Artigos
Semeando palavras, colhendo sonhos
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
superintendencia da codevasf em juazeiro
Toma posse na próxima sexta-feira (1°) o novo titular da 6ª Superintendência Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em Juazeiro, no Sertão do São Francisco. Quem vai comandar a superintendência juazeirense é Paulo Antônio Nunes Rangel de Lima.
A nomeação foi publicada nesta terça-feira (29) por meio da Portaria nº 1.199, assinada pelo diretor-presidente da Codevasf, Lucas Felipe de Oliveira. Paulo Antônio é filho do conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) e ex-deputado estadual Paulo Rangel (PT).
Paulo Antônio entra no lugar do engenheiro mecânico Miled Cussa Filho, exonerado no início de maio deste ano. Segundo o UOL, a demissão teria ocorrido um dia depois de Cussa Filho ter enviado ofícios ao Ministério Público Federal (MPF) e à Controladoria-Geral da União (CGU) sobre uma apuração realizada pela estatal.
O fato teria a ver com as investigações da Operação Overclean, que apura desvios de recursos através de emendas parlamentares via Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), entre 2021 a 2024.
Miled chegou a relatar ter sido assediado e pressionado pelo então presidente da estatal, Marcelo Moreira. Em resposta, a Codevasf pediu que Cussa Filho provasse as acusações. Atualmente quem preside da Codevasf é Lucas Felipe de Oliveira.
Segundo o Rede GN, parceiro do Bahia Notícias, antes da nomeação, Paulo Antônio já atuava há um mês e meio na sede da Codevasf em Juazeiro. O novo superintendente também já ocupou o cargo de secretário municipal de Turismo, Indústria e Comércio de Paulo Afonso, no Norte baiano.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.