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terceirizadas da ford
Ex-funcionários de empresas “satélites” da Ford protestaram na manhã desta segunda-feira (11) em um trecho da BA-526, a Via Parafuso. A ação foi feita por ex-empregados da Magna Seating, Magna Cosmos, Sian e Tenneco, e chegou a bloquear os dois trechos da via. Os manifestantes aguardam uma definição da Justiça.
A ação desta segunda não foi puxada pelo sindicato dos metalúrgicos de Camaçari. Foi feita por um grupo de ex-servidores de terceirizadas da Ford. A montadora encerrou as atividades na Bahia e o Brasil em janeiro de 2021.
Presidente do sindicato dos metalúrgicos à época do fechamento da Ford e atual representante nas negociações, Júlio Bonfim, disse que as empresas citadas são as únicas ainda que não entraram em acordo para pagamentos das indenizações dos trabalhadores.
Segundo ele, cabe à Justiça acelerar as decisões. “A gente não pode obrigar na marra o empresário e dizer: “pague”. É a Justiça que tem fazer isso. O sindicato tem limitações legais. Nós não podemos ser responsabilizados pela demora desses processos”, disse o sindicalista ao BN. Conforme Bonfim, quase 600 trabalhadores das empresas satélites estariam afetados. Outros mais de oito mil funcionários já tiveram os pagamentos encaminhados.
Segundo a Polícia Militar (PM-BA), o protesto ocorreu na altura do km 6 da rodovia. Munidos de faixas e cartazes, o grupo bloqueou a via, ateando fogo em pneus. Um Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) foi acionado e após negociação com os manifestantes, a via foi liberada para o tráfego. Os manifestantes utilizavam cartazes e objetos em chamas para bloquear a via. (Atualizado às 10h)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.