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suspensao de atendimentos
O sindicato dos médicos da Bahia (Sindimed-BA) suspendeu a greve iniciada nesta quinta-feira (30), em cinco unidades de saúde da rede pública estadual. O anúncio da suspensão foi realizado no final da manhã desta sexta-feira (1º). A decisão chega após o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) conceder uma liminar favorável ao Governo do Estado, declarando ilegal e abusivo o movimento iniciado pelo Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed-BA), que foi caracterizado como uma tentativa de “restrição de atendimentos”.
A greve foi aprovada e promovida pelos trabalhadores após denúncias de demissão de mais de 500 médicos no Hospital Geral do Estado (HGE), Roberto Santos, e Maternidade Tsylla Balbino, IPERBA e Albert Sabin para contratá-los em regime Pessoa Jurídica (PJ).
A decisão judicial estabeleceu a suspensão imediata da paralisação sob pena de multa diária de R$ 50 mil. Com isso, a categoria precisou interromper o ato de restrição de atendimentos.
Em nota publicada nas redes sociais nesta sexta, o grupo indicou que o movimento foi paralisado por “força de liminar” e que seguirá “firme na luta pelos direitos dos médicos”.
O anuncio gerou criticas por parte de alguns seguidores da greve.
“Sem direitos trabalhistas e sem o direito de lutar por eles”, afirmou uma usuária.
“Firmes na luta, por favor”, disse outra.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.