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O Corinthians já definiu seus principais alvos para substituir Dorival Júnior: Tite e Fernando Diniz. A diretoria trabalha para fechar com um dos dois nomes a tempo da estreia na Libertadores, contra o Platense, na próxima quinta-feira (9), em Buenos Aires.
As conversas avançaram ainda na noite do último domingo (5), quando o presidente Osmar Stabile e o executivo Marcelo Paz permaneceram na Neo Química Arena até a madrugada para discutir os próximos passos. As informações são do jornalista Vitor Chicarolli, do ge.globo.
Livre no mercado desde março, quando deixou o Cruzeiro, Tite aparece como o nome com maior identificação com o clube. O treinador soma uma trajetória marcante no Corinthians, com 378 jogos, 196 vitórias e seis títulos, incluindo a Libertadores e o Mundial de Clubes de 2012.
Apesar do histórico, existe uma cautela interna. Em 2024, Tite chegou a ficar próximo de retornar ao clube, mas desistiu horas antes da apresentação por questões de saúde.
Fernando Diniz surge como uma opção de perfil distinto. Sem clube desde fevereiro, quando deixou o Vasco, o treinador nunca comandou o Corinthians, mas conhece o ambiente do clube por sua passagem como jogador no fim dos anos 1990.
Diniz foi finalista da última Copa do Brasil e é visto como um técnico com ideias próprias de jogo, embora sem a mesma identificação histórica de Tite com o clube.
Internamente, o Corinthians busca um treinador que conheça o futebol brasileiro, consiga lidar com o calendário apertado e tenha capacidade de gestão de grupo.
O fato de ambos estarem livres no mercado também é considerado um fator importante para acelerar a negociação.
A diretoria entende que a escolha não será unanimidade entre os torcedores, mas trabalha para definir o novo comandante o quanto antes.
A tendência é que a decisão final entre Tite e Diniz seja tomada nas próximas horas, com foco na estreia pela Libertadores.
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"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).