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szymon marciniak
Denunciado por palestrar em um evento de extrema direita, o árbitro Szymon Marciniak pediu desculpas pela participação. O polonês está escalado para apitar a final da Champions League entre Manchester City e Inter de Milão. O posicionamento do juiz foi publicado pela Uefa nesta sexta-feira (2).
"Quero expressar minhas mais profundas desculpas pelo meu envolvimento e qualquer aflição ou dano que possa ter causado. Eu não sabia que estava associado a um movimento polonês de extrema-direita. Se eu soubesse desse fato, teria recusado categoricamente o convite. É importante entender que os valores promovidos por este movimento são totalmente contrários às minhas crenças pessoais e aos princípios que busco defender em minha vida. Estou profundamente arrependido por qualquer percepção de que minha participação possa tê-los contradito", disse em comunicado oficial da Fifa.
O evento de extrema de direita aconteceu na última segunda (29), na Polônia, e foi promovido por Slawomir Mentzen, líder do Confederação e que já lançou um slogan "contrário a judeus, gays, aborto, tributação e a União Europeia". Intitulado de Everest, ele foi divulgado como uma sessão de degustação de cerveja e também como oportunidade para se fazer network. Porém, ativistas antirracismo alegam que, na verdade, o objetivo era tentar ganhar apoio político.
Szymon Marciniak tem grande prestígio na arbitragem europeia. Além de ter sido escalado para a final da Liga dos Campeões, o polonês apitou a final da Copa do Mundo de 2022 entre Argentina e França. O jogo terminou empatado em 3 a 3, mas os argentinos levaram a melhor nos pênaltis por 4 a 2 e conquistaram o tricampeonato mundial.
A decisão da Liga dos Campeões entre Manchester City e Inter Milão está marcada para o próximo dia 10, no outro sábado, às 16h no horário de Brasília, em Istambul, na Turquia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.