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superliga de volei
Pensando no futuro da Superliga, principal competição de vôlei do Brasil, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) anunciou a criação de uma comissão de clubes em reunião realizada nesta sexta-feira (30), com representantes dos clubes que irão participar da temporada de 2024/25 da liga.
“Agradecemos mais uma vez a parceria dos clubes. A Superliga é uma competição que mexe com todo o Brasil e é natural que trabalhemos em conjunto, buscando sempre a evolução do nosso produto”, diz Radamés Lattari, presidente da CBV.
Formada por sete clubes com representantes de equipes que competem no gênero masculino e feminino, somente masculino e somente feminino, a presidência da comissão ficará por conta do Minas Tênis Clube, Gerdau/Minas e Itambé/Minas. Dentil Praia Clube, Pinheiros e Sesc RJ Flamengo irão representar a competição feminina enquanto Sesi, Vedacit Vôlei Guarulhos e Vôlei Renata serão os clubes do torneio masculino.
“A gente tem percebido a evolução a cada ano, a vontade da CBV e dos clubes de avançar. Foram reuniões muito boas, em que foram apresentadas algumas evoluções importantes sobre o Desafio, a arbitragem. O Minas é um clube que sempre disputou a Superliga e se sente muito honrado de participar dessa Comissão para discutir assuntos de interesses de todos os clubes, dos atletas, dos técnicos, do público, da Superliga”, afirmou Jarbas Soares, gerente de vôlei feminino do Gerdau Minas.
“Os pontos de discussões que tivemos na reunião só trouxeram benfeitorias para o campeonato. Essa temporada tem tudo para ser ainda melhor do que na temporada passada. E a criação da Comissão de Clubes vai estreitar e ganhar em velocidade a comunicação entre os clubes e a CBV buscando melhorias e potencializar o campeonato”, destacou Wellington Luiz Pani, supervisor do Sesi.
A CBV e a Comissão de Clubes farão reuniões mensais, com o primeiro encontro marcado para outubro, para discutir questões do torneio em temas relacionados à evolução técnica, marketing, comunicação, atendimento ao público.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.