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tessa moura lacerda
A jornalista baiana Mariluce Moura e sua filha, Tessa Moura Lacerda, estão lançando dois livros que exploram uma sequência de crimes da ditadura militar brasileira. Os livros abordam o sequestro, prisão em Salvador (BA), assassinato sob tortura em Recife (PE) e a ocultação do cadáver do militante Gildo Macedo Lacerda, ocorrido em 1973. O lançamento acontecerá pela Aretê Editora e Comunicação em 18 de março, na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), localizada no bairro do Canela, a partir das 18h.
O evento incluirá uma mesa de debate com o tema "Os 60 anos do golpe e a impunidade dos crimes da ditadura," contando com a participação das autoras, Diva Santana, da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, Lucileide Costa Cardoso, do Grupo de Pesquisa Memórias, Ditaduras e Contemporaneidades da UFBA, e a publicitária Sônia Haas, que teve seu irmão desaparecido e morto durante a ditadura. O mediador será o jornalista Emiliano José. A seguir, haverá uma sessão de autógrafos.
O lançamento visa destacar a importância de manter viva a memória dos eventos ocorridos durante a ditadura, com base nas vivências pessoais das autoras. O evento proporcionará um espaço para reflexão sobre os 60 anos do golpe militar e a persistente impunidade relacionada aos crimes da época.
A mesa de debate será seguida por uma sessão de autógrafos, proporcionando aos participantes a oportunidade de adquirir os livros e dialogar diretamente com as escritoras sobre suas experiências e a obra apresentada.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.