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thalles roberto
Ivete Sangalo surpreendeu o público nesta sexta-feira (28) ao regravar um dos maiores sucessos do cantor gospel Thalles Roberto.
Ao lado do músico PC Macabu, a artista deu voz a regravação do hit 'Arde Outra Vez', lançada por Thalles no álbum 'Na Sala do Pai', de 2009. A faixa está disponível em todas as plataformas digitais.
Esta não é a primeira vez que Ivete canta a faixa de Thalles, e a interpretação da baiana chegou a ser elogiada pelo cantor gospel.
No início do ano, Ivete se apresentou ao lado do Coro do Tabernáculo da Praça do Templo, um coral de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, durante a turnê 'Canções de Esperança'. Uma das músicas apresentadas pela artista foi a faixa 'Sou um Filho de Deus'.
A cantora, que em 2025 chamou atenção nas redes sociais pelo altar que tem em casa com imagens de Santa Dulce, Oxaguiã, São Jorge e Nossa Senhora de Nazaré, afirma ser uma pessoa de fé.
Ivete foi batizada na Igreja Católica e afirma ter uma forte relação com religiões de matrizes africanas, além de uma forte conexão com Deus e uma proximidade com o espiritismo.
"Eu sou uma pessoa de muita fé. De muita fé, tudo que eu planejo na minha vida, seja de ordem pessoal, profissional, no meu dia a dia, de ordem íntima assim, eu tenho uma conexão com Deus muito forte, eu tenho fé, eu tenho uma crença nisso. Isso é diário meu, é constante. Não é uma rotina, eu acordo, faço uma oração."

Com cachê médio de R$ 60 mil, ele subiu ao palco já passava da 1h da manhã. Mas antes de subir, precisou enfrentar o assédio dos fãs-gospel e da imprensa-gospel que ficaram de plantão em frente à porta de seu camarim. O assédio talvez seja, em parte, pelo relacionamento que o cantor desenvolveu com o público baiano, desde o início de sua carreira. As bases do primeiro CD do cantor, o “Na Sala do Pai”, foram gravadas em Salvador, logo depois que o Thalles havia deixado o Jammil. A presença de palco do artista é inquestionável, e Thalles, de fato, no meio gospel, mostra uma ruptura na tendência da “gospelização” da música religiosa. Com o estilo marcado por influências da black music, que vai de Jackson Five a Lenny Kravitz, o cantor manteve o controle do público em seu show, do início ao fim, e o ponto auge de sua apresentação foi quando tocou “Deus da minha vida” e “Arde outra vez” em sequência. Thalles, ao Bahia Notícias, logo após o show, afirmou que um dos seus maiores sonhos é gravar um CD e DVD ao vivo na Bahia. “Acredito que um DVD em Salvador, para o povo assistir, vai dar uma taquicardia na galera, quando a galera começar a agitar, e a zuada começar a pegar fogo mesmo. Eu acredito que vai ser sensacional. Espero que o próximo seja em Salvador”, afirma.


Alexandre Aposan, baterista do “G3” – abreviação mais utilizada pelos fãs da banda –, afirmou ao Bahia Notícias que a produção do evento deve ter deixado a apresentação deles para ser uma das últimas. “O pessoal colocou a gente para tocar por último, porque deve ter ficado com medo do público de G3 fazer rodinha e passar por cima do público da Damares, sei lá”, brinca. O último show da banda em Salvador foi em 2012, e segundo Aposan, o público baiano sempre recepciona a banda muito bem. O baterista ainda contou um pouco sobre o processo de gravação do último álbum, que seguiu a linha mais “CD Documentário”. “Esse CD está recheado de histórias verdadeiras que aconteceu com o G3”, afirma ao mencionar que, pouco antes de entrarem em estúdio, a esposa do vocalista Mauro Henrique faleceu de câncer. O CD foi gravado em Londres, “no berço do rock”, como diz Aposan.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.