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tagliaferro
A defesa de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou, nesta quarta-feira (11), que a audiência sobre o pedido de extradição foi adiada na Itália. A Corte italiana acatou o pedido para suspender o julgamento por 30 dias.
Segundo os advogados que atuam no caso, o adiamento ocorreu a partir de solicitação da defesa constituída na Itália, com anuência da equipe jurídica brasileira, “em razão da necessidade de apresentação de documentos expedidos por autoridades públicas brasileiras devidamente apostilados e traduzidos para a língua italiana, garantindo-se a plena regularidade formal e a adequada compreensão dos elementos probatórios pelas autoridades estrangeiras”.
Ainda de acordo com os defensores, a medida busca assegurar a correta tramitação do devido processo legal, da cooperação jurídica internacional e da ampla defesa, com a apresentação dos documentos de forma completa, válida e tecnicamente adequada.
A defesa acrescentou que “reitera sua confiança nas instituições e reafirma que continuará atuando com absoluta transparência e responsabilidade, mantendo a imprensa e a sociedade informadas acerca dos desdobramentos relevantes do caso”.
Tagliaferro responde a um pedido de extradição formulado pela Justiça brasileira e enfrenta acusações de violação de sigilo funcional, coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal que envolve organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hugo Motta
"A PEC da redução da jornada de trabalho 6x1 é uma destas agendas. A tramitação via Proposta de Emenda Constitucional é, ao mesmo tempo, o respeito das prerrogativas da deputada Erika Hilton e do deputado Reginaldo Lopes, que apresentaram seus projetos, e a oportunidade de promover um debate amplo. O equilíbrio e a responsabilidade são essenciais numa matéria de tamanho impacto".
Disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) ao comentar sobre a colocação na pauta sobre o fim da escala 6x1 e indicar anteriormente que seria “vender um sonho que não se sustenta”.