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Os reveses com a arbitragem não se limitaram ao futebol baiano nesta rodada. Vasco e Corinthians se enfrentaram no último domingo (26), na Neo Química Arena, em jogo válido pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O volante da equipe carioca, Thiago Mendes, foi denunciado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por declarações dadas na zona mista após a derrota de sua equipe.
O jogador criticou a atuação de Davi de Oliveira Lacerda e será enquadrado no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que diz respeito a "assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva".
“O árbitro apitou bastante para o Corinthians, não sei se era a pressão da torcida contra ele. Infelizmente, é o futebol. Quando a pressão é grande para eles, eles apitam para o time da casa”, afirmou Mendes na zona mista. Se punido, ele pode ser suspenso por até seis jogos.
CONFIRA TRECHO DA DENÚNCIA
"Observa-se, pela entrevista concedida pós-jogo, que ocorreu uma RECLAMAÇÃO DESRESPEITOSA em relação ao árbitro, tendo o Denunciado proferido as seguintes palavras: 'quando a pressão é grande para eles, eles apitam para o time da casa'. De forma velada e subliminar, teve a intenção de realizar uma reclamação totalmente desrespeitosa contra a equipe de arbitragem, dando a entender que foi tendenciosa para a equipe do Corinthians, tendo prejudicado propositadamente a equipe do Vasco da Gama.
Em casos similares, nos autos do Processo nº 188/2026, envolvendo o atleta Hugo Souza, do Corinthians, e nos autos do Processo nº 161/2026, envolvendo o treinador Rogério Ceni, do Bahia, cujos mesmos foram denunciados por manifestações desrespeitosas contra a equipe de arbitragem em entrevistas pós-jogo, houve o reconhecimento da ocorrência da infração ao artigo 258, § 2º, II, do CBJD, sendo a ambos aplicada a pena de suspensão por 1 (uma) partida."
O zagueiro JP Talisca, do Jacuipense, foi registrado fazendo um gesto direcionado à arbitragem após ser expulso na partida contra o Palmeiras, válida pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil, na última quinta-feira (23), no Allianz Parque. Assista:
VIXE! JP Talisca, do Jacuipense, foi expulso contra o Palmeiras e saiu de campo revoltado, chegando a fazer gesto de roubo contra a arbitragem de Marcelo de Lima Henrique pic.twitter.com/9G6FKEwZnd
— HTE Sports (@HTE__Sports) April 23, 2026
O defensor recebeu cartão vermelho direto aos 35 minutos do primeiro tempo, após falta em Lucas Evangelista. A decisão foi tomada pelo árbitro cearense Marcelo de Lima Henrique.
Após a expulsão, o jogador tentou argumentar e, na sequência, fez um gesto com a mão em rotação, que pode ser interpretado como reclamação contra a arbitragem.
Talisca tem passagem pelas categorias de base do próprio Palmeiras, clube adversário no confronto.
De acordo com o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), esse tipo de atitude pode ser enquadrado como conduta desrespeitosa ou ofensiva à arbitragem, passível de punição com suspensão por partidas.
O Flamengo não poderá contar com um de seus titulares nas próximas rodadas do Campeonato Brasileiro. O volante Erick Pulgar foi punido com três jogos de suspensão pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), em julgamento realizado nesta sexta-feira (17), após a expulsão na partida contra o Red Bull Bragantino, pela 9ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.
A decisão foi tomada por unanimidade entre os auditores que participaram da sessão, com placar de quatro votos a zero. Um dos integrantes do tribunal não esteve presente. A defesa do jogador avalia a possibilidade de recorrer da punição na tentativa de reduzir a pena.
O atleta já cumpriu a suspensão automática no confronto diante do Santos, mas ainda terá que desfalcar a equipe nos jogos contra Bahia, Atlético-MG e Vasco, todos pelo Brasileirão.
Além da sanção disciplinar, Pulgar também segue afastado por questões físicas. O volante chileno se recupera de uma lesão na articulação acromioclavicular do ombro direito, sofrida no mesmo lance que resultou em sua expulsão. No momento, ele realiza atividades internas sob acompanhamento do departamento de fisioterapia e ainda não tem prazo definido para retornar aos treinos com o restante do elenco.
O Vitória pode enfrentar o Flamengo pela Copa do Brasil sem um dos seus principais jogadores. O meia Jorge Carrascal foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e pode desfalcar o time carioca no confronto entre as equipes pela Copa do Brasil.
A decisão foi tomada nesta sexta-feira (17), quando o jogador recebeu dois jogos de suspensão pela expulsão no clássico contra o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro. Ele foi enquadrado no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de jogada violenta.
Carrascal já cumpriria suspensão automática no duelo contra o Bahia, que acontece neste domingo (19), pela 12ª rodada do Brasileirão. Com a nova punição, também pode ficar fora do jogo de ida contra o Vitória. O Flamengo informou que irá recorrer da decisão.
Esta foi a segunda punição do colombiano na semana. Nesta quarta-feira (15), o Pleno do STJD reduziu de quatro para dois jogos a suspensão referente à expulsão na Supercopa do Brasil, diante do Corinthians, ao reclassificar a infração de agressão física para jogada violenta.
Com as duas decisões, Carrascal pode desfalcar o Flamengo em até quatro partidas, incluindo compromissos no Brasileirão e na Copa do Brasil. Ele ainda corre risco de ausência em jogos contra Atlético-MG e no clássico diante do Vasco.
As punições não se aplicam às partidas da Libertadores.
O presidente do Vasco da Gama, Pedrinho, foi condenado pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) a 15 dias de suspensão por desrespeito à equipe de arbitragem. A decisão ocorreu nesta terça-feira (15) após recurso da Procuradoria, que contestou a absolvição do dirigente em primeira instância.
O caso está relacionado ao empate em 3 a 3 entre Vasco e Cruzeiro, em partida realizada na 6ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, Pedrinho se dirigiu ao árbitro da partida com críticas e ofensas, conforme registrado em súmula
"Você vai relatar na súmula tudo o que eu vou te falar, você sempre prejudica o Vasco quando a gente joga fora de casa, foi assim ano passado com o Palmeiras, na casa deles. Lá você prejudicou a gente e hoje aqui de novo, com os pênaltis que você deixou de marcar e com esses acréscimos. Você é arrogante, prepotente e soberbo. Sua forma de apitar é arrogante. Sua soberba vai preceder a sua queda", disse Pedrinho.
Durante o episódio, houve necessidade de escolta policial para retirada da equipe de arbitragem, além do uso de spray de pimenta para conter a confusão. Um boletim de ocorrência foi registrado pela Polícia Militar de Minas Gerais, que apontou participação de dirigentes no aumento da tensão no local.
Ao analisar o recurso, o Pleno do STJD entendeu, de forma unânime, que a conduta do dirigente ultrapassou um simples “desabafo”, como havia sido considerado anteriormente pela 2ª Comissão Disciplinar. Entre os fatores levados em conta estão a necessidade de intervenção policial, a repercussão do caso e a posição institucional ocupada pelo presidente.
Os auditores também destacaram que as declarações extrapolaram o limite técnico da crítica à arbitragem, atingindo a honra pessoal dos profissionais envolvidos.
Pedrinho foi enquadrado no artigo 258, parágrafo 2º, inciso II do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê suspensão de 15 a 180 dias. O dirigente recebeu a pena mínima.
Com a decisão, ele ficará afastado das atividades relacionadas ao clube, incluindo presença em jogos, durante o período determinado.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pretende endurecer as punições contra manifestações públicas que coloquem em dúvida a integridade da arbitragem. A proposta mira declarações de jogadores, treinadores e dirigentes que utilizam termos como “roubo” ou “assalto” ao comentar decisões de árbitros.
O tema foi debatido durante encontro recente promovido pela entidade com clubes das Séries A e B, no contexto das discussões sobre a criação de uma liga unificada no país. A expectativa é que as novas diretrizes passem a ser aplicadas ainda nesta edição do Campeonato Brasileiro, por meio do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
A CBF sustenta que os investimentos na arbitragem, incluindo profissionalização e implementação de tecnologias como o impedimento semiautomático, devem ser acompanhados por mudanças de comportamento no ambiente do futebol. A entidade também defende uma atuação mais rigorosa dos árbitros em campo, com o objetivo de reduzir interrupções e coibir reclamações excessivas.
Nesta quinta-feira (16), o STJD realiza, na sede da CBF, no Rio de Janeiro, o 2º Encontro Nacional dos Tribunais de Justiça Desportiva. O evento deve alinhar procedimentos para coibir acusações recorrentes contra a arbitragem, muitas vezes sem sanção efetiva. O próprio tribunal reconhece dificuldades em punir esses casos, já que expressões como “roubo” podem ser interpretadas como linguagem cultural do futebol, e não necessariamente como acusação formal de dolo.
A proposta em discussão inclui a padronização de punições conforme o papel de quem faz a declaração. A lógica prevê maior gravidade para manifestações vindas de figuras com mais influência e distantes do campo de jogo. Assim, críticas de jogadores seriam consideradas infrações sérias, mas declarações de treinadores teriam peso maior, enquanto acusações feitas por dirigentes estariam sujeitas às penalidades mais severas.
Paralelamente, árbitros também devem ser cobrados por maior agilidade na entrega de súmulas, medida que visa acelerar os julgamentos em primeira e segunda instância no STJD. A intenção é reduzir a duração dos processos e limitar a concessão de efeitos suspensivos.
O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), nesta quinta-feira (9), com oito jogos de suspensão após episódios envolvendo expulsões no Campeonato Brasileiro. As decisões foram tomadas em primeira instância e ainda cabem recurso.
A pena foi dividida em dois processos. No caso mais grave, relacionado ao clássico contra o São Paulo, o treinador recebeu seis partidas de suspensão. Já pela expulsão no confronto diante do Fluminense, foi punido com mais dois jogos.
O julgamento ocorreu na segunda comissão disciplinar do STJD, que levou em consideração o histórico recente de expulsões do treinador português no futebol brasileiro. Abel foi enquadrado no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de condutas contrárias à ética esportiva.
Na súmula do jogo contra o São Paulo, consta que o técnico teria ofendido o árbitro ao chamá-lo de “cagão”. Durante o julgamento, a procuradoria apresentou um vídeo com outro momento de reclamação do treinador. A defesa contestou as acusações, mas não conseguiu reverter o entendimento dos auditores.
A relatora do caso, Ana Ralil, destacou que as atitudes do treinador indicam um padrão de comportamento considerado inadequado para a função.
No episódio envolvendo o Fluminense, Abel foi expulso após reclamar de uma decisão de lateral, o que resultou em mais dois jogos de suspensão.
De acordo com os auditores, as punições anteriores não foram suficientes para conter o comportamento do treinador, o que justificou a aplicação de penas mais severas.
Com a soma das decisões, Abel Ferreira terá que cumprir oito partidas de suspensão, podendo desfalcar o Palmeiras em sequência importante da temporada, caso a punição seja mantida após possíveis recursos.
O diretor técnico do Internacional, Abel Braga, obteve efeito suspensivo parcial junto ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e pôde atuar normalmente na vitória por 2 a 0 sobre a Chapecoense, no último domingo (22).
O dirigente havia sido punido no início de fevereiro pela 6ª Comissão Disciplinar do STJD com cinco partidas de suspensão e multa de R$ 20 mil, em razão de uma declaração de cunho homofóbico feita em 2025, durante sua apresentação como técnico do clube nas rodadas finais do Campeonato Brasileiro.
Desde o julgamento, o Internacional disputou quatro partidas: contra o Remo, Atlético Mineiro, Bahia e Santos. O pedido de efeito suspensivo foi analisado e aceito na última sexta-feira (20), liberando Abel para a beira do campo na rodada seguinte.
A punição foi baseada no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que prevê sanções para atos discriminatórios relacionados, entre outros pontos, à orientação sexual. A denúncia teve origem após representação do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT.
Na ocasião que motivou o processo, Abel Braga criticou o uso de uniforme rosa pelo clube e afirmou: "Eu não quero o meu time treinando com uma camisa rosa, porque parece um time de veado".
A declaração gerou repercussão negativa imediata. Ainda no mesmo dia, o então treinador utilizou as redes sociais para divulgar uma nota de retratação pelo episódio.
O técnico e diretor técnico do Internacional, Abel Braga, foi punido pela 6ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por uma declaração de teor homofóbico feita durante coletiva de imprensa realizada em novembro do ano passado.
A decisão determinou a suspensão de cinco jogos, além da aplicação de multa no valor de R$ 20 mil. A punição ainda cabe recurso ao Pleno do STJD, instância superior da Justiça Desportiva.
A fala ocorreu durante a apresentação oficial de Abel no clube, quando o treinador criticou a cor do uniforme de treino e afirmou que não queria o time usando camisa rosa, pois isso “parece time de veado”. A declaração gerou forte repercussão negativa, críticas públicas e mobilizações nas redes sociais, reacendendo o debate sobre a persistência da LGBTfobia "recreativa" no futebol brasileiro.
O caso foi enquadrado no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de práticas discriminatórias relacionadas à orientação sexual e outras formas de preconceito, prevendo punições esportivas e financeiras.
Uma das notícias de infração que deu origem ao processo foi formalizada e enviada ao STJD pelo Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+.
Em nota, o coletivo avaliou a decisão como um marco no enfrentamento institucional à discriminação no esporte.
“Essa é uma decisão importante, que reforça mais uma vez a postura antidiscriminatória do STJD e aprofunda a luta contra a LGBTfobia recreativa no futebol brasileiro. O futebol não pode continuar tratando a violência como piada. Quando uma autoridade do esporte reproduz esse tipo de discurso, ela legitima um ambiente hostil e perigoso para milhares de pessoas”, afirmou Onã Rudá, fundador e presidente do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+.
O grupo também destacou que a punição reforça a necessidade de atuação firme da Justiça Desportiva diante de declarações públicas discriminatórias, especialmente quando proferidas por figuras de liderança, como técnicos, dirigentes e atletas.
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta terça-feira (2), trancar a ação penal contra o jogador de futebol Igor Aquino da Silva, o Igor Cariús, acusado de receber vantagem indevida para receber um cartão amarelo intencionalmente em uma partida de 2022. O colegiado entendeu que a conduta, embora reprovável e passível de sanção na esfera desportiva, não configura crime na esfera penal no caso concreto.
O julgamento do Recurso Ordinário em Habeas Corpus (RHC) 238757, de relatoria do ministro André Mendonça, teve como voto vencedor o do ministro Gilmar Mendes, que abriu divergência. Para o decano, a conduta do atleta "atenta contra a integridade da competição esportiva". No entanto, ele argumentou que a ação individual não foi suficiente para alterar o resultado da partida ou do torneio, requisito necessário para tipificar o crime previsto no artigo 198 da Lei Geral do Esporte.
"Situação absolutamente distinta seria verificada se ao paciente fosse imputada a conduta de promover reiterada e sistematicamente a obtenção artificiosa de cartões amarelos – o que, aí sim, teria o condão de influenciar o resultado da competição e, consequentemente, relevância penal", afirmou Gilmar Mendes em seu voto.
Segundo a denúncia do Ministério Público de Goiás (MP-GO), o jogador teria aceitado R$ 30 mil para provocar um cartão amarelo no jogo entre Atlético Mineiro e Cuiabá, pela Série A do Campeonato Brasileiro de 2022. A defesa impetrou habeas corpus pleiteando o trancamento da ação, sob a alegação de que o atleta visou apenas ao lucro em apostas, sem intenção de influenciar o resultado esportivo.
O relator, ministro André Mendonça, havia negado o pedido em decisão individual, entendendo que a análise da intenção do atleta dependia da instrução criminal. No julgamento do agravo regimental, seu voto foi vencido. O ministro Dias Toffoli acompanhou o voto divergente de Gilmar Mendes.
O STF destacou que os fatos já levaram a uma punição disciplinar: o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) afastou Igor Cariús das competições por um ano. Os ministros Nunes Marques e Luiz Fux não participaram da sessão de julgamento.
Após a derrota do Palmeiras para o Santos por 1 a 0, no último sábado (15), na Vila Belmiro, Abel Ferreira foi perguntado sobre a situação envolvendo a absolvição de Bruno Henrique no STJD. A resposta do técnico se transformou em um desabafo sobre o papel do futebol na sociedade.
O português defendeu que o esporte precisa carregar valores que ultrapassem as quatro linhas.
"O futebol faz parte do DNA do brasileiro. Por isso, deveria ser referência de comportamento, um embaixador de respeito, ética e educação", afirmou Abel, ressaltando que não cabe a ele julgar o caso, mas sim reforçar princípios.
O treinador disse ser grato à forma como foi recebido no país e destacou que rivalidade não pode se confundir com hostilidade.
"Somos adversários, não inimigos. O futebol deve unir, não separar. É isso que dá magia ao jogo: conectar pessoas de diferentes realidades."
Abel ainda reconheceu que também precisa controlar melhor seu próprio comportamento durante as partidas, mas reforçou que sua preocupação principal é com a imagem que o futebol deixa para as próximas gerações.
"Eu olho para o futebol como um representante dos nossos valores. É isso que me apaixona no esporte", completou.
Nem a goleada do Flamengo por 5 a 1 sobre o Sport, na Arena Pernambuco, no último sábado (15), foi capaz de ofuscar um dos principais assuntos da semana: o julgamento de Bruno Henrique. Em entrevista coletiva após a partida, válida pela 12ª rodada (atrasada) do Brasileirão, o atacante e ídolo rubro-negro falou pela primeira vez desde que foi absolvido pelo STJD da acusação de fraude ligada a apostas.
"A resposta que eu tenho que dar é dentro de campo. Recebi críticas de pessoas e jornalistas o tempo todo, de forma muito pesada. Vi muita raiva e muito ódio dessas pessoas, mas que Deus possa abençoá-las. A resposta que eu tenho que dar é para o Flamengo e para o nosso torcedor. É isso que vou fazer daqui para frente", declarou.
Bruno Henrique, sobre o seu julgamento:
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) November 16, 2025
“Recebi críticas duras e pesadas de muitas pessoas. Vi muita raiva e muito ódio. Que Deus possa abençoar eles. A resposta que eu tenho que dar é para o Flamengo, para o nosso torcedor.”
????: @PP7Catonhopic.twitter.com/W0waIxKkPz
Dentro de campo, Bruno Henrique foi um dos destaques da goleada, marcando um dos cinco gols do Flamengo e sendo bastante celebrado pelos companheiros. Esta foi sua primeira partida sem atuar sob efeito suspensivo desde a condenação inicial, quando recebeu a pena mínima de 12 jogos de suspensão e multa de R$ 60 mil por manipulação esportiva.
A vitória recolocou o Flamengo na liderança do Brasileirão, beneficiado pela derrota do Palmeiras no clássico contra o Santos, na Vila Belmiro.
O resultado também decretou matematicamente o rebaixamento do Sport à Série B. O Leão da Ilha ainda tem cinco partidas por disputar, mas não possui mais chances de deixar o Z-4.
ENTENDA O CASO BRUNO HENRIQUE
Bruno Henrique foi investigado por suspeita de manipulação de resultado para beneficiar apostadores. O episódio ocorreu na partida contra o Santos, pela 31ª rodada do Brasileirão de 2023. Na ocasião, o Flamengo brigava pelo título, mas foi derrotado por 2 a 1. O atacante recebeu um cartão amarelo — seguido da expulsão — que levantou as suspeitas das casas de apostas.
Segundo o protocolo de investigação, as empresas de betting alertaram a Justiça após identificarem movimentações suspeitas. Mensagens encontradas no celular do irmão do jogador, Wander Nunes Júnior, levantaram a hipótese de que Bruno Henrique poderia ter forçado o cartão.
O atleta foi inicialmente absolvido pelo relator Alcino Guedes no artigo 243 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de “atuar deliberadamente de modo prejudicial à equipe que defende”. No entanto, o relator acolheu a denúncia do artigo 243-A, que trata de conduta desleal ou fraudulenta com o objetivo de influenciar o resultado de uma partida. Essa denúncia recebeu quatro votos a um.
Com isso, Bruno Henrique chegou a ser condenado por manipulação de resultados.
Posteriormente, o Pleno do STJD reverteu a decisão, absolvendo o atacante da acusação de fraude ligada a apostas e anulando a suspensão. Ainda assim, o jogador foi enquadrado no artigo 191, III, do CBJD — por descumprimento de regulamentos — e recebeu multa de R$ 100 mil.
A maioria dos membros do Pleno entendeu que não havia provas suficientes para caracterizar infração à ética desportiva. Dos nove auditores, seis votaram pela absolvição, dois pediram aumento de pena e um defendeu a manutenção da condenação original.
Bruno Henrique está livre para jogar pelo Flamengo. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) absolveu o atacante do clube carioca, nesta quinta-feira (13), por conduta de fraude ligada a apostas, e reverteu a punição de suspensão de jogos. Com isso, o atleta vai ter de pagar uma multa de R$100 mil.
A punição anterior era de suspensão em 12 partidas e uma multa de R$60 mil, podendo ser alterada para R$100 mil em multa, como aconteceu.
O relator do caso, Sérgio Furtado Filho, modificou as punições de Bruno Henrique, que antes havia sido enquadrado no artigo 243-a, que previa até 12 jogos de suspensão. Posteriormente, o jogador foi absolvido da punição anterior e foi punido no artigo 191, III, do CBJD, que é referente a infrações relativas ao descumprimento de regulamentos, e deve pagar R$100 mil de multa.
Embora não tenha sido unânime, a maior parte do Tribunal Pleno do STJD considerou que não existem provas suficientes para condenar o atleta por infrações contra a ética desportiva.
A Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) entrou com recurso para aumentar a pena de Bruno Henrique, atacante do Flamengo. O atleta foi suspenso por 12 jogos por participação em um esquema de manipulação de apostas na internet.
A condenação do jogador foi em primeira instância no Artigo 243-A. Além da suspensão, BH também terá que pagar uma multa de R$ 60 mil.
A Procuradoria destacou, no recurso, que o atleta teve benefício pessoal com a informação, depois de avisar aos parentes que levaria o terceiro cartão amarelo. O clube também foi prejudicado por conta da ampla repercussão da situação, que afeta o valor do atacante no mercado.
Em caso de reconsideração da decisão no STJD, o jogador Bruno Henrique poderá pegar um gancho de até dois anos.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) concedeu, na noite do último sábado (13), efeito suspensivo ao atacante Bruno Henrique, do Flamengo. A decisão permite que o jogador atue normalmente até o julgamento em segunda instância, no Pleno do tribunal, ainda sem data definida.
Na semana passada, Bruno Henrique havia sido suspenso por 12 partidas após ser condenado por manipulação ao forçar um cartão amarelo em 2023, situação que teria favorecido apostadores.
Apesar da liberação, o atacante não foi relacionado para enfrentar o Juventude neste domingo (15), pela 23ª rodada da Série A, em Caxias do Sul. Segundo o clube, ele sentiu dores durante o treino e, diante da demora na confirmação da decisão do STJD, acabou poupado. O foco do Flamengo agora está no duelo contra o Estudiantes, pela Libertadores, na quinta-feira (18).
Em nota oficial, o clube informou: “O Clube de Regatas do Flamengo informa que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) deferiu o pedido de efeito suspensivo da decisão que havia aplicado 12 jogos de suspensão ao atleta Bruno Henrique. A medida, aguardada pelo Flamengo diante dos votos divergentes apresentados na 1ª Comissão Disciplinar — que acolheram a preliminar de prescrição — garante a plena condição de jogo do atacante até o julgamento do caso pelo Pleno do Tribunal. Dessa forma, Bruno Henrique está liberado para atuar normalmente pela equipe rubro-negra.”
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu reduzir de quatro para três partidas a suspensão do lateral Eduardo, do Cruzeiro, expulso na derrota para o Vitória, em junho. O julgamento do Pleno ocorreu nesta quinta-feira, e não cabe mais recurso. Como já cumpriu uma partida, o atleta será baixa contra Bahia e Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro.
Em primeira instância, no dia 22 de agosto, Eduardo havia sido punido com quatro jogos de afastamento. A defesa conseguiu efeito suspensivo, o que permitiu sua participação contra Internacional e São Paulo até a análise do recurso.
O jogador foi enquadrado no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê punição para casos de agressão física em partidas oficiais. O cartão vermelho foi aplicado diretamente após falta dura em Jamerson, lateral do Vitória, nos acréscimos do primeiro tempo.
A Procuradoria chegou a pedir que a suspensão fosse equivalente ao tempo de afastamento do atleta do Vitória, que sofreu fratura no tornozelo direito e ruptura de ligamentos, o que representaria até 180 dias fora de combate. A solicitação foi rejeitada pelos auditores.
O lance ocorreu após um carrinho de Eduardo, que travou o tornozelo de Jamerson. O jogador do Vitória caiu imediatamente, com fortes gritos de dor, e precisou deixar o campo de maca, sendo levado de ambulância. A torcida rubro-negra reagiu com indignação e chamou o meia cruzeirense de “assassino”. Na Toca do Leão, Jamerson passou por cirurgia e segue em recuperação.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) determinou, nesta sexta-feira (5), o rebaixamento do União-TO por conta da escalação irregular do zagueiro Sheik na primeira fase do Campeonato Tocantinense. A decisão atendeu ao recurso apresentado pelo Batalhão, que havia caído na atual edição, mas foi reintegrado à elite após a vitória no julgamento.
O processo teve origem na utilização do defensor, que entrou em campo na segunda rodada, em jogo atrasado, mesmo estando suspenso por acúmulo de três cartões amarelos. A falha foi registrada após erro de comunicação do árbitro Fernando Henrique Alcântara na súmula da partida. O União venceu por 2 a 0, mas acabou enquadrado no artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
Pelo regulamento, o clube perdeu seis pontos, foi multado em R$10 mil e acabou rebaixado. A diretoria informou que pretende recorrer. "O atleta só foi relacionado após consulta à Federação Tocantinense de Futebol (FTF), que autorizou sua inclusão", alegou o União em nota.
Com a mudança, o Gurupi assumiu vaga no G-4 e enfrentará o Tocantinópolis na semifinal. A outra disputa será entre Araguaína e Capital. A FTF (Federação Tocantinense de Futebol) declarou que só vai se manifestar após a publicação oficial da decisão. Ainda cabe recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) agendou para sexta-feira (5), às 10h, no Rio de Janeiro, o julgamento do pedido de anulação da partida entre Anápolis e Guarani, válida pela 13ª rodada da Série C, disputada em 21 de julho. A decisão pode alterar a configuração do G-8 e do Z-4 da competição.
O processo foi movido pelo Guarani, que acusa erro de direito da arbitragem de Marcello Ruda Neves (DF). O clube alega que o Anápolis atuou por alguns minutos com 12 jogadores em campo. O atacante João Celeri teria permanecido no gramado mesmo após a entrada de Igor Cássio, participando inclusive de um lance defensivo em cobrança de escanteio. O placar já marcava 2 a 0 para os goianos, resultado que se manteve até o fim.
A denúncia se baseia no artigo 259, parágrafo 1º, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê a possibilidade de anulação da partida em caso de erro de direito capaz de influenciar o resultado.
POSSÍVEIS MUDANÇAS
Caso o jogo seja remarcado, os impactos podem atingir diferentes frentes da tabela. O Guarani, já classificado ao quadrangular final, pode alterar sua posição entre os oito primeiros. Uma vitória simples colocaria o time na sexta posição; triunfos por dois ou mais gols poderiam mudar o grupo em que será inserido. Já uma derrota por três gols faria a equipe cair para oitavo lugar, entrando no Grupo B ao lado de Caxias, Londrina e Floresta ou São Bernardo.
No cenário da parte de baixo da tabela, o Anápolis também corre riscos. Se não repetir a vitória, o clube pode ser rebaixado à Série D. Nesse caso, o CSA, que encerrou a fase classificatória com 22 pontos, se beneficiaria e garantiria a permanência na terceira divisão.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aguarda o resultado do julgamento para confirmar a sequência da competição. Existe a possibilidade de adiamento da primeira rodada do quadrangular final, marcada para sábado (6). Os confrontos previstos são Guarani x Ponte Preta, no Brinco de Ouro, e São Bernardo x Londrina, no ABC paulista.
O julgamento do jogador Bruno Henrique, do Flamengo, nesta quinta-feira (4), por supostamente ter recebido um cartão amarelo que beneficiou apostadores terá uma novidade. A Procuradoria do Supremo Tribunal de Justiça Desportiva deve usar um vídeo em que o atuante em jogos de azar Douglas Ribeiro Pina Barcelos afirma que sabia, antecipadamente, que o atleta receberia um cartão amarelo no duelo contra o Santos pelo Brasileirão de 2023.
O atleta foi denunciado baseado em dois artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva: o 243, sobre atuar de modo prejudicial à equipe que defende e o 243-A sobre atuar de forma contrária à ética desportiva para influenciar o resultado.
Caso seja condenado, Bruno Henrique pode ser suspenso por até 2 anos e mais 24 partidas. Além disso, também deve ser multado em até R$200 mil.
Douglas Barcelos, indiciado por ter sido um dos que fizeram apostas no cartão amarelo do atleta, assumiu ao Ministério Público que sabia que o atacante seria punido. Durante a semana, o STJD pediu acesso ao vídeo em acordo com a não persecução penal do apostador.
Além disso, Barcelos é amigo do irmão de Wander Nunes Pinto Júnior, irmão de Bruno Henrique, que teria compartilhado a informação sobre o cartão amarelo no jogo contra o Santos.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) suspendeu o meia Eduardo, do Cruzeiro, por quatro jogos, por causa do carrinho em Jamerson, lateral do Leão, que gerou a expulsão do jogador cruzeirense na partida contra o Vitória, na 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. O julgamento foi realizado nesta sexta-feira (22).
O lateral-esquerdo do Vitória fraturou o tornozelo e rompeu os ligamentos. A procuradoria tinha pedido que Eduardo ficasse suspenso enquanto Jamerson está afastado dos gramados, respeitando o prazo de 180 dias. No entanto, os auditores negaram essa ideia.
Imagens fortes: o lance da expulsão de Eduardo, do Cruzeiro, pela entrada em Jamerson. O jogador do Vitória saiu de ambulância.
— Planeta do Futebol ???? (@futebol_info) June 12, 2025
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De acordo com a apuração do portal ‘ge’, o time mineiro vai entrar com recurso para que Eduardo possa jogar contra o Internacional, neste sábado (23), no Mirão, às 18h30, em jogo da 21ª rodada do Brasileirão.
O atleta cumpriu suspensão automática na rodada seguinte, contra o Grêmio, e terá que ficar mais três partidas sem jogar. O efeito suspensivo serve para que o jogador fique à disposição até o julgamento do recurso do Cruzeiro no Tribunal Pleno do STJD.
O meia de 35 anos foi punido no Artigo 254, parágrafo I, inciso I, que fala sobre "praticar agressão física durante a partida, prova ou equivalente".
Na tarde desta quinta-feira (31’), durante o julgamento do recurso do atacante Dudu, do Atlético-MG, no processo envolvendo a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, a advogada do atleta argumentou que o termo “VTNC” não se trataria de um caso de misoginia, porque se fosse algo do tipo, a tradução seria “Vai trabalhar na cozinha”.
Advogada de Dudu sobre o "VTNC" para Leila Pereira: "Seria misoginia se falasse vai trabalhar na cozinha."
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) July 31, 2025
Jogador do Galo está sendo julgado pelo Pleno do STJD nessa quinta-feira (31) após pedido de redução de pena.
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“Senhores, já começa que VTNC, se ele quisesse, já que dizem ser tão ofensiva essa afirmação, muito embora no convívio com a mocidade hoje, e indo aos campos de futebol, é o que a gente mais ouve. Se isso significa ‘Vai tomar no **’, para mim seria misoginia se fosse ‘Vai trabalhar na cozinha’, porque aí sim estaria falando de algo que atingia todas (mulheres)”, explicou.
O julgamento em questão teve de ser suspenso, porque a auditora relatora, Antonieta da Silva, não conseguiu comparecer à sessão no pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por conta de problemas de saúde. Com a ausência, o andamento do julgamento foi impedido.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) concedeu nesta segunda-feira (21) um efeito suspensivo parcial ao atacante Dudu, do Atlético-MG. A decisão isenta, parcialmente, o pagamento da multa de R$90 mil imposta na última sexta-feira (18), mas mantém a suspensão de seis jogos. Com isso, o jogador seguirá fora das próximas cinco partidas do clube em competições organizadas pela CBF.
A punição foi aplicada pela 5ª Comissão Disciplinar do STJD, que julgou o atleta por um episódio de misoginia contra Leila Pereira, presidente do Palmeiras. O Atlético-MG entrou com pedido de suspensão imediata da pena, visando a liberação de Dudu para enfrentar o ex-clube no último domingo (20), no Allianz Parque. No entanto, o jogador já cumpriu a primeira das seis partidas de gancho.
Dudu poderá atuar normalmente na próxima quinta-feira (25), diante do Bucaramanga, pela Copa Sul-Americana, já que o torneio é organizado pela Conmebol e não sofre influência da sanção do STJD. Em seguida, o Galo encara o Flamengo duas vezes: no domingo (28), pelo Campeonato Brasileiro, e na quarta-feira (31), pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Caso o clube não consiga reverter a punição, o atacante também ficará de fora dos confrontos contra o Bragantino, Flamengo (volta da Copa do Brasil) e Vasco, todos pelo Brasileirão.
Leila x Dudu
O conflito entre Dudu e Leila Pereira ganhou repercussão pública no ano passado, após o atacante romper contrato com o Palmeiras. À época, a presidente criticou a postura do jogador, afirmando que ele “saiu pela porta dos fundos”.
Em resposta, Dudu publicou: “O caminhão estava pesado e mandaram eu sair pelas portas do fundo!!! Minha história foi gigante e sincera, diferente da sua senhora Leila Pereira. Me esquece. VTNC”, mencionando diretamente o perfil da dirigente.
Em entrevistas posteriores, Leila afirmou: “Se fosse um homem, ele não teria coragem de fazer isso como nunca houve na história do futebol brasileiro”. E acrescentou, em maio deste ano: “Não tenho dúvida que tudo o que esse atleta fez é porque sou mulher.”
O caso também se desenrola na esfera judicial. A presidente do Palmeiras move uma ação cível contra o jogador. Já Dudu apresentou na semana passada uma queixa-crime contra Leila, alegando injúria e difamação. O processo tramita na 13ª Vara Criminal da Comarca de São Paulo, e a audiência está marcada para 26 de agosto.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) anunciou nesta quarta-feira (7) que instaurou um inquérito para apurar possível infração disciplinar do atacante Bruno Henrique, do Flamengo. A medida foi tomada após o jogador ser indiciado pela Polícia Federal sob suspeita de forçar um cartão amarelo em uma partida contra o Santos, válida pelo Campeonato Brasileiro de 2023, com o objetivo de beneficiar apostadores, incluindo familiares.
A decisão foi assinada pelo presidente do STJD, Luís Otávio Veríssimo Teixeira, com base no artigo 81 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
“Considerando o conteúdo compartilhado em 5 de maio de 2025 e com fulcro nas atribuições conferidas pelo art. 81 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), determino de ofício a instauração de inquérito para apurar possível infração disciplinar cometida pelo atleta Bruno Henrique Pinto, do Clube de Regatas do Flamengo (CRF), relacionada a suspeita de manipulação de resultados”, escreveu.
O auditor Maxwell Borges de Moura Vieira foi designado como responsável pela condução do inquérito. Ele terá 15 dias para apresentar um relatório, prazo que pode ser prorrogado por mais uma quinzena. A Procuradoria do STJD foi notificada para acompanhar o processo.
Como não houve solicitação de suspensão preventiva, Bruno Henrique permanece à disposição do Flamengo. Desde o indiciamento, ele disputou seis partidas, três como titular e três saindo do banco, sem registrar gols ou assistências.
O clube carioca mantém o atacante em atividade amparado na presunção de inocência e aguarda a conclusão das investigações.
No início de maio, a Justiça do Distrito Federal negou o pedido de parentes do jogador para impor sigilo ao caso. O juiz Fernando Brandini Barbagalo também autorizou o compartilhamento das provas com o STJD e rejeitou um recurso da defesa do atleta contra o envio do material à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas, em andamento no Senado.
Pouco mais de 12 horas depois do caso de racismo durante Internacional x Sport, no Brasileirão Feminino, o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Luís Otávio Veríssimo Teixeira, determinou a perda de mando de campo de três partidas ao Internacional, no Brasileiro Feminino. O clube gaúcho jogará, como mandante, com portões fechados na competição até que haja o julgamento do colegiado do STJD.
No fim da partida entre Inter x Sport, logo após o gol do time pernambucano, uma banana foi arremessada contra o banco de reservas da equipe. O Colorado, nesta terça, afirmou que uma de suas atletas da base foi responsável por atirar uma banana em direção ao banco de reservas do Sport.
"Defiro o pedido liminar para determinar, cautelarmente, a perda de mando de campo pelo Sport Club Internacional, com realização das partidas com portões fechados, até o julgamento por colegiado da denúncia anunciada pela Procuradoria, a quem cabe a adoção de rito urgente para formalização do ato. Caso o julgamento por colegiado não se dê a tempo, os efeitos da presente ordem se limitam a três partidas", escreveu o presidente Luís Otávio Veríssimo Teixeira.
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— Bastidores da ilha (@bastidoresdilha) March 31, 2025
Torcida do Internacional joga banana em jogadoras do Sport no Campeonato Brasileiro Feminino.
Que absurdo! pic.twitter.com/cOUyprpCOh
O duelo aconteceu no campo do Sesc Campestre, em Porto Alegre, que terminou em 2 a 2. Ainda na segunda, a CBF havia enviado de imediato toda a documentação ao órgão referente ao episódio e pedido punição.
“O futebol brasileiro agiu rápido no combate ao racismo. Em pouco mais de 12 horas, a Justiça Desportiva já proferiu uma decisão dura, colocando o Internacional para jogar com portões fechados até o que o caso seja julgado. Em casos de racismo a CBF sempre se antecipa e vai propor punições preventivas contra os racistas. Desta vez não foi diferente”, disse o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) condenou, nesta sexta-feira (14), sete pessoas por participação em um esquema de manipulação de resultados na Série D do Campeonato Brasileiro de 2024. O caso envolve a partida entre Patrocinense e Inter de Limeira, disputada em 1º de junho, no interior de São Paulo, e que terminou com vitória da equipe paulista por 3 a 0.
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Entre os punidos estão jogadores, membros da comissão técnica e investidores ligados ao clube mineiro na época. O esquema foi identificado por uma empresa especializada em detecção de fraudes, cujo relatório levou à investigação.
O técnico Estevam Soares, que já comandou clubes como Palmeiras, Botafogo e Coritiba, foi multado em R$ 20 mil por ter conhecimento da manipulação e não denunciá-la. Seu auxiliar, Dodô, recebeu multa de R$ 10 mil.
Os jogadores Richard Bala e Felipe Gama foram suspensos por 720 e 549 dias, respectivamente, além de multas de R$ 25 mil e R$ 20 mil. Segundo o relatório, Richard marcou um gol contra, enquanto Felipe facilitou um dos gols da Inter de Limeira. O lateral Dener, que sabia do esquema, foi multado em R$ 2,5 mil.
Já o dirigente Anderson Ibrahim Rocha e o investidor Marcos Vinícius da Conceição, apontados como responsáveis por agenciar os atletas, foram banidos do esporte. Anderson também recebeu multa de R$ 50 mil, enquanto Conceição foi punido com R$ 25 mil.
O relator do caso, Gustavo Favero Vaughn, destacou que as provas contra os envolvidos foram consistentes. "Há prova confortável", afirmou.
Através do Supremo Tribunal de Justiça, o Atlético-MG conseguiu a redução de pena imposta após a final da Copa do Brasil, contra o Flamengo, na Arena MRV. Por conta da conquista do Galo, ao invés de 10 jogos sem torcida, o clube terá 6 partidas sem torcida, sendo que os três duelos com os portões fechados já foram cumpridos. As outras três disputas contarão apenas com mulheres, crianças e pessoas com deficiência.
No fim do ano passado, o Atlético já havia sido punido, inicialmente, com 10 jogos com portões fechados, e atuou contra Juventude, Botafogo e Athletico-PR aplicando a punição. Além disso, o clube também foi submetido a uma multa avaliada em cerca de R$ 198 mil, mais R$ 20 mil por gritos homofóbicos por parte da torcida.
Depois do apito final, a disputa que valia a taça da Copa do Brasil presenciou uma briga generalizada nas arquibancadas, além de invasões de campo e bombas arremessadas no gramado.
Um inquérito do STJD que apurava a manipulação em um dos jogos da Patrocinense no Campeonato Brasileiro da Série D 2024 apontou seis nomes como responsáveis pelo esquema que favoreceu apostadores. O auditor Rodrigo Aiache Cordeiro foi quem tomou a decisão que acarretou na indiciação dos nomes para a Polícia Federal. A informação foi inicialmente veiculada pelo site ge.globo.
Os nomes apontados pelo tribunal aparecem no relatório de conclusão do inquérito assinado por Rodrigo Aiache. A decisão foi tomada após as investigações da Polícia Federal, que foram iniciadas depois da suspeita de irregularidades na partida entre Inter de Limeira e Patrocinense em junho do ano passado, o jogo foi vencido por 3 a 0 pelo time paulista.
Um dos nomes citados no relatório é o de Estevam Soares, técnico que comandou o Patrocinense na partida investigada, também é lembrado por ser o treinador do Palmeiras na campanha de quarto colocado no Brasileirão de 2004. Além de Estevam, outros nomes estão envolvidos no caso:
Richard Sant Clair da Silva (Richard Bala) - ex-zagueiro do Patrocinense que entrou em campo contra a Inter de Limeira;
Felipe Gama Chaves - ex-goleiro do Patrocinense que entrou em campo contra a Inter de Limeira. Hoje, está no Darmstadt, da Alemanha;
Rodolfo Santos de Abreu (Dodô) - auxiliar técnico do Patrocinense na época da partida;
Anderson Ibrahin Rocha - dirigente que assumiu gestão do futebol do clube na época;
Marcos Vinicius da Conceição - possível investidor.
De acordo com o auditor, as atitudes de Richard Bala, Estevam, Felipe Gama, Rodolfo Santos e Anderson Ibrahin se enquadram no artigo 242 do Código Brasileiro da Justiça Desportiva, que aponta como infração "atuar, deliberadamente, de modo prejudicial à equipe que defende". A pena prevista no código é de multa de R$ 100 a R$ 100 mil e suspensão de 180 a 360 dias.
Amderson e Marcos Vinicius devem responder pelo artigo 243, que prevê ilegalidade no ato de "dar ou prometer vantagem indevida a membro de entidade desportiva, dirigente, técnico, atleta ou qualquer pessoa natural, para que, de qualquer modo, influencie o resultado de partida, prova ou equivalente". A pena também é de R$ 100 a R$ 100 mil.
Após a conclusão do inquérito, o auditor enviou o processo para a Procuradoria de Justiça Desportiva, que vai analisar o documento. Os seis nomes acusados devem ser denunciados e julgados com base no Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
No inquérito, Rodrigo Aiache detalhou a participação de cada envolvido no caso. Segundo o auditor, Anderson Ibrachin, dono da empresa Air Golden que firmou parceria com o Patrocinense em abril, "cooptava jogadores a atuar na manipulação de partidas". Em investigação da Polícia Federal, a atuação do empresário foi confirmada em mensagens coletadas.
Os jogadores Richard Bala e Felipe Gama entraram em campo no jogo contra o Inter de Limeira. O relatório diz que Richard fez um gol contra e Felipe "deixou" o adversário fazer o primeiro gol, sendo os dois atos considerados propositais. Após a partida, a diretoria do Patrocinense rompeu o contrato com a Air Golden.
Demitido logo depois da partida, o técnico Estevam teria escalado os dois jogadores a pedido de Anderson Ibrachin. O STJD afirma que o treinador tinha conhecimento do esquema após confirmação de troca de mensagens. Já o auxiliar Dodô, além de ter conhecimento da manipulação, "teria ameaçado um dos atletas do Patrocinense para que contribuísse para a manipulação do resultado", de acordo o relatório.
Conforme detalhado pelo documento, Marcos Vinicius era um dos investidores e foi chamado de "chefe" por Richard Bala em troca de mensagens. O atleta teria recebido de Marcos um smartphone e a quantia de R$ 5 mil como recompensa pelo cumprimento do combinado.
Confira o comunicado oficial da atual diretoria do Patrocinense:
O Clube Atlético Patrocinense (CAP) vem a público esclarecer aos seus torcedores e à população de Patrocínio/MG sobre as recentes notícias divulgadas pela imprensa, que associam o clube a supostos casos de manipulação de resultados em partidas. Tais matérias não correspondem à realidade dos fatos e distorcem os acontecimentos.
Durante o Campeonato Mineiro de 2024, o CAP enfrentou uma grave crise financeira, que culminou em sua desistência da competição por absoluta falta de recursos. Poucas semanas após essa decisão, às vésperas do início do Campeonato Brasileiro Série D, o clube foi procurado pela empresa AIR Agenciamento e Marketing Ltda – Agency Air Golden, representada pelo senhor Anderson Ibrahim Rocha, com uma proposta de parceria desportiva.
A empresa AIR GOLDEN ofereceu um contrato de gestão esportiva no qual se comprometia a assumir o pagamento da folha salarial dos atletas e demais despesas relacionadas às partidas. Em contrapartida, teria a prerrogativa de indicar alguns atletas para compor o elenco do clube. A proposta foi cuidadosamente analisada pelo CAP, pois os recursos oferecidos pela empresa seriam fundamentais para viabilizar a participação no Campeonato Brasileiro Série D.
O contrato foi firmado no dia 1º de abril de 2024, com vigência de seis meses, prorrogáveis por mais 24 meses, caso o clube obtivesse acesso ao Campeonato Brasileiro Série C.
No entanto, durante a disputa da Série D, o CAP identificou comportamentos suspeitos por parte de alguns atletas, indicando possíveis vendas ilegais de lances para casas de apostas. Diante disso, o clube imediatamente acionou a Unidade de Integridade da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), denunciando os fatos.
Paralelamente, o contrato de gestão esportiva com a empresa AIR GOLDEN foi rescindido antecipadamente. Desde então, o CAP tem colaborado ativamente com as autoridades competentes, fornecendo todas as informações solicitadas, participando de audiências no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e prestando esclarecimentos no Senado Federal. Durante essas apurações, ficou evidente que o Clube Atlético Patrocinense foi VÍTIMA de um esquema criminoso conduzido pela empresa AIR GOLDEN, cujo representante, ANDERSON IBRAHIM ROCHA, também participou em sessão do Senado em agosto/2024 sobre as manipulações de resultados por meio de apostas esportivas.
Como consequência dos atos ilícitos praticados pela AIR GOLDEN, o CAP também enfrenta diversas ações trabalhistas devido à inadimplência da empresa em relação ao pagamento dos salários dos atletas e funcionários, uma obrigação que deveria ter sido cumprida pela parceira à época.
Diante do exposto, o Clube Atlético Patrocinense reitera seu compromisso com a transparência e comunica as devidas informações aos seus torcedores e à população de Patrocínio/MG. O clube aguarda a conclusão das investigações pelas autoridades competentes e espera que todos os responsáveis por esses atos sejam devidamente punidos.
O Supremo Tribunal de Justiça Desportiva decidiu punir o atacante do Cruzeiro, Rafael Silva, expulso aos 17 segundos da partida contra o Athletico-PR, na 31ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Denunciado no Artigo 254-A do CBJD que fala sobre agressão física durante uma partida, o jogador podia ter sido suspenso de até 12 jogos, mas terá de pagar 4 partidas sem atuar.
O jogador possuia contrato com o Cabuloso até 31 de dezembro, e se despediu do clube assim que a temporada acabou. Caso feche com algum clube brasileiro, terá de cumprir a suspensão nas competições organizadas pela CBF.
Logo na saída de bola, Rafa Silva correu para disputar o lance, que estava na posse do Athletico, e acertou uma cotovelada em Kaique Rocha. Além da expulsão, o atleta foi investigado, mas confirmaram que o lance não aparentou conter manipulação.
O presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol, Luís Otávio Verissimo acatou o pedido da Procuradoria e interditou, provisoriamente, a Arena MRV, por conta dos atos violentos que aconteceram no último domingo (10), na final da Copa do Brasil entre Atlético-MG e Flamengo. Além disso, nesta terça-feira (12), ainda foi determinado que o Galo mandasse seus jogos para outro estádio com portões fechados, até que o clube comprove as medidas necessárias que garantam a segurança da arena.
Confira a seguir a decisão do presidente Luís Otávio:
“Trata-se de medida inominada acautelatória apresentada pela Procuradoria de Justiça Desportiva (PGJD) visando a interdição da ARENA MRV e a realização dos jogos do Clube Atlético Mineiro SAF, na condição de mandante, em outras praças desportivas, com portões fechados, em razão dos atos de violência; invasão e tentativa de invasão de campo; arremesso de bombas e outros objetos pela torcida; bem como apontamento de laser contra o goleiro adversário, fatos ocorridos na partida de 10/11/2024, contra o CR Flamengo, válida pelo segundo jogo da fase final da Copa do Brasil de 2024, disputada em Belo Horizonte”, afirmou.
A decisão ainda foi baseada no grande número de provas, entre documentos e vídeos, que comprovam arremessos de objetos e bombas, incluindo o caso do fotógrafo que foi atingido.
Com o prazo de dois dias para se pronunciar no STJD, o próximo jogo do Galo será no dia 20 de novembro, pelo Campeonato Brasileiro, contra o Botafogo. Por conta da interdição, a diretoria do time ainda não definiu onde será a partida.
O Atlético-MG será denunciado pela Procuradoria do Supremo Tribunal de Justiça Desportiva pelo atos de violência que aconteceram durante a final da Copa do Brasil na Arena MRV, no último domingo (10). Além disso, também vai ser solicitada a interdição do estádio até o julgamento do ocorrido.
Os artigos 211 e 213 serão utilizados para a denúncia do Galo. O processo terá como base "deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infraestrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança para sua realização".
O árbitro Raphael Claus relatou os casos na súmula da partida e afirmou que o jogo precisou ser parado por diversos distúrbios.
“Informo que durante a partida aos 12 minutos e aos 50 minutos foi colocado um laser no rosto do goleiro visitante, vindo da arquibancada onde estava localizada a torcida mandante. Foram arremessadas bombas no gramado explodindo próximo dos jogadores aos 9 minutos, 49 minutos, 50 minutos e 52 minutos, vindas da arquibancada onde estava localizada a torcida mandante”, disse Claus.
Além disso, o fotógrafo Nuremberg José Maria, de 67 anos, foi atingido no pé por uma bomba lançada no campo. O profissional teve que sair pela arquibancada para ser levado a um hospital, e irá fazer uma cirurgia.
Na última sexta-feira (18), o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), confirmou a punição para três jogadores envolvidos em confusão no final de partida entre Corinthians e Flamengo, no dia 1º de setembro, na Neoquímica Arena, pela 25ª rodada do Brasileirão. Trata-se do argentino Carlos Alcaraz, o meia do Rubro-Negro carioca terá de pagar quatro jogos de suspensão. Pelo lado alvinegro, Yuri Alberto e Cacá ficarão fora de campo por duas partidas. As penalidades devem ser cumpridas apenas em jogos do Campeonato Brasileiro.
A Terceira Comissão Disciplinar do STJD também aplicou multas financeiras aos clubes envolvidos. O Corinthians foi punido em R$ 13 mil e o Flamengo em R$ 8 mil. A penalização foi imposta por conta do tumulto e atraso do reinício da partida, problemas causados pelas equipes. A decisão é de primeira instância e cabe recurso no pleno do STJD.
Outros nomes também receberam punição após envolvimento na confusão. Emiliano Dias, auxiliar técnico do Corinthians, foi punido com uma partida de suspensão. O membro do executivo de futebol do Timão, Fabinho Soldado, terá 15 dias de suspensão pela frente. Os gandulas Thiago Rezetti e Alessandro da Silva ficarão por 20 dias cada um.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) negou na manhã desta sexta-feira (11) o pedido do São Paulo para anular o jogo contra o Fluminense. O confronto foi disputado no dia 1º de setembro, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A votação foi unânime contra a medida apresentada pelo Soberano. Os votantes alegaram que o árbitro Paulo Cesar Zanovelli não cometeu um erro grave o suficiente para justificar a anulação da partida, que culminou na vitória do Tricolor Carioca.
O atraso se deu porque a CBF divulgou os áudios do VAR seis dias após o confronto, o que prejudicou a análise do São Paulo. A auditora Mariana Barros Barreira, presente na sessão, reconheceu a existência de um erro de direito, mas considerou que ele não foi determinante para o resultado da partida.
RESUMO DO LANCE
Aos 31 minutos do primeiro tempo, Calleri, do São Paulo, reclamou de um contato de mão de Thiago Santos dentro da área. O árbitro não marcou a penalidade, e o Fluminense aproveitou a oportunidade para marcar um gol. O VAR foi acionado, mas o árbitro manteve a decisão de campo.
Júlio Casares, presidente do São Paulo, alfinetou o Fluminense depois do mandatário do tricolor carioca, Mário Bittencourt, questionar o pedido do Tricolor do Morumbi de anulação da partida entre as duas equipes pelo Brasileirão, disputada no dia 1º de setembro e vencida pelo time carioca.
Na última semana, Bittencourt afirmou que não havia erro na decisão do árbitro Paulo César Zanovelli, que confirmou o primeiro gol dos cariocas após ignorar uma ajeitada de mão do zagueiro Thiago Silva na origem do lance. O árbitro em questão foi denunciado no STJD, e após julgamento, o mesmo pegou gancho de 15 dias.
No dia 26 de setembro, no julgamento no Pleno do STJD, uma das auditorias pediu vistas do processo, ocasionando no adiamento da decisão. Bittencourt reclamou do acontecimento e afirmou sobre possível retrocesso.
"Daqui a pouco a gente volta ao Campeonato Brasileiro da década de 90, quando o campeonato não acabava", disse o dirigente.
Em novo capítulo, o presidente do São Paulo relembrou caso em que o Fluminense venceu a Série C do Campeonato Brasileiro em 1999 e por mudanças no regulamento do Campeonato Brasileiro da Série A de 2000, o time carioca competiu na divisão de elite, sem passar pela Série B.
"Eu vi a declaração do Mário Bittencourt, um amigo, gosto dele como dirigente, mas acho que ele derrapou. Se a gente voltar aos anos anteriores, vamos observar que teve times que subiram para as divisões especial passando por cima da regra estabelecida. Isso sim seria voltar a tempos a trás. Estamos trabalhando em cima do que a lei nos permite. O São Paulo está lutando porque foi um erro claro de direito. Se não for discutido, vamos anular essa cláusula", afirmou o comandante do tricolor paulista.
O dirigente do clube paulista ainda completou dizendo que não é uma disputa pessoal com o Flu no judiciário, mas sim uma atitude em busca da melhora da arbitragem do futebol brasileiro.
"Não estamos trabalhando contra o Fluminense, estamos trabalhando em favor da arbitragem, do futebol e até da CBF. Está tão clara a catástrofe da nossa arbitragem, que esperamos ter contribuído. Vamos discutir isso nos âmbitos da Justiça desportivos. Contra o futebol seria se fôssemos à Justiça Comum. Por que existe STJD? É para ser exercido. Seria mal para o futebol ir para a Justiça Comum, isso seria levar futebol aos anos 70, anos 60", completou Casares.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) determinou nesta sexta-feira (6) a punição de três jogadores envolvidos na confusão ocorrida durante a partida entre Palmeiras e São Paulo, válida pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Zé Rafael, do Palmeiras, e Sabino e Rodrigo Nestor, do São Paulo, foram suspensos por conta da briga generalizada após o jogo.
Sabino foi o jogador mais penalizado, recebendo suspensão de cinco partidas. Zé Rafael e Nestor, que trocaram agressões no túnel, foram punidos com quatro jogos cada. Os clubes ainda têm o direito de recorrer das decisões.
As suspensões começam a valer a partir da 26ª rodada do Brasileirão. No entanto, o São Paulo ainda poderá contar com Sabino e Rodrigo Nestor no duelo contra o Atlético-MG, válido pelas quartas de final da Copa do Brasil, que será disputado na próxima quinta-feira (12), na Arena MRV.
Treinador do Grêmio, Renato Gaúcho foi suspenso por quatro jogos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, por sair e tirar os reservas de campo na partida válida pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro, realizada em abril. Expulso no jogo, Diego Costa também foi punido com duas partidas de gancho.
A decisão de suspender o treinador foi tomada pela 3ª Comissão Disciplinar do STJD, em julgamento realizado na manhã desta sexta-feira (6), no Rio de Janeiro. O Grêmio pode recorrer de ambas as suspensões.
Após o apito final, o atacante Nathan Fernandes também recebeu cartão vermelho por reclamação. Em súmula, o árbitro Bráulio da Silva Machado relatou gesto de roubo do jovem, assim como ofensa de Diego Costa ao quarto árbitro.
Diego Costa levou dois jogos de gancho, já tendo cumprido um da expulsão. Com isso, será desfalque no próximo jogo do Tricolor, caso o clube não recorra da decisão. Nathan Fernandes manteve suspensão de uma partida, já cumprida automaticamente.
Na última semana, os novos integrantes do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) tomaram posse para a gestão 2024/2028. O novo procurador-geral será Paulo Emílio Dantas, que irá substituir Ronaldo Botelho Piacente.
"Espero colaborar com o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para cumprimento da sua missão institucional, em sua nova composição, tendo à frente o presidente Luís Otávio. Afinal, futebol é espetáculo, nele não deve ter espaço para violência nem para afronta à ordem jurídico-desportiva", disse Paulo.
COMO É FORMADA E O QUE É A PROCURADORIA DO STJD?
O Pleno do STJD é formado por nove integrantes. Além das duas indicações da CBF, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), os clubes e a Comissão de Atletas têm direito a nomear dois representantes cada. Já a entidade que representa os árbitros tem direito a um assento no Tribunal Esportivo.
A procuradoria do STJD é o órgão responsável por formular as denúnias que tramitam no tribunal. Sem a presença do procurador-geral e dos procuradores, não é possível realizar julgamentos nas comissões nem no Pleno do STJD.
Uma das responsabilidades da nova equipe da procuradoria é revisar o relatório elaborado na gestão anterior do STJD sobre o inquérito contra John Textor, proprietário da SAF Botafogo, que alegou, sem provas, manipulação a favor do Palmeiras no Brasileirão.
O pleno do STJD então ficou assim:
- Procurador-Geral: Paulo Emílio Dantas (AC)
- Sub-Procurador-Geral: Gabriel Andrade de Santana (BA)
- Sub-Procurador-Geral: Yan Meirelles de Meireles (BA)
Pela primeira vez na história, duas mulheres foram indicadas pela CBF para ocuparem o plenário do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Nesta quarta-feira (10), o presidente da instituição, Ednaldo Rodrigues, indicou as advogadas Mariana Barros Barreiras e Antonieta da Silva Pinto para integrar o pleno.
"As duas advogadas são brilhantes profissionais, com sólida formação, além de terem muita competência e uma bela trajetória. A Justiça Desportiva ficará ainda mais forte com a Doutora Mariana e a Doutora Antonieta. A nomeação das duas auditoras também faz parte da iniciativa da CBF de dar cada vez mais protagonismo às mulheres no futebol", afirmou Ednaldo Rodrigues.
"Queremos mulheres jogando futebol, mas também atuando em todos os setores, na arbitragem, na medicina, atuando como executivas e agora na Justiça Desportiva", acrescentou.
O Pleno do STJD é formado por nove integrantes. Além das duas indicações da CBF, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), os clubes e a Comissão de Atletas têm direito a nomear dois representantes cada. Já a entidade que representa os árbitros tem direito a um assento no Tribunal Esportivo.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) divulgou na tarde desta sexta-feira (5) o relatório que apura as denúncias feitas ao dono do Botafogo SAF, John Textor, por esquema de manipulação de resultados no futebol brasileiro.
O documento que contém cerca de 50 páginas tratou como ineficazes as provas apresentadas pelo mandatário do Glorioso, e concluiu que as ações que constavam nas "provas" de Textor configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades, nove atletas e nove árbitros. A apuração também cita que “foram constatadas infrações contra a ética desportiva e a motivação pessoal na solicitação da instauração do inquérito”.
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Mauro Marcelo de Lima e Silva, presidente do inquérito e auditor do Pleno do STJD, sugeriu que o norte-americano seja suspenso por seis anos, recebendo uma multa de R$ 2 milhões, a maior já imposta em toda a história do tribunal.
O relatório, assinado por Mauro, foi encaminhado para a Procuradoria do STJD, que vai decidir a denuncia ou não a Textor.
Confira abaixo a decisão emitida pelo STJD:
“O inquérito instaurado para apurar as denúncias do dono da SAF Botafogo, John Textor, de manipulação de resultados em partidas do Campeonato Brasileiro foi concluído e liberado nesta sexta, 5 de julho, no Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol. Presidido pelo auditor do Pleno, Mauro Marcelo de Lima e Silva, o relatório conclusivo conta com mais de 50 páginas e indica como “imprestáveis” as provas apresentadas por Textor, além de destacar ilícitos desportivos praticados pelo sócio majoritário do Botafogo contra atletas, clubes e árbitros. A conclusão foi encaminhada para a Procuradoria da Justiça Desportiva.
Sem apresentar provas e, com base em uma empresa de inteligência artificial, John Textor publicou texto em 01º de abril de 2024 afirmando que o jogo entre e Palmeiras e São Paulo, realizado em outubro de 2023, foi manipulado por ao menos cinco jogadores do São Paulo.
As denúncias de John Textor foram contestadas no STJD do Futebol por representações feitas por Palmeiras, São Paulo, Associação de atletas e dos árbitros e gerou o pedido de abertura de inquérito feito pela Procuradoria.
O inquérito de número 121/2024 foi presidido pelo Auditor Mauro Marcelo de Lima e Silva. Durante o inquérito, John Textor apresentou as “provas irrefutáveis” que alegava possuir. Após uma minuciosa análise, o Auditor processante concluiu que as provas eram “imprestáveis” e configuravam ilícitos desportivos contra a honra praticados por John Textor contra sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros. Além disso, foram constatadas infrações contra a ética desportiva e a motivação pessoal na solicitação da instauração do inquérito.
Na conclusão do relatório, o Auditor Mauro Marcelo de Lima e Silva descreveu as condutas ilícitas praticadas por John Textor e recomendou a aplicação de penalidades de multa e suspensão, as maiores já propostas na história do STJD. O relatório conclusivo com sugestão de denúncia foi encaminhado para a Procuradoria.”
Álvaro de Castro, assessor de imprensa do Atlético-GO, que foi empurrado por Felipe Melo no final da partida entre Fluminense x Atlético-GO, realizado no Maracanã, válido pela nona rodada, foi suspenso por 15 dias pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
A 3ª comissão disciplinar julgou Álvaro e o puniu por "invasão de campo". Felipe Melo, que empurrou o jornalista, foi suspenso por apenas uma partida.
Após a partida, o assessor ainda relatou ameaças e agressões de funcionários do Fluminense dentro do Maracanã, após a partida. O Fluminense nega as acusações.
Álvaro ainda afirmou que Felipe Melo era um ser “desprezível” e registrou boletim de ocorrência contra o jogador tricolor. O Atlético-GO, por sua vez, emitiu nota e classificou Felipe Melo como “covarde, desumano e antidesportista”.
A Associação Nacional de Árbitros de Futebol (ANAF) vai pedir o banimento de Jailson Macedo Freitas, atual presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Bahiana de Futebol (FBF), por interferência externa durante o jogo Bahia e Grêmio, disputado no último sábado (27), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pelo Brasileirão. Em nota divulgada nesta segunda-feira (29), a entidade disse que vai protocolar uma ação contra o ex-árbitro no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
"ANAF entra com ação no STJD para que Jailson Freitas seja banido do futebol por interferência externa e tentativa de manipulação de resultados. O que ocorreu no último sábado, dia 27, na Arena Fonte Nova, em Salvador, foi um fato EXTREMAMENTE GRAVE que coloca mais uma vez a arbitragem brasileira em xeque", diz um trecho do comunicado.
Técnico do Tricolor gaúcho, Renato Gaúcho acusa Jailson Macedo Freitas de interferir na expulsão de Diego Costa durante a partida, que terminou com a vitória do Esquadrão de Aço por 1 a 0. O centroavante já havia sido substituído, mas acabou recebendo o cartão vermelho do banco de reservas por reclamação durante uma confusão em campo nos acréscimos do segundo tempo. O juiz Bráulio da Silva Machado recebeu a informação que o camisa 19 teria ofendido o quarto árbitro. Nesse momento, o comandante da equipe mandou todos os suplentes se retirarem do gramado antes do apito final.
"Eu tirei o time para não ser expulso e ninguém mais fosse expulso. O senhor Jailson Macedo Freitas é o diretor de arbitragem da Federação Baiana. Ele estava onde não poderia estar, do lado do quarto árbitro. O quarto árbitro não viu nada, foi ele (Jailson) que diz que viu o Diego falar alguma coisa. Ele estava num local onde nem poderia estar, e o Diego não falou absolutamente nada. Aí você quer que eu deixe meus jogadores para serem expulsos, ou eu mesmo ser expulso? Aí não dá", disse Renato.
Jailson Freitas não fazia parte da equipe de arbitragem do duelo válido pela quarta rodada do Brasileirão. Por isso, ele não poderia estar em campo naquele momento. Por outro lado, o ex-árbitro está escalado como assessor do próximo jogo do Grêmio contra o Operário-PR pela Copa do Brasil. A partida acontece nesta terça (30), às 20h, no Germano Krüger, pelo jogo de ida da terceira fase.
Leia, na íntegra, a nota da ANAF assinada pelo presidente Salmo Valentim:
"ANAF entra com ação no STJD para que Jailson Freitas seja banido do futebol por interferência externa e tentativa de manipulação de resultados. O que ocorreu no último sábado, dia 27, na Arena Fonte Nova, em Salvador, foi um fato EXTREMAMENTE GRAVE que coloca mais uma vez a arbitragem brasileira em xeque.
Sem autorização para estar no campo de jogo na partida válida pela Série A do Brasileirão, entre Bahia x Grêmio, o diretor de árbitros da Federação Baiana de Futebol, Jailson Macedo Freitas, que acumula o cargo de assessor/analista/delegado da CBF, informou de forma desonesta, ao quarto árbitro, Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho, do estado do Pará, que o atleta gremista Diego Costa deveria ser expulso. Isso além de ferir as regras do jogo serve como base para que o Grêmio entre com um pedido de anulação da partida, expondo ainda mais nossa categoria.
Após a ação, flagrada pelas câmeras, o atleta foi expulso gerando uma revolta no técnico Renato Gaúcho que pediu que toda a sua comissão técnica e os atletas reservas do clube deixassem o banco e se deslocassem para o vestiário.
A interferência externa de Jailson Freitas nos estimula acreditar que o presidente da SAF do Botafogo, John Textor, pode ter razão nas afirmações que fez sobre manipulação de resultado no campeonato brasileiro, algo que enterra de uma vez por todas a falida gestão de Ednaldo Rodrigues, e do despreparado, Wilson Seneme, na CBF, sob eminência de um pedido público de desculpas ao americano caso as denúncias sejam confirmadas.
Por isso, a ANAF entrará hoje com uma ação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva - STJD, pedindo o banimento imediato de Jailson Freitas, do futebol, tendo em vista não só o fato gravíssimo em tela, como também para salvaguardar a arbitragem brasileira que precisa voltar a dar e ter bons exemplos."
O dono do Botafogo SAF, John Textor, foi suspenso nesta sexta-feira (26), por 45 dias e multado pelo valor de R$ 100 mil pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). A punição se dá por conta das ofensas feitas ao presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, na derrota do Alvinegro para o Palmeiras, no Brasileirão de 2023. Como o mandatário já cumpriu uma parte da punição no ano passado, Textor só terá 17 dias de punição.
Os auditores deram o veredito em sua maioria e a decisão foi tomada em última instância e sem recurso. O norte-americano cumpriu 28 dias.
Nas três denúncias, Textor respondeu no artigo 243-F, de ofensa à honra, e no 258-B, que é invadir o local destinado à equipe de arbitragem ou local da partida. O presidente foi enquadrado no artigo 184, que acumula as penalidades relacionados à prática de duas ou mais infrações.
No artigo 243-F, onde duas das denúncias foram agrupadas, recebeu uma multa de R$ 100 mil e mais 30 dias de suspensão. Já no 258, recebeu mais 15 dias. O americano escapou de um gancho de 360 dias.
Textor chegou a ser punido por 30 dias preventivamente, mas garantiu o efeito suspensivo por meio do Botafogo para acompanhar a reta final do seu clube.
O Santa Cruz teve o recurso negado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para herdar vaga da Série D do Campeonato Brasileiro deste ano, em sessão realizada nesta quinta-feira (4). O clube pleiteia o lugar do Democrata de Sete Lagoas-MG. Segundo o vice-presidente Marco Benevides, o Tricolor pernambucano vai analisar o acórdão do processo para definir se vai ou não recorrer da decisão.
"A gente vai fazer uma análise do acórdão juntamente com o jurídico e avaliar eventuais medidas a serem adotadas. A gente não está cravando que vamos recorrer da decisão, mas sim que haverá avaliação. Por ora, o Santa Cruz nem afirma que encerra nessa instância e também não afirmamos que vai haver recurso. Vai ocorrer uma análise da decisão", explicou o dirigente.
No entendimento do Santa Cruz, o Democrata de Sete Lagoas não estaria apto para a disputa da quarta divisão nacional por ter sido rebaixado no campeonato estadual do ano passado. Apesar da queda, a equipe ficou com uma das três vagas da Federação Mineira de Futebol (FMF) com a desistência do Democrata, de Governador Valadares. Os outros dois são Villa Nova e Caldense. Com isso, o clube de Recife entraria na competição por ser o mais bem colocado no Ranking da CBF de 2024, entre os times sem divisão.
Com 64 equipes, a Série D está prevista para começar no próximo dia 28. O Democrata de Sete Lagoas foi sorteado no Grupo A6 ao lado do baiano Itabuna, Real Noroeste-ES, Serra-ES, Ipatinga-MG, Audax-RJ, Portuguesa-RJ e Nova Iguaçu-RJ, que será seu adversário na estreia. A CBF ainda vai divulgar a tabela detalhada da competição. Os quatro semifinalistas conquistam o acesso à Série C de 2025.
Momentos antes do Santa Cruz ter o seu pedido de recurso negado na tarde desta quinta-feira (4) para a disputa da Série D, um grupo de oito torcedores foi visto em frente à sede do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), localizada no Rio de Janeiro, fazendo uma manifestação através de faixas cobrando a entrada do clube na quarta divisão deste ano.
"CBF, sim ao ranking. A vaga é nossa por direito", mostra a mensagem por meio de uma das faixas.
Apesar da movimentação dos torcedores, o protesto não teve grande escala e foi considerado tímido. A atitude se dá por meio da sessão que ocorreu no orgão desta quinta-feira, que julgou a possibilidade do Cobra Coral, já negada, de disputar a Série D do Campeonato Brasileiro.
Osvaldo Sestário, advogado do Santa que representou a equipe no pleno, defendeu o argumento já relatado pelo clube de que o Democratas de Sete Lagoas-MG não está apto para a disputa da quarta divisão pelo fato da equipe mineira ter adquirido uma das três vagas destinadas à Federação Mineira de Futebol, mesmo sendo rebaixada no campeonato Mineiro de 2023.
O vice-presidente Álvaro Maia, do Conselho Deliberativo, classificou a participação do Democrata como não atendente aos critéros exigidos pelo artigo 193 da Lei Geral do Esporte. Confira o que diz no artigo:
"A participação de organizações esportivas em competições de responsabilidade das organizações esportivas que administram e regulam a respectiva modalidade dar-se-á em virtude de critério técnico previamente definido, conforme os próprios regulamentos.
§ 1º Para os fins do disposto neste artigo, considera-se critério técnico a habilitação de organização esportiva em razão de colocação obtida em competição anterior."
A Série D do Brasileirão tem previsão para iniciar no dia 28 de abril. A CBF ainda segue sem divulgar a tabela detalhada da competição. Entre os clubes baianos que irão participar, Jacuipense e Juazeirense estão entre os integrantes no Grupo A4 junto com ASA-AL, CSE-AL, Retrô-PE, Petrolina-PE, Itabaiana-SE e Sergipe, e por Itabuna, que ficou na chave A6 ao lado de Real Noroeste-ES, Serra-ES, Ipatinga-MG, Audax-RJ, Portuguesa-RJ, Nova Iguaçu-RJ, além do Democrata.
O Superior Tribunal da Justiça Desportiva (STJD) negou um recurso feito pelo Santa Cruz em que pedia para jogar o Campeonato Brasileiro Série D em 2024. A sessão foi realizada na tarde desta quinta-feira (4), com presença do Democrata de Sete Lagoas-MG na edição atual, que foi questionada pela diretoria do clube, mas foi validada no julgamento.
O advogado Osvaldo Sestário foi o responsável por representar a defesa do Santa, que acredita que a equipe do Democrata não esteja apta para disputar a quarta divisão na temporada atual. O motivo da ação da Cobra Coral é em virtude da equipe mineira ter herdado uma das três vagas destinadas à Federação Mineira de Futebol, ainda que fora rebaixada no Campeonato Mineiro de 2023.
O recurso da Coral foi negado logo após a fala de Sestário e antes mesmo que o representante do Democrata de Sete Lagoas apresentar a sua defesa.
Em caso de deferimento por parte do STJD, a equipe de recife herdaria a vaga da equipe mineira, caso este que não aconteceu. Entre os pedidos feitos pelo Santa Cruz, estão o adiamento da competição, onde o clube pedia pelo início da Série D apenas após a apuração do pedido, cenário este que também não ofi aceito pelos membros da sessão.
Fazendo novas alegações sobre casos de manipulação de resultados, o presidente do Botafogo, John Textor, foi denunciado nesta quarta-feira (3) ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) após não comprovar sobre as informações que diz ter a respeito da manipulação de resultados no futebol brasileiro. O julgamento ocorre no dia 15 de março, na primeira comissão disciplinar do tribular. Em caso de condenação, Textor pode pagar uma multa e ser suspenso.
O mandatário do Alvinegro Carioca foi denunciado dentro de dois artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, e são eles:
- Artigo 220-A, inciso I: Deixar de colaborar com os órgãos da Justiça Desportiva e com as demais autoridades desportivas na apuração de irregularidades ou infrações disciplinares. Pena: multa de R$ 100 a R$ 100 mil, com fixação de prazo para cumprimento da obrigação.
- Artigo 223: Deixar de cumprir ou retardar o cumprimento de decisão, resolução, transação disciplinar desportiva ou determinação da Justiça Desportiva. Pena: multa de R$ 100 a R$ 100 mil. Parágrafo único. Quando o infrator for pessoa natural, a pena será de suspensão automática até que se cumpra a decisão, resolução ou determinação, além de suspensão por noventa a trezentos e sessenta dias e, na reincidência, eliminação.
No mês de março, John Textor afirmou ter provas, incluindo gravações de árbitros, de que diversas partidas teriam sofrido por manipulação de resultado nos anos de 2021,2022 e 2023. Após as declarações, a procuradoria solicitou a abertura de inquérito para colher as informações.
O presidente do STJD, José Perdiz de Jesus, foi quem acolheu o pedido e determinou que Textor juntasse as informações que tinha no prazo de três dias. O norte-americano chegou a se manifestar, mas não apresentou as provas.
Mauro Marcelo de Lima e Silva, relator responsável por processar o inquérito, pediu por um novo prazo de entrega do presidente do Botafogo, que novamente não foi cumprido. No dia 14 de março, o caso foi levado ao pleno em sessão que votou em unaminidade pela competência da Justiça Desportiva para a apuração dos fatos. A maioria dos votantes não referendaram a suspensão de Textor, mas o presidente será julgado.
A Federação Cearense de Futebol (FCF) solicitou ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) que a partida entre Sport e Ceará, pelas quartas de final da Copa do Nordeste, não aconteça no estado de Pernambuco. A entidade alega falta de segurança para que o duelo seja disputado em outro local ou com portões fechados. A informação é do Blog do Kempes.
"Solicitamos que o jogo aconteça em outro estado, na Paraíba ou Rio Grande do Norte, por exemplo. Nesse caso, o mando de campo ficaria com a CBF, que escolheria o local da partida", afirmou o diretor jurídico da federação, Eugênio Vasquez. "Uma segunda alternativa é que se faça revogação do efeito suspensivo concedido ao Sport e que o jogo aconteça no Recife, mas com portões fechados", completou.
De acordo com a FCF, Pernambuco não oferece garantias de segurança para a partida entre as duas equipes. Para Vasquez, existe um histórico de violência de uma parte da torcida do Leão pernambucano em jogos diante de times do Ceará. O ápice teria sido o atentado ao ônibus do Fortaleza no último dia 22 de fevereiro, pela fase de grupos do Nordestão, e deixou seis atletas feridos.
Já o presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, acusou o mandatário da FCF, Mauro Carmélio, de autopromoção. O dirigente de Pernambuco classificou a iniciativa da federação vizinha como "encenação teatral".
"Resumiria o pedido numa frase: encenação teatral. O presidente da FCF, meu querido amigo Mauro, está buscando autopromoção. O pedido é ridículo, me admiro que advogados se submetam a assinar esse tipo de pedido. É surpreendente", disse em entrevista ao site ge.globo. "A preocupação com isso é absolutamente zero, posto a absoluta inadequação do pedido à realidade jurídico e factual de Pernambuco. O estado está aberto a todas as atividades econômicas e financeiras. Houve um incidente pontual ocorrido, que todos nós, civilizados, lamentamos", finalizou.
O confronto das quartas de final da Copa do Nordeste será disputado em jogo único. Por ter feito melhor campanha, o Sport terá a vantagem de enfrentar o Ceará em casa. O embate deverá acontecer na próxima semana. A CBF ainda vai definir a data, horário e confirmar o local da partida.
O Santa Cruz entrou com uma medida cautelar no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pleiteando uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro de 2024. Além disso, o clube pernambucano também ingressou com uma liminar solicitando a suspensão do início da competição, marcada para o dia 28 de abril.
O Santa Cruz quer a vaga do Democrata de Sete Lagoas, qu foi sorteado no Grupo A6 que tem o baiano Itabuna. No entendimento da diretoria, o clube mineiro não estaria apto para jogar a Série D, já que foi rebaixado como lanterna no estadual do ano passado. A equipe herdou a classificação após as desistências do Democrata, de Governador Valadares, Villa Nova e Caldense. O estado de Minas Gerais tem direito a três representantes na quarta divisão. Os outros dois são Ipatinga e Patrocinense, rebaixado neste ano.
Caso o Democrata fique fora da Série D, os dirigentes pernambucanos acreditam que o substituto seria o Santa Cruz, por ser o melhor colocado do ranking da CBF sem divisão.
Com 64 times participantes, a Série D do Brasileiro está prevista para começar no dia 28 de abril. A CBF ainda vai divulgar a tabela detalhada da competição. O futebol baiano será representado por Jacuipense e Juazeirense, integrantes no Grupo A4 junto com ASA-AL, CSE-AL, Retrô-PE, Petrolina-PE, Itabaiana-SE e Sergipe, e por Itabuna, que ficou na chave A6 ao lado de Real Noroeste-ES, Serra-ES, Ipatinga-MG, Audax-RJ, Portuguesa-RJ, Nova Iguaçu-RJ, além do Democrata.
O Sport entrou com recurso no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), nesta terça-feira (19), para reduzir a pena da condenação pelo ataque ao ônibus do Fortaleza feito por uma torcida organizada. O Leão pernambucano foi punido com oito jogos com portões fechados. Inicialmente será analisado o pedido de efeito suspensivo, que permitiria a volta de torcedores às partidas do time.
"Foram incluídas as prisões e isso deve contribuir para que o nosso pedido seja atendido, pois é o que está previsto no CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva)", explicou Rodrigo Guedes, vice-presidente jurídico do Sport.
No pedido, o clube pernambucano incluiu as prisões de quatro suspeitos efetuadas pela Polícia Civil de Pernambuco dias após o julgamento no STJD. Além dos jogos sem torcida, o Rubro-Negro foi multado em R$ 80 mil e não terá direito a carga de ingressos em partidas como visitante. O argumento tem base no parágrafo terceiro do inciso III do artigo 213 do CBJD.
"A comprovação da identificação e detenção dos autores da desordem, invasão ou lançamento de objetos, com apresentação à autoridade policial competente e registro de boletim de ocorrência contemporâneo ao evento, exime a entidade de responsabilidade, sendo também admissíveis outros meios de prova suficientes para demonstrar a inexistência de responsabilidade", diz o trecho.
O Sport vai acompanhar o trâmite do recurso. No entanto, não há previsão de ser colocado em pauta no pleno do STJD.
Com os portões fechados, o Sport entra em campo neste quarta (20), às 21h30, para o clássico pernambucano com o Náutico, na Arena Pernambuco, pela sexta rodada da Copa do Nordeste.
RELEMBRE O CASO
O ônibus do Tricolor do Pici foi atacado por torcedores do Sport no dia 22 de fevereiro, quando as duas equipes se enfrentaram na Arena Pernambuco pela quarta rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste. Eles arremessaram pedras e bombas que destruíram parte da estrutura interna do veículo. João Ricardo, Escobar, Titi, Brítez, Lucas Sasha e Dudu ficaram feridos. Em vídeo que circulou nas redes sociais, é possível ver janelas quebradas, sangue nas poltronas, toalhas e no chão.
O ex-atacante Robinho acusou a Justiça da Itália de racismo no seu processo de condenação por estupro no país. Julgado em três instâncias, sendo a última em janeiro de 2022, ele foi condenado a nove anos de prisão por violência sexual de grupo. Em entrevista à TV Record, ele disse ter provas suficientes, mas que foram ignoradas pela justiça italiana.
"Só joguei quatro anos na Itália e já cansei de ver histórias de racismo. Infelizmente, isso tem até hoje. Foi em 2013, estamos em 2024. Os mesmos que não fazem nada com esse tipo de ato (racismo) são os mesmos que me condenaram", afirmou. "Com certeza, se o meu julgamento fosse para um italiano branco, seria diferente. Sem dúvidas. Com a quantidade provas que eu tenho, não seria condenado", completou.
Ainda na entrevista, Robinho admitiu ter tido relações sexuais com a vítima na noite do crime. No entanto, ressaltou que foi consensual, com preservativo e que por isso os exames realizados durante a investigação não detectaram o seu DNA.
"Tivemos uma relação superficial e rápida. A gente trocou beijos, fora isso, fui embora para casa. Em nenhum momento ela empurrou, falou "para". Tinha outras pessoas no local. Quando vi que ela queria continuar com outros rapazes, eu fui embora para casa", contou. "Eu nunca neguei. Foi consensual. Nunca neguei. Poderia ter negado, porque não tem meu DNA lá. Mas não sou mentiroso", continuou.
Durante as investigações, Robinho chegou a ser gravado pelo polícia italiana. Nos áudios, ele deu risada ao dizer que soube que seria acusado de estupro. O ex-atacante alegou que as conversas gravadas foram feitas sob pressão intensa.
"Os áudios foram um ano depois do ocorrido. Naquele contexto dos áudios, eu estava conversando com pessoas que não são confiáveis. Muita gente sempre se aproxima de jogador de futebol para arrancar dinheiro. Começaram com história de gravidez. Minha risada foi de indignação... de que não ia deixar me extorquir. Sei que não cometi crime. Não foi de deboche da vítima. O que é verdade foi o que relatei no processo. Áudios foram fora de contexto, com pessoas que estavam me perseguindo. Eu falo muitas coisas controversas, mas o contexto do áudio é exatamente isso", explicou.
Na próxima quarta-feira (20), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai julgar o pedido do governo italiano para que Robinho cumpra a pena no Brasil. A sessão será transmitida pelo canal da Corte no Youtube. O ex-jogador disse que espera ser ouvido pela justiça brasileira e por isso acredita que terá um veredicto diferente.
"Espero que aqui no Brasil, eu possa ter voz que não tive lá fora. Você quer mostrar suas provas, e não entendi o porquê, provas tão relevantes para qualquer pessoa, para eles (Justiça da Itália) não foram. Todos aqueles que julgam, possam ver minhas provas. Eu não sou esse monstro. Não fui uma pessoa durante 10 anos e me tornei outro", finalizou.
O investidor norte-americano e dono da SAF do Botafogo, John Textor, será denunciado pela procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Ele não cumpriu determinação do presidente do tribunal, José Perdiz, que o obrigava a entregar provas de um suposto esquema de corrupção envolvendo árbitros do futebol brasileiro. O prazo terminou nesta última quarta-feira (13). As informações são do jornal O Globo.
Textor se recusou a entregar as provas afirmando não reconhecer competência do STJD para investigar o caso. O dirigente chegou a ter suspensão automática decretada, pelo relator do inquérito o auditor Mauro Marcelo, até que o material fosse entregue. No entanto, a decisão não foi referendada pelo pleno tribunal, já que o entendimento da maioria é que a punição só poderia ser aplicada após manifestação da procuradoria.
Em entrevista ao jornal O Globo, John Textor declarou possuir áudios de árbitros reclamando que não haviam recebido o pagamento das propinas. Depois, ele disse que os supostos juízes apitaram partidas de divisões inferiores, isto é, as irregularidades não aconteceram em jogos da Série A do Campeonato Brasileiro.
O norte-americano poderá ser denunciado com base no artigo 223 e a pena pode variar de 90 a 360 dias de suspensão, além do pagamento de multa no valor de R$ 100 mil.
Em 2023, o Botafogo liderou grande parte do Campeonato Brasileiro com boa vantagem sobre os concorrentes. No entanto, o time caiu de rendimento no segundo turno e despencou na tabela encerrando a competição na quinta colocação com 64 pontos, seis a menos do que o campeão Palmeiras.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.