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Camila Brait se despediu oficialmente das quadras com a reverência reservada aos grandes nomes do esporte. Na noite desta sexta-feira (24), aos 37 anos, a líbero encerrou a carreira após a eliminação do Osasco na semifinal da Superliga 2025/26, em uma noite marcada pelos aplausos da torcida adversária. A mais de 500km de casa, em um ginásio tomado pelo azul e branco do Minas, a jogadora vestindo laranja foi ovacionada em uma reverência a trajetória de uma das maiores líberos do vôlei brasileiro.
Abraçada pelas companheiras e pelo técnico Luizomar de Moura, a quem chama de pai, Camila se emocionou ao ouvir seu nome ecoar das arquibancadas. Confira a cena abaixo:
— Mídias (@midiasdoqg) April 25, 2026
Ídolo do Osasco, Brait encerra uma trajetória de 18 temporadas pelo clube, onde ultrapassou a marca de 800 jogos e construiu uma história de títulos e identificação. Apenas na temporada 2024/25, conquistou a tríplice coroa com a equipe, subiu novamente ao pódio do Mundial de Clubes e mostrou, em alto nível, por que seguiu como referência na posição até o fim da carreira.
“Nesses 18 anos vestindo a camisa de Osasco, vivi e senti coisas extraordinárias, sentimentos que só o esporte é capaz de proporcionar. Teve dor, momentos difíceis, incertezas, choro, luta... Mas também teve sucesso, vitórias, muita glória, e o principal, eu fui feliz aqui”, escreveu a atleta nas redes sociais.
A aposentadoria já vinha sendo anunciada desde outubro do ano passado, após a conquista inédita da Supercopa do Brasil pelo Osasco. Na ocasião, a jogadora revelou que o título faltante em sua galeria foi decisivo para confirmar a despedida.
Pela Seleção Brasileira, da qual já havia se afastado após a prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, Camila construiu também uma trajetória vitoriosa, com destaque para a medalha olímpica e o ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2015. Reconhecida pela consistência defensiva e técnica refinada, encerra a carreira como um dos maiores nomes da posição no país.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.