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Ícone do tênis mundial e dona de nove títulos de Grand Slam, Monica Seles revelou, nesta terça-feira (12), que enfrenta uma batalha contra a miastenia gravis, doença autoimune rara e sem cura que compromete a comunicação entre nervos e músculos. O diagnóstico foi feito há três anos, mas os primeiros sintomas surgiram dois anos antes. Veja o anúncio:
Segundo a ex-tenista, a decisão de tornar o caso público foi motivada pela intenção de aumentar a conscientização sobre a condição, especialmente às vésperas do US Open, que começa na próxima segunda-feira (18). Entre os sintomas mais comuns da miastenia gravis estão a fraqueza muscular e impactos em diversas partes do corpo, o que tem afetado seu dia a dia.
“Eu estava jogando com algumas crianças ou familiares e perdia as bola. Eu pensava: ‘É, vejo duas bolas’. Esses são obviamente sintomas que você não pode ignorar. Levei um bom tempo para realmente assimular e falar abertamente sobre isso, porque é uma questão difícil. Isso afeta bastante o meu dia a dia”, relatou Seles, acrescentando que até tarefas simples, como secar o cabelo, se tornaram desafiadoras.
Sem cura disponível no momento, o tratamento da ex-atleta é paliativo, com o objetivo de minimizar os efeitos da doença.
Seles construiu uma das carreiras mais impressionantes do esporte. Até os 19 anos, já havia conquistado oito títulos de Grand Slam, sendo o primeiro aos 16, em Roland Garros, em 1990. Sua trajetória, no entanto, sofreu um duro golpe em 1993, quando foi esfaqueada nas costas por um torcedor durante uma partida em Hamburgo, na Alemanha. Após se afastar temporariamente das quadras, conquistou apenas mais um Slam — o Australian Open de 1996.
A última partida profissional da sérvia ocorreu em 2003. No total, foram 53 títulos e 178 semanas no topo do ranking mundial, consolidando seu nome entre as maiores tenistas da história.
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"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.