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suspensao por doping
O atleta olímpico brasileiro Thiago Braz, da modalidade de salto com vara, não vai mais disputar os Jogos Olímpicos de París. Segundo o anuncio feito nesta terça-feira (28) pelo AIU, organização responsável pelo antidoping da World Athletics, o brasileiro está suspenso por um tempo de 16 meses das competições. Braz é campeão olímpico na modalidade, nas Olimpíadas do Rio, em 2016, e foi bronze em Tóquio-2020.
O brasileiro já cumpria suspensão provisória desde julho de 2023, quando a AIU anunciou o teste positivo para ostarina. Em março do nao passado, a Athletics Integrity Unit levou o caso para o julgamento, que foi sentenciado nesta terça.
Thiago atuou como coach motivacional em suas redes sociais, nos últimos meses, enquanto aguardava o avanço do processo. Existia uma esperança de que o atleta retornasse na reta final para a classificação. Thiago Braz tinha que saltar em uma altura acima de 5,82m até o dia 30 de junho, garantindo a vaga em Paris.
Ainda segundo a AIU, o saltador agora recorre à Corte Abritral do Esporte (CAS), para que a entidade o autorize a competir até o final de junho e garanta a sua classificação para as Olimpíadas. Devido ao tempo sem participar das competições, Thiago não teria índica para se iscrever no Troféu Brasil, por exemplo.
Um comunicado oficial foi feito no perfil do Instagram do brasileiro ainda nesta terça-feira, argumentando sobre a punição recebida. Confira:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.