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Para os supersticiosos de plantão, o hexa já é realidade. Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, uma coincidência histórica voltou a chamar atenção: sempre que o Brasil foi campeão mundial em Copas disputadas no México ou nos Estados Unidos, o New York Knicks também esteve nas finais da NBA.
A primeira ligação vem de 1970. Naquele ano, a Copa do Mundo foi disputada no México, e a Seleção Brasileira encantou o planeta com um dos times mais lembrados da história do futebol. Com Pelé, Jairzinho, Tostão, Gérson, Rivellino e companhia, o Brasil venceu a Itália na final e conquistou o tricampeonato mundial.
Na mesma temporada, o New York Knicks também chegou à decisão da NBA. A franquia de Nova York enfrentou o Los Angeles Lakers e conquistou o título da liga norte-americana pela primeira vez.
Vinte e quatro anos depois, a coincidência apareceu novamente. Em 1994, a Copa do Mundo foi disputada nos Estados Unidos, e o Brasil voltou a levantar a taça após mais de duas décadas de espera. A Seleção comandada por Carlos Alberto Parreira teve Romário e Bebeto como protagonistas e venceu a Itália nos pênaltis para conquistar o tetracampeonato.
Naquele mesmo ano, o New York Knicks voltou às finais da NBA. A equipe nova-iorquina enfrentou o Houston Rockets e ficou com o vice-campeonato após uma série decidida em sete jogos.
Agora, em 2026, os elementos voltam a se cruzar. A Copa do Mundo será sediada por Estados Unidos, México e Canadá. E, pela primeira vez desde 1999, o New York Knicks voltou a disputar as finais da NBA, desta vez contra o San Antonio Spurs.
A coincidência também ganha força pelo hiato. O Brasil passou 24 anos entre os títulos de 1970 e 1994. Agora, chega a 2026 também depois de 24 anos sem vencer uma Copa do Mundo, já que a última conquista brasileira aconteceu em 2002, na Coreia do Sul e no Japão.
No campo da lógica, nada disso entra em campo. Mas, no território das superstições do futebol, a combinação já é suficiente para alimentar a esperança de parte da torcida brasileira.
A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo neste sábado (13), contra Marrocos, pela primeira rodada do Grupo C. A partida será disputada às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Apesar do costume de vestir branco no Réveillon e Ano Novo, nem todo mundo é adepto ao costume. No Festival da Virada, neste domingo (31), a nossa reportagem flagrou diversas pessoas apostando no preto para os looks da festa.
Entre os foliões, estavam as amigas Bianca Vitória, de 21 anos, e Clara Kaates, de 18 anos, que foram ao show de preto para curtir a primeira atração do dia, o cantor Lincoln Sena. “A gente veio assim porque vamos curtir o show e depois trocar para a virada”, afirmaram as jovens.

Muito comum no Brasil, a tradição de usar branco no Réveillon e Ano Novo surgiu por volta dos anos 70. De acordo com especialistas, a influência é das religiões de matriz africana, como candomblé e umbanda, onde os adeptos costumam vestir branco para realizar suas liturgias, inclusive no final de ano. Cerca de 50 anos depois, o costume de vestir branco já está praticamente incorporado na cultura brasileira.
Por outro lado, a fã de Ivete, Ana Paula Bastos, de 25 anos, afirma que a cor não faz muita diferença para ela: “Eu não acredito em superstição. Passei de branco ano passado, mas não fez diferença, então esse ano eu mudei”, conta. No entanto, ela alega que já se arrependeu da escolha: “Eu não sabia o que vestir, daí escolhi essa roupa e já me arrependi porque que está calor”
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Além do preto, o público do Festival Virada também apostou nas cores, como azul, vermelho e amarelo. Entre as relacionadas estão os pedidos de fé, sabedoria, vitalidade, amor e dinheiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.