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suplencia
O ex-deputado estadual Marcelo Nilo publicou nesta segunda-feira (6) em suas redes sociais um vídeo confirmando o nome de Marcelo Guimarães Filho, presidente do Democracia Cristã (DC) na Bahia, como escolhido para ocupar a suplência de Angelo Coronel (Republicanos) no Senado.
?? Marcelo Nilo confirma indicação de Marcelo Guimarães Filho para suplência de Coronel ao Senado
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) April 6, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/qLLbe9CnVG
Nilo desistiu da sua candidatura ao Senado e se aliou ao grupo de oposição na disputa de outubro. A indicação faz parte do acordo do ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia com o grupo do pré-candidato ACM Neto.
O pacto também garantiu a ele um curto mandato na Câmara dos Deputados, com a renúncia de Alex Santana (Republicanos) ao cargo.
No vídeo, Nilo explica os motivos da escolha. "Estou indicando Marcelinho por dois motivos, primeiro pela relação fraternal que eu contruí na família durante 36 anos, e o segundo motivo é que ele foi muito correto nesse processo político de organizar a candidatura ao Senado pelo DC", afirmou.
Após receber promessas para assumir uma vaga como suplente no Senado Federal nas eleições de 2026, o senador Angelo Coronel demonstrou que não vai se contentar com a oferta feita por lideranças do Partido dos Trabalhadores. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena 1 Salvador, Coronel questionou o motivo pelo qual desejam rifar seu nome na chapa majoritária do grupo do governo.
"Já que está todo mundo absoluto, todo mundo cheio de voto e eleito, porque querem tirar Angelo Coronel do jogo? Não sei, fico a me perguntar. Fui eleito sempre apoiado por todo mundo, não tenho nenhuma força política, porque essa polêmica em querer rifar o meu nome?”, disse aos apresentadores Rebeca Menezes e Maurício Leiro.
Na sequência, Coronel afirmou “não estar mendigando” por um espaço no grupo. No entanto, segundo ele, a briga para manter seu nome na cabeça da chapa é por conta do tamanho do PSD no grupo.
“Não estou mendigando espaço. Quem achar que estou mendigando espaço para participar da chapa majoritária está equivocado. O que eu quero é que o partido tenha a prerrogativa de manter seus espaços pelo tamanho que é o PSD. Acho que é inadmissível um partido do tamanho do PSD não ter um espaço do nível que tem hoje que é o senador da República”, revelou.
O senador ironizou a oferta de lideranças do PT, que indicaram a possibilidade dele ser suplente do senador Jaques Wagner ou do ministro da Casa Civil, Rui Costa, na corrida pelas vagas ao Senado Federal.
“Esse negócio de suplência de Senado, quero até deixar um recado. Quem está me propondo que seja suplente, pode vir ser meu suplente porque eu também aceito. Já que é um cargo nobre, um cargo realmente de proa da política. É só vim que estou aberto também. São duas suplências sem nenhum problema”, comentou.
Coronel criticou também declarações dos ex-governadores da Bahia sobre a chance dele assumir uma vaga na suplência. De acordo com o senador, somente este cargo que está em negociação para ser abdicado.
“Essa suplência também de Rui e de Wagner, tão badaladas, estão oferecendo a todo mundo. Mas ninguém quer largar a cabeça, ninguém quer largar a titularidade. Só falam em negociar suplência e vice”, observou.
“Não quero desmerecer. Tem gente que gosta, mas tem gente que não tem prerrogativa. O gosto de um e de outro não tem que ser o meu gosto”, completou.
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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.