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tentativa de chantagem
O cantor Márcio Victor, por meio de sua equipe jurídica, se pronunciou, nesta quinta-feira (30), sobre a acusação de destruir um apartamento em São Paulo e deixar um prejuízo de R$ 20 mil. O artista afirma que apartamento foi entregue em “condições normais” e denuncia tentativa de chantagem.
Em nota enviada ao Bahia Notícias, o artista explica que locou um apartamento por meio da plataforma Airbnb, em seu nome, “com pagamento integral e dentro das normas da plataforma” e que, ao término da estadia, teria entregue o imóvel em condições normais de uso e com a taxa de limpeza incluída no valor da locação.
No entanto, após descobrir a identidade do artista, a proprietária do apartamento teria passado a exigir “indevidamente” o pagamento de R$ 20.628,90, “ameaçando divulgar notas e imagens manipuladas, não condizentes com a real situação do imóvel, à imprensa, caso o cantor não cedesse à chantagem”.
A nota afirma ainda que o valor exigido pela proprietária através da plataforma de locação de apartamento refere-se a apenas R$ 5.909,90. “Trata-se, portanto, de uma clara tentativa de difamar e explorar a imagem pública de um artista querido e respeitado, transformando um episódio trivial de hospedagem em um espetáculo midiático”, adicionou a nota.
A equipe jurídica declara ainda que Márcio Victor repudia qualquer “forma de calúnia, difamação e chantagem” e reforçou que “jamais se envolveu em qualquer situação que desabonasse sua conduta pessoal ou profissional”.
Conforme a equipe do artista, as medidas legais cabíveis serão adotadas para responsabilizar os envolvidos pela “propagação de informações falsas”.
ENTENDA O CASO
O cantor Márcio Victor, vocalista do Psirico, foi acusado de deixar prejuízo de R$ 20 mil em um apartamento em São Paulo, após uma passagem pela capital, na última semana. Segundo notícia veículada pela coluna Fábia Oliveira, do jornal Metrópoles, o artista teria até mesmo sido banido de uma plataforma de hospedagem após denúncia da proprietária do apartamento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.