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tecnico do time feminino do bahia
Convidado da edição de número 46 do podcast BN na Bola, que aconteceu na última terça-feira (11), Felipe Freitas, técnico da equipe feminina do Bahia, detalhou o motivo da saída de algumas atletas da categoria Sub-18 que estavam em desenvolvimento.
“Uma vez Menina de Aço, sempre Menina de Aço. Elas tiveram um grau de importância muito alto no ano passado, são atletas muito novas e se não me falha a memória, todas têm em torno de 18 anos. Acompanha aí também a Marta, uma atleta ainda muito mais nova. A decisão sempre é transdisciplinar. Um grande diferencial do Bahia é que esse clube não deixa a decisão centralizada em uma pessoa, porque isso aumenta muito a margem de erro. Foi uma decisão transdisciplinar e dentro desse plano de decisão, ele estava, principalmente, o quanto essas atletas poderiam contribuir para uma Série A1 neste momento, que é uma competição de um grau de dificuldade muito maior, e o quanto o Bahia conseguiria contribuir para o desenvolvimento delas”, explicou o treinador.
Felipe seguiu abordando a justificativa para a ida das jogadoras que atravessam uma fase de evolução e afirmou que não acredita que a categoria de base no futebol feminino deve ser introduzida de qualquer forma.
“Dentro dessas reflexões, fez muito sentido não contar com elas para este momento. Primeiro, por elas. Dentro deste processo, o Bahia tenta encaminhá-las ao longo da carreira e isso foi muito legal, um trabalho capitaneado pela Carol Melo. Nós ainda não temos uma categoria de base formada e isso é importante de dizer. E valorizo, porque não adianta ter e ter uma categoria de base feita ‘às coxas’ como muitos clubes têm feito. Não acredito que é dessa forma que o futebol feminino vai ser alimentado”, declarou o comandante.
A entrevista completa com Felipe Freitas está disponível no canal do Bahia Notícias no YouTube. Deixe seu like, clique no link e aperte o sininho para ficar inteiramente informado.
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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.