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O número de mortos em decorrência dos terremotos que atingiram a Venezuela em 24 de junho ultrapassou a marca de 5 mil. De acordo com o novo balanço divulgado nesta sexta-feira (17), já são 5.069 vítimas fatais, um aumento de 139 mortes em comparação com o levantamento de quinta-feira (16), quando haviam sido confirmados 4.930 óbitos.
Segundo as autoridades venezuelanas, 16.740 pessoas ficaram feridas, enquanto 17,9 mil permanecem desabrigadas em consequência dos tremores. Desde o início das operações, 6.462 sobreviventes foram resgatados com vida. As equipes de emergência, no entanto, não localizam novos sobreviventes desde o dia 2 de julho.
O governo informou ainda que 856 edifícios sofreram danos, dos quais 190 desabaram completamente, principalmente no estado de La Guaira. Apesar da atualização dos números de mortos, feridos e desalojados, as autoridades ainda não divulgaram um balanço oficial sobre desaparecidos. Organizações da sociedade civil estimam que mais de 29 mil pessoas seguem sem paradeiro conhecido.
O número de mortos pelos terremotos que atingiram a Venezuela subiu para 4.829, segundo novo balanço divulgado nesta quarta-feira (15) pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. O total representa um aumento de 95 vítimas em relação ao levantamento divulgado na terça-feira (14), quando 4.734 óbitos haviam sido confirmados.
As autoridades informaram que 6.462 pessoas foram resgatadas com vida desde o início das operações, mas nenhum novo sobrevivente foi encontrado desde o dia 2 de julho. O número de feridos permanece em 16.740.
Além das vítimas, mais de 17 mil moradores seguem desalojados em consequência dos tremores registrados em 24 de junho. Os abalos também provocaram danos em 856 edificações, das quais 190 desabaram completamente, concentrando os maiores estragos no estado de La Guaira.
O número de mortos pelos dois terremotos que atingiram a Venezuela em 24 de junho subiu para 4.118, segundo balanço divulgado pelo governo nesta sexta-feira (10). Em comparação com os dados divulgados na quinta-feira (9), quando haviam sido confirmadas 3.889 mortes, o total aumentou em 229 vítimas.
Apesar da atualização no número de óbitos, a quantidade de feridos permaneceu em 16.740, enquanto 17.907 pessoas seguem desabrigadas em consequência da tragédia.
Os tremores, de magnitudes 7,2 e 7,5, ocorreram com intervalo inferior a um minuto e são classificados por especialistas como um terremoto duplo. A sequência de abalos provocou destruição em diversas cidades do país.
O número de mortos em decorrência dos dois terremotos que atingiram a Venezuela em 24 de junho voltou a subir. De acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira (9) pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, já são 3.889 vítimas fatais, 78 a mais do que o informado na quarta-feira (8), quando o total era de 3.811.
Os dados oficiais apontam ainda que 16.740 pessoas ficaram feridas e 17.907 permanecem desabrigadas. Esses dois indicadores não sofreram alterações em relação ao levantamento divulgado no dia anterior.
Os terremotos provocaram destruição em diversas regiões do país e equipes de resgate seguem atuando nas áreas afetadas em busca de desaparecidos e no atendimento às famílias atingidas.
O número de mortos em decorrência dos dois terremotos que atingiram a Venezuela no fim de junho subiu para 3.811, segundo novo balanço divulgado pelo governo venezuelano nesta quarta-feira (8). O total representa um aumento de 126 vítimas em relação ao levantamento anterior, que registrava 3.685 mortes.
O número de feridos permaneceu em 16.740, enquanto a quantidade de desabrigados aumentou para 17.907 pessoas, evidenciando o impacto contínuo da tragédia sobre a população afetada.
As autoridades seguem mobilizadas nas áreas atingidas, com equipes atuando na assistência às vítimas e na recuperação das regiões devastadas pelos abalos sísmicos.
A esposa e os dois filhos do jogador argentino Lucas Trejo foram encontrados mortos no último fim de semana, após 74 horas de buscas na Venezuela. A família estava desaparecida desde os terremotos que atingiram o país na última quarta-feira (24).
Yanina Maranella e os filhos do casal, Aarón, de 5 anos, e Ainhoa, de 7, estavam no prédio onde moravam, em Playa Grande, no estado de La Guaira, quando o edifício desabou em consequência dos tremores.
Trejo, de 38 anos, não estava no local no momento da tragédia. O jogador passou os últimos dias acompanhando as buscas e publicando apelos nas redes sociais na tentativa de localizar a esposa e os filhos com vida.
A morte da família foi confirmada pelo Deportivo La Guaira, clube venezuelano onde o atleta atua.
"Nós, do DLG, nos unimos ao luto que aflige o jogador Lucas Trejo pelo doloroso falecimento de sua esposa, Yanina Maranella, e de seus filhos, Aarón e Ainhoa Trejo. Que suas almas descansem em paz e que Lucas e todos os seus familiares e amigos encontrem consolo", escreveu o Deportivo.
Até a publicação desta reportagem, Lucas Trejo não havia se pronunciado publicamente sobre a confirmação das mortes. Horas antes do anúncio, o jogador compartilhou uma foto ao lado da esposa e dos filhos.
RELEMBRE O CASO
Lucas Trejo relatou na quinta-feira (25) que não conseguia contato com a família desde os terremotos que atingiram a Venezuela. Em uma publicação nas redes sociais, o jogador afirmou que o prédio onde a esposa e os filhos moravam havia desabado.
"Nosso edifício em Praia Grande caiu, não sei nada da minha família, por favor orem por eles e difundam esta mensagem para alguém que possa tê-los visto. Quero acreditar que não estavam lá. Orem pela minha família, por favor", afirmou Trejo.
A família estava no complexo residencial Cumanagoto, em Playa Grande, no estado de La Guaira. Segundo relatos divulgados após a tragédia, Yanina, Aarón e Ainhoa estavam no edifício no momento do desabamento.
Durante as buscas, Trejo mobilizou torcedores, autoridades e seguidores nas redes sociais. Na manhã do último sábado (27), antes da confirmação da morte da família, o jogador fez um novo pedido de ajuda e solicitou o envio de cães farejadores para reforçar os trabalhos das equipes de resgate.
TERREMOTO NA VENEZUELA
A tragédia envolvendo a família de Lucas Trejo ocorre em meio ao cenário de destruição provocado por dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 que atingiram a Venezuela na última semana.
Os abalos ocorreram em sequência e causaram desabamentos em Caracas, La Guaira e outras regiões do país. Segundo autoridades venezuelanas, ao menos 20 réplicas foram registradas nas horas seguintes.
O número de mortos subiu para 1.450, de acordo com balanço divulgado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez no último domingo (28). As autoridades também informaram mais de 3 mil feridos e milhares de pessoas desabrigadas.
As operações de busca seguem em diferentes áreas atingidas. A rede estatal venezuelana informou que 33 pessoas foram resgatadas com vida desde o início dos trabalhos, mas o número de desaparecidos ainda é elevado.
As chances de encontrar sobreviventes diminuem com o passar do tempo, especialmente após as primeiras 48 a 72 horas da tragédia. Mesmo assim, equipes de resgate continuam atuando entre os escombros em busca de vítimas.
O jogador argentino Lucas Trejo fez um apelo nas redes sociais nesta quinta-feira (25) em busca de informações sobre a esposa e os dois filhos, que estão desaparecidos após os terremotos que atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24).

Foto: Instagram / @lucastrejo_lt
Trejo atua no futebol venezuelano e afirmou que perdeu contato com a família depois do desabamento do prédio onde eles moravam, em Playa Grande, na região de La Guaira, próxima à capital Caracas. O jogador pediu ajuda para localizar a esposa, Yani, e os filhos Aarón e Ainhoa.
"Nosso edifício em Praia Grande caiu, não sei nada da minha família, por favor orem por eles e difundam esta mensagem para alguém que possa tê-los visto. Quero acreditar que não estavam lá. Orem pela minha família, por favor", afirmou Trejo.
A situação do atleta ocorre em meio ao cenário de destruição causado por dois fortes terremotos registrados em sequência na Venezuela. Os tremores, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram o país com menos de um minuto de diferença e provocaram desabamentos em Caracas, La Guaira e outras regiões.
Segundo atualizações divulgadas nesta quinta-feira, ao menos 164 pessoas morreram e quase mil ficaram feridas. O número de vítimas ainda pode aumentar, já que equipes de emergência seguem trabalhando na retirada de pessoas presas sob os escombros.
O governo venezuelano declarou estado de emergência após os tremores. La Guaira aparece entre as áreas mais afetadas pelo desastre, com registros de prédios danificados, estruturas colapsadas e interrupções em serviços essenciais.
Além dos dois principais abalos, as autoridades também registraram réplicas nas horas seguintes. Réplicas são tremores menores que acontecem depois de um terremoto mais forte e podem aumentar o risco de novos desabamentos em áreas já atingidas.
Os terremotos foram sentidos em diferentes regiões da Venezuela e também em cidades do Norte do Brasil. Moradores deixaram prédios às pressas, enquanto equipes de resgate foram mobilizadas para procurar sobreviventes.
No caso de Lucas Trejo, a busca pela família mobilizou torcedores, clubes e perfis ligados ao futebol sul-americano nas redes sociais. O jogador compartilhou imagens dos familiares e pediu que a mensagem fosse divulgada para tentar obter informações sobre o paradeiro deles.
As buscas continuam nesta quinta-feira, enquanto autoridades venezuelanas atualizam os danos provocados pelos tremores e mantêm equipes de resgate em áreas com maior número de desabamentos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Randerson Leal
"O combinado não sai caro".
Disse o vereador o vereador Randerson Leal (Podemos) ao criticar a exclusão dos projetos de lei de autoria dos parlamentares da Ordem do Dia da Câmara Municipal de Salvador (CMS) nesta quarta-feira (12). Em entrevista ao portal Bahia Notícias, o membro da casa critica o descumprimento de um acordo firmado no início da semana para a apreciação das matérias dos legisladores.