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Artigos

Renato Tourinho
O fenômeno que só a Bahia é capaz de fazer!
Foto: Acervo pessoal

O fenômeno que só a Bahia é capaz de fazer!

Poucos acontecimentos no mundo conseguem reunir 2 milhões de pessoas em torno de uma música, de um cantor ou de um trio elétrico. Menos ainda fazem isso de forma contínua, por horas, em movimento, com alegria coletiva e um nível mínimo de violência ou acidentes. É exatamente aí que o Carnaval da Bahia deixa de ser apenas uma festa e se torna um fenômeno social, cultural e comportamental.

Multimídia

Luiz Gavazza celebra sucesso de trios elétricos movidos a gás natural

Luiz Gavazza celebra sucesso de trios elétricos movidos a gás natural
O presidente da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), Luiz Gavazza, fez um balanço das ações da estatal durante o Carnaval de 2026. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (23), o representante da Bahiagás destaca que, para além dos patrocínios, a companhia apostou, pelo segundo ano consecutivo, na renovação técnica do Carnaval soteropolitano.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

terapia

Uso da polilaminina não terá será suficiente se Bahia não investir em serviço de reabilitação, alerta médico do HGE na Antena 1 Salvador
Foto: Antena 1 Salvador

O médico ortopedista Djalma Amorim Jr refletiu, nesta quarta-feira (25), sobre a necessidade de intervenção e apoio a pacientes que passarem a utilizar a polilaminina no Brasil. A proteína encontrada naturalmente no corpo, voltou a ser pauta no país após trazer de volta movimentos sutis a pacientes acometidos com com lesão medular. 

Os estudos são conduzidos pela cientista Tatiana Lobo Coelho de Sampaio, responsável pelo desenvolvimento inicial da tecnologia. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, relembrou dos atendimentos efetuados no Hospital Geral do Estado (HGE), para pacientes que sofrem algum tipo de acidente. 

 

“A gente observa muitos acidentes de motos, ferimentos com arma de fogo e arma branca e pessoas que vêm do interior. Cada vez que se sobe mais em árvore, mais os galhos ficam finos. Nós temos no país, um desenvolvimento social não tão bom. A gente vê no HGE, um número grande de acidentes”, afirmou aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes. 

 

O membro da Sociedade Brasileira de Regeneração Tecidual (SBRET), apontou que a rede de proteção realiza um trabalho diferenciado, mas ainda enfrenta limitações. Ele indicou a necessidade de descentralizar os serviços de reabilitação na Bahia.

 

“Posso dizer que o HGE é um hospital sensacional. Uma pena que algumas pessoas da sociedade baiana não reconheçam isso. São serviços referenciados no mundo. São médicos que operam nos melhores hospitais privados da Bahia. Sabemos que temos uma rede que faz um trabalho diferente de reabilitação, mas ainda não consegue contemplar uma quantidade excessiva. Não atendemos só pessoas de Salvador que tem um acidente, mas também de outras cidades da Bahia. O governo precisa melhorar muito nisso, descentralizando esses serviços de reabilitação”, explicou. 

 

O médico do Serviço de Trauma Raqui-medular do HGE indicou que a rede de proteção realiza um trabalho diferenciado, mas ainda enfrenta limitações. Ele comentou ainda da necessidade de ampliação da reabilitação com avanço da polilaminina no Brasil

 

“Não temos um serviço de reabilitação completo para todos os municípios, mas observamos que com o avanço dessa medicação, os estados do Brasil precisarão ter uma atenção melhor neste sentido de enxergar que estará próximo a gente, a essa medicação, que estará do nosso lado”, contou. 

 

Para o especialista, será preciso também, além do uso da polilaminina, uma ampliação dos serviços de reabilitação. 

 

“As pessoas que fizerem uso desse produto [polilaminina] vão  cobrar de seus estados o serviço de reabilitação. Precisamos antecipar, através de uma análise crítica, o que será preciso oferecer ao município, à população e aos eleitorados. O que será necessário nesses cinco anos de construção de serviço de reabilitação que possibilitem a melhora, nesses pacientes com lesão medular completa, submetidos a polilaminina, para que eles ganhem não só a medicação, mas também o movimento”, completou. 

Ana Vilela relata 'experiência muito nova e doida' de criar novas canções com depressão
Foto: Reprodução / Facebook

Autora de um dos maiores hits chiclete da nova música brasileira, o “Trem-Bala”, a cantora e compositora Ana Vilela fez um desabafo nas redes sociais sobre o processo de criação e sua condição psicológica.

 

“Trabalhar em um álbum novo tendo depressão é uma experiência muito nova e doida”, escreveu a artista em sua conta oficial no Twitter, nesta quarta-feira (27). 

 

Ana Vilela relata a dificuldade grande em se concentrar para compor sobre questões sensíveis, mas diz que o processo é curativo. 

 

“Tem que fazer um esforço do cão pra conseguir sentar e escrever sobre as paradas porque às vezes parece que você vai morrer de chorar no meio. Em compensação nada ajuda tanto ou é tão terapêutico quanto”, conta a cantora.

Michael B. Jordan revela que fez terapia após filmagens de 'Pantera Negra'
Foto: Divulgação

Michael B. Jordan revelou durante entrevista ao programa SuperSoul Conversations, apresentado pela Oprah, que precisou fazer terapia após as filmagens do filme Pantera Negra.

 

De acordo com o site USA Today, Jordan confessou que para interpretar o vilão Erik Killmonger acabou absorvendo sentimentos que foram difíceis de lidar após as gravações. 

 

"Fui para a terapia, comecei a falar com as pessoas, começando a desempacotar um pouco. Estava sozinho, me isolando. (...) Passei muito tempo sozinho, e descobri que a infância e o crescimento de Erik [Killmonger], foram muito solitários. Ele não tinha muitas pessoas com quem podia conversar sobre esse lugar chamado Wakanda que não existia. Claro que é uma versão extrema e exagerada da Diáspora Africana da perspectiva afro-americana, então ser capaz de absorver esse tipo de dor e raiva, todas essas emoções que Erik meio que representa por ser negro aqui nos EUA… Aquilo foi algo que eu não aguentei tranquilamente."

 

O ator ainda explicou que não passou por um processo para interpretar Killmonger e contou suas sensações depois das filmagens: "Não tive um método, só fiz o que achava necessário ou o que julgava certo no momento, e não tinha um plano de fuga para isso também. Quando tudo acabou, acho que estar naquele estado mental… aquilo me pegou. Foi difícil no começo, me reajustar às pessoas que cuidam de mim, receber aquele amor que eu afastei. Não queria amor, eu queria estar nesse lugar solitário o máximo que eu pudesse. [Fazer terapia] me ajudou muito.”

 

Michael B. finalizou o relato recomendando que todas as pessoas, principalmente os homens, devem cuidar melhor de sua saúde mental: "Sua mente é poderosa. Sua mente leva seu corpo além de limites que te fariam desistir, e honestamente fazer terapia, só falar com alguém, me ajudou muito. Como homem, você pode acabar negligenciando isso, o que não recomendo. Todo mundo precisa descarregar e falar."

 

Pantera Negra, lançado em 2018, se destacou por se tornar o primeiro filme de super-heróis indicado ao Oscar de Melhor Filme. O longa arrecadou US$ 1,3 bilhão na bilheteria mundial.

Adele revela depressão pós-parto: 'Eu me sentia muito incapaz'
Foto: Reprodução / Instagram Adele
Além de cantora e compositora, Adele também é mãe de um garoto de quatro anos, mas o que muita gente não sabe é que a cantora sofreu com depressão pós-parto. Essa e outras declarações da cantora foram divulgadas nessa segunda-feira (31) pela revista Vanity Fair. "Eu tive uma depressão pós-parto muito ruim depois que eu tive o meu filho e isso me assustou. O meu conhecimento sobre pós-parto é que você não quer estar com a sua criança. Você fica preocupada em machucar o seu filho, você fica preocupada se está fazendo o certo. No entanto, eu era obcecada com o meu filho. Eu me sentia muito incapaz. Eu senti como se tivesse feito a pior decisão da minha vida. Isso pode vir de muitas diferentes formas", revelou Adele à publicação.

A cantora britânica contou que fez terapia por muitos anos por conta de seu lado mais obscuro. Por isso, ela confirma que sempre foi atraída por músicas melancólicas, maioria em sua discografia. "Eu tenho um lado muito escuro. Eu sou muito propensa à depressão. Eu posso entrar e sair dela muito facilmente. Isso começou quando o meu avô morreu, quando eu tinha cerca de 10 anos. Ao mesmo tempo em que eu nunca tive pensamentos suicidas, eu já estive em terapia, muito", completou, esclarecendo que não se sente dessa forma desde que superou a depressão pós-parto.

Paul McCartney diz que compor é terapia

Paul McCartney diz que compor é terapia
Foto: Getty Images
Paul McCartney acredita que compor músicas é como uma terapia. O ícone, de 71 anos - que foi condecorado por seus serviços prestados à música - admite que alguns de seus sucessos, como “Yesterday” e “Calico Skies”, foram escritos quando ele estava passando por um momento emotivo em sua vida porque as letras o permitiram libertar o “demônio” de dentro dele. "Acho que é tão bom quando você está em um período mais escuro, o bom é que (as músicas) são seu psicanalista, é sua terapia, e você sabe que temos muitas histórias - todo mundo que escreve, tem", disse ele. O líder dos Beatles admite que ele vive para a correria que enfrenta depois de escrever uma música boa, porque isso o permite lidar com as emoções negativas e vê-las em uma diferente perspectiva. "É como você escrever seu sonho ou alguma coisa assim, e é um efeito físico quando você vê que critou uma mágica de novo, tirando o coelho da cartola, 'De onde aquilo veio?'. Nossa! É um sentimento muito bom", explicou ele. Com informações do Portal Terra. 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Teve uma época em que o BN investia mais no jurídico, aí eu poderia contar umas informações que chegaram pra mim nesse Carnaval. Mas vou fazer boca de siri. Enquanto isso, quem se empolgou até demais foi o Ferragamo. Além de parecer um boneco de posto dançando, ainda criou um climão na TV. Mas passada a folia de Momo, o foco agora é garantir publicamente que o clima é o melhor possível. Mesmo que, em alguns casos, não seja exatamente o mais próximo da verdade.

Pérolas do Dia

Heloísa Bolsonaro

Heloísa Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

"Eduardo Bolsonaro não está bem". 

 

Disse a esposa do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, Heloísa Bolsonaro ao fazer coro ao que disse recentemente o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o colega de partido. 

Podcast

Projeto Prisma entrevista presidente da Bahiagás, Luiz Gavazza, nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista presidente da Bahiagás, Luiz Gavazza, nesta segunda-feira
O presidente da Bahiagás Luiz Gavazza é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (23). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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