Artigos
Violência política segue como barreira persistente para mulheres que ousam liderar no Brasil
Multimídia
"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
submarino
A Rússia deslocou um submarino e outras embarcações para escoltar um petroleiro venezuelano que está sendo monitorado pelos Estados Unidos em seu caminho para a Venezuela. A informação é do Wall Street Journal.
O navio, identificado por entidades marítimas como Bella 1, está sendo perseguido pelos EUA há cerca de duas semanas. Segundo a Reuters, a embarcação é alvo de sanções e já havia sido alvo de uma tentativa de apreensão no domingo. Esta seria a terceira embarcação interceptada pelo governo Trump.
O Kremlin já havia feito um pedido diplomático na última quarta-feira (31), para que a perseguição ao petroleiro fosse interrompida. A Casa Branca, o Departamento de Estado dos EUA e o governo russo não se pronunciaram sobre o caso.
Segundo informações do jornal, os EUA alegaram que o navio operava sem uma bandeira nacional válida, o que permitiria uma interceptação já que o petroleiro não responde a legislação de nenhuma nação.
O jornal relata ainda que o Bella 1 agora tem um registro oficial de navios da Rússia, com um novo nome, Marinera. O porto de origem indicado é Sochi, cidade russa no mar Negro.
Na última semana, os EUA impuseram sanções a quatro empresas que operam no setor de petróleo da Venezuela. A Reuters informou que a Casa Branca determinou que as Forças Armadas dos EUA concentrem esforços na aplicação de um bloqueio ao petróleo venezuelano pelos próximos dois meses.
Um submarino turístico naufragou nesta quinta-feira (27) durante um passeio no Mar Vermelho, próximo à cidade de Hurghada, no Egito, segundo autoridades locais.
Seis pessoas que estavam na embarcação morreram. De acordo com a Embaixada da Rússia no Egito, todas as vítimas eram cidadãos russos. Outros 38 passageiros, também russos, foram resgatados com vida, mas nove ficaram feridos e foram encaminhados para atendimento médico.
O acidente ocorreu a aproximadamente um quilômetro da costa, durante um passeio para observação dos corais da região. Ao todo, mais de 40 pessoas estavam a bordo, incluindo 15 crianças. As causas do naufrágio continuam sendo investigadas.
As informações são do G1.
Um submarino atracou no Porto de Salvador, nesta quinta-feira (5). Nomeado “Riachuelo”, o veículo atracou pela primeira vez em um porto diferente de sua base de origem, a Base de Submarinos da Ilha da Madeira, em Itaguaí (RJ), seu porto sede.
Tendo comprimento total de 70,62 metros e um diâmetro de casco de 6,2 metros, o “Riachuelo” é considerado uma maravilha da engenharia naval. Seu deslocamento na superfície de 1.740 toneladas e deslocamento em imersão de 1.900 toneladas são testemunhos de sua imponência e capacidade de atuar em diversas condições marítimas.
O submarino recebeu este nome em homenagem à Batalha Naval do Riachuelo, que ocorreu em 11 de junho de 1865, durante a Guerra da Tríplice Aliança, ele é o sétimo navio da Marinha a ostentar este nome distinto. Essa homenagem ressalta a coragem e a determinação dos marinheiros brasileiros ao longo da história.
Neste domingo domingo (8), o Porto de Salvador estará aberto das 9h às 16h, para receber o público que desejar realizar uma visitação à parte externa do Submarino “Riachuelo”, e também terá a oportunidade de conhecer a parte interna do Fragata “Constituição” (F42). O acesso será realizado pelo Terminal Marítimo de Salvador Contermas.
Uma animação tridimensional que apresenta como o submersível Titan implodiu viralizou nas redes sociais e atingiu a marca de 6,4 milhões de visualizações, em menos de duas semanas após ser publicada no Youtube.
A produção é do canal AiTelly, que é especializado em produções didáticas sobre a engenharia. O clipe mostra o momento e a maneira como o incidente aconteceu, além de detalhar os materiais utilizados na embarcação, o fundo do mar, e o local onde os destroços foram encontrados.
O vídeo conta com uma narração em inglês, porém o usuário tem a opção de assistir com legendas do YouTube e traduzi-las para o português.
A animação relacionou a implosão a alta pressão hidrostática que estava ao redor da nave. Na narração a implosão é apontada como a falta de resistência da fibra de carbono, um dos materiais utilizados na construção do Titan.
"A tecnologia existente é baseada em aço, titânio e alumínio. Isso é o que impediu que outros submarinos fossem esmagados. Mas o Titan teve um design experimental", descreve o vídeo.
O noticiário foi tomado nos últimos dias pelo mistério envolvendo o submarino Titan, que sumiu no último domingo (18) após mergulhar no mar do Atlântico Norte na tentativa de visitar os destroços do Titanic.
O suspense terminou de forma trágica na quinta-feira (22), quando autoridades confirmaram que as cinco pessoas a bordo do veículo morreram após uma implosão. Um vídeo publicado pelo perfil Starfieldstudio no Tik Tok faz uma simulação em 3D para ilustrar o momento do acidente e viralizou.
@starfieldstudio Submarine implosion demonstration. Educational #submarine #titan #titanic ? Amityville Horror - Scary Halloween Sound Effects - Halloween Sound Effects
Já a conta História em Imagens, no Instagram, mostra vídeos reais de implosões controladas ao redor do mundo. Veja aqui:
Mas afinal, o que pode ter acontecido com o submersivo? Ao G1, o professor do curso de engenharia naval da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e supervisor do laboratório de simulação naval, Thiago Pontin Tancredi, disse que o Titan era feito de fibra de carbono e titânio, dois materiais sobre os quais há pouco estudo acerca de como se comportam quando sujeitos a várias pressões diferentes.
Como é feito de fibra de carbono, a implosão deve ter causado um efeito similar ao vidro estilhaçado, se partindo em muitos pedaços. Já as partes em titânio devem se comportar como metal, ficando retorcidas, segundo a avaliação de Pontin.
Segundo o especialista, um dano na estrutura do casco é uma das causas possíveis da implosão. "Quando submerge e emerge, [o submarino] vai acumulando danos. Não é porque fez a missão uma vez que é seguro. Fazer a missão uma vez significa que ele estava bem dimensionado, mas vai acumulando amassados e trincas, o que pode levar a uma falha estrutural", afirma Thiago.
A implosão ocorre justamente quando a pressão da água esmaga o casco do submarino, comprimindo-o para dentro. Ainda de acordo com o professor e engenheiro naval Thiago Pontin, um pequeno amassado no casco, ainda que represente algo em torno de 2% de toda a sua superfície, já é suficiente para reduzir a profundidade máxima de operação de um submarino em 50%.
O engenheiro diz que outra possibilidade para a implosão de um submarino é justamente a extrapolação do limite de profundidade para o qual foi projetado. Em um caso como esse, mesmo com casco íntegro e sem qualquer problema a bordo, a estrutura pode entrar em colapso se for submetida a pressões maiores do que aquelas para as quais foi projetada.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos informou ter encontrado, nesta quinta-feira (22), destroços na área onde se concentram os esforços de busca pelo submarino Titan, desaparecido desde o último final de semana. De acordo com as informações, especialistas estão avaliando o material para saber se há alguma relação com o veículo.
As reservas de oxigênio do veículo, que desapareceu em uma excursão para ver os destroços do Titanic no oceano Atlântico, teriam acabado desde a manhã desta quinta-feira, conforme estimativas. O Titan tem cinco pessoas a bordo.
O mergulho na costa do Canadá começou às 9h no horário de Brasília de domingo (18).
Um robô canadense chegou na manhã desta quinta-feira (22) ao fundo do oceano na região em que ocorreu o desaparecimento do submarino Titan, da empresa Ocean Gate, no último domingo (18), com cinco passageiros (leia mais aqui, aqui e aqui). A informação foi confirmada pela Guarda Costeira dos Estados Unidos por meio de comunicado.
O equipamento é operado remotamente (ROV) utilizado para exploração e pesquisa nas profundezas do oceano. Também foi confirmado que o Victor 6000, dispositivo mais avançado disponível a tempo para encontrar o submarino começou sua operação no mar da região.
De acordo com estimativas, terminou por volta das 7h desta quinta-feira (22) a previsão sobre o tempo de oxigênio disponível no submarino que desapareceu no Oceano Atlântico. O objetivo da expedição era encontrar os destroços do Titanic.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos (EUA), afirmou que capturou novos ruídos, nesta quarta-feira (21). A captura se deu através de uma sonda, na área onde o submarino desapareceu enquanto fazia uma expedição com turistas aos destroços do Titanic.
O capitão Jaime Frederick junto com coordenadores da busca, contou que os sons escutados foram registrados também nesta manhã, além dos capturados ontem.
Aviões canadenses que detectaram os ruídos desta quarta. A procura pelo submarino desaparecido perto do naufrágio do Titanic se concentra justamente onde esses barulhos foram capturados.
Mesmo com a operação sendo reajustada em função desses ruídos, os coordenadores da busca adminitiram que ainda não se sabe com certeza se o barulho veio do submarino que sumiu. "Não sabemos o que eles são", afirmou o capitão.
Conforme publicou o G1, o oceanógrafo, Carl Hartsfield, que auxilia nas operações, explicou que é difícil discernir fontes de ruídos, mas há múltiplos sensores, e os maiores especialistas do mundo estão analisando os dados.
"Cada ruído está sendo analisado, buscam-se padrões, mas é algo muito complexo no oceano, é preciso ter análise acústica, os ruídos são como de batida, mas é preciso ter todo o contexto", disse o especialista.
"Posso dizer pela minha experiência que há sons biológicos, mas as pessoas que ouviram os ruídos são treinadas. Há também navios na região (que podem gerar barulhos), e isso precisa ser eliminado. A equipe está fazendo buscas na região correta. É preciso buscar a área correta, é o melhor que se pode fazer", contou Hartsfield.
Frederick disse ainda que mais navios devem chegar ao longo desta quarta-feira ao local das buscas.
Até a manhã desta quarta, mais oito navios e novas sondas chegaram à zona de buscas no Oceano Atlântico, a cerca de 600 quilômetros da costa do Canadá
As buscas do submarino que desapareceu durante uma expedição para o Titanic captaram ruídos subaquáticos que se assimilam a batidas com intervalos de 30 minutos. As informações foram divulgadas pela Guarda Costeira dos Estados Unidos na madrugada desta quarta-feira (21).
De acordo com as equipes, os mesmos sons se repetiram cerca de quatro horas depois do primeiro registro e foram captados na terça-feira (20) pela sonda de uma aeronave canadense que participa das operações de busca.
"A aeronave canadense P-3 detectou ruídos subaquáticos na área de busca. Como resultado, as operações foram realocadas na tentativa de explorar a origem dos ruídos. Essas buscas ROV produziram resultados negativos, mas continuam", declarou a Guarda Costeira estadunidense.
A descoberta, afirmou a corporação, será utilizada em novas incursões. "Além disso, os dados da aeronave P-3 foram compartilhados com nossos especialistas da Marinha dos EUA para uma análise mais aprofundada, que será considerada em futuros planos de busca", completou.
Conforme publicou o G1, na noite de terça-feira (20), a rede CNN Internacional e a revista "Rolling Stone" afirmaram ter tido acesso ao memorando do governo dos EUA que relata os ruídos. De acordo com a Rolling Stone, o documento afirma que os ruídos em questão são batidas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Não devem ter esse problema".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer uma piada envolvendo o aumento dos gastos dos brasileiros com cuidados de cachorros durante a reinauguração do parque fabril da montadora de veículos chinesa Caoa, em Anápolis (GO), nesta quinta-feira (26). Na ocasião, de frente a um representante da China, o petista afirmou que os “chineses não devem ter esse problema” com os gastos com pets.