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suspensos
Sete jogadores foram suspensos por um ano de partidas oficiais após decisão do Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), que manteve punição aplicada pela FIFA por irregularidades no processo de naturalização para defender a seleção da Malásia. Entre os atletas punidos estão o ex-jogador do Fortaleza Esporte Clube, Imanol Machuca, e o brasileiro João Figueiredo.
Também foram sancionados Facundo Tomás Garcés Rattaro, Rodrigo Julián Holgado, Gabriel Felipe Arrocha, Jon Irazabal Iraurgui e Hector Alejandro Hevel Serrano. Apesar da suspensão de partidas oficiais, o CAS determinou que os jogadores poderão continuar treinando com seus clubes e comparecer a jogos como espectadores.
O caso teve início em 2025, quando a Football Association of Malaysia procurou os atletas e indicou a possibilidade de obtenção de cidadania malaia para que pudessem representar o país em competições internacionais. Após o processo de naturalização, os jogadores receberam passaportes do país asiático.
Em setembro daquele ano, o Comitê Disciplinar da FIFA concluiu que houve violação do Código Disciplinar da entidade devido ao uso de documentos falsificados para comprovar elegibilidade. A federação malaia foi multada em 350 mil francos suíços, enquanto cada jogador recebeu multa de dois mil francos suíços e suspensão de 12 meses de todas as atividades relacionadas ao futebol.
A punição foi confirmada em 3 de novembro de 2025 pelo Comitê de Apelação da entidade. Posteriormente, os atletas recorreram ao Court of Arbitration for Sport (CAS) na tentativa de reduzir as sanções.
Após analisar o caso, o painel arbitral entendeu que a falsificação de documentos ficou comprovada e manteve a suspensão de 12 meses. No entanto, com base no artigo 22 do Código de Defesa do Futebol, o tribunal decidiu limitar a punição apenas à participação em jogos oficiais, permitindo que os atletas sigam treinando normalmente durante o período.
Como os jogadores já haviam ficado afastados entre 25 de setembro de 2025 e 26 de janeiro de 2026, restam cerca de oito meses de suspensão. Com isso, Machuca, João Figueiredo e os demais envolvidos não poderão disputar partidas oficiais até o fim do ano, mas poderão retomar suas atividades esportivas normalmente em 2027.
Diante da pandemia do novo coronavírus, que vem afetando a realizações de eventos com grandes aglomerações, a Fundação Gregório de Mattos decidiu, conforme publicado no Diário Oficial do Município, desta quinta-feira (26), suspender todos os editais ligados a autarquia referentes ao ano de 2020.
Diante da mudança, foram adiados os editais: 008/2019 Selo Literário João Ubaldo Ribeiro Ano III; 009/2019 Prêmio Samba Junino Ano III; 010/2019 Ocupação e Dinamização de Espaços Culturais da Fundação Gregório de Mattos; Edital 001/2020 Arte Todo Dia Ano VI, além da Resolução CAPC 001/2020 Chamamento Público do Programa Viva Cultura.
A decisão da FGM pela suspensão dos editais respeita o Decreto Municipal nº 32.268, que declara Salvador em situação de emergência diante do combate a disseminação do novo coronavírus. A autarquia também esclarece que assim que passar o período crítico, anunciará através do Diário Oficial do Município o novo cronograma.
Para evitar a disseminação do coronavírus, o projeto Neojiba (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) anunciou a suspensão de todos os seus eventos internos, incluindo concertos e apresentações, até o dia 31 de março. As aulas e atividades internas, entretanto, seguem mantidas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.