Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
tetracampeao
Carlos Alberto Parreira, ex-treinador da seleção brasileira, apresentou melhora no quadro de inflamação pulmonar, mas segue internado na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Samaritano Barra, na Zona Oeste do Rio.
Em boletim divulgado nesta sexta-feira (19), a unidade de saúde destacou que Parreira, de 83 anos, ainda necessita de cuidados intensivos, respira com auxílio de aparelhos e que não há previsão de alta. O ex-treinador precisou ser entubado na última quarta-feira (17), segundo informações do ex-jogador Zinho ao Bahia Notícias.
Parreira convive há anos com um linfoma de Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema linfático, responsável por parte importante da defesa imunológica do organismo. O linfoma de Hodgkin ocorre quando células do sistema imunológico sofrem alterações e passam a se multiplicar de forma descontrolada, podendo atingir diferentes regiões do corpo.
Responsável por comandar a equipe tetracampeã do Mundo, Parreira participou de seis Copas do Mundo como treinador e integrou comissões técnicas em outras edições do torneio. Além da Seleção Brasileira, o ex-técnico tem passagens por Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, África do Sul e clubes brasileiros.
A conquista do Flamengo sobre o Palmeiras, no último sábado (29), em Lima, colocou o Brasil no mesmo patamar da Argentina em número de títulos da Conmebol Libertadores. Cada país agora soma 25 troféus.
O último campeão que não pertence ao futebol brasileiro foi o River Plate, em 2018, ao vencer o Boca Juniors na final.
Desde então, quatro clubes do Brasil dividiram a hegemonia e venceram sete edições consecutivas: o Flamengo, com três títulos no período (2019, 2022 e 2025); o Palmeiras, com dois (2020 e 2021); além de Fluminense (2023) e Botafogo (2024).
Com o triunfo no Peru, o Flamengo se isolou como o maior vencedor brasileiro da competição, chegando ao quarto título. Grêmio, São Paulo, Santos e Palmeiras aparecem na sequência, cada um com três taças.
No histórico geral, o Independiente, da Argentina, segue no topo com sete títulos, seguido pelo Boca Juniors, com seis. A sequência de conquistas brasileiras desde 2019 reforça o domínio recente do país no torneio continental.
A lenda Mário Jorge Lobo Zagallo, o único tetracampeão mundial de futebol, morreu no Rio de Janeiro, aos 92 anos, nesta sexta-feira (5). A informação foi confirmada pela assessoria do ex-jogador. Zagallo é uma das maiores lendas do futebol brasileiro.
Zagallo estava internado desde o fim de dezembro em um hospital do Rio de Janeiro. De acordo com o ge, a causa da morte foi falência múltipla dos órgãos.
"É com enorme pesar que informamos o falecimento de nosso eterno tetracampeão mundial Mario Jorge Lobo Zagallo", diz a nota publicada pela família.
"Um pai devotado, avô amoroso, sogro carinhoso, amigo fiel, profissional vitorioso e um grande ser humano. Ídolo gigante. Um patriota que nos deixa um legado de grandes conquistas."
"Agradecemos a Deus pelo tempo que pudemos conviver com você e pedimos ao Pai que encontremos conforto nas boas lembranças e no grande exemplo que você nos deixa", conclui a nota.
Em agosto de 2023, Zagallo ficou 22 dias internado para tratar uma infecção urinária. Já em 2022, ele foi hospitalizado com um quadro de infecção respiratória.
CARREIRA
Zagallo nasceu em Atalaia (AL) e foi para o Rio de Janeiro logo aos 8 meses de vida. Foi morar na Tijuca, bairro da Zona Norte com o qual desenvolveu uma relação próxima durante toda a vida.
Das peladas no Maracanã – antes mesmo da inauguração do estádio –, Zagallo passou pelas categorias de base do América, que tinha sede na Tijuca, antes de ir para o Flamengo.
Aos 18 anos, foi convocado para servir o Exército e deu início à sua relação com copas do mundo. Começou com um revés. Fez a segurança das arquibancadas do Maracanã na derrota do Brasil para o Uruguai na final da Copa de 1950. Foi testemunha, portanto, do fatídico Maracanazzo.
Acabou se tornando profissional como ponta-esquerda e foi tricampeão carioca pelo Flamengo, de 1953 a 1955.
Em 1958, conquistou junto com a seleção brasileira a primeira Copa do Mundo da história do país, com direito a gol na final contra a Suécia (5 a 2). Conquistou o bicampeonato em 1962 ainda como jogador e em 1970 e 1994 consagrou-se tetracampeão na comissão técnica.
Era apelidado de Formiguinha, por correr muito e ajudar na marcação do meio-campo – algo raro para atacantes à época.
Quatro anos depois, já como atleta campeão pelo Botafogo, foi bicampeão mundial com a seleção como jogador na Copa da 62.
Em 1964, se aposenta como jogador e começa a carreira de treinador, começando pelo Botafogo.
Meses antes da Copa de 70, assume a seleção no lugar de João Saldanha. Acabou comandando Pelé e companhia para o tricampeonato mundial. Para muitos, foi a melhor seleção de todos os tempos.
O tetra veio em 1994. Como coordenador técnico de Carlos Alberto Parreira, Zagallo participou da campanha na Copa dos Estados Unidos.
Por pouco, não foi penta: como técnico da seleção, chegou à final da Copa de 1998, mas a equipe foi derrotada pela França de Zidane.
O visual do Zagallo treinador de 1998, aliás, foi o escolhido para a homenagem no Museu da Seleção, na sede da CBF, no Rio. No ano passado, o Velho Lobo foi conferir – e aprovou – seu boneco de cera.
Zagallo ainda foi treinador no Rio dos outros três times grandes (Flamengo, Vasco e Fluminense) e do Bangu, além das seleções de Kwait, Emirados Árabes e Arábia Saudita – onde também comandou o Al Hilal, o atual time de Neymar.
'Vão ter que me engolir!'
Em 1997, ao vencer a Copa América, Zagallo disparou uma de suas frases célebres, em ataque aos críticos da seleção: "Vocês vão ter que me engolir".
O Atlético-MG voltou a vencer o América-MG, neste domingo (9), desta vez por 2 a 0, no Mineirão, e conquistou o tetracampeonato mineiro ao ganhar o confronto da final pelo placar agregado de 5 a 2. O Galo levantou o caneco pela 48ª vez e ampliou a vantagem como maior vencedor do estado.
O Campeonato Mineiro começou a ser disputado em 1915 e sua lista de campeões consta apenas sete clubes. O Atlético-MG é o primeiro do ranking com 48 títulos, dez a mais do que o Cruzeiro, que é o segundo. O América-MG aparece em terceiro com 16, seguido por Vila Nova com cinco, Siderúrgica com dois, enquanto Caldense e Ipatinga fecham com apenas uma conquista cada um, respectivamente em 2002 e 2005.
Após o tetracampeonato mineiro, o Atlético-MG volta ao gramado na próxima quarta-feira (12), às 21h30, contra o Brasil de Pelotas, novamente no Mineirão, pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.