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teste para jogador
Um jovem, de 24 anos, foi flagrado em um trecho da BR-116 de Vitória da Conquista, no Sudoeste, com identidade falsa. O homem, que era passageiro de um ônibus, confessou que cometeu o crime orientado por um “olheiro” na tentativa de fazer um teste em clube de futebol em Ribeirão Preto, interior paulista. O flagrante ocorreu na noite deste domingo (17) na altura do km 830 da rodovia.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Bahia, uma equipe fiscalizava o trecho quando parou um ônibus. Os agentes passaram a abordar os passageiros, quando constatou que um deles havia entregado um RG com sinais de falsificação. Após alguns minutos de conversa, o jovem confessou que a identidade era falsa. O homem ainda disse que pagou R$ 3 mil a um “olheiro” para confeccionar RG, CPF, certidão de nascimento e histórico escolar com nome e dados falsos.
Relatou também que usou do artifício para poder ter a chance de ingressar na carreira de jogador. Diante dos fatos, o passageiro, que reside em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), foi preso em flagrante e foi encaminhado com o material apreendido para uma delegacia de Vitória da Conquista.
A PRF informa que fazer uso de qualquer papel falsificado ou alterado é crime previsto no art. 304 do Código Penal com pena de 2 a 6 anos de reclusão, e multa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.