Artigos
Trump recua, Irã capitaliza: o custo político da impulsividade
Multimídia
“Existe satisfação e insatisfação”, diz Ricardo Maia ao comentar relação com Jerônimo Rodrigues
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
taiwan
A campeã olímpica Lin Yu-ting, de Taiwan, passará por testes de gênero obrigatórios antes do Campeonato Mundial de Boxe, que será disputado em Liverpool, entre os dias 4 e 14 de setembro. A confirmação foi dada pela treinadora da atleta, Tseng Tzu-chiang, em entrevista à AFP nesta quinta-feira (21).
A exigência faz parte da nova política da World Boxing, anunciada na última quarta-feira (20), que obriga todas as atletas maiores de 18 anos a realizarem um teste de PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) para determinar o sexo de nascimento antes de competirem em torneios organizados pela entidade.
"Anunciaram que todos devem passá-los, então também passaremos. Se você quer competir, precisa seguir as regras da competição. Como vamos participar, teremos que seguir essas regras", declarou a treinadora.
Lin, junto com a argelina Imane Khelif, esteve no centro de uma polêmica nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Ambas conquistaram medalhas de ouro, mas sua participação gerou debates sobre elegibilidade de gênero. No ciclo anterior, a dupla havia sido excluída do Mundial de 2023 pela Associação Internacional de Boxe (IBA), sob a alegação de que não atenderam aos testes de elegibilidade.
O Comitê Olímpico Internacional (COI), no entanto, discordou da decisão. À época, classificou a medida como "uma decisão repentina e arbitrária da IBA" e autorizou a participação das duas atletas nos Jogos de Paris.
Importante destacar que tanto Lin quanto Khelif não são mulheres transgênero: ambas nasceram e foram registradas como mulheres em seus respectivos países, conforme consta em seus passaportes.
Além de gerir o Mundial em Liverpool, a World Boxing será responsável também pela organização das competições de boxe dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028, após ter recebido reconhecimento provisório do COI.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Azi
"A redução da jornada de trabalho pode se apresentar como um mecanismo normativo para a preservação da saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores, promovendo o devido equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o dedicado à vida pessoal".
Disse o relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que trata do fim da escala 6x1, deputado federal Paulo Azil (União) ao apresentar um parecer favorável à admissibilidade do projeto durante reunião da Comissão de Constitui'ão e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (15) pela manhã.