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Na última quarta-feira (17), o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) deu causa ganha para o Pumas, do México, em processo contra Daniel Alves. A corte reconheceu como válida a rescisão contratual por justa causa e determinou que o ex-jogador deverá indenizar o clube.
De acordo com comunicado do Pumas, a decisão transfere ao atleta a responsabilidade que havia sido atribuída ao time pela Fifa em 2024. O valor a ser pago não foi informado. O contrato foi encerrado em janeiro de 2023, após a prisão do lateral na Espanha.
Além da indenização, Alves não terá direito aos salários até o fim do vínculo, como havia estabelecido a Fifa em primeira instância. A rescisão ocorreu no contexto da investigação de um possível crime sexual cometido pelo brasileiro em dezembro de 2022.
Daniel Alves anunciou a aposentadoria em 2023. Ao longo da carreira, conquistou 41 títulos, incluindo três edições da Liga dos Campeões, e passou por clubes como Bahia, Sevilla, Barcelona, Juventus, PSG e São Paulo. O ex-lateral integrou oito vezes a seleção da Fifa dos melhores do ano.
Confira a nota oficial do Pumas na íntegra:
O Club Universidad Nacional, AC, informa que em 1º de setembro de 2025, foi notificado da sentença arbitral proferida pelo Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) no contexto da disputa contratual entre o Clube e o jogador Daniel Alves Da Silva.
O TAS decidiu a favor do Clube, revogando a decisão de 15 de maio de 2024 proferida pela Câmara de Resolução de Disputas da FIFA e proferindo nova decisão na qual, além de confirmar a validade da rescisão por justa causa do Clube, condenou o Sr. Alves ao pagamento de quantia superior à fixada pela FIFA, a título de indenização pelos danos causados ??a esta instituição.
A Fifa confirmou nesta terça-feira (6) que Los Angeles FC e Club América, do México, disputarão a última vaga do Grupo D da Copa do Mundo de Clubes de 2025. A decisão ocorre após a exclusão do León, do México, da competição.
Segundo a entidade, o confronto será em partida única, com data ainda indefinida. A escolha dos clubes segue critérios do regulamento do torneio. O Los Angeles FC foi o vice-campeão da Liga dos Campeões da Concacaf de 2023, quando perdeu justamente para o León. Já o América é o time melhor posicionado no ranking da confederação que ainda não havia se classificado.
"A Fifa recebeu de bom grado a decisão adotada pelo TAS de recusar as apelações de Pachuca, León e Alajuelense em relação à Copa do Mundo de Clubes 2025", afirmou a entidade em nota oficial.
"Em virtude do regulamento aplicável, para determinar o time que substituirá o León na competição, a Fifa decidiu organizar uma eliminatória de jogo único entre Los Angeles FC e o Club América. O time ganhador se classificará automaticamente para a Copa do Mundo de Clubes 2025 e ocupará a vaga do Club León no grupo D", completou
O anúncio foi feito após o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) rejeitar os recursos apresentados por León e Alajuelense. O León foi excluído por violar as regras da Fifa que impedem clubes com o mesmo proprietário de participarem da competição. O time pertence ao mesmo grupo que controla o Pachuca, já garantido no torneio.
Na decisão, o TAS considerou que "as provas apresentadas são insuficientes para demonstrar que os clubes agem de forma independente" e confirmou a exclusão do León. O Pachuca, por outro lado, permanece entre os participantes. Sobre o Alajuelense, da Costa Rica, o tribunal informou apenas que o recurso foi negado, com os fundamentos a serem divulgados posteriormente.
A equipe costarriquenha argumentava merecer a vaga com base em sua posição no ranking da Concacaf, mas está atrás de vários clubes dos Estados Unidos e México, que, pelas regras, só podem ter dois representantes cada, salvo exceções para campeões continentais.
Com a disputa judicial encerrada, a Fifa optou por um jogo de repescagem para definir o substituto do León, mantendo o número de clubes dentro do limite regulatório por país.
O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) realizou nesta quarta-feira (23), em Madri, uma audiência para julgar o pedido da Alajuelense, da Costa Rica, que busca ocupar a vaga deixada pelo León, do México, no Mundial de Clubes de 2025. A participação do time mexicano foi vetada pela FIFA devido a conflito de propriedade com o Pachuca, também classificado para o torneio.
A disputa chegou ao TAS por meio de dois processos distintos. O primeiro foi movido pela própria Alajuelense, antes mesmo da exclusão oficial do León, com base em sua posição no ranking da Concacaf. O segundo processo foi aberto pelo clube mexicano, que tenta reverter a decisão da FIFA alegando independência administrativa e estrutural em relação ao Pachuca, apesar de ambos pertencerem ao mesmo grupo empresarial.
A audiência desta quarta teve foco exclusivo no caso da Alajuelense. Segundo veículos da imprensa espanhola, a sessão durou mais de cinco horas e contou com apresentação de documentos, testemunhas e argumentos da equipe costarriquenha. Na saída, o advogado do clube, León Weinstock, afirmou que "espera uma decisão do TAS nas próximas semanas”.
Já o julgamento do processo movido pelo León está marcado para 5 de maio. A expectativa é que o TAS emita uma decisão definitiva ainda no mesmo mês, a cerca de um mês do início do torneio, nos Estados Unidos. Com isso, segue indefinido quem completará o Grupo D do Mundial, que já conta com Flamengo, Chelsea e Espérance.
A Fifa, por sua vez, considera uma alternativa caso o impasse persista: um confronto eliminatório entre América do México e Los Angeles FC. O América é o time melhor posicionado no ranking da Concacaf após Monterrey e León, enquanto o LAFC foi vice-campeão da Champions League da Concacaf em 2023, torneio vencido justamente pelo León.
Apesar de estar apenas na 15ª colocação no ranking da Concacaf, o Alajuelense afirma ser a equipe mais bem colocada entre os clubes que não são dos Estados Unidos ou do México, países que já atingiram o limite de duas vagas permitidas pela FIFA, exceto em casos de múltiplos títulos continentais recentes.
O Mundial de Clubes de 2025 será o primeiro no novo formato ampliado e reunirá 32 equipes. A situação de León e Alajuelense ilustra um dos desafios regulatórios que acompanham a mudança.
A disputa por uma vaga no Mundial de Clubes de 2025 ganhou um novo capítulo. O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) registrou, nesta sexta-feira (4), dois recursos apresentados por clubes mexicanos contra a FIFA. As ações, protocoladas na última quarta-feira (2), foram movidas por León e Pachuca, que buscam reverter a decisão da entidade máxima do futebol de excluir o León da competição.
A FIFA determinou a exclusão do clube mexicano em março, após seu Comitê de Apelação concluir que as equipes violaram o Artigo 10 do regulamento do torneio, que trata sobre multipropriedade de clubes. Agora, León e Pachuca tentam anular a decisão e provar que cumprem todas as exigências para disputar o torneio.
Além dos recursos no TAS, o León também entrou com uma apelação específica contra a decisão do Secretário-Geral da FIFA, Mattias Grafstrom, que confirmou a exclusão da equipe no dia 21 de março. O objetivo do clube é ser reintegrado à competição.
A contestação envolvendo os times mexicanos foi motivada por uma ação da Liga Deportiva Alajuelense, da Costa Rica. O clube alegou que a suposta violação do regulamento justificaria a exclusão de uma das equipes do México. A Alajuelense reivindica a vaga do León com base em dois argumentos: a limitação da FIFA, que impede a participação de mais de dois clubes do mesmo país no torneio, e sua posição no ranking da entidade, sendo o primeiro clube elegível fora dos times do México e dos Estados Unidos.
O caso será analisado pelo TAS em duas datas: no dia 23 de abril, será julgado o pedido da Alajuelense; já os recursos de León e Pachuca serão decididos em 5 de maio. Caso o clube costa-riquenho saia vitorioso na disputa judicial, ele assumirá a vaga do León no Grupo D do Mundial de Clubes, onde enfrentará o Flamengo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.