Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
suastica
Uma mulher trans de 29 anos foi vítima de tortura e teve uma suástica nazista marcada no corpo no último sábado (14). O namorado da vítima e um casal para quem ela trabalhava estão presos preventivamente. O crime ocorreu em Ponta Porã, cidade do Mato Grosso do Sul.
De acordo com a Polícia Civil, a vítima atuava como diarista e havia sido contratada recentemente como empregada doméstica na residência do casal. No dia do crime, ela foi chamada ao imóvel para receber pagamentos de serviços prestados e foi acompanhada do namorado.
Segundo as investigações, os empregadores consumiam bebida alcoólica quando passaram a exigir a devolução de valores que alegavam ter sido adiantados. Diante da negativa, um dos envolvidos passou a ameaçá-la e iniciou uma série de agressões.
A polícia afirma que os três suspeitos participaram do ataque, utilizando objetos como taco de sinuca, cabo de vassoura e faca, além de socos e chutes. Os autores ainda tentaram amarrar a vítima e destruíram o celular dela para impedir que pedisse ajuda.
Ainda conforme a investigação, uma faca foi aquecida no fogão e utilizada para queimar o braço esquerdo da vítima, marcando a pele com o símbolo de uma suástica. A mulher relatou que foi imobilizada pelo namorado enquanto o casal continuava as agressões.
Após horas de violência, a vítima foi liberada e conseguiu buscar ajuda em um estabelecimento próximo à rodoviária da cidade, de onde a polícia foi acionada.
Um dos suspeitos foi localizado nas imediações e preso em flagrante. Os outros dois foram encontrado na residência onde ocorreram os fatos. As três prisões foram convertidas em preventivas na segunda-feira (16).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.