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thairo arruda
O CEO do Botafogo, Thairo Arruda, revelou nesta terça-feira (14) detalhes sobre a atual situação financeira do clube durante assembleia extraordinária realizada em General Severiano, sede social do Glorioso. O executivo respondeu perguntas por cerca de uma hora e meia e admitiu que o clube só tem garantias financeiras até o fim deste ano.
Segundo Thairo, não há recursos assegurados para fechar as contas de 2025, mas o Botafogo ainda deve receber montantes previstos para esta temporada, o que permitiria quitar as obrigações até dezembro. As informações são do site ge.globo.
O dirigente também estimou que o clube precisará de um investimento de R$ 350 milhões para manter o caixa equilibrado até julho do próximo ano, valor que dependeria diretamente do acionista majoritário da SAF, John Textor.
Atualmente, a dívida total do Botafogo é de cerca de R$ 700 milhões, sendo R$ 300 milhões em impostos, R$ 330 milhões com outros clubes brasileiros e R$ 70 milhões em dívidas diversas, conforme os parâmetros definidos no acordo de acionistas.
Após a exposição de Thairo, o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro comentou o momento do Alvinegro. Apesar da fase turbulenta dentro e fora de campo, defendeu que a parte social do clube interfira o mínimo possível nas decisões do futebol, deixando as responsabilidades sob gestão da SAF.
Após a partida entre Bahia e Botafogo, pelas oitavas de final da Copa do Brasil 2024, o CEO do Botafogo, Thairo Arruda, se mostrou indiginado com a arbitragem e disparou contra a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) depois da expulsão de Gregore por falta em Árias no primeiro tempo. Na noite desta quarta-feira (7), o Esquadrão se classificou diante do Alvinegro Carioca e garantiu o acesso às quartas de final da competição.
“Chega! Absolutamente ninguém está satisfeito com você, CBF. Vamos unir os clubes para reestruturar a arbitragem brasileira. Ninguém quer ganhar desse jeito e ninguém merece perder desse jeito. Bahia é um grande clube e estará junto conosco nessa revolução”, digitou Thairo no X (antigo Twitter).
Chega! Absolutamente ninguém está satisfeito com você @CBF_Futebol. Vamos unir os clubes para reestruturar a arbitragem brasileira. Ninguém quer ganhar desse jeito e ninguém merece perder desse jeito. Bahia é um grande clube e estará junto conosco nessa revolução.
— Thairo Arruda (@thairoarruda) August 8, 2024
O dirigente do clube carioca também aproveitou para dizer que enviará um documento de representação à CBF, mas reiterou que a atitude será em vão.
“Amanhã faremos nova representação na CBF contra esse absurdo presenciado na Fonte Nova. Mas assim como nas ultimas três vezes, não irão responder e vão passar pano para mais uma péssima arbitragem. As suas competições estão na UTI, CBF. Parabéns!'', concluiu em outro tweet.
Amanhã faremos nova representação na CBF contra esse absurdo presenciado na Fonte Nova. Mas assim como nas ultimas três vezes, não irão responder e vão passar pano para mais uma péssima arbitragem. As suas competições estão na UTI, CBF. Parabéns@CBF_Futebol
— Thairo Arruda (@thairoarruda) August 7, 2024
Não é a primeira vez que um dirigente do Botafogo se envolve em polêmica usando o nome do Tricolor. No dia 17 de julho, o mandatário do Glorioso, John Textor, falou sobre a possibilidade da criação de um teto salarial e da adesão do Fair Play Financeiro no Brasil, citando o Bahia como exemplo.
''O Brasil trouxe o dinheiro do petróleo para casa. Se não fizermos nada, se não criarmos um teto salarial, o Bahia [que pertence ao Grupo City] vai ganhar todos os campeonatos por 20 anos consecutivos", comentou Textor em entrevista ao ge.globo, na ocasião.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivana Bastos
"Gostaria que tivesse terminado de outra maneira".
Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), ao lamentar o anúncio de saída do senador Angelo Coronel (PSD) do partido após embates por uma vaga na chapa do Senado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), durante a abertura dos trabalhos da AL-BA, a deputada estadual afirmou que preferia que a tratativas “tivessem terminado de outra maneira”.