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Alisson alcançou uma marca importante com a camisa da Seleção Brasileira. O goleiro chegou, na última quarta-feira (24), a 12 jogos pelo Brasil em Mundiais e igualou Julio Cesar na terceira posição do ranking de arqueiros com mais partidas pela Amarelinha em Copas. A marca veio após a titularidade assegurada na vitória por 3 a 0 contra a Escócia, na última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.
Natural de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Alisson disputa sua terceira Copa do Mundo. Antes da edição de 2026, ele já havia defendido a meta brasileira nos Mundiais de 2018, na Rússia, e 2022, no Catar.
Nas 12 partidas disputadas em Copas, Alisson e a defesa brasileira conseguiram passar sete jogos sem sofrer gols. Ao todo, o camisa 1 soma 81 partidas pela Seleção principal e 37 gols sofridos.
A marca alcançada contra a Escócia coloca o goleiro em posição de mirar nomes históricos ainda nesta Copa. Gilmar, bicampeão mundial em 1958 e 1962, e Emerson Leão, campeão em 1970, disputaram 14 jogos cada um pela Seleção em Mundiais.
O líder do ranking segue sendo Taffarel, um dos heróis do tetracampeonato mundial em 1994 e atual coordenador da preparação de goleiros da Seleção Brasileira. Ele soma 18 partidas em Copas do Mundo, tendo sido convocado para as edições de 1990, 1994 e 1998.
Lista dos goleiros com mais jogos pelo Brasil em Copas do Mundo:
1º — Taffarel: 18 jogos
2º — Gilmar e Leão: 14 jogos
3º — Julio Cesar e Alisson: 12 jogos
4º — Marcos: 7 jogos
5º — Barbosa e Félix: 6 jogos
6º — Valdir Peres, Carlos e Dida: 5 jogos
7º — Walter e Castilho: 3 jogos
8º — Batatais: 2 jogos
9º — Pedrosa, Joel, Velloso, Manga, Rogério Ceni, Weverton e Ederson: 1 jogo
Lista de jogos por Copa:
1930: Joel e Velloso, 1 jogo cada
1934: Pedrosa, 1 jogo
1938: Walter, 3 jogos; Batatais, 2 jogos
1950: Barbosa, 6 jogos
1954: Castilho, 3 jogos
1958: Gilmar, 6 jogos
1962: Gilmar, 6 jogos
1966: Gilmar, 2 jogos; Manga, 1 jogo
1970: Félix, 6 jogos
1974: Leão, 7 jogos
1978: Leão, 7 jogos
1982: Waldir Peres, 5 jogos
1986: Carlos, 5 jogos
1990: Taffarel, 4 jogos
1994: Taffarel, 7 jogos
1998: Taffarel, 7 jogos
2002: Marcos, 7 jogos
2006: Dida, 5 jogos; Rogério Ceni, 1 jogo
2010: Julio Cesar, 5 jogos
2014: Julio Cesar, 7 jogos
2018: Alisson, 5 jogos
2022: Alisson, 4 jogos; Ederson e Weverton, 1 jogo cada
Marquinhos alcançou uma marca histórica pela Seleção Brasileira nesta quarta-feira (24). Na vitória do Brasil por 3 a 0 sobre a Escócia, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, o zagueiro completou 108 partidas com a camisa da Amarelinha.
Com o número, o capitão da Seleção se tornou o segundo zagueiro com mais jogos na história do Brasil. Ele fica atrás apenas de Thiago Silva, que disputou 113 partidas pela equipe nacional.
Antes do confronto contra os escoceses, Marquinhos estava empatado com Lúcio, pentacampeão mundial em 2002, com 107 jogos. Agora, além de superar o ex-defensor, o camisa 4 igualou Taffarel no ranking geral de atletas com mais partidas pela Seleção Brasileira. Os dois dividem a sétima colocação.
A marca foi atingida no mesmo estádio onde Marquinhos estreou pela Seleção. Em 16 de novembro de 2013, no Hard Rock Stadium, em Miami, o defensor iniciou sua trajetória pela equipe principal na goleada por 5 a 0 sobre Honduras.
Desde então, Marquinhos construiu uma história de quase 13 anos com a camisa do Brasil. Ao todo, soma mais de 8.600 minutos pela Seleção Principal e sete gols marcados.
Pela Amarelinha, o zagueiro disputou as Copas do Mundo de 2018, 2022 e 2026. Também esteve nas Copas América de 2015, 2016, 2019, 2021 e 2024, sendo campeão continental em 2019.
Jogadores com mais partidas pela Seleção Brasileira:
1. Cafu — 150 jogos
2. Roberto Carlos — 132 jogos
3. Neymar Jr. — 128 jogos
4. Daniel Alves — 127 jogos
5. Rivellino — 120 jogos
6. Pelé, Thiago Silva e Djalma Santos — 113 jogos
7. Taffarel e Marquinhos — 108 jogos
8. Lúcio — 107 jogos
9. Emerson Leão e Ronaldo — 105 jogos
10. Jairzinho, Ronaldinho Gaúcho e Gilmar — 102 jogos
Taffarel, goleiro e tetracampeão mundial em 1994, aceitou prontamente o convite feito por Dorival Júnior nesta segunda-feira (29) para reassumir o cargo de preparador de goleiros na Seleção Brasileira. O ídolo do tetra retorna à função que ocupou entre 2014 e 2022, sua reintegração faz parte dos esforços da comissão técnica para preparar o Brasil para a Copa do Mundo de 2026.
O ex-jogador também é preparador de goleiros no Liverpool e teve uma participação pontual na Seleção durante a data Fifa de junho do ano passado. Com seu retorno, Taffarel ocupa o posto que foi de Marquinhos durante a passagem de Fernando Diniz, que retorna ao papel de auxiliar na preparação de goleiros.
A comissão técnica da Seleção agora conta com oito profissionais confirmados, incluindo Dorival Júnior (técnico), Lucas Silvestre e Pedro Sotero (auxiliares), Celso Rezende (preparador físico), Taffarel (preparador de goleiros), Marquinhos (auxiliar da preparação de goleiros), Thomas Koerich (analista de desempenho) e Guilherme Passos (fisiologista). O departamento médico continua sob a gestão de Rodrigo Lasmar, do Atlético-MG.
A expectativa é de que mais nomes sejam adicionados à comissão nas próximas semanas, após a definição do novo coordenador de seleções. Rodrigo Caetano, do Atlético-MG, é o nome escolhido e está em negociações com Ednaldo Rodrigues.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).