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O Festival de Cinema de Berlim deste ano, que começará no dia 15 de fevereiro, irá abordar agressões sexuais, discriminação e abuso promovendo um painel, um seminário e um espaço de aconselhamento seguro para convidados, segundo o diretor do evento. O novo foco reflete a missão do festival de exibir filmes que tratam de questões sociais e políticas urgentes.
A mudança reflete também o debate sobre assédio sexual motivado pelo movimento #MeToo. Como consequência, milhares de homens poderosos da indústria cinematográfica, do entretenimento, dos negócios e também políticos foram demitidos ou renunciaram a seus cargos diante de alegações de abusos de poder. "Acreditamos que eventos culturais como este, mas não só eventos culturais, são a plataforma para se debater isto, e estamos no meio desta discussão", comentou Dieter Kosslick, diretor do festival.
Apesar de na premiação do Globo de Ouro, as mulheres terem usado trajes pretos para protestar contra os abusos sexuais de Hollywood, segundo o diretor, no Berlinale, como é conhecido o festival, não haverá código de vestuário. "Só posso incentivar cada mulher a vir vestida como quiser", disse ele. "Nunca tivemos um código de vestuário na Berlinale... eu jamais mandaria uma mulher embora usar sandálias baixas ou um homem por usar saltos", completou.
De acordo com o site do jornal Estadão, outros temas como gênero, etnia, filiação local, idade, deficiência, identidade sexual e diversidade religiosa também ganharão destaque na edição de 2018, que convidou artistas de mais de 80 países para exibirem seus trabalhos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Não tenho que justificar nada para ninguém".
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL) ao comentar sobre a sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso no caso do Banco Master. Em coletiva realizada em frente ao Quartel-General da Polícia Militar do Rio, onde acompanhou a entrega de armamentos e viaturas, o parlamentar afirmou que não precisava avisar a aliados sobre sua relação com Vorcaro.