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sub 17
O técnico Dudu Patetuci convocou, na última segunda-feira (3), 23 jogadores para representar a Seleção Brasileira Sub-17 no Sul-Americano da categoria. A competição será realizada entre 27 de março e 12 de abril, na Colômbia.
Vencedor da última edição, disputada em 2023, o Brasil irá contar com três jogadores do Bahia: o goleiro Arthur Jampa e os atacantes Ruan Pablo e Dell. O Esquadrão foi um dos times com mais jogadores convocados ao lado de Cruzeiro, Fluminense e Grêmio, que também possuem três jogadores na lista.
O Sul-Americano apontará os sete representantes do continente na Copa do Mundo da categoria, que passa a ser realizada anualmente a partir de 2025 e terá o Catar como sede até 2029. O Mundial de 2025 está marcado para acontecer entre 5 e 27 de novembro e contará com 48 participantes.
A Seleção Brasileira está no Grupo B do Sul-Americano, ao lado de Uruguai, Bolívia, Venezuela e Equador. Todos os jogos da chave serão realizados no Estádio Jaime Morón, em Cartagena. O Grupo A tem Colômbia, Argentina, Chile, Peru e Paraguai.
Confira a lista de convocados:
Goleiros: Arthur Nascimento (Bahia), João Pedro (Santos) e Kaio de Assis (Atlético-MG)
Laterais: Angelo Henrique (São Paulo), Arthur Ryan (Fluminense) Denner (Corinthians) e Rafael Gonzaga (Santos).
Zagueiros: Luis Eduardo (Grêmio), Kauã Prates (Cruzeiro), Vitor Fernandes (Atlético-MG) e Vitor Hugo (Cruzeiro).
Meio-campistas: Andrey Fernandes (Vasco), Felipe Morais (Cruzeiro), Gustavo Gomes (Athletico-PR), Luis Felipe (Palmeiras), Tiago Augusto (Grêmio) e Zé Lucas (Sport).
Atacantes: Dell (Bahia), Gabriel Mec (Grêmio) Luis Gustavo (Red Bull Bragantino), Naarã (Fluminense), Ruan Pablo (Bahia) e Wesley Natã (Fluminense).
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).