT às vésperas do duelo contra a Austrália, pela fase de grupos.
A situação ganhou repercussão principalmente pelo contexto da preparação americana antes de um jogo considerado decisivo na competição. Questionado sobre o caso na entrevista coletiva pré-jogo, Pochettino confirmou o registro e tratou o assunto de forma leve.
"Eu queria ver porque, você sabe, estamos na era da... como se diz? Espionagem. E isso foi uma ao oportunidade de ver. Eu estava fazendo um vídeo, não tirando uma foto do arredores ", contou, em bom humor , aos jornalistas presentes durante sua entrevista coletiva.
A fala remete a uma prática antiga no futebol, em que equipes tentam obter informações sobre treinos e estratégias dos adversários antes das partidas. Apesar do tom descontraído, o treinador não deu detalhes sobre a preparação dos Estados Unidos para o confronto contra os australianos.
O árbitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália, foi impedido de entrar nos Estados Unidos, onde trabalharia em partidas da Copa do Mundo. O juiz teve a entrada negada por oficiais de imigração americanos e precisou retornar à Turquia, país de onde havia partido seu voo. A informação foi confirmada pelo jornalista Romain Molina, do jornal britânico The Guardian, neste fim de semana.
De acordo com Molina, o impedimento ocorreu por um problema relacionado ao visto de entrada nos Estados Unidos. Artan teria enfrentado dificuldades para emitir o documento e conseguiu viajar após obter um passaporte diplomático com apoio da embaixada da Somália em Nairobi, no Quênia.
O documento, no entanto, não foi aceito pelas autoridades migratórias americanas. Com isso, o árbitro acabou barrado ao desembarcar no país-sede do Mundial.
A situação ocorre em meio à preparação final da arbitragem para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. Até o momento, a Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. O governo dos Estados Unidos também não divulgou informações públicas sobre a decisão da imigração.
Artan é considerado um dos principais árbitros do futebol africano. Aos 34 anos, ele apitou a final da Champions League Africana de 2025 entre Pyramids FC, do Egito, e Mamelodi Sundowns, da África do Sul.
No mesmo ano, foi eleito o melhor árbitro da África pela Confederação Africana de Futebol. A presença dele na Copa representaria mais um passo de destaque em sua carreira internacional.
Carlo Ancelotti confirmou que Thiago Silva segue no radar da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, o técnico elogiou o momento do zagueiro e indicou que o defensor pode disputar o quinto Mundial da carreira aos 41 anos.
"Thiago Silva está nos planos, sim. Ele vem jogando muito bem, conquistou o Campeonato Português e está em ótima forma física", afirmou Ancelotti.
A lista final da Seleção será anunciada na próxima segunda-feira, dia 18 de maio. Caso seja convocado, Thiago Silva alcançará uma marca de longevidade pouco comum no futebol brasileiro, com participação em cinco edições de Copa do Mundo.
Na mesma entrevista, Ancelotti também falou sobre Neymar. O treinador afirmou que a convocação do camisa 10 dependerá das condições apresentadas pelo atacante em campo, sem abrir espaço para avaliação baseada apenas no histórico do jogador.
"A convocação de Neymar depende apenas dele. Depende do que o jogador demonstrar em campo. Esse é um critério muito claro e não se aplica apenas a Neymar", declarou.
O italiano reforçou que a questão envolvendo Neymar não passa pela qualidade técnica, mas pela resposta física na reta final antes do Mundial.
"Com Neymar, precisamos avaliar apenas a condição física, porque seu talento é indiscutível. Depende dele, não de mim", completou.
Ancelotti também destacou a importância de lideranças internas na Seleção Brasileira. O treinador citou nomes que considera relevantes para a condução do grupo durante a Copa do Mundo.
"Líderes são importantes. Felizmente, este elenco tem líderes muito respeitados. Líderes que não falam muito, mas dão um bom exemplo, como Alisson Becker, Casemiro, Marquinhos e Raphinha. Nesse sentido, o elenco está em boas mãos", disse.
A Copa de 2026 será a quarta experiência de Ancelotti em Mundiais. Como jogador, ele disputou as edições de 1986 e 1990 pela Itália. Em 1994, atuou como auxiliar técnico de Arrigo Sacchi na Copa disputada nos Estados Unidos, quando a seleção italiana perdeu a final para o Brasil nos pênaltis.
O treinador também relembrou as condições climáticas da edição de 1994 e comparou com o cenário esperado para o próximo Mundial.
"Em 1994, os jogos eram ao meio-dia em Nova York, com temperaturas de 43°C. Agora, os horários são melhores. O clima não será um problema como era em 1994", afirmou.
A banda baiana Sambaiana foi citada em uma reportagem do jornal britânico The Guardian publicada nesta quarta-feira (29), sobre os impactos da inteligência artificial na música. O grupo participou do Atlantic Music Expo (AME), em Cabo Verde, evento que reúne artistas e profissionais da indústria musical.
"Nós nos sentimos honrados em representar o estilo musical brasileiro. A gente se reconhece aqui, a energia, as pessoas, a cultura e até a arquitetura são muito semelhantes à Bahia”, afirmou Ju Moraes durante a entrevista.
Rayra Mayara, disse que a tecnologia não era páreo para a emoção de estar no palco. "Somos sete mulheres e nenhuma tecnologia pode substituir o sentimento que damos quando tocamos, cantamos e falamos sobre nossas vidas diárias. A IA pode complementar o processo de produção, mas não é um substituto para o humano."
O destaque no veículo internacional reforça a circulação do grupo – formado por sete mulheres – fora do Brasil.
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O tetracampeão mundial de Fórmula 1, Max Verstappen, da Red Bull, veio a público justificar os motivos pelos quais expulsou o jornalista britânico Giles Richards, do The Guardian, da entrevista coletiva no circuito de Suzuka. O acontecido é, até o momento, a grande polêmica desta semana do GP do Japão.
O holandês não voltou atrás na decisão e disse que o comunicador "riu na sua cara" após uma pergunta feita no ano passado. Ao exigir a saída de Richards do local, Verstappen afirmou que o estopim foi um questionamento durante a coletiva do GP de Abu Dhabi, em 2025.
Na ocasião citada, o jornalista questionou o piloto se a colisão entre ele e George Russell no GP da Espanha teria sido a causa da perda do título. Naquela temporada, o tetracampeão ficou dois pontos atrás de Lando Norris, da McLaren, que se sagrou campeão mundial de pilotos.
Max afirmou que Richards agiu de forma desrespeitosa ao, segundo ele, dar risada após fazer a pergunta.
“Quando alguém faz aquela pergunta durante a entrevista coletiva depois da última corrida e ainda ri na sua cara, para mim isso é uma completa falta de respeito. Se você não me dá respeito, por que eu te respeitaria? Você só vê a câmera apontada para mim, e não para aquela pessoa que começou a rir. Dava para ver claramente que havia intenção maliciosa por trás daquilo. Isso basta para mim. Estou na Fórmula 1 há tempo suficiente para saber quem tem boas ou más intenções. Se você ri de mim ali, claramente não as tem”, explicou Max.
Em Suzuka, Verstappen fez o pedido de expulsão após reconhecer o comunicador. Ao confirmar que o profissional estava na sala, o piloto afirmou que não falaria enquanto Richards não saísse.
Após o incidente, o jornalista publicou um texto no site inglês dando sua visão dos fatos. Giles disse admirar o talento de Verstappen e garantiu que não se divertiu ao fazer a pergunta em Abu Dhabi. “Não tenho certeza se dei um sorriso bobo”, escreveu.
O GP do Japão ocorre na madrugada deste domingo (29), às 2h, com transmissão do Sportv 3, da TV Globo e do ge.
O jornal britânico The Guardian repercutiu a história de uma treinadora baiana, nesta quinta-feira (14). A camaçariense eleita duas vezes melhor técnica de Futebol 7 do mundo, Dilma Mendes foi manchete do portal internacional por suas contribuições no futebol nacional.
A matéria relatou partes da história da ex-atleta e evidenciou ainda as dificuldades das jogadoras de futebol da época.
“Como mulheres negras, precisamos não apenas ter conhecimento, mas também ser capazes de criar estratégias para entrar no jogo sem mudar quem somos”, disse a treinadora em entrevista ao jornal.
Além de ter comandado a Seleção Brasileira Feminina de Fut7 para a conquista da Copa Intercontinental 2024, a técnica também se tornou tetracampeã da Copa América em julho do ano passado. Dilma também é popularmente conhecida como a responsável por revelar a jogadora Formiga, um dos maiores nomes do futebol feminino do país.
A próxima competição da treinadora será o Campeonato Mundia de Fut7, que vai acontecer em Curitiba, a partir do dia 21 de agosto.
O jornal The Guardian publicou uma reportagem sobre uma repatriação cultural em andamento, que devolverá a Salvador uma coleção de 750 obras de arte produzidas principalmente por artistas brasileiros negros.
A coleção, composta por esculturas, pinturas, gravuras, objetos religiosos, trajes festivos, brinquedos e livretos de poesia, será incorporada ao Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab), situado no Centro Histórico da capital baiana.

Procissão da Irmandade da Boa Morte por Lena da Bahia (Crédito: Con/Vida)
As obras foram inicialmente adquiridas ou recebidas como doações pela historiadora de arte americana Marion Jackson e pela artista Barbara Cervenka durante suas visitas à Bahia desde o início dos anos 1990. Durante mais de 30 anos, essas peças foram exibidas em museus dos Estados Unidos e do Canadá.
A reportagem destaca que a repatriação dessas obras está alinhada com um movimento global crescente para devolver o patrimônio cultural aos seus locais de origem. O retorno da coleção ao Brasil possui um significado simbólico profundo, visto que a Bahia é o epicentro do patrimônio afro-brasileiro.
Em entrevista ao Guardian, Jamile Coelho, diretora do Muncab, ressaltou a importância de valorizar os artistas afro-diaspóricos. "A repatriação dessas peças faz parte de um movimento maior, mas com uma diferença fundamental: essas obras foram adquiridas legalmente e retornam ao Brasil em um gesto de respeito e reconhecimento de sua importância cultural", explicou Coelho.
O Muncab espera que as obras, atualmente armazenadas em Detroit, nos Estados Unidos, sejam transferidas para Salvador dentro de um ano. Uma vez em Salvador, as peças serão expostas e, posteriormente, emprestadas para outras exposições em todo o Brasil.
Este acervo, que inclui peças emblemáticas como a escultura de madeira "Oxalá", de Celestino Gama da Silva, e a pintura "Procissão da Irmandade da Boa Morte", de Lena da Bahia, representa um capítulo significativo na história da arte popular brasileira e reafirma a missão do Muncab de preservar e promover a cultura afro-brasileira.

Revolta dos Malês por Sol Bahia. Foto: Con/Vida
O jornal britânico The Guardian repercutiu, nesta terça-feira (12), a omissão do governo federal sobre as a perda de artistas e intelectuais brasileiros durante a pandemia do novo coronavírus, no que chama de “ano extraordinariamente devastador” para a cultura nacional (clique aqui).
Intitulada como “O silêncio de Bolsonaro sobre a morte de artistas reflete desdém pela cultura brasileira”, a matéria destaca a ausência de homenagens póstumas a nomes como os músicos Aldir Blanc e Moraes Moreira, da matriarca da Portela, Dona Neném, do ator Flávio Migliaccio e dos escritores Luiz Alfredo Garcia-Roza, Sérgio Sant'Anna e Rubem Fonseca.
“Na maioria dos países, tais passagens seriam marcadas com luto oficial ou palavras de homenagem e arrependimento. Mas, embora tenha havido lembrança pública, o presidente de extrema-direita do Brasil, Jair Bolsonaro, respondeu com silêncio - uma reflexão, dizem os críticos, de seu ódio às artes e à academia”, diz o The Guardian, que citou diversos episódios dos embates do presidente com a classe artísticas.
A matéria diz ainda que o “descaso” de Bolsonaro com o setor vem de muito tempo, a exemplo da recusa em assinar o diploma de Chico Buarque, vencedor do Prêmio Camões, o silêncio após a morte do baiano João Gilberto e a indicação de um torturador da ditadura, Carlos Alberto Brilhante Ustra, como um de seus autores favoritos.
O jornal britânico comentou também o recente incidente envolvendo a secretária Especial da Cultura, Regina Duarte, em entrevista à CNN Brasil, quando minimizou a ditadura e justificou a ausência de homenagens aos artistas mortos para que a pasta não podia “virar um obituário” (clique aqui) e ainda o escândalo envolvendo seu antecessor, Roberto Alvim, que fez um pronunciamento oficial cheio de referências nazistas (lembre o caso).

"Morning Glory", do Oasis (1995), foi fotografado em Berwick Street, Londres
"Animals", do Pink Floyd (1977), com a usina de energia Battersea no distrito londrino de Wandsworth
"The Freewheelin' Bob Dylan", de Bob Dylan (1963), mostra o cantor com 22 anos nas ruas de Nova York
Para conferir todas as imagens, clique aqui.
Em primeira turnê internacional, Gaby Amarantos é destaque no jornal inglês 'The Guardian'
O jornal britânico “The Guardian”, que divulgou a informação no último final de semana, negou a "acusação de má interpretação" e disponibilizou o áudio da entrevista. Um porta-voz do Guardian News & Media também afirmou que até então não houve reclamações sobre as declarações em questão por parte de Michael Douglas ou seus representantes, mas garantiu “vamos investigar quaisquer queixas que recebermos sobre o nosso jornalismo".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.