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Artigos

Bernardo Araújo
Os “meninus” do trio
Foto: Acervo pessoal

Os “meninus” do trio

A poucas semanas do início do Carnaval, sempre me pego pensando: qual será a polêmica de 2026? Porque, convenhamos, em Salvador, polêmica carnavalesca não é acidente — é tradição. Todos os anos, essa cidade vocacionada para os serviços e, sobretudo, para a economia criativa, se prepara para a maior festa do planeta. Pelo menos é assim que nós, baianos, gostamos de dizer, misturando exagero e orgulho na mesma dose.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

tarcisio de freitas

Futura/Apex: Tarcísio se reelegeria com folga em São Paulo, batendo nomes como Alckmin, Haddad, Tebet e Pablo Marçal
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), está em Brasília nesta quinta-feira (29) para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, onde ele passou a cumprir pena. Autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o encontro deve ocorrer entre 11 e 13h. 

 

Em declarações nesta semana, Tarcísio reafirmou que disputará a reeleição do governo do estado, além de reforçar ser “leal” ao ex-presidente.

 

“Sempre falei do meu carinho, da minha lealdade, ao presidente Bolsonaro e dizia: 'O meu candidato é o Bolsonaro ou quem ele indicar'. Ele indicou o Flávio. Então, quem é o meu nome a partir de agora? É o Flávio Bolsonaro”, disse Tarcísio. Essa posição deve ser ratificada após o encontro com Jair Bolsonaro.

 

Uma pesquisa Apex/Futura divulgada nesta quarta (28), fortalece a disposição do governador de buscar a reeleição em São Paulo. A pesquisa mostra Tarcísio liderando em todos os cenários de primeiro e segundo turnos. 

 

Nos cenários de primeiro turno na disputa pelo governo de São Paulo, Tarcísio se mantém na liderança com percentuais de 40,4% a 42,5%, a depender dos adversários. Os cenários misturam nomes como Geraldo Alckmin (PSB), Érika Hilton (Psol), Fernando Haddad (PT), Kim Kataguiri (União Brasil), Simone Tebet (MDB), Pablo Marçal (sem partido), Astronauta Marcos Pontes (PL), Felício Ramuth (PSD), entre outros.

 

No segundo turno, o governador de São Paulo bate com folga seus possíveis adversários. Veja abaixo as simulações de segundo turno:

 

Tarcísio de Freitas 56,6% x 31,2% Fernando Haddad 

Tarcísio de Freitas 53,9% x 35,4% Geraldo Alckmin

Tarcísio de Freitas 60,1% x 26,6% Simone Tebet

 

Em outro recorte, a pesquisa Apex/Futura também mostrou que 50,6% acham o governo de Tarcísio bom ou ótimo; 26,5% consideram regular; e 20% julgam ruim ou péssimo. A maioria dos paulistas — 64,3% —aprovam a gestão do governador, e 30,3% desaprovam.

 

A pesquisa foi feita entre 20 e 23 de janeiro, com 1,2 mil eleitores em 257 cidades do Estado de São Paulo. A margem de erro é de 2,8 pontos porcentuais, o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, com o número SP-04679/2026 e no Tribunal Superior Eleitoral, com o número BR-03024/2026.
 

Paraná Pesquisas vai divulgar nesta quinta-feira seu primeiro levantamento de 2026 sobre a corrida presidencial
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O Instituto Paraná Pesquisas vai divulgar nesta quinta-feira (29) mais uma simulação sobre a corrida presidencial de 2026. A pesquisa, além de contar simulações de primeiro e segundo turno, ainda avalia a rejeição dos principais presidenciáveis e analisa a aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

A sondagem projetará dois cenários de primeiro turno. Em um deles, os entrevistados escolherão entre Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ratinho Junior (PSD), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC). No outro, apenas uma mudança: sai Flávio, entra Tarcísio de Freitas (Republicanos).

 

O instituto também apresentará três cenários de segundo turno, todos com a presença do presidente Lula: contra Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior. Os outros dois postulantes a uma candidatura presidencial pelo PSD, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, ficaram de fora das simulações de segundo turno.

 

No quesito da avaliação pessoal de cada candidato, o Paraná Pesquisas questionou os entrevistados se teriam certeza em votar, se poderiam votar ou não votariam de jeito nenhum nos candidatos Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Júnior e Tarcísio de Freitas.

 

Esse levantamento será o primeiro da Paraná Pesquisas em 2026. Em sua última pesquisa do ano passado, o Paraná Pesquisas havia apurado que o presidente Lula aparecia em primeiro lugar em todos os cenários de primeiro turno. Já nas seis simulações de segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, mas empatado tecnicamente, pela margem de erro, com Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro e Ratinho Junior.

 

Um dado curioso da nova sondagem do Paraná Pesquisas é que nomes que vinham sendo inseridos anteriormente nos levantamentos entre os postulantes a uma candidatura presidencial, como Michelle Bolsonaro (PL), a senadora Tereza Cristina (PP), o ex-governador Ciro Gomes (PSDB), foram deixados de fora das simulações. Até mesmo o presidente do Missão, Renan Santos, que vem tendo o seu nome testado em outras pesquisas, foi deixado de fora nos cenários do Paraná Pesquisas.

 

O trabalho de campo para a realização do levantamento foi feito pelo Paraná Pesquisas entre o último domingo (25) e esta quarta (28). Foram 2.080 entrevistas, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
 

Nikolas lidera com folga ranking dos políticos com maior engajamento no Instagram e Lula perde para Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em um mês de janeiro no qual divulgou mais um vídeo sobre monitoramento do pix, que teve mais de 71 milhões de visualizações, e que liderou uma caminhada a pé de 240Km de Minas Gerais a Brasília, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) consolidou ainda mais a sua posição de político mais influente no Instagram.

 

Levantamento realizado pela plataforma de análise de dados Zeeng, divulgado nesta segunda-feira (26), revela que Nikolas Ferreira liderou com folga o ranking de engajamento entre políticos brasileiros entre os dias 1° e 26 de janeiro deste ano. O resultado do político mineiro foi 689% maior que o do segundo colocado, o também deputado Sargento Fahur (PSD-PR).

 

De acordo com a análise, o engajamento médio de Nikolas Ferreira nos primeiros 26 dias de janeiro deste ano no Instagram foi de 2.488.745 interações. Além do vídeo do Pix, diversos vídeos postados por Nikolas durante a caminhada realizada na semana passada tiveram forte engajamento, pelo menos dois deles na casa de 60 milhões de visualizações.

 

Já o deputado Fahur, por sua vez, registrou 315.087 participações em média no período, ficando com a segunda posição. O deputado paranaense entrou na caminhada já nos últimos dias. 

 

O segmento da direita dominou o top 5 dos mais influentes, com o vereador Lucas Pavanato (PL-SP) na terceira posição, o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) na quarta e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na quinta colocação. Pavanato se juntou à caminhada logo nos primeiros dias, e gravou vídeos que tiveram milhões de visualizações e interações.

 

A esquerda, por outro lado, colocou apenas três nomes entre os 20 primeiros colocados. Foram eles: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na 7ª colocação; a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), no 8° lugar; e o deputado estadual Renato Freitas (PT-PR), na 12ª posição. 

 

Lula, por sinal, ficou logo abaixo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu principal rival até o momento na disputa presidencial deste ano. Além de Lula e Flávio Bolsonaro, o outro presidenciável que aparece na lista é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na décima posição.

 

Dos 20 primeiros colocados na lista do ranking de influência, oito participaram da caminhada liderada por Nikolas Ferreira. São eles, além do próprio Nikolas: Sargento Fahur, Lucas Pavanato, Rony Gabriel, Carlos Bolsonaro, Jeffrey Chiquini, Gustavo Gayer e Maurício Marcon.

 

Além da deputada Erika Hilton, a outra mulher entre os 20 mais influentes é a deputada estadual Índia Armelau, do Rio de Janeiro. A deputada pertence ao PL do Rio, e faz muitas postagens com fortes críticas aos parlamentares e políticos de esquerda. 

 

Confira a lista dos 20 primeiros colocados em engajamento no Instagram, segundo a plataforma Zeeng (número de interações em média por postagem):

 

1 - Nikolas Ferreira – 2.488.745
2 - Sargento Fahur – 315.087
3 - Lucas Pavanato – 193.106
4 - Sergio Moro – 187.530
5 - Eduardo Bolsonaro – 167.715
6 - Flávio Bolsonaro – 161.937
7 - Lula – 157.114
8 - Erika Hilton – 137.271
9 - Rony Gabriel – 134.697
10 - Tarcísio de Freitas – 103.184
11 - Carlos Bolsonaro – 93.353
12 - Renato Freitas – 88.206
13 - Delegado Bruno Lima – 79.057
14 - Jeffrey Chiquini – 78.495
15 - Cleitinho Azevedo – 75.742
16 - Gustavo Gayer – 74.804
17 - Mauricio Marcon – 72.707
18 - Sargento Salazar – 71.591
19 - Rodrigo Manga – 68.619
20 - Índia Armelau – 62.708

 

Michel Temer diz à Veja que eleitor está cansado da disputa Lula x Bolsonaro e defende que país saia da polarização
Foto: Reprodução Youtube

“Ou superamos o passado ou não teremos futuro”. A afirmação foi feita pelo ex-presidente Michel Temer, em entrevista à edição da revista Veja que chegou nesta sexta-feira (23) às bancas. A frase de Temer se refere à polarização que domina a política brasileira. 

 

“No meu tempo havia oposição, mas não havia essa radicalização de posições”, colocou o ex-presidente. Superar o passado, segundo ele, é a única receita para o Brasil sair do “atoleiro político” em que se encontra hoje.

 

À revista, o ex-presidente defendeu a construção de um pacto político contra a polarização. Michel Temer afirma que o eleitor brasileiro está cansado da disputa entre Lula e Bolsonaro, e diz acreditar que a alternativa aos dois passa pela moderação. 

 

“É um momento em que os candidatos podem lançar projetos para o país. Se isso acontecesse, ao invés da disputa Lula e Bolsonaro, teríamos uma disputa de projetos para chegar ao poder. Essa pregação parece de certa ingenuidade, eu sei, mas não é. O ideal seria o centro e a centro-direita terem um programa para o país para se opor a outro programa, e daí nós melhoramos as relações políticoeleitorais-administrativas no país”, explica o ex-presidente.

 

Michel Temer diz à Veja que já foi procurado pelos governadores que pretendem disputar a Presidência, e teria dado a eles essa sugestão. Há pelo menos quatro atuais governadores que demonstram intenção de se candidatar em outubro: Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo) e Ratinho Jr. (Paraná).

 

“Qualquer um deles que vier a ser candidato representa muito adequadamente o meu pensamento. O eleitorado está cansado dessa disputa de nome contra nome”, concluiu Temer.

 

O ex-presidente também foi questionado se a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderia ser um fato de união da centro-direita. Para Temer, se Fávio chegar a um segundo turno, o nome dele acabará sendo uma opção natural do centro, da centro-direita e da “direita radical”. 

 

A revista Veja perguntou ainda ao ex-presidente Michel Temer se ele se incomoda com declarações do presidente Lula o chamando de “golpista”. Temer disse que Lula faz isso para agradar a militância, mas mostrou não gostar do tratamento que lhe é dispensado.

 

“Conheço bem o presidente Lula. Sempre me dei muito bem com ele e ele comigo. Mas ele faz isso para agradar a uma ala do PT. Não deveria fazê-lo. Muita gente diz que, como fizemos grandes reformas, como recuperamos as estatais, como reduzimos juros, como recuperamos o PIB, como reduzimos inflação — se foi golpe, foi golpe de sorte. Não me incomodo minimamente mais com isso. Compreendo essas coisas e, com toda a franqueza, fico acima dessas palavras inteiramente inadequadas”, disse Michel Temer.
 

Lula tem rejeição de 49,7%, maior que as de Flávio Bolsonaro e Tarcísio, revela pesquisa AtlasIntel/Bloomberg
Foto: Montagem com imagens da Agência Brasil e Agência Senado

Apesar de ganhar de todos os seus adversários nas simulações de primeiro e segundo turnos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui rejeição maior do que outros 13 nomes de pretensos candidatos a presidente ou políticos de expressão nacional. A rejeição de Lula só não é maior do que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

 

O resultado foi apurado pela primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de intenção de votos. O levantamento, que contou com mais de cinco mil entrevistados, foi divulgado nesta quarta-feira (21). 

 

Um total de 49,7% dos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg disse que não votaria de jeito nenhum no presidente Lula nas eleições de outubro de 2026. Esse patamar só é menor do que os 50% que afirmam que não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro, que está inelegível. 

 

Na sequência, o nome mais rejeitado pelos eleitores é o do senador Flávio Bolsonaro (PL), indicado pelo pai, Jair Bolsonaro, para ser o principal candidato do segmento da direita. Um total de 47,4% afirmam que não votariam no senador do PL de jeito nenhum. 

 

Confira abaixo a lista completa da rejeição aos presidenciáveis e outros políticos de expressão nacional:

 

Jair Bolsonaro (PL) - 50%
Lula (PT) - 49,7%
Flávio Bolsonaro (PL) - 47,4%
Renan Santos (Missão) - 45,6%
Michelle Bolsonaro (PL) - 44,9%
Nikolas Ferreira (PL) - 44,7%  
Ciro Gomes (PSDB) - 43,4%
Romeu Zema (Novo) - 42,1%
Eduardo Leite (PSD) - 41,7%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 41,1%
Ronaldo Caiado (União) - 40,7%
Ratinho Jr. (PSD) - 39,9%
Fernando Haddad (PT) - 36,9%

 

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
 

AtlasIntel/Bloomberg mostra Lula ganhando de todos os adversários, mas margem no segundo turno é apertada
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em um quadro parecido com o que já havia sido apresentado pela Genial/Quaest na semana passada, a primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de 2026, divulgada nesta quarta-feira (21), da mesma forma mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de todos os seus adversários. Pelo levantamento, Lula ganha tanto no primeiro quanto nas simulações de segundo turno. 

 

Para o primeiro turno, a AtlasIntel/Bloomberg testou cinco cenários, com diferentes listas de adversários. No primeiro deles, foram inseridos os nomes de praticamente todos os que são pretensos candidatos, e mesmo assim Lula alcançou 48,4%. Neste primeiro cenário, o mais surpreendente foi o crescimento de Renan Santos, do Missão.

 

Lula (PT) - 48,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 28%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 11%
Renan Santos (Missão) - 2,9%
Ronaldo Caiado (União) - 2,9%
Ratinho Jr. (PSD) - 1,7%
Romeu Zema (Novo) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 2,1%
Não sei - 0,3%

 

Nos cenários seguintes, alguns nomes ora são retirados, ora são colocados de volta. Em todos eles, o presidente Lula lidera, e a menor diferença foi em um eventual embate com o candidato Flávio Bolsonaro, do PL. 

 

Confira abaixo os quatro outros cenários de disputas em primeiro turno, conforme a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg. 

 

Cenário 2

 

Lula (PT) - 48,9%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35%
Ronaldo Caiado (União) - 4,39%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 2,8%
Romeu Zema (Novo) - 2,8%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 1,5%
Não sei - 0,4%

 

Cenário 3

 

Lula (PT) - 48,5%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 3,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,9%
Renan Santos (Missão) - 3,2%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 5%
Não sei - 1,1%

 

Cenário 4 

 

Lula (PT) - 48,4%
Michelle Bolsonaro (PL) - 30,9%
Ronaldo Caiado (União) - 11,3%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Eduardo Leite (PSD) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%%
Voto branco/nulo - 2,8%
Não sei - 0,5%

 

Cenário 5

 

Lula (PT) - 48,8%
Ronaldo Caiado (União) - 15,2%
Romeu Zema (Novo) - 11,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 9,4%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 8,1%
Não sei - 2,2%

 

Nas simulações de segundo turno apresentadas aos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg, o presidente Lula teria vantagem de quatro a 25 pontos contra os nomes de adversários que podem disputar eleições. A Atlas chegou a simular uma disputa entre o líder petista e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de ele estar inelegível. De acordo com as simulações Lula marcaria 49% dos votos totais contra praticamente todos os adversários.

 

Confira abaixo os cenários de segundo turno da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg:

 

Lula 49 x 46 Jair Bolsonaro
Lula 49 x 45 Tarcísio de Freitas
Lula 49 x 45 Michelle Bolsonaro
Lula 49 x 45 Flávio Bolsonaro
Lula 49 x 39 Ronaldo Caiado
Lula 49 x 39 Romeu Zema
Lula 49 x 39 Ratinho Jr. 
Lula 48 x 23 Eduardo Leite

 

Uma outra simulação de primeiro turno feita pela AtlasIntel/Bloomberg retirou o nome do presidente Lula e o substituiu pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O instituto fez duas simulações de disputa, uma delas com o governador Tarcísio de Freitas e outra com Flávio Bolsonaro. Confira os resultados.

 

Cenário 1 (sem Lula)

 

Fernando Haddad (PT) - 41,5%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5,2%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,3%
Eduardo Leite (PSD) - 2,6%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 6,3%
Não sei - 1,1%

 

Cenário 2 (sem Lula)

 

Fernando Haddad (PT) - 42%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,9%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 4,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,8%
Renan Santos (Missão) - 3,6%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%
Voto branco/nulo - 9,5%
Não sei - 1,6%

 

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Michelle Bolsonaro rebate críticas, chama Allan dos Santos de "boneco de ventríloquo" e manda ele "se enxergar"
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em uma postagem nas suas redes sociais, nesta quarta-feira (14), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) divulgou uma carta em que rebate críticas feitas a ela pelo influenciador Allan dos Santos, que vive como foragido nos Estados Unidos. Na carta, Michelle chama Allan dos Santos de “Allan do demônios”, de “boneco de ventríloquo”, além de dizer que ele estaria promovendo “ataques injustos” a ela.

 

Allan criticou um vídeo compartilhado por Michelle em que a esposa do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), falou sobre a disputa pela Presidência. Cristiane Freitas, primeira-dama de São Paulo, pediu um “novo CEO” para o Brasil, que seria o marido dela, e Michelle curtiu o comentário. 

 

“A mulher de Tarcísio deixou escapar, ´sem querer´, que o plano dela e do marido é a faixa presidencial. Sabe quem curtiu o comentário? A mesma pessoa que publicou o vídeo nos stories do Instagram”, disse o influenciador, em referência a Michelle.

 

O influenciador Allan dos Santos já vinha fazendo outras críticas a Michelle desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. O influenciador fez postagens e falou em programas nas redes sociais sobre uma suposta “alegria” de Michelle Bolsonaro em eventos organizados pelo PL, dando a entender que a ex-primeira dama estaria contente com a prisão do marido.

 

Em resposta, Michelle afirmou que Allan dos Santos atua em nome de outras pessoas e disse que suas atitudes “se parecem mais com levar Lúcifer do que luz”.

 

“Esse tal de Allan fez acusações levianas e injustas contra mim, servindo de ventríloquo de alguém que está perto dele, totalmente interessado em atacar mulheres ou qualquer um que possa ser um obstáculo aos seus espúrios interesses”, afirmou.

 

A ex-primeira-dama também disse que o jornalista é uma “pessoa amarga” e ressaltou que ele não tem conhecimento sobre o que ela conversa com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

“Nem o meu galego dos olhos azuis tenta intervir na minha liberdade ou nas minhas opiniões, e esse cidadão tenta me intimidar com seus vômitos de ódio?! Querendo julgar o que eu devo ou não postar?! Se enxerga!”, disse Michelle.

 

Leia abaixo a íntegra da carta da ex-primeira dama e atual presidente do PL Mulher:

 

Minha resposta ao tal Allan dos Santos (ou seria…dos demônios?!)

 

Esse tal de Allan fez acusações levianas e injustas contra mim, servindo de ventríloquo de alguém que está perto dele, totalmente interessado em atacar mulheres ou qualquer um que possa ser um obstáculo aos seus espúrios interesses umbilicais.

 

Ele diz que aponta os erros das pessoas e quer ser luz, mas se esquece de que quando ele aponta um dedo contra alguém, existem quatro dedos apontados para ele mesmo. Ele diz querer “levar a luz” para os outros, mas o que ele faz se parece mais com levar Lúcifer do que luz.

 

Esse tal de Allan não sabe o que eu e o meu marido conversamos, ignora os nossos planos de vida e tampouco me conhece, mas se apressa em me julgar e a outras pessoas como se seus achismos fossem verdade.

 

Eu estou no PL Mulher e viajo a pedido do meu marido para manter o legado dele vivo por onde passo; para denunciar o que fazem contra ele e para manter o povo com esperança. Tudo à pedido dele!

 

Mas, pessoas amargas como esse ser, apressam-se em julgar, em apontar (como ele diz) o que ele ACHA que é verdade ou, por conveniência, repete o que lhe mandam repetir: é um boneco de ventríloquo.

 

Exerço a liberdade que ele diz defender, mas que – na prática – ele só quer que valha pra ele.

 

Ontem, assim como faço com várias pessoas que postam conteúdos relevantes, repostei um vídeo contendo uma mensagem sobre economia com a qual eu concordo totalmente e que foi publicada pelo governador Tarcísio. O vídeo trata de assunto relevante para o povo e não há como discordar daquilo que é falado.

 

Nem o meu galego dos olhos azuis tenta intervir na minha liberdade ou nas minhas opiniões, e esse cidadão tenta me intimidar com seus vômitos de ódio?! Querendo julgar o que eu devo ou não postar?! Se enxerga!

 

Novamente: esse tal de Allan não sabe o que eu e meu marido conversamos, não vive a nossa intimidade, não imagina o que estamos passando e, portanto, tudo o que ele fala sobre nós, não passa de bravata, achismos e maledicências (na maioria das vezes, servindo como boneco de ventríloquo de canalhas) e, portanto, não merece a credibilidade das pessoas de direita.

 

Esse tal de Allan, em sua contumaz maledicência e, novamente, servindo de ventríloquo, buscou logo usar esse fato para tentar “se limpar” dos ataques injustos que fez contra mim. Repito, ataques injustos contra uma esposa que está ao lado de seu marido e, quando precisa (fisicamente) se afastar, o faz porque está atendendo aos pedidos dele!

 

Por último, esse homem descarrega o seu achismo a respeito de uma curtida que fiz no comentário de minha amiga pessoal, a esposa do governador Tarcísio. Não interpretei o seu comentário como se ela estivesse apontando seu marido como o tal CEO, mas sim como se ela estivesse dizendo ao marido que o Brasil precisa de um novo CEO, de um novo governante… e todos sabemos que precisa mesmo! Preferencialmente, Jair Bolsonaro.

 

Continuo orando por ele e por sua família, porque a esposa e os filhos dele não merecem o que tiveram que passar devido à perseguição implacável de um sistema injusto. Mas isso não dá o direito a ele de fazer comigo essas injustiças, porque eu também sou uma esposa que ama o marido e, junto com ele estamos enfrentando uma perseguição implacável.

 

Michelle Bolsonaro
 

Lula derrota adversários nos cenários de segundo turno e Tarcísio tem melhor resultado que Flávio Bolsonaro
Foto: Montagem com imagens da Agência Brasil e Agência Senado

Assim como nas simulações de primeiro turno, a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14) apresentou sete cenários de um eventual segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. Nas simulações, o instituto deixou de fora nomes como Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro. 

 

Além de cenários de primeiro e segundo turnos, o instituto Genial/Quaest apresentou os números da pesquisa espontânea, em que o entrevistado cita o candidato a presidente que vem à sua cabeça, sem a apresentação de uma relação de nomes. 

 

No cenário espontâneo, assim como permaneceu praticamente no mesmo patamar tanto a indicação da preferência pelo presidente Lula como o número de indecisos, destaca-se a queda do ex-presidente Jair Bolsonaro e o crescimento do seu filho, Flávio Bolsonaro.

 

O cenário espontâneo apresentado pela Genial/Quaest teve o seguinte resultado:

 

Lula (PT): 19%
Flávio Bolsonaro (PL): 7%
Jair Bolsonaro (PL): 2%
Outros: 4%
Indecisos: 68%

 

Já nos cenários de segundo turno, o presidente Lula ganha de todos os seus sete adversários (PT) apresentados pela pesquisa, com vantagens que variam entre cinco e 20 pontos percentuais. A menor diferença foi vista na disputa de Lula contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 44% x 39%.

 

Cenário 1: Lula x Tarcísio

 

Lula (PT): 44%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 39%
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 13%.

 

Cenário 2: Lula x Flávio Bolsonaro

 

Lula (PT): 45%;
Flávio Bolsonaro (PL): 38%;
Indecisos: 2%;
Branco/nulo/não vai votar: 15%.

 

Cenário 3: Lula x Ratinho Jr.

 

Lula (PT): 43%;
Ratinho Júnior (PSD): 36%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 17%.

 

Cenário 4: Lula x Caiado

 

Lula (PT): 44%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 33%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.

 

Cenário 5: Lula x Zema

 

Lula (PT): 46%;
Romeu Zema (Novo): 31%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.

 

Cenário 6: Lula x Aldo Rebelo

 

Lula (PT): 45%
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 27%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 24%.

 

Cenário 7: Lula x Renan Santos

 

Lula (PT): 46%;
Renan Santos (Missão): 26%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 24%.

 

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
 

Genial/Quaest: Lula ganha de todos no primeiro turno e Flávio Bolsonaro se consolida como o principal adversário
Foto: Divulgação TSE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceria todos os seus adversários caso as eleições acontecessem neste momento, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que declarou ser pré-candidato em dezembro do ano passado, surge como o principal oponente do líder petista. Foi o que revelou a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14). 

 

O levantamento apresentou sete cenários com possíveis candidatos à presidência da República. Os levantamentos incluem nomes que já declararam sua intenção de concorrer, além de outros que não deixam clara essa disposição, como é o caso do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

 

Os números obtidos pelos cenários da Genial/Quaest revelam que o senador Flávio Bolsonaro se consolidou como o principal nome de oposição a Lula, ganhando inclusive de Tarcísio de Freitas, que apesar de ter dito que concorrerá à reeleição, ainda não descartou completamente uma eleição à presidência. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) também foi deixada de fora nas simulações de primeiro turno.

 

Flávio Bolsonaro recebeu no mês passado o apoio oficial do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Assim como fez em dezembro, a Quaest deixou o nome do ex-presidente de fora das simulações para as eleições de 2026. 

 

Confira abaixo todos os cenários de primeiro turno apresentados pela pesquisa Genial/Quaest:

 

Cenário 1 (todos os possíveis candidatos)

 

Lula (PT): 36%;
Flávio Bolsonaro (PL): 23%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 9%;
Ratinho Júnior (PSD): 7%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%;
Romeu Zema (Novo): 2%;
Renan Santos (Missão): 1%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 1%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 11%.

 

Cenário 2 (sem Tarcísio)

 

Lula (PT): 35%;
Flávio Bolsonaro (PL): 26%;
Ratinho Júnior (PSD): 9%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4%;
Romeu Zema (Novo): 3%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Renan Santos (Missão): 1%;
Indecisos: 8%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 12%.

 

Cenário 3 (sem Flávio Bolsonaro, Ratinho Jr. e Zema)

 

Lula (PT): 39%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 27%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Renan Santos (Missão): 4%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 3%;
Indecisos: 8%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 14%.

 

Cenário 4 (sem Caiado, Ratinho Jr. e Zema)

 

Lula (PT): 40%;
Flávio Bolsonaro (PL): 23%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14%;
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 12%.

 

Cenário 5 (sem Tarcísio, Zema e Caiado)

 

Lula (PT): 37%;
Flávio Bolsonaro (PL): 28%;
Ratinho Jr (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 13%.

 

Cenário 6 (sem Ratinho Jr., Tarcísio e Caiado)

 

Lula (PT): 39%;
Flávio Bolsonaro (PL): 32%;
Romeu Zema: 5%;
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 13%.

 

Cenário 7 (Sem Tarcísio, Ratinho e Zema)

 

Lula (PT): 38%;
Flávio Bolsonaro (PL): 31%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Renan Santos (Missão): 2%;
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 2%;
Indecisos: 8%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 14%.

 

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
 

Gleisi rebate editorial da Economist que disse que Lula não deveria disputar eleição por "ser tão idoso"
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Em postagem na rede X, no último dia do ano, nesta quarta-feira (31), a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, rebateu editorial publicado pela revista britânica The Economist, no qual afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deveria disputar a reeleição por conta da idade avançada.  

 

A publicação fez comparações entre Lula e o ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que chegou a se colocar como candidato contra Trump em 2024, mas abriu mão de disputar a reeleição ao demonstrar sinais da idade avançada. Em resposta, Gleisi Hoffmann disse que a revista quer que o Brasil volte a ser submetido aos “mandamentos do mercado”.

 

“A revista do sistema financeiro global, dos que fazem fortunas sem produzir nada, prefere que o Brasil volte a ser submetido aos mandamentos do mercado, abandonando as políticas públicas voltadas para o povo, o crescimento do emprego, dos salários e da renda das famílias”, rebateu Gleisi. 

 

A ministra se referiu a Lula como “um líder cheio de vitalidade e saúde”, e disse que o que a The Economist teme seria “a continuação de um governo que retomou o crescimento do Brasil e não tem medo de enfrentar a injustiça tributária e social”. Gleisi Hoffmann também falou sobre uma eventual preferência do mercado brasileiro e internacional pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-PB). 

 

“Não é para o ´bem do Brasil´ que preferem Tarcísio; é por seus interesses, que não são os do país nem do povo brasileiro”, concluiu a ministra.

 

No editorial, a revista inglesa mencionou problemas de saúde recentes de Lula, incluindo uma cirurgia no cérebro realizada em dezembro de 2024 após uma queda doméstica.

 

“Apesar de todo o seu talento político, é simplesmente arriscado demais para o Brasil ter alguém tão idoso no poder por mais quatro anos. Carisma não é escudo contra o declínio cognitivo”, diz a publicação feita pela The Economist.

 

De acordo com a publicação, apesar de a economia brasileira ter apresentado bons resultados, as políticas econômicas do governo Lula são "medíocres".

 

"Elas se concentram sobretudo em transferências aos pobres, acompanhadas de medidas de aumento de arrecadação que se tornam cada vez menos amigáveis aos negócios, embora ele tenha agradado aos empregadores com uma reforma para simplificar os impostos".

 

Na avaliação da Economist, Lula "poliria seu legado" ao abandonar o certame pelo Planalto no próximo ano, permitindo assim uma "disputa adequada em busca de um novo campeão da centro-esquerda".

Flávio Bolsonaro cresce em ranking de presença digital dos presidenciáveis, mas Michelle mantém liderança
Foto: Reprodução Redes Sociais

A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro segue na liderança disparada entre os presidenciáveis de 2026, quando se trata de medir a participação de cada um no ambiente digital, mas outros nomes tiveram evolução no monitoramento do mês de novembro, como o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido por seu pai, Jair Bolsonaro, como o candidato do PL às eleições. 

 

Flávio, entretanto, cresceu antes da decisão tomada na última sexta-feira (5) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro de apoiá-lo para concorrer a presidente nas eleições do próximo ano.

 

Esses são alguns resultados do Índice Datrix dos Presidenciáveis (IDP), realizado pela Consultoria Datrix e divulgado nesta semana. O índice mede a avaliação do desempenho dos presidenciáveis em uma combinação de três critérios: 

 

  • “colchão reputacional”, que mede a capacidade de mobilização nas próprias redes; 
  • “mar aberto”, que avalia a repercussão externa em menções feitas por jornais, influenciadores e outros políticos; 
  • análise de buscas em plataformas como Google e TikTok. 

 

Os dados coletados no levantamento Datrix geram uma nota que varia de -100 a +100, refletindo a força digital de cada político. De acordo com o levantamento realizado durante o mês de novembro, o ranking dos presidenciáveis teria fechado o mês da seguinte forma:

 

1 - Michelle Bolsonaro - 37,34 pontos
2 - Lula - 24,19 pontos
3 - Ratinho Júnior - 19,96 pontos
4 - Flávio Bolsonaro - 19,16 pontos
5 - Ronaldo Caiado - 16,64 pontos
6 - Tarcísio de Freitas - 16,44 pontos
7 - Eduardo Bolsonaro - 16,06 pontos
8 - Eduardo Leite - 9,78 pontos
9 - Ciro Gomes - 8,31 pontos
10 - Romeu Zema - 6,68 pontos

 

O cenário da presença digital dos presidenciáveis se reorganizou a partir da prisão de Jair Bolsonaro, em novembro. O núcleo familiar do ex-presidente foi o grande beneficiado, segundo a pesquisa Datrix. 

 

Com a prisão do líder da direita, Michelle Bolsonaro passou a liderar isoladamente o ranking. Segundo o levantamento, o último mês da ex-primeira-dama foi marcado por publicações pessoais, religiosas e de reforço ao papel de “pilar” da família. 

 

Os dados também destacam a entrada do senador Flávio Bolsonaro, estreando em quarto lugar com 19,16 pontos. Mesmo antes da decisão de Jair Bolsonaro de apoiar o filho para a Presidência, o ranking já mostrava o crescimento do senador nas redes, contribuindo para a ampliação do domínio da família no debate digital.

 

Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), viu sua base digital oscilar negativamente após a prisão de Bolsonaro, apesar de gestos públicos de lealdade ao ex-presidente. Segundo o relatório da pesquisa, Tarcísio ainda sofre muito fogo amigo, sobretudo
da base bolsonarista. 

 

Entre os outros nomes, o presidente Lula manteve estabilidade na sua presença digital, e o governador do Paraná, Ratinho Jr., teve um crescimento significativo no mês de novembro. Outro concorrente que aproveitou o rearranjo do campo bolsonarista foi Ronaldo Caiado. O goiano cresceu 10,6% e assumiu o quinto lugar geral, com 16,64 pontos, impulsionado por declarações duras na área de segurança pública. 
 

Site afirma que Jair Bolsonaro teria escolhido o filho Flávio como candidato a presidente; mercado reage mal à notícia
Foto: Reprodução Redes Sociais

Segundo informações da coluna do jornalista Paulo Cappelli, do site Metrópoles, o ex-presidente Jair Bolsonaro já teria se decidido a apoiar o filho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato a presidente da República em 2026. A nota diz que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) já teria sido avisado da decisão. 

 

A escolha do candidato oficial do ex-presidente foi comunicada a Tarcísio de Freitas pelo próprio Flávio Bolsonaro, em conversa mantida nas últimas horas. Flávio Bolsonaro esteve em São Paulo ao menos duas vezes nesta semana para tratar do tema com o governador. 

 

Uma dessas agendas, segundo o Metrópoles, ocorreu na quinta-feira (4) e a outra nesta sexta (5), em movimento interpretado como parte da consolidação de seu nome como candidato presidencial do grupo bolsonarista.

 

Se for confirmada a decisão de Jair Bolsonaro, o governador Tarcísio de Freitas provavelmente será candidato a disputar a reeleição ao governo paulista em 2026. Receber o apoio do ex-presidente era condição essencial apresentada por Tarcísio para ser candidato a presidente.

 

A informação divulgada pelo Metrópoles rapidamente mudou o humor dos investidores na tarde desta sexta (5). Segundo informações do site BP Money, percepção de risco político que acompanha o nome do senador Flávio Bolsonaro reverteu a curva ascendente dos negócios no Ibovespa, justamente no dia em que o mercado celebrava novos recordes.

 

O BP Money afirma que por volta de 13h20, o Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, caía 0,5%, aos 163.588 pontos. A queda ocorreu minutos depois de a Bolsa tocar uma nova máxima histórica de 165.036 pontos, impulsionada inicialmente pelos dados de inflação dos EUA.

 

A virada no humor do mercado pós-informação sobre Flávio Bolsonaro também influenciou o câmbio. O dólar comercial avançava, nesta tarde, cerca de 1,8%, negociado próximo de R$ 5,40. Entretanto, os juros futuros passaram a subir em bloco, refletindo um prêmio de risco maior diante da antecipação do debate eleitoral.

 

A suposta antecipação da escolha do ex-presidente por seu filho também tira do jogo a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que deve seguir no projeto de se candidatar ao Senado pelo Distrito Federal. Michelle protagonizou nos últimos dias uma discussão pública com o senador Flávio Bolsonaro e os irmãos, e dentro do PL houve a avaliação de que ela estaria querendo se cacifar como candidata a presidente. 
 

Tarcísio diz que PEC da Segurança Pública redigida pelo governo é "cosmética" e Caiado reforça críticas a Lula
Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Críticas ao governo Lula por problemas no setor da segurança pública e discussões acaloradas marcaram a audiência pública realizada nesta terça-feira (2) na comissão especial que discute a PEC da Segurança Pública. A audiência contou com a presença dos governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e de Goiás, Ronaldo Caiado (Goiás).

 

Os governadores também fizeram críticas à proposta original da PEC enviada à Câmara pelo governo federal. A PEC foi elaborada pelo Ministério da Justiça após meses de discussões com governadores e dentro do próprio governo.

 

Nas críticas ao projeto, Tarcísio de Freitas disse, por exemplo, que a proposta seria apenas “cosmética”. De acordo com ele, o texto original elaborado pelo governo acabaria por tirar a autonomia dos estados na gestão da segurança pública. 

 

Tarcísio também aproveitou para novamente elogiar a chacina que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro durante uma operação realizada no mês de outubro. O governador de São Paulo elogiou o seu colega do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o chamou de “exemplo”de uma gestão da segurança que funciona no país.

 

“Essa PEC é cosmética. Precisamos reduzir a interferência da União, precisamos permitir a flexibilidade dos estados. Precisamos endurecer as penas. A operação no Rio de Janeiro teve ampla aprovação popular e foi conduzida pelo Rio de Janeiro”, disse o governador. 

 

Já Ronaldo Caiado, por sua vez, reforçou a argumentação de que o governo do PT é “conivente” e é “parceiro” das facções criminosas. 

 

“O PT é conivente e parceiro das facções criminosas e cria facilidade para o trabalho das facções. O governo não investe na segurança dos estados, não repassa verba e cria pena justa, que quer soltar presos. Essa é a política do PT, soltar preso”, disse Caiado. 

 

Os dois governadores também falaram sobre o que chamaram de bons resultados na área de segurança pública em seus estados. Caiado, por exemplo, disse que conseguiu transformar Goiás no “estado mais seguro do Brasil”. 

 

Já Tarcísio de Freitas enumerou medidas que estão sendo tomadas em seu mandato na luta contra a criminalidade. O governador também pediu que a PEC da Segurança Pública inclua mudanças na legislação, tais como o aumento das penas, o fim da audiência de custódia e a redução da maioridade penal. 

 

O governador de São Paulo ainda agradeceu o trabalho feito pelo seu secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, que foi relator do PL Antifacção na Câmara. O projeto gerou intenso debate entre o governo e deputados de centro e de direita.  

 

Na mesma audiência, o relator da PEC da Segurança Pública, deputado Mendonça Filho (União-PE), disse que o seu parecer será “ousado e corajoso”, e provavelmente será votado na comissão na próxima quinta (4).  

 

O deputado criticou a proposta original do governo, afirmando que do jeito que estava o texto, poderia afetar diretamente a autonomia dos estados na gestão da segurança pública. O relatório, segundo Mendonça, será orientado pela descentralização, e a palavra “coordenação” na PEC será alterada para “cooperação”.

 

“Meu espírito não é excluir o governo federal, que tem muito a colaborar no espírito de cooperação e integração”, declarou o relator. 

 

“O governo central tem a Polícia Federal, a quem cabe combater o tráfico internacional de drogas, o tráfico de armas, cuidar das fronteiras. Há um campo vasto de combate a criminalidade nesse campo”, completou Mendonça Filho.
 

Aécio assume o PSDB e condiciona apoio a Tarcísio em 2026: “Se for apenas o candidato de Bolsonaro, não apoiaremos”
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O deputado federal Aécio Neves (MG) assumiu, nesta quinta-feira (27), a presidência nacional do PSDB. Em evento nacional que reuniu a Executiva do partido em Brasília, o líder tucano indicou que pode fechar um acordo com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), caso ele se candidate à presidência no ano que vem. 

 

Aécio afirmou, entretanto, que para que isto ocorra, Tarcísio não pode ser candidato apenas de Bolsonaro. “Se Tarcísio for apenas o candidato de Bolsonaro, não o apoiaremos” disse o parlamentar, que deixou claro que as negociações ainda estão em andamento. 

 

A manifestação expressa a mesma preocupação que outros partidos da direita, que tentam o apoio de partidos de centro para formar oposição ao governo petista, como o próprio Ciro Gomes (CE), que se filiou recentemente ao PSDB e não descarta se lançar no ano que vem.

 

Líder dos tucanos, Aécio também mirou a gestão petista e se disse "injustiçado" pela Operação Lava-Jato. Segundo o jornal O Globo, ele reforçou o plano de eleger 30 deputados federais e “recolocar o PSDB no tabuleiro político”, em 2026.

 

“Eu e outros companheiros fomos injustiçados nos últimos anos. Seguimos firmes no propósito de combater os desmandos das gestões petistas e nos manteremos contra os extremos, a polarização que tomou conta do nosso país”, disse.

Moraes autoriza visitas de Tarcísio e Cláudio Castro, mas encontros só devem ocorrer após prisão de Bolsonaro
Foto: Divulgação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou as visitas dos governadores Cláudio Castro (RJ) e Tarcísio de Freitas (SP) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Os encontros estão marcados para os dias 26 de novembro e 1 de dezembro.

 

As conversas ocorrerão na prisão, seja no Complexo da Papuda ou na Superintendência da Polícia Federal, conforme decisão a ser definida pelo STF.

 

Segundo criminalistas que acompanham o julgamento da tentativa de golpe, a prisão em regime fechado de Bolsonaro já terá sido decretada nessas datas, conforme entendimento unânime entre os especialistas consultados. As informações são do Globo.

Moraes agenda visita de Tarcísio a Bolsonaro em 10 de dezembro e apoio à candidatura pode sair nesta data
Foto: Reprodução Redes Sociais

Apesar de a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ter pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) a liberação de uma visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, “na data mais breve possível”, o ministro Alexandre de Moraes programou o encontro apenas para o dia 10 de dezembro. Nesta quinta-feira (13), o ministro divulgou uma extensa lista de visitas a Bolsonaro, e o nome do governador foi parar no fim da fila. 

 

A nova lista de visitantes se inicia a partir do momento em que se finaliza a lista anterior, que tem o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) como último beneficiado com a liberação de acesso ao ex-presidente. Nikolas passou quase três meses meses aguardando o atendimento do seu pedido para visitar Jair Bolsonaro.

 

Melhor sorte na fila de novos visitantes teve o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). O governador, que viu sua aprovação dar um salto após a operação policial que resultou na morte de 117 supostos criminosos e quatro policiais, recebeu a autorização para visitar Bolsonaro no dia 26 de novembro.

 

O deputado Guilherme Derrite (PP-SP), relator do projeto de lei do governo federal que busca endurecer as penas para bandidos pertencentes a facções criminosas, vai poder se encontrar com Bolsonaro no dia 1º de dezembro. Já o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), foi autorizado a a visitar o ex-presidente no dia 9 de dezembro, um dia antes de Tarcísio. 

 

A última visita autorizada por Alexandre de Moraes foi a do deputado federal Sanderson (PL-RS), que poderá ir ao encontro de Jair Bolsonaro no dia 11 de dezembro. Em Brasília, especula-se no meio político que após essa data poderia vir a ser expedido o mandado de prisão do ex-presidente pelo STF.

 

No pedido feito por Tarcísio de Freitas a Alexandre de Moraes, afirmou-se haver a “necessidade de diálogo direto com o presidente”, referindo-se a Bolsonaro, o que justificaria a visita “na data mais breve possível”. Há a possibilidade de Bolsonaro definir, nesse encontro, se anunciará um eventual apoio a uma candidatura do governador de São Paulo à presidência da República em 2026. 

 

Segundo matéria do site Metropoles, interlocutores de Tarcísio de Freitas afirmam que ele impôs uma condição para disputar a presidência da República no ano que vem: ter o aval não só de Jair Bolsonaro como o da família do ex-presidente.

 

A matéria cita que fontes próximas ao governador disseram que ele será candidato ao Palácio do Planalto “caso essa seja a vontade” do ex-presidente, mas teria ponderado também ser inviável concorrer sob fogo cruzado do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

 

Na semana passada, Eduardo Bolsonaro voltou à carga contra Tarcísio, chamando-o de “candidato do sistema” e afirmando que o pai foi “sequestrado” politicamente. 

 

Em entrevista nesta quinta (13) ao programa "Pingos nos Is", da Jovem Pan, Eduardo Bolsonaro, evitou comentar sobre a candidatura de Tarcísio de Freitas à presidência em 2026. "Prefiro me esquivar dessa pergunta e esperar a água passar embaixo da ponte, as coisas se fixarem, para eu poder colocar o meu posicionamento, mas eu diria que haveria outro candidato", disse Bolsonaro.

Tarcísio de Freitas diz que pretende apresentar “projeto para o Brasil” nas eleições de 2026
Foto: Marco Galvão / Alesp

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quinta-feira (12) que pretende apresentar um “projeto para o Brasil” nas eleições de 2026. Embora não tenha confirmado uma candidatura à Presidência da República, o governador sinalizou a intenção de liderar um grupo político com propostas para o desenvolvimento nacional.

 

“Quando a gente pensa na eleição de 2026, a gente tem que mobilizar um time que pense e seja apaixonado pelo Brasil. (…) Independente de quem seja o condutor, e isso deixa de ser o mais importante, nós vamos ter sucesso. Nós temos o melhor povo, nós temos a melhor gente, nós sabemos o caminho. O que está faltando para a gente dar o salto que a gente tanto espera?”, declarou durante participação no Fórum de Investimentos do Bradesco Asset.

 

Tarcísio afirmou ainda ter convicção de que o grupo político que vem articulando apresentará uma proposta vitoriosa.

 

“Eu tenho certeza que nós vamos organizar este grupo e vamos apresentar este projeto para o Brasil, e esse projeto vai ser vitorioso no ano que vem, que é o que o Brasil merece. E aí, nós vamos dar o salto que a gente tanto espera, porque eu não me conformo em ser eternamente um país do futuro”, completou.

 

Apesar do tom de pré-campanha, o governador ressaltou que gestores públicos devem focar nos mandatos em curso, e não em eventuais repercussões eleitorais.

 

“Líderes estaduais não podem agir pensando se o que fazem terá repercussão eleitoral. O foco deve ser trabalhar e entregar resultados agora”, concluiu.

Aliados aconselham Tarcísio de Freitas a permanecer no Republicanos e evitar associação direta com o PL de Bolsonaro
Foto: Divulgação / Republicanos

Aliados do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, têm aconselhado que ele permaneça no Republicanos e não migre para o Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, com vistas às eleições de 2026.

 

Segundo pessoas próximas ao governador, a recomendação é que Tarcísio continue no atual partido, especialmente caso decida disputar a Presidência da República no próximo ano. A avaliação é de que o Republicanos lhe permitiria projetar uma imagem de perfil mais moderado, em contraste com o PL, que reforçaria uma percepção de alinhamento à extrema direita.

 

De acordo com esses aliados, o governador já contaria com o apoio do eleitorado bolsonarista, uma vez que sua eventual candidatura dependerá do aval de Bolsonaro. O principal desafio, portanto, seria conquistar o eleitor de centro, considerado essencial em uma disputa nacional.

Paraná Pesquisas: Lula lidera 1º turno em todos os cenários para 2026
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece como líder em todos os cenários eleitorais para 2026, segundo levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (27). 

 

A pesquisa entrevistou 2.020 eleitores em 162 municípios brasileiros entre os dias 21 e 24 de outubro, revelando que, apesar da vantagem no primeiro turno, o atual mandatário enfrenta situação de empate técnico com três dos quatro adversários testados em simulações de segundo turno.

 

O estudo apresenta quatro configurações diferentes para o primeiro turno, nas quais o percentual de Lula varia entre 37% e 37,6%. Na simulação que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro, o petista registra 37% das intenções de voto, contra 31% do ex-mandatário.

 

 

O trabalho de campo abrangeu todas as unidades federativas para garantir representatividade nacional dos resultados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

 

No primeiro cenário testado, além de Lula (37%) e Bolsonaro (31%), aparecem o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), com 7,5%; o governador de Santa Catarina, Ratinho Júnior (PSD), com 6%; o governador mineiro Romeu Zema (Novo), com 4,7%; e o governador goiano Ronaldo Caiado (União Brasil), com 3,2%. Nesta configuração, 4,8% dos entrevistados não souberam responder ou não opinaram, enquanto 5,8% indicaram que não votariam em nenhum dos nomes ou escolheriam a opção branco/nulo.

 

 

Na simulação que substitui Jair por Michelle Bolsonaro, Lula mantém 37,3% das intenções de voto, enquanto a ex-primeira-dama alcança 28%. Neste cenário, Ratinho Júnior obtém 8,5%, Ciro Gomes 8,2%, Caiado 4,2% e Zema 2%. Os indecisos somam 5,5%, e 6,2% rejeitam todas as opções apresentadas.

 

 

Quando confrontado com o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente registra sua maior vantagem numérica: 37,4% contra 22,3%. Nesta configuração, Ciro aparece com 9%, seguido por Ratinho Júnior (8,1%), Zema (5,7%) e Caiado (4,1%). Os indecisos representam 5,8% e os votos brancos/nulos totalizam 7,6%.

 

 

A diferença mais expressiva ocorre no quarto cenário, onde Lula registra 37,6% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) 19,2%. Nesta simulação, Ratinho Júnior atinge seu melhor desempenho com 9,6%, seguido por Ciro Gomes (8,9%), Zema (6,2%) e Caiado (4,8%).

 

As projeções de segundo turno mostram um quadro mais competitivo. Em um eventual confronto com Jair Bolsonaro, Lula teria 44,9% contra 41,6% do ex-presidente. Contra Michelle Bolsonaro, o atual mandatário registraria 44,7% contra 41,6% da ex-primeira-dama. Na disputa com Tarcísio, Lula aparece com 44,9% contra 40,9%. A maior vantagem seria contra Flávio Bolsonaro, com 46,7% para Lula e 37% para o senador.

 

 

Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, configura-se empate técnico nos cenários de segundo turno contra Bolsonaro, Michelle e Tarcísio, já que a diferença entre os candidatos é inferior a 4,4 pontos percentuais, o dobro da margem estabelecida pelo instituto.

Site afirma que Bolsonaro teria concordado em apoiar Tarcísio de Freitas como candidato a presidente em 2026
Foto: Reprodução Redes Sociais

Segundo informações da coluna da jornalista Andreza Matais, do site Metrópoles, nesta quarta-feira (24), o ex-presidente Jair Bolsonaro teria dado aval ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para que ele dispute as eleições presidenciais de 2026. 

 

A colunista afirma que um acordo neste sentido teria sido costurado entre Bolsonaro e os líderes do PP e do União Brasil. A dúvida agora seria em torno do momento adequado para o anúncio da decisão.  

 

O governador de São Paulo terá um encontro com Jair Bolsonaro na próxima segunda (29). Tarcísio foi liberado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para visitar o ex-presidente, que se encontra em prisão domiciliar, cumprida na sua casa no bairro Jardim Botânico, em Brasília.

 

De acordo com a coluna do Metrópoles, há um grupo que defende esperar até dezembro ou janeiro, sob o argumento de que isso livraria Tarcísio de ser acusado pelos eleitores de usar o governo de São Paulo como trampolim para o Planalto. Outros acreditam que Bolsonaro é quem vai definir o calendário para o anúncio.

 

Por enquanto, o governador de São Paulo segue afirmando que pretende ser candidato à sua reeleição. Essa declaração foi dada na semana passada, quando ele disse que não pretendia disputar a eleição presidencial em 2026.

 

“Eu pretendo concorrer à reeleição”, disse Tarcísio na última quarta (17), durante coletiva em Araçatuba, no interior de São Paulo.

 

A depender da conversa com Jair Bolsonaro na próxima segunda, essa posição do governador de São Paulo pode vir a ser modificada, no sentido da candidatura presidencial com apoio oficial do ex-presidente.
 

Governo Lula prepara envio de Lei Antimáfia ao Congresso após morte de ex-delegado em SP
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O governo federal pretende acelerar o envio ao Congresso de um pacote de medidas voltado ao combate de facções criminosas, conhecido como Lei Antimáfia. A proposta voltou a ganhar força após a morte do ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz, atribuída a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

 

De acordo com informações do Metrópoles, o projeto está em fase final de elaboração no Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em seguida, será encaminhado ao Palácio do Planalto para posterior envio ao Legislativo.

 

A iniciativa ganhou destaque no cenário político em meio às disputas envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontado como possível adversário na eleição presidencial de 2026.

Bruno Reis vê "eleição antecipada" e comenta fala de Tarcísio descartando candidatura a presidente: "Focado no trabalho dele"
Foto: Bianca Andrade / Bahia Notícias

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), falou na manhã desta quinta-feira (18) sobre a declaração do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que descartou concorrer à Presidência da República em 2026. Atualmente, Tarcísio é apontado como um dos principais nomes da oposição para a disputa.

 

Durante conversa com a imprensa, Bruno Reis disse acreditar que o posicionamento do governador paulista está em linha com a prioridade de focar na gestão estadual.

 

“Infelizmente Brasília virou política, só se faz política e já anteciparam a eleição. Imagino que a cabeça do governador Tarcísio de Freitas seja um pouco parecida com a minha. É óbvio que, se ele for uma opção e for do desejo de todos, que ele possa tentar unificar o país, pode ser que lá na frente ele avalie a possibilidade de deixar de ser candidato à reeleição a governador de São Paulo e tope o desafio, se for conclamado, se for da vontade de todos, para disputar a eleição presidencial”, afirmou.

 

Bruno Reis reforçou que, no momento, Tarcísio estaria agindo corretamente ao manter o foco nos compromissos assumidos em São Paulo.

 

“Mas acho que ele está certo em falar o que ele disse, e focado no trabalho dele, nas entregas de grandes projetos que ele tem ainda em execução e outros para tirar do papel lá em São Paulo”, destacou.

 

O prefeito também avaliou a importância da aprovação popular em disputas eleitorais. “Tudo muito cedo, gente. O que eu posso dizer a vocês é que eu não conheço na política, seja na eleição municipal, estadual ou nacional, um candidato que tenha se reelegido com a desaprovação maior que a aprovação. O grande exemplo foi Bolsonaro na eleição passada, ele tinha 51 de reprova e 49 de aprova: não se reelegeu. Então, quando a pessoa avalia bem o seu governo, natural que ela vote. Quando ela não avalia, é natural que ela escolha outra alternativa e opção”, completou.

Tarcísio de Freitas cancela ida a Brasília para tentar evitar prisão de Bolsonaro
Foto:© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cancelou, nesta segunda-feira (15), a viagem que faria para Brasília, onde iria tentar articular a aprovação do projeto de lei que anistia os responsáveis pelo ataque do 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), indicado e condenado por 27 anos e 3 meses como o líder de trama golpista.

 

Na agenda oficial do governado, é encontrada apenas uma reunião no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual, e a previsão de "despachos internos" às 14 horas da tarde. A assessoria de Tarcísio confirmou que a viagem foi realmente cancelada, mas não informou a motivação. 

 

O governador marcou reuniões com presidentes do PL e do Republicanos, além do presidente da Câmara, Hugo Motta. Segundo informações do Globo, o principal alvo desta viagem seria o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), que já indicou ser contra a anistia.

 

Ainda de acordo com informações, outro objetivo do chefe do executivo de São Paulo marcou a viagem visando evitar que Bolsonaro vá para o regime fechado em prisão e possa cumprir a pena de regime domiciliar. 

Paraná Pesquisas: No Distrito Federal, Lula perde de Jair Bolsonaro e Michelle, mas ganha de Tarcísio de Freitas
Montagem com fotos: Antonio Cruz/Marcelo Camargo/ABr / Mônica Andrade/Governo SP

O ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro venceriam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Distrito Federal se as eleições fossem hoje. Em um terceiro cenário, entretanto, Lula derrotaria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). 

 

Esses são alguns dos resultados de um levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas com eleitores do Distrito Federal. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 27 de agosto. 

 

No primeiro cenário apresentado pelo Paraná Pesquisas aos entrevistados, o ex-presidente Bolsonaro, que está inelegível, alcança 36,8% das intenções de voto no Distrito Federal, contra 27,1% de Lula. 

 

Outros nomes que aparecem na simulação são do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), com 10,5%; do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 9,5%; do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 3,2%; e do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), com 0,6%. 

 

No segundo cenário, Michelle Bolsonaro lidera com 31,4%, contra 27,2% de Lula. Logo depois, na sequência, estão Caiado (13,1%), Ciro Gomes (9,9%), Ratinho Junior (4,7%) e Helder Barbalho (0,6%). 

 

O terceiro cenário opõe o presidente Lula e o governador Tarcísio de Freitas. Lula aparece na frente, com 27,4% das intenções de voto, contra 22,5% de Tarcísio. O detalhe é que o presidente Lula tem praticamente a mesma porcentagem dos outros cenários. 

 

No terceiro cenário, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, tem seu melhor resultado, com 14,2%. Logo depois aparecem Ciro Gomes, com 12,3%; Ratinho Junior com 5,2%; e Helder Barbalho, com 0,7%. 

 

Para realizar o levantamento, o Paraná Pesquisas entrevistou 1.510 pessoas no Distrito Federal. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos. 
 

Tarcísio diz que seu primeiro ato como presidente seria conceder indulto a Bolsonaro
Foto: Pablo Jacob/Governo do Estado de SP

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), declarou, nesta sexta-feira (29), que seu primeiro ato caso fosse eleito presidente da república seria conceder a Jair Bolsonaro (PL) um indulto. O ex-presidente está cumprindo prisão domiciliar e é réu de um julgamento por tentativa de golpe de Estado. 

 

“Na hora. 1º ato. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente desarrazoado", declarou Tarcísio, um dia antes do julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), que será realizado nesta terça-feira (2). 

 

Apesar da declaração, o governador de São Paulo continua afirmando que não pretende disputar as eleições ao Planalto em 2026. 

 

“Eu não sou candidato à Presidência, vou deixar isso bem claro. Todo governador de São Paulo é presidenciável pelo tamanho do Estado, mas na história recente só Jânio Quadros e Washington Luís chegaram à Presidência”, comentou ele. 

 

Em julho, ele já havia defendido que "qualquer candidato de centro-direita" deveria conceder ao ex-presidente a Bolsonaro, caso for condenado. 

Ciro Nogueira critica Rui Costa e cutuca governo Jerônimo Rodrigues: “Vai trabalhar, governador”
Fotos: Agência Senado / Bahia Notícias

Durante uma discussão política nas redes sociais neste domingo (13), o senador e presidente nacional do Progressistas (PP), Ciro Nogueira, criticou duramente o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Na ocasião, ele também atacou o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), aliado de Rui, dizendo: “Vai trabalhar, governador!”

 

Veja o tweet:

 

A troca de farpas começou após Rui Costa afirmar que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), estaria tentando agradar o ex-presidente Jair Bolsonaro ao comentar as tarifas de 50% aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

 

Tarcísio culpou a diplomacia do governo Lula pela decisão americana, dizendo que o governo prioriza “ideologia acima da economia”. Rui respondeu pela rede X (antigo Twitter), lamentando a postura do governador paulista.

 

Aliado de Tarcísio e ex-ministro de Bolsonaro, Ciro Nogueira saiu em defesa do governador de São Paulo e rebateu Rui Costa. Segundo Ciro, a função do ministro agora deve ser tirar o país da “encrenca em que o radicalismo da diplomacia do PT o colocou” — e não discutir com governadores. Veja momento:

 

O episódio escancara a crescente tensão entre o governo federal e a oposição, especialmente em temas ligados à política externa e seus reflexos na economia.

Lula perde para Bolsonaro e ganha de Michelle, Tarcísio, Ciro e Eduardo Bolsonaro; veja aqui simulações da CNT/MDA
Foto: Reprodução site TSE

Cenário de empate com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e de liderança em relação a nomes como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro e o ex-candidato Ciro Gomes. Esses foram alguns dos resultados em simulações para as eleições de 2026 que inserem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra alguns dos seus eventuais adversários. 

 

Os cenários estão presentes no levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgado nesta terça-feira (17). A pesquisa mostra, por exemplo, que nas respostas espontâneas dos entrevistados, Lula tem 22,5% das menções, e o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 21,3%, em empate técnico.

 

Também foram citados, nas respostas espontâneas, os nomes de Tarcísio de Freitas (2,1%), Ciro Gomes (1,1%), Ronaldo Caiado (0,7%), Ratinho Jr. (0,7%) e Nikolas Ferreira (0,7%). Outros nomes receberam 2,7% das menções, e 39,8% não mencionaram nenhum nome como seu candidato em 2026. 

 

No primeiro cenário apresentado aos entrevistados, com alguns nomes incluídos na ficha, o ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com pouca diferença à frente de Lula (31,7% x 31,1%). Nesta simulação ainda pontuaram Ciro Gomes (10,2%), Ratinho Jr. (4,8%), Romeu Zema (3,4%) e Ronaldo Caiado (3,3%). 

 

 

Já no segundo cenário, sem a presença de Bolsonaro, o presidente Lula assume a liderança, marcando 30,5% contra o segundo colocado, Tarcísio de Freitas, com 18,3%. Na sequência aparecem Ciro Gomes (14,6%), Ratinho Jr. (8,1%), Ronaldo Caiado (4,1%) e Romeu Zema (4%). 

 

 

O terceiro cenário, com a inserção do nome do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), revela uma distância maior do presidente Lula em relação a seus adversários. Neste recorte, Lula aparece com 31,6%, contra 14,1% de Ciro Gomes, 13,6% de Eduardo Bolsonaro, 9% de Ratinho Jr., 5,9% de Romeu Zema e 5,9% de Ronaldo Caiado. 

 

 

A pesquisa CNT apresenta um último cenário com o presidente Lula, desta vez com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como a candidata principal da direita. Os entrevistados escolheram desta forma os seus candidatos: Lula (31,2%), Michelle Bolsonaro (20,4%), Ciro Gomes (12,5%), Ratinho Jr. (7,7%), Romeu Zema (5,2%) e Ronaldo Caiado (5,1%). 


 

Os entrevistados também opinaram em relação a cenários sem a presença do presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro. No primeiro recorte sem os dois líderes, Ciro Gomes aparece como primeiro colocado, com 19,5%. Logo depois aparecem Tarcísio de Freitas (18%), Fernando Haddad (16,4%), Ratinho Jr. (10,7%), Ronaldo Caiado (5,2%) e Romeu Zema (4,2%). 

 

 

O segundo cenário sem Lula e Bolsonaro é liderado por Michelle Bolsonaro, com 19,8%. Logo depois da ex-primeira-dama aparecem Ciro Gomes (19,1%), Fernando Haddad (16,9%), Ratinho Jr. (10,1%), Ronaldo Caiado (6%) e Romeu Zema (5,5%). 

 


 

Para um eventual segundo turno, a pesquisa CNT/MDA apresentou quatro cenários. Confira abaixo os resultados:

 

1 - Jair Bolsonaro 43,9% x 41,4% Lula
2 - Lula 41,1% x 40,4% Tarcísio de Freitas
3 - Jair Bolsonaro 43,9% x 38,4% Fernando Haddad
4 - Tarcísio de Freitas 39% x 37% Fernando Haddad

 

Na preferência para o próximo presidente, observou-se na pesquisa um empate triplo entre correntes: 33% preferem candidato alinhado a Bolsonaro, 31% optam por candidato ligado a Lula e 31% buscam alternativa não associada a esses grupos políticos.

 

A pesquisa CNT/MDA foi realizada de 7 a 11.jun.2025, com 2.002 entrevistas em 475 municípios de todas as regiões do país. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,2%.
 

Lula vai ao Paraná e pesquisa mostra que além de ter 67,4% de desaprovação no estado, ele perderia para Ratinho Jr. e Michelle
Foto: Reprodução Redes Sociais

Nesta mesma quinta-feira (29) em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ao Paraná, para participar do ato de criação do Assentamento Maila Sabrina, localizado nos municípios de Ortigueira e Faxinal, uma pesquisa mostrou que não apenas é das mais altas a sua desaprovação no Estado, como ele é apenas a terceira opção eleitoral como presidente em 2026.

 

A sondagem foi divulgada pelo Paraná Pesquisas, e mostra que 67,4% dos paranaenses desaprovam a gestão do líder petista, enquanto 29% aprovam o presidente. A pesquisa mostrou ainda que a rejeição de Lula é maior entre os homens. Entre os entrevistados do sexo masculino, 72,1% disseram desaprovar o governo, enquanto 25,8% aprovam.

 

Já entre as mulheres, a taxa de desaprovação ao presidente Lula é menor: 63%, e a aprovação, 31,9%. Nesse recorte, 5% não souberam responder ou preferiram não opinar.

 

Em sua ida ao Paraná, Lula está acompanhado dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, além do presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), César Aldrighi. Na criação do assentamento Maila Sabrina, houve a entrega de títulos de propriedade para cerca de 450 famílias de trabalhadores rurais, que foram beneficiados em uma área de 10,6 mil hectares.

 

Durante a visita também foi assinado Protocolo de Intenções entre o MDA e a Itaipu Binacional para a compra de alimentos da agricultura familiar via modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O documento garantirá que parte dos alimentos fornecidos nos contratos venham da produção local, beneficiando a comunidade da região perto da Usina de Itaipu e valorizando os pequenos agricultores familiares. 

 

Nas eleições de 2022, o então candidato Lula teve no Paraná uma de suas maiores derrotas. No segundo turno, o candidato Jair Bolsonaro (PL) recebeu 62,4% dos votos válidos, enquanto Lula teve apenas 37,6%. 

 

A rejeição a Lula no estado também é revelada na sondagem do Paraná Pesquisa para as eleições presidencial de 2026. O levantamento mostrou que o atual governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), venceria, entre os eleitores do Estado, tanto o presidente Lula quanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

 

Ratinho Jr. lidera com 42,1% das intenções de voto no Paraná, em um cenário contra Michelle Bolsonaro, que aparece com 20%. O presidente Lula tem 17,9%. Na sequência, estão o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 5%; o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), com 2,1%; e o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), com 0,3%.

 

A pesquisa testou ainda um cenário com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Neste recorte, Ratinho Jr. aparece com 45,2%, seguido do presidente Lula, com 18,4%. Já Tarcísio tem 15,7% das intenções de voto. Em seguida, estão Ciro Gomes, com 5,4%; Ronaldo Caiado, com 1,4%; e Helder Barbalho, com 0,2%.

 

Em um cenário com o ex-presidente Jair Bolsonaro, Ratinho Jr. teve um empate. Bolsonaro tem 33,4% das intenções de voto, enquanto Ratinho Jr. tem 32,1%. 

 

Neste recorte, o presidente Lula aparece com 17,8%. Em seguida estão Ciro Gomes, com 4,8%; Ronaldo Caiado, com 1,3%; e Helder Barbalho, com 0,3%. Outros 6,1% escolheram votar em branco ou nulo e 4,3% não souberam ou preferiram não opinar.

 

O instituto entrevistou 1.550 eleitores em 58 municípios do Paraná. A pesquisa tem grau de confiança de 95% e uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,5 pontos porcentuais para os resultados gerais.
 

Aliados de Bolsonaro criticam falta de apoio de Tarcísio no STF e cogitam novo nome para liderança da direita
Foto: Alan Santos / PR

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) têm manifestado, nos bastidores, insatisfação com o que classificam como “inação” do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), diante das investigações que tramitam contra Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

De acordo com esses interlocutores, Tarcísio, que mantém bom relacionamento com alguns ministros da Corte, deveria interceder em favor do ex-presidente, réu no chamado inquérito do golpe.

 

O desconforto tem levado parte do grupo a defender, também nos bastidores, a articulação de outro nome como alternativa a Bolsonaro para a liderança da direita no cenário político nacional. Embora não haja definição pública sobre quem seria essa alternativa, a movimentação indica um avanço das divergências internas.

 

As informações são do Metrópoles.

Paraná Pesquisas: Tarcísio Freitas lidera intenção de votos em São Paulo e seria reeleito governador
Foto: Pablo Jacob/Governo do Estado de SP

Um levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (8), aponta que o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos) lidera as intenções de voto para se manter no governo de São Paulo, com 18,8%. O dado é referente ao questionário espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos.

 

 

Empatados em segundo lugar ficaram os candidatos Fernando Haddad e Geraldo Alckmin com 1,2% dos votos. Com menos de 1% dos votos Ricardo Nunes, Guilhemer Boulos, Márcio França, Erika Hilton, Rodrigo Manga, Alexandre Padilha e Paulo Serra completam a lista.

 

No cenário proposto pela pesquisa, com a pergunta "Se as eleições para Governador do Estado de São Paulo fossem hoje e os candidatos fossem esses, em quem o(a) Sr(a) votaria?", a prioridade de voto dos eleitores se repete com Tarcísio recebendo 42,1% dos votos dos eleitores. O levantamento, realizado entre 1º e 4 de maio com 1.700 eleitores em 85 municípios paulistas, indica que Tarcísio venceria até no primeiro turno, caso decida disputar novo mandato.

 

 

Em segundo lugar, Alckmin recebe 21,1%. Erika Gomes ficou com 9,4% dos votos, Padilha com 5,5%, e os três últimos lugares ficam com Rodrigo Manga (4,8%), Paulo Serra (4,0%) e Felipe Sabará (0,8%).

 

No segundo cenário proposto pela pesquisa, com a pergunta "Se as eleições para Governador do Estado de São Paulo fossem hoje e os candidatos AGORA fossem esses, em quem o(a) Sr(a) votaria?", Tarcísio aparece em primeiro lugar com 46,5% das intenções de voto.

 

 

Em segundo lugar, Márcio França com 11,9%. Hilton ficou com 9,7% dos votos, Padilha com 7,1%, Rodrigo Manga com 5,4%, Paulo Serra com 4,7 e Felipe Sabará com 0,8%.

 

Caso o governador não dispute a reeleição e concorra à Presidência, o cenário muda. O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte do Brasil, Márcio França lidera todos os cenários com mais de 20% das intenções de voto.

 

 

 

 

A pesquisa também apontou que 66,8% dos paulistas aprovam a gestão do governador. Sobre a desaprovação, 28,9% dos entrevistados pela pesquisa afirmaram que não aprovam a administração, enquanto 4,3% não souberam responder. No caso da avaliação, 6,8% afirmam que a gestão é ruim e 11,6% disseram ser péssima. 32,6% avaliaram como boa e 16,9% como ótima. Dentre os entrevistados, 30,2% afirmaram que o governo é regular.

 

AtlasIntel: Lula tem aprovação ainda em queda e perde para Bolsonaro, Marçal e Tarcísio em 2º turno
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (1º) revela que continua subindo a desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e que alguns de seus adversários já aparecem à frente em eventual cenário de disputa para as eleições de 2026. 

 

Em relação à avaliação do governo, o presidente Lula viu sua desaprovação subir de 53% na pesquisa de fevereiro para 53,6% agora no final de março. Já a aprovação caiu dos 45,7% registrados na última pesquisa para 44,9% nesta mais recente. 

 

O levantamento mostra que, quando perguntados sobre a avaliação do governo, 49,6% dos entrevistados avaliaram a gestão como ruim/péssima, enquanto 37,4% disseram ser ótima/boa. Na pesquisa de fevereiro, 50,8% avaliaram o governo como ruim/péssimo, enquanto 37,6% disseram ser ótimo/bom.

 

O Instituto AtlasIntel também fez simulações de cenários de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. Foram pesquisadas seis disputas em segundo turno envolvendo Lula e outros postulantes, e em três delas o presidente ganhou, e em outras três perdeu. 

 

Lula ganharia em um segundo turno do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (47% a 37%); do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (46% a 36%); e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (44% a 25%). 

 

De outro lado, o presidente Lula perderia as eleições em disputa contra Jair Bolsonaro (46% a 48%); contra o ex-candidato a prefeito Pablo Marçal (46% a 51%); e contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (46% a 47%). 

 

A pesquisa foi realizada pela Latam Pulse, Bloomberg e AtlasIntel. Os dados foram coletados de 20 a 24 de março de 2025, em formulários on-line aleatórios. Foram entrevistadas 4.659 pessoas. A margem de erro é de 1% e o intervalo de confiança é de 95%.
 

Se a eleição fosse hoje, Lula seria derrotado por Jair e Michele Bolsonaro, aponta instituto de pesquisa
Montagem: Bahia Notícias / Fotos: PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera apenas um dos cenários previstos para a corrida eleitoral em 2026. É o que aponta a pesquisa do instituto Futura Inteligência, empresa da Apex Partners, divulgada pela revista Exame nesta quarta-feira (26). O levantamento simulou cenários que envolvem o presidente Lula, contra nomes como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). 

 

Em um cenário entre Lula e Bolsonaro acontecesse hoje, o ex-presidente vinculado ao PL lidera com 41,9% das intenções de voto, contra 31,7% do atual presidente. A pesquisa também considerou uma candidatura da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Neste cenário, o presidente Lula estaria empatado tecnicamente com Michele, mas perderia em números gerais: Michele aparece com 35,3% das intenções de voto e Lula com 29,9%.

 

Segundo o levantamento, se as eleições fossem hoje, Lula seria capaz de vencer o governador paulista Tarcísio de Freitas, com 31% das intenções de voto contra 24,3% do governador. A pesquisa ainda considera o nome dos governadores Ratinho Júnior (PSD-PR) e Ronaldo Caiado (União-GO), mas ambos figuraram com menos de 15% dos votos nos três cenários. 

 

O levantamento também considerou um cenário onde o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), seria o escolhido para disputar as eleições do lado governista. Ele manteria os resultados de Lula, ficando atrás de Bolsonaro e Michele, e a frente de Tarcísio. 

 

Para o levantamento, a Futura Inteligência ouviu 1.000 pessoas, por entrevista telefônica, entre os dias 19 e 22 de março. O índice de confiança é de 95%. Confira os resultados:

 

Cenário 1-

Jair Bolsonaro: 41,9%
Lula: 31,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 9,6%
Ratinho Junior: 6,7%
Ronaldo Caiado: 6,0%
NS/NR/Indeciso: 4,0%

 

Cenário 2 -

Michele Bolsonaro: 35,3%
Lula: 29,9%
Ratinho Junior: 12
Ninguém/Branco/Nulo: 11,2%
Ronaldo Caiado: 7,8%
NS/NR/Indeciso: 3,4%

 

Cenário 3 -

Lula: 31,0%
Tarcísio de Freitas: 24,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 15,3%
Ratinho Junior: 15,1%
Ronaldo Caiado: 9,0%
NS/NR/Indeciso: 5,3%

 

 

Cenário 4 -

Jair Bolsonaro: 41,9%
Geraldo Alckmin: 23,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 14,1%
Ratinho Junior: 9,7%
Ronaldo Caiado: 7,0%
NS/NR/Indeciso: 3,8%

 

Cenário 5 -

Michele Bolsonaro: 37,2%
Geraldo Alckmin: 23,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 14,0%
Ratinho Junior: 12,9%
Ronaldo Caiado: 8,3%
NS/NR/Indeciso: 3,8%

 

Cenário 6 -

Geraldo Alckmin: 26%
Tarcísio de Freitas: 24,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 18,7%
Ratinho Junior: 16,0%
Ronaldo Caiado: 9,8%
NS/NR/Indeciso: 4,9%

Chamado de "fascista" pela esquerda, Frei Gilson recebe apoio de Bolsonaro e Tarcísio e ganha milhões de seguidores
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Chamado por internautas de esquerda de “fascista”, “negacionista”, “oportunista”, “misógino”, entre outros adjetivos, o religioso Frei Gilson se tornou um dos assuntos mais comentados na rede X nos últimos dias, após receber apoio de políticos e influenciadores de direita que saíram em sua defesa. O líder católico, de 37 anos, foi apoiado por nomes como o ex-presidente Jair Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e vem ganhando centenas de milhares de novos seguidores desde o início da polêmica.

 

Há seis dias, Frei Gilson começou o que chamou de “Campanha da Quaresma”, com lives realizadas de madrugada nas suas redes sociais, e que devem se seguir até a Semana Santa. As lives vem sendo acompanhadas por milhões de pessoas no Instagram e no Youtube, e o religioso passou a ser alvo de críticas e ataques de internautas. 

 

“Um frei fascista da Brasil Paralelo, um negacionista, anticiência, misógino. Pra piorar fica dizendo que não existe mudanças climáticas, um canalha oportunista. Um vagabundo da pior espécie que usa a religião para atrasar a evolução planetária. Se existir o capeta, esse é um discípulo dele”, escreveu uma internauta, durante a realização da live.

 

Os ataques ao religioso, principalmente por internautas de esquerda, foram criticados pelo deputado André Janones (Avante-MG). De acordo com ele, os ataques podem se traduzir em prejuízo eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026.

 

“O cara mete 4 milhões de pessoas em uma live quatro da manhã e representa a maior religião do país, e a gente ao invés de mudar a pauta e conseguir conquistar esses mesmos eleitores por outro flanco, a gente parte pra cima daquele que, gostemos ou não, os representa e tem a admiração dos fiéis, que (olha que surpresa) também são eleitores. Cada dia mais tenho certeza que merecemos o que estamos vivendo. Toda desgraça é pouca pra gente burra e arrogante”, disse o parlamentar.

 

Sacerdote, cantor e influenciador, Frei Gilson, com a polêmica em torno do seu nome, atingiu nessa semana quase oito milhões de seguidores só no Instagram. O religioso, que pertence à Ordem Carmelita Mensageiras do Espírito Santo, em Nova Almeida (ES), alcançou ainda um total de 6,6 milhões de seguidores no Youtube, o que o coloca entre os canais cristãos mais seguidos no Brasil, superando inclusive o Padre Marcelo Rossi.

 

Gilson da Silva Pupo Azevedo tem 37 anos e nasceu em São Paulo. Ele foi ordenado sacerdote em 7 de dezembro de 2013 e comandou por nove anos a Paróquia Nossa Senhora do Carmo da Diocese de Santo Amaro, em São Paulo. O pároco retornou à igreja em novembro do ano passado apenas para realizar uma missa especial. 

 

Com o sucesso das lives e a polêmica com grupos de esquerda, Frei Gilson passou a receber apoio de figuras conservadoras. O ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, por exemplo, demonstraram solidariedade com o religioso. 

 

Em publicação no último domingo (9), Bolsonaro destacou a mobilização de milhões de pessoas em torno das orações. “Frei Gilson cada vez mais se apresenta como um assunto em oração, juntando milhões pela palavra do Criador. Por isso, cada vez mais, vem sendo atacado pela esquerda”, escreveu o ex-presidente.

 

Já Michelle Bolsonaro usou os stories da sua conta no Instagram para enviar uma mensagem ao frei: “Que Deus te proteja e o livre do homem mau”. 

 

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também saiu em defesa de Frei Gilson. No último domingo (9), Tarcísio publicou um vídeo do frade e citou um versículo bíblico para demonstrar seu apoio.

 

“Se são insultados por causa do nome de Cristo, bem-aventurados assim, por quanto sobre vós relatados o Espírito da glória, o Espírito de Deus. Pedro 4-14”, escreveu o governador. Na sequência, ele reforçou sua solidariedade: “Força Frei Gilson! Estamos com você!”

 

A live de Frei Gilson realizada nesta madrugada de terça (11) atingiu até o momento o total de três milhões de visualizações, com mais de um milhão de pessoas conectadas simultaneamente, as quatro da manhã. Na madrugada desta segunda (10), o frei não fez qualquer citação aos ataques que sofreu, mas realizou uma oração contra “pensamentos confusos”, de “revolta”, de “vingança” e de “inveja”. 

 

“Dai-nos, Senhor, discernimento, dai-nos, Senhor, sabedoria, que nós possamos separar o que é bom do que é mal, dai-nos, Senhor, discernimento para discernir o que é certo do que é errado”, disse o religioso durante a oração.
 

Presidente do STF elogia Tarcísio de Freitas pelo uso de camêras dos PMs
Foto: Roberto Jayme/ASCOM/TSE

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto barroso, declarou, nesta segunda-feira (10), elogios ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) por aplicar o uso de câmeras corporais para policiais militares do estado de São Paulo. As declarações foram dadas durante evento em que Barroso recebeu o colar do mérito do Tribunal de Contas do Município da capital paulista.

 

Segundo o ministro, Tarcísio se convenceu da importância desse uso dos dispositivos para diminuir a quantidade de mortes por policiais e proteger. 

 

"No tocante às câmeras corporais, acho que todas as pesquisas documentam que ela melhora a segurança pública, diminui a letalidade policial e protege bons policiais. Faço aqui um elogio público ao governador do estado de São Paulo, que se convenceu desses argumentos e está implementando esse modelo em São Paulo, que eu acho que é extremamente positivo", disse Barroso.

 

Ele também falou sobre os sistemas de reconhecimento facial, como o Smart Sampa, pedindo cuidado ao uso, falando sobre a problemática com esteriótipos. 

 

"Reconhecimento facial, por exemplo, pode, em muitos casos, ajudar numa política de segurança pública, mas em outros casos, reforçar estereótipos e preconceitos. Portanto, tudo é possível de ser utilizado com os cuidados éticos necessários para que não tenham o uso desvirtuado."

Com Tarcísio de Freitas, Rui Costa fala de golpe e a plateia interrompe: "Sem anistia"
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), mencionou, nesta quinta-feira (27), a tentativa de golpe do 8 de janeiro e foi interrompido pela plateia com gritos de "Sem anistia". Discurso do Ministro ocorreu durante evento de publicação do edital de licitação do Túnel Santos-Guarujá, contando com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

“Às vezes só valorizamos as coisas quando perdemos. [...] E, com todo esse processo que estamos acompanhando, de tentativa de aniquilar e encerrar a democracia no Brasil com a tentativa de golpe, a gente se lembra quando a democracia foi interrompida em nosso país”, disse Rui, quando foi interrompido por gritos de "Sem anistia".

Durante o mesmo evento, o Ministro também criticou o governo dos ex-presidentes, Jair Bolsonaro (PL) e Michel Temer (MDB), dizendo que por 7 anos, governadores do estado de oposição não eram chamados para dividir palco com os ex-presidentes para eventos políticos.

 

“Eu vi hoje pela manhã [na imprensa] que os dois estarão ocupando o mesmo palco do anúncio de obras. Isso não era pra ter destaque na imprensa, isso deveria ser uma coisa corriqueira da democracia. [...] É porque, durante sete anos, não houve esse tipo de evento”, falou o ministro do PT.

 

O governador de São Paulo e o presidente da República ouviram as falas do ministro da Casa Civil sem demonstrar reação.

Tarcísio de Freitas defende Bolsonaro em denúncia da PGR: “Forçação de Barra”
Tarcísio de Freitas e Jair Bolsonaro

O governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), declarou, nesta terça-feira (25), que a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), feita pela Procuradoria Geral da República (PGR), é uma “forçação de barra” e “revanchismo”. Além disso, o governador também afirmou que a acusação “não faz sentido nenhum”.

 

“Você tem hoje uma questão de revanchismo. Deixa as paixões de lado, desconsidera o fato de você gostar ou não da pessoa. Vamos para as evidências. Nada do que é apresentado mostra alguma conexão ou relação [com o ex-presidente]. Está se criando uma maneira de responsabilizar pessoas que não têm responsabilidade”, disse ele, em evento em Mogi das Cruzes.

 

O Republicano também declarou que a denúncia feita por Paulo Gonet, o Procurador-Geral da República, é uma “vulgarização”.

 

“A gente não pode partir para esse tipo de vulgarização, porque isso é perigoso. Isso cabe para um inimigo público número 1 hoje, vai caber para um outro inimigo público amanhã. Qual é o critério? Ontem, eu estava ouvindo os áudios que divulgaram. O que têm os áudios em termos de responsabilidade objetiva? Absolutamente nada”, disse Tarcísio de Freitas. 

 

O governador do estado de São Paulo já havia defendido Bolsonaro após acusação da PGR, em suas redes sociais, onde Tarcísio disse que o ex-presidente “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do estado democrático de direito”.

 

 

Paraná Pesquisas: Tarcísio de Freitas lidera corrida eleitoral para governador de SP
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Um levantamento eleitoral feito pela Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira (25) aponta o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na frente da corrida para chefia executiva do estado em quase todos os cenários. As eleições acontecem no mês de outubro de 2026.

 

Na pesquisa estimulada, em que os candidatos não são listados para o entrevistado, Tarcísio lidera com 15,4%, seguido por Fernando Haddad (PT) com 1,8% e Guilherme Boulos (PSOL) com 1,6%. Chama atenção a proporção de ouvidos que não souberam opinar (71%).

Já no cenário estimulado, em que os candidatos são apresentados, o atual mandatário paulista está na dianteira com 37,8%, logo atrás aparece Geraldo Alckmin (PSB) com 24,7%, e Pablo Marçal (PRTB) com 16,2%.

Os dados da pesquisa foram coletados por meio de entrevistas pessoais com 1.650 eleitores em 86 municípios do estado de São Paulo, realizadas entre os dias 20 e 23 de fevereiro deste ano. 

Cacá Leão defende candidatura de Tarcísio na oposição nacional e avalia cenário estadual em 2026: “ACM Neto será candidato”
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O secretário municipal de Governo e presidente municipal do PP, Cacá Leão, definiu que o governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republianos), deve ser a melhor opção da oposição na eleição nacional de 2026. Em entrevista ao Projeto Prima, nesta segunda-feira (17), Leão detalha ainda que até a disputa, muitos nomes devem surgir para o pleito, no entanto, a posição de Lula e Bolsonaro ainda é decisiva. 

 

“Por tudo que ele construiu, é um cara até de carreira na política, mas eu acho que o governador de São Paulo, Tarcísio (Republicanos), representa… É um cara equilibrado que tem feito um governo revolucionário no estado de São Paulo, ele tem direito de ir à reeleição ainda”, afirmou. “Se eu fosse ele, eu trocaria, pelo bem do Brasil”.

 

‘E você tem aí ainda outros nomes, como o governador do Goiás, Ronaldo Caiado (União), é um outro nome experimentado na política, aprovado pelo seu estado. Você tem o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, apesar de se colocar como outsider [fora da oposição]. Mas acho que a gente vai ter aí uma gama até 2026”, ressalta. 

 

O progressista comenta ainda sobre os debates em torno das candidaturas de Lula e Bolsonaro, este último estando inelegível, até o momento. “Eu particularmente não acredito [que Bolsonaro seja candidato em 2026] apesar que isso seria inclusive um desejo do PT, mas eu acredito que o STF embarque nessa questão. Não acho que Bolsonaro esteja errado também, em insistir na sua candidatura, até porque se ele se afastar do debate, ele perde o lugar de fala dele”, conclui. 

 

Ao falar do cenário nacional, Cacá relembra a eleição de 2022, em que o principal candidato da oposição na Bahia, Antonio Carlos Magalhães Neto (União) disputou o cargo de governador sem apoiar formalmente nenhum candidato nacional. 

 

“Eu acho inclusive que esse foi um dos erros da eleição de 2022. Neto tinha uma aliança ampla de partidos, partidos que estavam com Lula, partidos que estavam Bolsonaro. O próprio União Brasil tinha a Soraia ali naquele momento, e ele tomou a decisão de discutir a Bahia. É uma decisão lúcida, de quem estava pensando no seu estado, e queno final das contas acabou não dando certo”, disse. 

 

E completa que o cenário de polarização nacional, muito motivado a política identitária, dificultava o debate de ideias: “Foi uma decisão acertada, mas a população não entendeu, tanto que acabou votando em um governador desconhecido, porque estava [vinculado a Lula] e Lula teve uma vitória maciça aqui na Bahia”. 

 

Sobre o pós-eleição da oposição baiana, o aliado de ACM defende que o líder do grupo vem “fazendo seu papel” enquanto opositor do governo eleito. “É da democracia, perdeu. Qual é o papel de quem perde a eleição? Fazer oposição. Quem ganhou não aceita que Neto faça oposição, quando, na verdade, a oposição também é contribuição. Se você tem do seu lado só quem diz o que você quer ouvir, a gente de você errar é maior”, sucinta. “Então, Neto está cumprindo com o seu papel nesses últimos dois anos pós-eleição”, completa. 

 

No que tange aos rumores de que o candidato do União Brasil poderia não disputa a eleição ao Palácio de Ondina, Cacá nega. “Eu posso afirmar que ACM Neto será candidato a governador em 2026, temos conversado muito, temos intensificado diálogos, conversas, agendas, agora, é obvio que quando você perde a eleição, você tem o papel de oposição, de criticar, mas também você precisa deixar quem está na política tocarem a sua vida, ninguém é dono de ninguém. Acho que Neto sempre procurou dar essa liberdade, mas jamais se furtou de receber ninguém”, conclui. 

 

Confira o trecho: 

 

Potenciais adversários em 2026, Tarcísio de Freitas e Lula fazem reunião fora da agenda
Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve uma reunião com o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), nesta manhã de quarta-feira (12), no Palácio do Planalto, em Brasília. O encontro entre dois potenciais candidatos à presidência em 2026 em campos políticos opostos não estava marcado em nenhuma das agendas oficiais.

 

Esta reunião, a priori, estava marcada para acontecer na Granja do Torto, onde o presidente tem dormido. O local é um tipo de segunda casa do presidente da República, afastada da região mais central de Brasília.

 

Tarcísio é citado como um dos principais nomes da direita para as eleições de 2026, devido à inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Já Lula deu indícios, nesta terça, durante encontro com prefeitos, que deve disputar a reeleição no próximo ano.

 

Após a reunião, Tarcísio de Freitas foi ao encontro do ex-presidente Jair Bolsonaro, com registro e compartilhamento do momento em seu Instagram. 

 

 

Aliados do governador teriam sinalizado não concordar com o encontro dele com Lula, por medo de uma reação do ex-presidente. Entretanto, Tarcísio mantém uma postura objetiva e cordial com o governo federal, recebendo críticas de bolsonaristas mais radicais.

Bolsonaro comenta pela primeira vez Michelle para a presidência em 2026
Foto: Alan Santos/Presidência da República

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu publicamente, pela primeira vez, a possibilidade de apoiar uma candidatura de sua esposa, Michelle Bolsonaro (PL), à presidência da República em 2026. O ex-presidente afirmou ‘não ter problemas’ em ver a esposa como cabeça de chapa, contando com ele como ministro-chefe da Casa Civil.

 

A declaração foi dada durante entrevista a CNN nesta quinta-feira (23). “Vi na pesquisa do paraná Pesquisas que ela está na margem de erro do Lula”, afirmou o ex-presidente, que continuou: “Não tenho problemas, seria também um bom nome com chances de chegar. Obviamente, ela me colocando como ministro da Casa Civil”.

 

O ex-presidente também citou a visita da ex-primeira-dama aos Estados Unidos no período da posse do segundo mandato de Donald Trump como presidente do país norte-americano. Segundo Bolsonaro, a ida de Michelle aos EUA, como uma de suas representantes, pode alavancar a popularidade dela como candidata à presidência no Brasil.

 

OUTROS NOMES DA DIREITA

Perguntado também acerca de outros candidatos, Bolsonaro avaliou Tarcísio de Freitas (Republicanos) como um bom gestor, mas disse que “quem define as eleições é o povo”, e ressaltou que o fator determinante para a candidatura de Tarcísio seria a sua popularidade fora do Estado de São Paulo.

 

Sobre o seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o ex-presidente afirmou que ele está preparado e que seria um excelente candidato. Ademais, Bolsonaro destacou as habilidades do filho como articulador político.

 

O ex-presidente comentou, ainda, sobre a possível candidatura do cantor sertanejo Gusttavo Lima à presidência. Sobre ela, Bolsonaro afirmou ser uma ideia positiva, mas sugeriu que ele se candidatasse primeiro ao Senado para adquirir experiência política antes de concorrer ao cargo mais alto do país”.

 

“Ele tem idade e popularidade, mas o resto a gente não conhece. É um excelente nome para o Senado, mas para a presidência não sei se está maduro ainda”, afirmou o ex-mandatário.

Na frente de Tarcísio e Nunes, Rui Costa critica trama golpista e afirma que Lula “não se abalou um milímetro”
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta sexta-feira (29), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “não se abala um milímetro”, em frente às informações sobre o suposto plano para seu assassinato em 2022.

 

O ex-governador falou sobre o caso, investigado pela Polícia Federal (PF), durante uma cerimônia no Palácio do Planalto com a presença do próprio Lula, do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

 

Tarcísio foi ministro da Infraestrutura durante o governo de Bolsonaro, um dos indiciados pela tentativa de golpe de Estado, que, entre outros objetivos, visava o assassinato do presidente Lula. Já Nunes foi reeleito prefeito da capital paulista este ano com um apoio discreto do ex-presidente e um candidato a vice indicado pelo ex-chefe de Estado.

 

“O senhor mostra, mais do que nunca, a figura de um estadista, que não se abala um milímetro, mesmo com todas as informações e notícias que vieram à tona daqueles que tramaram um golpe de Estado”, afirmou Rui Costa, durante a cerimônia. 

 

“Chegaram a tramar algo que ninguém neste salão ou no país imaginava que poderia acontecer neste país, que alguém teria coragem de tramar a captura, o sequestro, a morte de um ministro do Supremo Tribunal Federal, de um presidente da República e de um vice-presidente da República eleitos”, afirmou o ex-governador da Bahia. Lula, por sua vez, não discursou na cerimônia.

Pesquisa: se eleições fossem hoje, Lula e Bolsonaro estariam em empate técnico, e Michelle tem mais força que Marçal
Foto: Reprodução Youtube

Se as eleições de 2026 fossem hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda seria um dos favoritos para conquistar o seu quarto mandato, mas a distância para seus adversários mostra que a disputa ainda está aberta, principalmente pela indefinição do candidato da direita. É o que mostra a Pesquisa CNT Opinião divulgada nesta terça-feira (12). 

 

No primeiro dos cenários montados pela pesquisa CNT, com parceria do Instituto MDA, o presidente Lula aparece com 35,2% dos votos, enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) alcança 32,2%. Nesse cenário, Lula e Bolsonaro estariam em situação de empate técnico, por conta da margem de erro da pesquisa.

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro no momento está inelegível para as eleições de 2026, por conta de decisão do Tribunal Superior Eleitoral tomada no ano passado. Apesar da inelegibilidade, Bolsonaro vem dizendo que será candidato, e que acredita que conseguirá recuperar no Supremo Tribunal Federal os seus direitos políticos. 

 

Nos outros dois cenários apresentados pela pesquisa aos entrevistados, Bolsonaro é retirado do quadro e em seu lugar aparecem como candidatos de direita a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e candidato a prefeito de São Paulo, o empresário Pablo Marçal (PRTB). No cenário com Michelle e Marçal juntos, Lula tem 34,1%, a ex-primeira-dama chega a 20,5%, e o ex-coach alcança 14,1%.

 

Nesse cenário ainda aparecem Ciro Gomes (PDT), com 9,3%, e a atual ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), com 9,2%. Brancos e nulos são 8,9% e indecisos registraram 3,9%. 

 

No cenário sem Michelle, Lula mantém os 35,2% e disputa principalmente com Pablo Marçal, que alcança 16,9%. Nesse terceiro cenário a pesquisa incluiu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que marcou 15%, e ainda há o nome da ministra Simone Tebet, com 9,4%. 

 

Já no cenário espontâneo, em que os entrevistados falam suas preferências sem a apresentação de uma lista com nomes, o presidente Lula está na liderança, com 27,4%, seguido de Jair Bolsonaro, com 20,4%. Na resposta espontânea, Tarcísio de Freitas está na frente de Pablo Marçal, com 1,8% contra 1,4% do candidato a prefeito da capital paulistana. 

 

Por fim, nesse cenário de respostas espontâneas, a ministra e ex-candidata a presidente Simone Tebet apareceu com 1,1%. Outros nomes, entre eles o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), acumularam um total de 6,2%. O maior número de respostas, entretanto, é de pessoas que dizem não saber em quem votar: 35,7% responderam desta forma a pesquisa. 

 

A pesquisa CNT mostra ainda que no cenário de uma disputa entre Lula e Bolsonaro, o atual presidente ganha do ex no voto feminino (37x31) e empata no masculino (33x33). Nos dados de faica etária, Lula ganha em quase todas as faixas, mas perde para Bolsonaro entre os eleitores de 24 a 35 anos (35x33 para o ex-presidente). 

 

Em relação à faixa salarial, o presidente Lula tem mais votos apenas na faixa até dois salários mínimos (41x27). Já Bolsonaro ganha entre as pessoas que ganham de dois a cinco salários mínimos (36x32) e na faixa acima de cinco salários (37x29). 

 

Na divisão dos eleitores pelo nível de escolaridade, Lula ganha entre quem possui apenas o ensino fundamental (47x25). O ex-presidente está na frente nos grupamentos de eleitores com ensino médio (36x29) e superior (34x33). Já em relação à religião, enquanto Lula tem mais apoios entre os católicos (38x30), Bolsonaro é mais apoiado em meio aos evangélicos (44x26). 

 

Por fim, na distribuição das intenções de voto por região, Lula ganha de Bolsonaro no Sudeste (32x30) e no Nordeste (51x22). Bolsonaro, por sua vez, é vitorioso no Sul (46x24) e no Norte/Centro-Oeste (43x28). 
 

Romeu Zema, ausente da reunião de governadores no Palácio do Planalto, sobe o tom nas críticas a Lula e ao governo
Foto: Gil Leonardi / Imprensa MG

Derrotado no apoio a candidatos no primeiro e no segundo turno em Belo Horizonte, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), elevou o tom de suas críticas ao governo federal, ao presidente Lula e ao PT nesta primeira semana após o encerramento das eleições. Além das críticas, Zema fez questão de não comparecer à reunião de governadores convocada por Lula para discutir o tema da segurança pública, e que aconteceu nesta quinta-feira (31).

 

Zema, que é citado como um dos possíveis candidatos a presidente da República entre os partidos de direita, recusou convite do presidente Lula para participar da reunião com outros governadores de estado, e enviou em seu lugar o secretário-adjunto de Segurança Pública de Minas Gerais, Edgard Estevo. A justificativa do mineiro, conforme ofício enviado ao Palácio do Planalto, foi que não houve resposta "satisfatória" do governo a pontos apresentados por governadores do Consórcio de Integração Sul Sudeste (Cosud) que, segundo eles, precisariam ser revistos na área da segurança.

 

"Sem esse instrumento, a reunião corre o risco de ser apenas um momento para discursos políticos, sem abertura para uma construção conjunta em busca de um consenso", disse Zema no ofício. 

 

Antes de recusar o convite, o governador de Minas Gerais passou a postar nos últimos dias uma série de críticas ao governo e a lideranças petistas. Em postagem recente nas redes sociais, após a anulação de condenações na Lava-jato do ex-deputado José Dirceu (PT) pelo ministro Gilmar Mendes, Zema disse que a decisão enfraquece a luta pela democracia.

 

"O crime compensa no Brasil? José Dirceu, ex-ministro do PT, condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, teve suas condenações anuladas. Mais uma decisão que desrespeita a sociedade e enfraquece a luta contra a impunidade", afirmou o governador.

 

Romeu Zema também fez postagens nas redes sociais para reclamar da recriação do DPVAT (Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres). O DPVAT voltará a ser cobrado em 2025 com o nome de Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT). 

 

"Mais essa taxa do governo federal. No que depender de mim, em Minas essa conta não cairá nas costas dos mineiros", disse o mineiro na postagem. "Ele sempre foi um seguro imposto, não um seguro, e que só serve para enriquecer amigos dos poderosos que no passado ganharam milhões com esse pagamento", completou.

 

Entre os presidenciáveis que têm tido o seu nome colocado como opção para concorrer na próxima eleição, Romeu Zema foi o que teve pior resultado nestas eleições municipais. No primeiro turno o governador apoiou Mauro Tramonte (Republicanos) na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte, candidato que terminou em terceiro lugar. Já no segundo turno o apoio de Zema foi ao deputado estadual de direita Bruno Engler (PL), que perdeu para o atual prefeito Fuad Noman (PSD).

 

Ao contrário de Zema, outros três presidenciáveis obtiveram vitórias nas capitais dos estados que governam. Ratinho Jr (PSD), por exemplo, venceu a disputa em Curitiba com seu candidato Eduardo Pimentel (PSD). Já Ronaldo Caiado se esforçou pessoalmente pela vitória do ex-deputado Sandro Mabel (União) em Goiânia, derrotando o candidato do ex-presidente Jair Bolsonaro. Por fim, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, venceu na capital paulistana com a reeleição do atual prefeito Ricardo Nunes (MDB-SP).

 

Ronaldo Caiado, além de derrotar Bolsonaro em seu estado, compareceu à reunião convocada pelo presidente Lula, e fez críticas a algumas das ideias apresentadas pelo governo sobre segurança pública. O governador goiano criticou a PEC apresentada pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandolwski,  chamou-a de inadmissível, e defendeu maior autonomia para estados legislarem sobre temas penais. 

 

"Faça a PEC, transfira a cada governador a prerrogativa de legislar sobre aquilo que é legislação penal e penitenciária. Vocês vão ver. Na hora que eu botei regra na penitenciária de Goiás, o crime acabou", disse Caiado.

 

Assim como Caiado, outro governador que tem seu nome colocado como possível candidato em 2026, Tarcísio de Freitas, compareceu à reunião com Lula. Tarcísio também fez críticas à PEC, mas em tom moderado. Já o governador Ratinho Jr., assim como Zema, não compareceu ao encontro. 
 

Em pesquisa, Lula aparece na liderança de corrida eleitoral para Presidência da República em 2026
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em simulação eleitoral divulgada pela Genial/Quaest, neste domingo (13), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente na disputa pela Presidência da República, em 2026, contra Pablo Marçal (PRTB) e Tarcísio de Freitas (Republicanos).

 

Na pesquisa simulada, o petista tem 32% das intenções de voto, na segunda colocação vem Marçal com 18%. Já o governador de São Paulo, Tarcísio, tem 15% na disputa hipotética.

 

Votos brancos, nulos e aqueles que não votariam somam 18%, enquanto outros 18% dos entrevistados se consideraram indecisos.

 

O instituto ouviu 2.000 eleitores entre os dias 25 e 29 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

 

Vale destacar que a simulação feita pelo Quaest é anterior aos resultados do primeiro turno das eleições municipais e antes do então candidato do PRTB divulgar um suposto laudo médico atestando que o adversário Guilherme Boulos (PSOL) era usuário de drogas.

 

As próximas eleições presidenciais acontecem em outubro de 2026 e ainda não há pré-candidatos ao pleito

 

Veja os resultados:

 

Lula – 32%
Pablo Marçal – 18%
Tarcísio de Freitas – 15%
Indecisos – 18%
Branco/Nulo/Não vai votar – 18%

 

O instituto também mediu as intenções de voto com base nos votos dos eleitores no segundo turno de 2022, quando Lula disputou contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

Votou em Lula no segundo turno de 2022. Na disputa hipotética votaria em:

 

Lula – 71%
Pablo Marçal – 6%
Tarcísio de Freitas – 5%
Indecisos – 11%
Branco/Nulo/Não vai votar – 8%

 

Votou em Bolsonaro no segundo turno de 2022. Na disputa hipotética votaria em:

 

Lula – 4%
Pablo Marçal – 33%
Tarcísio de Freitas – 32%
Indecisos – 14%
Branco/Nulo/Não vai votar – 18%

 

Votou branco, nulo ou não foi votar no segundo turno de 2022. Na disputa hipotética votaria em:

 

Lula – 11%
Pablo Marçal – 14%
Tarcísio de Freitas – 4%
Indecisos – 34%
Branco/Nulo/Não vai votar – 37%

Malafaia solta o verbo, critica Nikolas Ferreira e outros políticos por apoio a Marçal e diz que Bolsonaro foi "covarde e omisso"
Foto: Reprodução Youtube

Jair Bolsonaro foi covarde e omisso em São Paulo, o senador Magno Malta foi uma decepção, o deputado Nikolas Ferreira agiu como um politiqueiro velho, e a surpresa das eleições, o candidato Pablo Marçal, é um manipulador de alto grau. Essas foram algumas das opiniões dadas pelo pastor Silas Malafaia em entrevista à jornalista Monica Bergamo, divulgada pela Folha de S.Paulo nesta terça-feira (8). 

 

Malafaia soltou o verbo na entrevista à Folha, e expressou toda a sua contrariedade e até decepção com o ex-presidente Bolsonaro e lideranças de direita que, segundo ele, não tiveram coragem de se opor com maior intensidade às provocações feitas por Pablo Marçal. Para o pastor, o único que o "encheu de alegrias" foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que se empenhou pessoalmente no confronto com Marçal e para garantir a presença do prefeito Ricardo Nunes (MDB) no segundo turno.

 

"Um político é reconhecido por seus posicionamentos. Qual foi a sinalização que o Bolsonaro passou? Eu não sou confiável em meus apoios políticos. Quem vai fazer aliança com um cara que não é confiável? O que ele fez em São Paulo e no Paraná foi uma vergonha. Em São Paulo ele ficou em cima do muro. No Paraná, tendo candidato a vice, declarou para a mulher lá ´pode usar meu nome´. Sinalizou duplamente. Gente! Isso não é papel da direita de nível maior. Eu apoio Bolsonaro. Mas eu já disse: sou aliado, e não alienado", afirmou o pastor, que tem sido um dos principais aliados de Bolsonaro e inclusive financiou por algumas vezes os carros de som para manifestações públicas com o ex-presidente.

 

"Bolsonaro foi covarde, omisso. Para ficar bem sabe com quem? Com seguidores. Que político é esse, meu Deus?", disse Silas Malafaia, se referindo principalmente aos cenários nas cidades de São Paulo e Curitiba. Em São Paulo o ex-presidente não se engajou efetivamente na campanha de Ricardo Nunes, e na capital paranaense, após ter apoiado o candidato Eduardo Pimentel (PSD), Bolsonaro deu declarações de apoio à segunda colocada na disputa, a jornalista Cristina Graeml (PMB). 

 

Sobre o deputado Nikolas Ferreira (PL), Malafaia disse na entrevista que ficou decepcionado com o posicionamento do parlamentar mineiro em apoiar Pablo Marçal. 

 

"A terceira decepção, na ordem de grandeza, foi com o Nikolas Ferreira. Você sabia que nós temos agora bolsominions e nikolominions? É! O Nikolas, um garoto bom, um garoto de futuro, teve uma atitude de politiqueiro velho. Ele pertence ao PL. Ele tem que, no mínimo, ficar de boca fechada porque o líder dele estava apoiando o Nunes. O Nikolas querer disfarçar para esse bandido que merece a cadeia foi uma decepção total. Não teve dignidade. Mandei mensagem para ele. Não deu nem pelota", afirmou o pastor.

 

Outra decepção do pastor foi com o senador Magno Malta (PL-ES), que, segundo ele, foi omisso por ter tido medo de confrontar Pablo Marçal nas redes. 

 

"Magno Malta. Um cara guerreiro, um cara do pau, da guerra. Eu o bombardeava, ´você tem que posicionar, você tem que falar contra Marçal´. E ele ficou calado, disse ´essa guerra não é minha´. Como assim? O que está em jogo é 2026. Esse cara vai rachar a direita. Vai rachar os evangélicos, que você representa, eu disse a ele. Mas ele não tomou atitude", disse.

 

Na análise do pastor Malafaia, as lideranças de direita agiram assim por medo principalmente das redes sociais. Silas Malafaia afirmou que as pessoas, autoridades, parlamentares, agem conforme as redes, apoiando quem é mais apoiado e se omitindo em relação a quem é criticado. 

 

À jornalista Monica Bergamo, Malafaia revelou que mandou uma mensagem para Bolsonaro ainda no domingo, dizendo a ele: "Como você apoia um canalha que falsificou documento, que quer dividir a direita e o voto evangélico, que ora fala bem de você, ora fala mal?'. 

 

O pastor disse ainda que Bolsonaro não é criança, e jogou para os dois lados por medo da opinião dos internautas.

 

"Eu desafio: entra nas redes de Bolsonaro e dos filhos dele. Não tem uma palavra sobre a eleição de São Paulo. É como se ela não existisse. Que porcaria de líder é esse?", bradou Malafaia. 

 

Sobre o governador Tarcísio de Freitas, Malafaia foi só elogios, principalmente sobre a postura de liderança demonstrada na eleição em São Paulo. 

 

"Tarcísio de Freitas mostrou um líder não anda atrás do povo. Um líder guia, anda na frente. Você não é um verdadeiro líder até que não ande sozinho. Tarcísio ganhou muito comigo. Liderança é sobre propósitos. Um líder não está preocupado com redes sociais, se vai perder ou se vai ganhar seguidores", concluiu Silas Malafaia.
 

Campos Neto sinaliza querer ser ministro da Fazenda de um futuro governo Tarcísio e irrita deputados do PT
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Nota divulgada pela coluna Painel S.A. da Folha de S.Paulo na tarde desta quarta-feira (12) caiu como uma bomba no mundo político. Segundo a Folha, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sinalizou ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que aceitaria ser seu ministro da Fazenda caso ele entre na disputa pelo Palácio do Planalto em 2026.

 

Campos Neto tem mandato à frente da presidência do BC até o final deste ano, e posteriormente terá que ficar seis meses em período de quarentena. Segundo a nota do Painel S.A, o presidente do BC avalia que situação econômica do país sofrerá forte deterioração nos próximos anos, e diante disso, ele teria sinalizado a Tarcísio que aceitaria a pasta da Fazenda caso o governador decida se tornar presidenciável.

 

O presidente do Banco Central estreitou sua relação com Tarcísio de Freitas durante o governo Bolsonaro. Campos Neto inclusive marcou presença nos eventos de posse de Tarcísio no governo de São Paulo, em 1º de janeiro de 2023.

 

Na cerimônia de posse do governo Tarcísio na Assembleia Legislativa de São Paulo, Campos Neto ficou sentado em posição de destaque na tribuna, ao lado do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e do futuro secretário de governo Gilberto Kassab (PSD).

 

Líderes do PT e de outros partidos reagiram rapidamente à informação da Folha sobre as pretensões de Roberto Campos Neto. A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), uma das principais críticas do presidente do BC no Congresso, disse que ele está fazendo de tudo para atrapalhar o governo e assim favorecer o candidato de Jair Bolsonaro em 2026. 

 

“Isso é que é a tal autonomia do Banco Central. Aposta na deterioração da economia do país (que ele faz de tudo para atrapalhar) para favorecer o candidato de Jair Bolsonaro. E o cara ainda está sentado na cadeira de presidente do BC! Quando a gente diz que ele é político, jamais um técnico, ficou escancarado agora. Campos Neto não tem sequer resquício de autoridade para comandar o BC”, disse Gleisi. 

 

Outro parlamentar petista, conhecido por sua combatividade em plenário, o deputado Lindbergh Farias (RJ), disse que a declaração mostra ter “caído a máscara” do dirigente do BC. 

 

“Campos Neto se assume bolsonarista convicto e já fala em ser ministro da Fazenda do Tarcísio de Freitas. Quero ver defenderem esse cara como técnico. Não tem independência política, nem técnica. É um agente do bolsonarismo e do mercado para sabotar o governo do presidente Lula!”, afirmou Lindbergh.

 

Outro que também se pronunciou sobre o tema foi o ex-candidato a presidente, João Amoedo. Afastado da política e do partido Novo, que ajudou a fundar, Amoedo disse esperar que a fala de Roberto Campos não seja verdadeira. 

 

“Nenhum presidente responsável de um Banco Central falaria isso sobre o seu País”, afirmou Amoedo na rede X.
 

Paraná Pesquisas: Lula aparece à frente de Bolsonaro, Michele e Tarcísio para eleições 2026
Foto: Reprodução

O instituto Paraná Pesquisas, divulgou nesta sexta (24), um novo levantamento que aponta as intenções de votos para presidente da república nas eleições de 2026. No cenário espontâneo, o  presidente Lula (PT) aparece com uma pequena vantagem sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

Lula (PT), 19,9%, Jair Bolsonaro (PL) 16,1%, não sabe ou não respondeu 52,2%, ninguém/branco/nulo 7,9%.

 

No cenário comparativo, o presidente Lula (PT), aparece na dianteira, seguido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

Lula (PT), 19,9%, Jair Bolsonaro (PL) 16,1%, não sabe ou não respondeu 52,2%, ninguém/branco/nulo 7,9%.

 

No cenário estimulado, Jair Bolsonaro aparece à frente do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. 

 

Jair Bolsonaro (PL), 38,8%, Lula (PT), 36%, não sabe ou não opinou 5,4%, nenhum/branco/nulo 6,9%.

 

 

Sabendo que o ex-presidente Jair Bolsonaro está inelegível e não poderá concorrer nas próximas eleições, o Instituto inseriu o nome da ex-primeira dama. No cenário estimulado, Michelle Bolsonaro fica atrás do atual presidente Lula.

 

Lula (PT), 36,6%, Michelle Bolsonaro (PL) 33%, não soube ou não opinou 5,9%, nenhum/branco/nulo 9,1%.

 

No cenário comparativo, o presidente Lula aparece mais uma vez à frente da ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro.

 

Lula (PT) 36,6%, Michelle Bolsonaro (PL) 33%, não soube ou não respondeu 5,9%, nenhum/branco/nulo 9,1%.

 

Quando o nome de Michelle é retirado e o do atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas é inserido, mais uma vez o presidente Lula aparece à frente, com uma margem ampla no cenário estimulado.

 

Lula (PT), 36,9%, Tarcísio de Freitas (Republicanos), 25,6%, não soube ou não opinou 6,9%, nenhum/branco/nulo 13,8%.

 

No cenário comparativo, o presidente Lula também aparece na dianteira, seguido do atual governador de São Paulo. 

 

Lula (PT), 36,9%, Tarcísio de Freitas (Republicanos), 25,6%, não soube ou não respondeu 6,9%, nenhum/branco ou nulo 13,8%.

 

A pesquisa foi realizada em todo o território nacional, entre os dias 27 de abril e 01 de maio de 2024, em 160 municípios brasileiros, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais e um índice de confiança de 95%.

Ronaldo Caiado e Tarcísio de Freitas podem receber a Comenda Dois de Julho
Crédito: José Cruz e Marcello Casal / Agência Brasil / Montagem BN

Dois dos principais nomes cotados pela oposição para enfrentar a possível candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição em 2026, os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); e de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), podem ser condecorados com a Comenda Dois de Julho, maior honraria concedida pela Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). 

 

Os requerimentos foram publicados na edição do Diário do Legislativo, desta quinta-feira (23), e foram aprovados pela Mesa Diretora da Casa. A entrega das comendas, no entanto, segue indefinida, pois depende da aprovação em plenário e da disponibilidade da agenda dos homenageados. 

 

A justificativa do deputado Sandro Régis (União Brasil) para conceder a Comenda Dois de Julho a Ronaldo Caiado, que é médico e empresário, é a forte ligação do político com o agronegócio. Ele, inclusive, foi líder da bancada ruralista no Congresso Nacional e atuou como titular das Comissões de Agricultura e Política Rural e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Ele também foi diretor da União Democrática Ruralista (UDR) da Bahia, uma das principais entidades brasileiras na defesa das causas do campo. 

 

“Caiado se tornou a principal voz da classe produtora do país, o grande defensor do agronegócio que atinge toda a federação Brasileira, principalmente a Bahia que se tornou um dos estados mais importantes da nação (…). O encaminhamento da homenagem que se deseja prestar a Ronaldo Ramos Caiado é plenamente justificável, não só pela sua brilhante carreira como Médico, mas também como político de ilibada conduta nos interesses dos brasileiros e baianos”, ressaltou Sandro Régis. 

 

Para o governador Tarcísio de Freitas, a justificativa apresentada pelo líder do União Brasil na AL-BA, deputado Robinho, é a atuação do engenheiro e militar da reserva em cargos políticos. O gestor assumiu a direção do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes durante o governo Dilma Rousseff (PT), além da Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), na administração de Michel Temer (MDB), e o Ministério da Infraestrutura na gestão de Jair Bolsonaro (PL). “Diante do exposto, requeiro a Comenda 2 de Julho para o Exmo Sr. Governador do Estado de São Paulo Tarcísio Gomes de Freitas, pela grande importância no Poder Executivo”, resumiu Robinho.  

VÍDEO: Público manda Lula "tomar no c*" e aplaude Tarcísio na gravação de DVD de Zé Neto e Cristiano em São Paulo

O público presente no Brahma Valley, em Valinhos (SP), para a gravação do DVD da dupla sertaneja Zé Neto e Cristiano, na noite deste sábado (9), ovacionou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que marca presença no evento.

 

Além de prestigiar a presença do ex-ministro (Infraestrutura) de Jair Bolsonaro, os fãs de Zé Neto e Cristiano protestaram contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sob gritos de "ei, Lula, vai tomar no c*".

 

Tarcísio confirma ida à manifestação de apoio a Bolsonaro em São Paulo
Foto: Alan Santos / PR

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), confirmou que vai participar da manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, convocada pelo na Avenida Paulista, na capital, no dia 25 de fevereiro.

 

“Essa será uma manifestação pacífica de apoio ao [ex-] presidente, e eu vou estar ao lado do presidente Bolsonaro, como sempre estive”, disse Tarcísio para a CNN.

 

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, alugou um trio elétrico para a manifestação.

 

Em vídeo distribuído por WhatsApp e redes sociais, Bolsonaro fez uma convocação para o ato, pedindo que quem for não leve cartazes contra ninguém em específico. Nas últimas manifestações, havia cartazes contra ministros do STF.

 

A manifestação deve contar com a presença de alvos de operações recentes da Polícia Federal. Entre eles, os deputados federais Alexandre Ramagem (PL-RJ) – apontado como integrante do esquema ilegal de espionagem da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Carlos Jordy (PL-RJ) – suspeito de incitar e financiar atos golpistas após eleição de 2022.

 

Segundo o Estadão, o governador e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB-SP), sofrem pressão de bolsonaristas para comparecerem ao ato. Procurada, a assessoria do prefeito, que terá o apoio do PL e de Bolsonaro nas eleições de 2024, não respondeu se ele também estará presente.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O ditado já indicava a verdade pro Cavalo do Cão e pra Coronel Card, mas ninguém quis ouvir. Inclusive, será que alguém foi pedir conselho pra Baixixa? A grande pergunta é o que vai restar de natural pra essas eleições. E a nova moda já está colocada. Se continuar desse jeito, daqui a pouco só vai ter campanha virtual mesmo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Janja da Silva

Janja da Silva
Foto: Reprodução Redes Sociais


"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".

 

Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país. 
 

Podcast

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende

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O Projeto Prisma desta segunda-feira (2) recebe o historiador Marcos Rezende para falar sobre a tradicional Festa de Iemanjá, data que faz parte do calendário soteropolitano e une sagrado e profano nas ruas do bairro do Rio Vermelho.

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