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tecnica de enfermagem
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou o senador Magno Malta (PL) por vias de fato após uma técnica de enfermagem afirmar ter sido atingida pelo parlamentar durante atendimento no Hospital DF Star, em Brasília, em abril deste ano. O caso tramita no 2º Juizado Especial Criminal. Segundo a denúncia, a profissional identificou extravasamento de contraste no braço do senador durante uma angiotomografia e informou que seria necessária uma compressa. As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles, nesta quarta-feira (2).
Ainda conforme o MPDFT, quando a técnica se aproximou para ajudá-lo, Malta teria “desferido-lhe um forte tapa no rosto, chegando a entortar seus óculos”. A vítima relatou dor e vermelhidão na face, além de danos ao acessório. O Ministério Público pediu que o senador seja condenado a reparar os danos materiais e morais provocados à profissional, em valor a ser definido pela Justiça.
Antes da denúncia, o MPDFT havia oferecido a Malta um acordo para encerrar o caso mediante pagamento de R$ 6 mil ou prestação de 45 horas de serviços comunitários. O parlamentar recusou a proposta. A defesa nega a agressão. Em nota, afirmou que “não há comprovação de agressão física, tampouco laudo pericial que indique lesão compatível com a acusação” e declarou que o senador seguirá exercendo seu direito de defesa.
Após a acusação, Malta também registrou ocorrência contra a técnica por suposta lesão corporal culposa. O procedimento, porém, foi arquivado pela Justiça do Distrito Federal em julho. Na decisão, o 2º Juizado Especial Criminal seguiu o entendimento do Ministério Público de que não havia “elementos mínimos” indicando falta do dever de cuidado por parte da profissional.
O senador Magno Malta (PL-ES) negou ter agredido uma técnica de enfermagem durante atendimento médico no Hospital DF Star. Segundo relato da profissional, o parlamentar teria desferido um tapa no rosto dela e proferido ofensas verbais, a chamando de “imunda”. O episódio teria ocorrido na última quinta-feira (30), durante a realização de um exame.
Em vídeo publicado neste sábado (2), Malta afirmou que a acusação é falsa e classificou o caso como “falsa comunicação de crime”. O senador declarou que pretende levar a situação à Justiça.
"Oi pessoal aqui Magno Malta, eu ainda estou internado, veja que estou fazendo um exame, você é observado por 12 horas aqui e acaba de ser chocado com uma notícia de que uma auxiliar de enfermagem foi agredida por mim, eu, vocês me conhecem, eu nunca toquei a mão nem nas minhas filhas, em ninguém, em nenhuma mulher, em ninguém, isso é falsa comunicação de crime", declarou.
Ainda na gravação, o parlamentar disse que permanece internado e negou qualquer agressão. Ele afirmou que possui imagens que comprovariam sua versão dos fatos e sustentou que teria sido a vítima do ocorrido.
Malta também declarou que pretende ir “até as últimas consequências” para esclarecer o caso. Segundo ele, o atendimento médico envolvia monitoramento prolongado e um exame, contexto em que a denúncia teria surgido.
A técnica de enfermagem de 43 anos assassinada na noite de quinta-feira (12), em Juazeiro, Vale São-Franciscano. Identificada como Aparecida Rodrigues de Gois Ferreira seguia para a igreja com sua filha de apenas 6 anos quando foi abordada por dois homens armados, os assaltantes deixaram a menina fugir.
O crime ocorreu na Rua cruzeiro I no bairro Argemiro, os dois homens armados abordaram a vítima que pilotava uma motocicleta. Em um ato de crueldade, os assaltantes mandaram a criança correr antes de atirar fatalmente contra Aparecida, segundo a família ao G1. A menina, apesar do trauma, não sofreu ferimentos físicos.
Em reposta ao Bahia Notícias, o departamento da polícia confirmou o relato dos agentes da 76ª CIPM que chegaram e constataram o fato, sendo que a vítima não resistiu aos ferimentos e teve o óbito atestado pelo Samu. Buscas foram feitas em toda a região, mas nenhum suspeito foi encontrado.
A motocicleta roubada foi recuperada na manhã desta sexta-feira (13) no bairro Sol Levante. A Polícia Civil investiga o caso e busca identificar e prender os autores do crime. Até o momento ninguém foi preso.
Samara, amiga de infância da técnica de enfermagem Silvana Conceição de Jesus, de 36 anos, que foi morta a tiros durante um assalto em um açaí no bairro do Cabula VI, na noite de domingo (2), disse que a vítima estava com o celular na mão no momento do assalto. Samara estava com ela no momento.
“A gente lembra do rapaz passando de moto, eu falei para ela ter cuidado e guardar o celular. Ele fez o retorno e quando ele faz o retorno, eles pediram o celular da gente. A gente pediu para ele ter calma e quando a gente estava entregando o celular a ele, o rapaz revida ao assalto, e nessa que ele revidou o assalto, ele atira, e infelizmente atinge a minha amiga, ficamos no meio do fogo cruzado", disse Samara à TV Bahia.
Samara ainda contou que tentou tranquilizar a amiga ao perceber que Silvana havia sido baleada. "Eu falava para ela: 'Você está nervosa, tenha calma que vai dar tudo certo, você não levou tiro, olha o seu celular, está aqui, você está bem'. Ela dizia: 'irmã, eu não estou bem'. Ela começou a revirar os olhos, eu comecei a pedir socorro, pedi a Samu, pedi para a dinda dela para chamar a polícia, mas infelizmente não deu tempo da minha amiga chegar viva", acrescentou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ana Paula Matos
"Você tem um governo do estado que está dizendo que todas as cidades, todos os prefeitos não estão cuidando da saúde? De quem é o problema? Ou tem algo errado aí?"
Disse a vice-prefeita de Salvador e ex-secretária de Saúde, Ana Paula Matos ao rebater as críticas feitas pela oposição sobre a falta de leitos nos hospitais públicos da capital baiana e a falta de hospitais com “demanda aberta”, aqueles que atendem casos de urgência e emergência mediante necessidade.