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terceiro lugar
Após cair para o Brasil na semifinal da Liga das Nações de Vôlei Feminino (VNL), a Itália venceu a China por 3 sets a 1 na decisão pelo terceiro lugar e ficou com o bronze do torneio. A partida ocorreu no ginásio Macau East Asian Games Dome, na China, na madrugada deste domingo (26).
As italianas venceram o primeiro set com facilidade, mas sofreram o empate chinês no segundo. Sem se abalar, as tricolores emplacaram dois sets seguidos e confirmaram a vitória. As parciais foram de 25/16, 23/25, 25/22 e 25/13. O destaque da partida ficou com a italiana Antropova, que fez 26 pontos: 21 de ataque, um de bloqueio e quatro aces (pontos de saque).
Tricampeã da VNL, esta é a primeira vez em que a Itália volta com o bronze para casa. Na decisão do título, o Brasil enfrenta a Turquia neste domingo.
A derrota da França para a Inglaterra por 6 a 4, na disputa de terceiro lugar da Copa do Mundo, terminou com cobrança pública no elenco francês. Após a partida deste sábado (18), em Miami, o meio-campista Adrien Rabiot criticou a postura da equipe no primeiro tempo e afirmou ter visto “comportamentos inadmissíveis” de alguns jogadores.
A França foi para o intervalo perdendo por 4 a 0. A atuação na etapa inicial provocou uma reação dura do técnico Didier Deschamps no vestiário e levou o treinador a fazer quatro substituições logo no retorno para o segundo tempo.
"Começamos de maneira bastante vergonhosa nesse primeiro tempo. Vi comportamentos de alguns jogadores que nunca tinha visto até hoje. Isso é um pouco decepcionante, porque era o nosso último jogo para encerrar essa competição de forma digna", disse Rabiot.
O meio-campista não citou nomes, mas deixou claro o incômodo com a postura da equipe após a eliminação para a Espanha na semifinal. Para ele, mesmo sem a possibilidade de disputar o título, a França ainda tinha a responsabilidade de encerrar a participação no Mundial de outra forma.
"Há muita decepção pela derrota para a Espanha, mas ainda havia um trabalho a ser feito até o fim, e não podemos simplesmente fazer as coisas de qualquer jeito", afirmou.
Depois do intervalo, a França reagiu e chegou a diminuir o placar para 4 a 3, mas voltou a sofrer gols e acabou derrotada por 6 a 4. A partida marcou o fim da campanha francesa na Copa do Mundo, com o quarto lugar.
Rabiot também revelou que houve uma conversa interna no vestiário durante o intervalo. Segundo ele, o grupo cobrou uma reação de orgulho para evitar uma derrota ainda mais pesada.
"Conversamos no intervalo e dissemos que era preciso ter um pouco mais de orgulho. E a equipe melhorou claramente no segundo tempo, porque, na primeira etapa, alguns comportamentos foram inadmissíveis", completou.
Deschamps também comentou o desempenho abaixo do esperado da França no início da partida. Questionado sobre a postura dos jogadores, o treinador evitou apontar culpados, mas reconheceu que a equipe teve atitudes consideradas fora do padrão.
"Tivemos alguns comportamentos estranhos durante a pausa para hidratação. Não quero criticar um jogador específico, nem os outros", disse.
No intervalo, o treinador promoveu quatro mudanças. Saíram Cherki, Doué, Theo Hernández e Konaté para as entradas de Barcola, Dembélé, Upamecano e Digne. Deschamps admitiu que poderia ter escolhido outra formação inicial para a disputa contra os ingleses.
"Fiz substituições e já disse aos meus jogadores tudo o que precisava dizer, mas não vou fazer isso diante de vocês. Eu errei. Deveria ter tomado outras decisões em relação à escalação inicial, e vocês podem dizer que isso é verdade. Se eu tivesse colocado outros jogadores desde o início, talvez o resultado tivesse sido melhor", afirmou.
Apesar da crítica, o técnico francês tentou evitar uma crise pública após a despedida do Mundial.
"Não quero apontar culpados nem criar polêmicas. Mas alguns jogadores, no plural, poderiam ter rendido mais, e isso não aconteceu. Ainda assim, desejo o melhor para todos eles", completou.
Com o resultado, a Inglaterra encerrou a Copa do Mundo na terceira colocação, enquanto a França ficou em quarto lugar depois de cair para a Espanha na semifinal.
Inglaterra e França fizeram o penúltimo jogo da Copa do Mundo de 2026 na noite deste sábado (18). Em um jogo de dez gols em Miami, os ingleses foram melhores na maior parte do tempo, tiveram uma partida de três tentos de Bukayo Saka e venceram por 6 a 4.
No Hard Rock Stadium, em Miami, nos Estados Unidos, o volante Declan Rice precisou apenas de três minutos para acertar um belo chute e abrir o placar. Aos 18', Ezri Konsa ampliou e e aos 37' Bukayo Saka deu maior margem ao resultado parcial. Nos acréscimos do primeiro tempo ainda deu para Saka fazer o quarto gol do jogo.
Parecia tudo definido, mas na segunda etapa, Kylian Mbappé balançou as redes duas vezes e Bradley Barcola fez mais outro, dando outro sentido para o jogo. Mas no final da partida, Bukayo Saka marcou o seu terceiro gol ao converter um pênalti. Nos acréscimos, Ousmane Dembélé fez para a França e Jude Bellingham marcou para fechar a conta por 6 a 4 para os ingleses.
Com o resultado, a seleção inglesa termina a Copa do Mundo na terceira posição da classificação geral e a França termina como quarto colocada.
Agora só falta o grande final. Neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), Espanha e Argentina decidem o título da Copa do Mundo no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Para os espanhóis vale a chance do bicampeonato, enquanto os argentinos buscam o tetra.
França e Inglaterra entram em campo neste sábado (18), às 18h (horário de Brasília), para decidir o terceiro lugar da Copa do Mundo. A partida será disputada no Estádio de Miami, nos Estados Unidos, e marcará a despedida de Didier Deschamps do comando da seleção francesa após quase 14 anos.
Os franceses chegam à decisão de terceiro lugar depois de serem derrotados pela Espanha por 2 a 0 na semifinal, encerrando uma sequência de seis vitórias no torneio. Esta será a quarta vez que a França disputa a medalha de bronze em Mundiais. A equipe conquistou o terceiro lugar em 1958 e 1986, mas foi derrotada na disputa em 1982.
A Inglaterra, por sua vez, perdeu para a Argentina nas semifinais após sofrer a virada nos minutos finais. Será a terceira participação inglesa em uma disputa de terceiro lugar, após as derrotas registradas nas edições de 1990 e 2018.
Para o confronto, Deschamps terá ao menos uma alteração na equipe. O zagueiro William Saliba, lesionado na semifinal, deve dar lugar a Theo Hernández. O treinador também pode promover mudanças no setor ofensivo, com Désiré Doué disputando posição com Bradley Barcola, além da possibilidade de utilizar atletas com pouca participação no torneio, como Warren Zaïre-Emery e N'Golo Kanté.
Pelo lado inglês, Jarell Quansah retorna após cumprir suspensão de dois jogos imposta pela Fifa pela expulsão nas oitavas de final contra o México. De acordo com a imprensa inglesa, o técnico Thomas Tuchel também avalia realizar mudanças na escalação, considerando que sua equipe teve um dia a menos de descanso em relação à França.
Baiano, de Monte Santo, na região nordeste do estado, Fábio Jesus Correia conquistou o terceiro lugar na centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Com o tempo de 45min6s, o atleta conhecido como “Guerreiro do Sertão” bateu sua própria marca de quarto colocado em 2022, que já era a melhor de um brasileiro na prova masculina.
“É muito treino e muita dedicação para a gente chegar aqui. Competir contra os africanos não é fácil. Treinamos demais, nos dedicamos demais, e que pena que o Brasil não incentiva tanto no atletismo, que é um esporte tão importante. Só tenho a agradecer ao meu treinador, ao exército brasileiro e a minha Bahia, que tem uma energia positiva. Agradeço ao meu povo baiano, nordestino e de todo o Brasil que torce pelo Guerreiro do Sertão”, declarou.
Antes do brasileiro, chegou o etíope Muse Gizachew, que venceu a prova com 44min28s, e o queniano Jonathan Kipkoech, que ficou em segundo lugar com 44min32s de marca. Gizachew surpreendeu ao ultrapassar Kipkoech nos 50 metros finais da corrida.
A atleta baiana Núbia de Oliveira voltou a se destacar na Corrida Internacional de São Silvestre ao conquistar o terceiro lugar na edição centenária da prova. Com o tempo de 52min42s, a corredora natural de Campo Formoso, no norte da Bahia, alcançou o pódio pelo segundo ano consecutivo.
“Estou muito feliz. Toda honra e toda glória seja dada a Deus. Agradeço demais a todos brasileiros que ficaram na torcida, agradeço demais a minha família, meus pais, meu marido e o meu treinador, professor Ferreirinha”, declarou logo após a prova.
Esta foi a quarta participação de Núbia na tradicional corrida realizada em São Paulo. Aos 23 anos, a atleta, que reside no distrito de Flamengo, no município de Jaguarari, consolida seu nome entre os principais destaques do atletismo.
“Estou aqui representando Jaguarari, Campo Formoso e todos que me acompanham. Foi uma excelente prova, porque o meu objetivo era chegar aqui e ser melhor que no ano passado. Graças a Deus consegui melhorar a minha marca, mas eu tinha um objetivo maior, que era o primeiro lugar, não veio nesse ano, mas eu tenho muita fé em Deus que isso ainda vai acontecer. Tenho certeza que vou voltar aqui e vencer essa prova”, afirmou Núbia.
A vitória na prova feminina ficou com a tanzaniana Sisilia Panga, que completou o percurso em 51min09s. O segundo lugar foi da queniana Cynthia Chemweno, com o tempo de 52min30s, repetindo a mesma colocação obtida na edição de 2024.
Mesmo jovem, Núbia de Oliveira já reúne um currículo expressivo no esporte. A corredora é campeã do Troféu Brasil nos 1.000 metros, campeã sul-americana, vice-campeã pan-americana de cross country e soma 13 títulos brasileiros de atletismo.
Em partida realizada no Estádio De Grolsch Veste, em Enschede, na Holanda, a Itália bateu a seleção da casa por 3 a 2 e ficou com o 3º lugar na Liga das Nações da Europa.
Os italianos começaram com tudo e aos 20 minutos já estavam vencendo por 2 a 0 com gols de Dimarco e Frattesi. Na 2ª etapa, a Holanda diminuiu com Bergwijn, aos 23', antes de Chiesa ampliar para a Itália aos 27'. No fim da partida, aos 44 minutos, Wijnaldum diminuiu e colocou emoção no fim da partida, mas os italianos conseguiram segurar a vitória.
Disputada desde 2019, essa é a segunda vez seguida que a seleção italiana termina a Liga das Nações da Europa nesta posição. Em 2019, o campeão foi Portugal, e em 2021, o título ficou com a França.
Hoje, às 15h45, Croácia e Espanha definem quem será o campeão da Liga das Nações da Europa 2023.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.